Reclamações públicas

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J. P.
13/12/2025

Venda enganosa na remarcação de passagem

Logotipo TAP TAP - Venda enganosa Aline Cristina Cunha da Silva Comprei uma passagem da TAP para o dia 4 de dezembro porém não pude embarcar porque estava internada e apresentei atestado médico. Solicitei o cancelamento da viagem e fui informada de que poderia remarcar posteriormente. Agora, ao tentar remarcar, encontrei no site da TAP uma tarifa muito mais acessível. No entanto, ao entrar em contato com a companhia, fui informada de que essa tarifa “não aparece” para a atendente, mesmo estando disponível no site. Em vez disso, foi oferecida uma remarcação com diferença de R$ 3.800, enquanto a tarifa visível para mim representa diferença de aproximadamente R$ 1.800. Considero abusivo cobrar quase o valor de uma nova passagem, especialmente levando em conta que não viajei por motivo de saúde, devidamente comprovado. Solicito revisão imediata do valor apresentado e uma resposta formal da TAP sobre essa discrepância entre o preço exibido ao consumidor e o preço informado pelo atendimento. Violação: – Oferta enganosa (art. 30 – CDC) – Prática abusiva (art. 39 – CDC) – Falta de flexibilidade obrigatória em caso de doença (normas da ANAC) – Divergência de tarifa e recusa de cumprir oferta exibida no site Solicito: 1. Remarcação imediata pela tarifa exibida no site (R$ 6.169–R$ 6.628). 2. Cumprimento da legislação aplicável e normas da ANAC. 3. Regularização imediata do atendimento e solução urgente.

Encerrada

Produto com promoção aplicável, removida no ato de compra.

Produto que se encontra sinalizado e anunciado como aplicável à promoção, vale é aceite no momento de compra no entanto é cobrado o valor total do produto. Tentativa de contacto pelo chat. Publicidade enganosa.

Encerrada
C. C.
13/12/2025

Reembolso de Caução Não Efectuado

Exmos. Senhores, No dia 12 de Setembro de 2025, concluí o contrato de aluguer de autocaravana com a empresa Indie Campers em Olbia, devolvendo o veículo 1 dia antes da data e nas condições previamente acordadas. De acordo com o contrato, foi-me garantido o reembolso de 500€ referentes à caução do seguro. Para tal, foi-me garantida a devolução em 5-7 dias úteis para a mesma forma de pagamento mesma conta bancária. Apesar das repetidos contactos através do chat Indie Campers Support foram várias as promessas de que o reembolso estaria “em processamento”. Hoje voltei a contactar e disseram que o pagamento foi feito a 19 de Outubro mas até à presente data não recebi qualquer valor. Pedi um comprovativo do pagamento e dizem que não conseguem dar. Este atraso prolongado, superior a três meses, demonstra falta de cumprimento contratual e ausência de resposta eficaz por parte da empresa. Solicito, portanto, a intervenção da DECO PROteste para que a Indie Campers proceda imediatamente ao reembolso dos 500€ devidos, bem como apresente uma explicação formal sobre o motivo do incumprimento até agora verificado. Junto em anexo o contrato. Com os melhores cumprimentos, Cilene Crispim

Encerrada
M. P.
13/12/2025

Encomenda não recebida

No dia 26/11/2025, a FedEx solicitou documentos para desalfandegamento, os quais foram enviados no mesmo dia. Nesse mesmo dia, voltaram a pedir documentos e esclarecimentos, que foram prontamente disponibilizados. Após isso, não recebi qualquer novo pedido nem resposta a uma questão colocada por e-mail. No dia 28/11/2025, liguei para confirmar se faltava alguma informação e fui informado de que estava tudo tratado. No entanto, no dia 03/12/2025, voltei a contactar porque a encomenda não era entregue. Por telefone disseram que estava tudo ok e que aguardavam apenas o desalfandegamento. Em resposta ao meu e-mail enviado no dia 03/12/2025 como reforço, recebi informação de que faltava documentação e que, se não fosse enviada nesse dia, a encomenda seria devolvida. Passei cerca de 2 horas ao telefone sem resolução, inclusive com um colaborador que colocou a chamada em espera até eu desligar. Após insistência por e-mail, no mesmo dia, a colaboradora submeteu o processo com os documentos enviados originalmente a 26/11/2025, uma vez que não estava nada em falta! Adicionalmente, soube hoje, 10/12/2025, que tinha um montante a pagar e nada me foi enviado, nomeadamente, o despacho da AT que comprova os valores a cobrar. Segundo o vosso site, já tentaram entregar por 2x mas não o fizeram por falta da vossa parte. Considero inaceitável a falta de comunicação, a demora no desalfandegamento e a ausência de serviço ao cliente, que resultaram em atrasos injustificados e grande perda de tempo da minha parte. Solicito resolução imediata e que cumpra os serviço que cobram para prestar. O apoio é inexistente pois só sabem responder "tem que aguardar". A empresa FEDEX é apenas 1, sendo apoios ao cliente, departamento de desalfandegamento ou estafeta mas na verdade parecem várias empresas e nunca com resolução para o cliente.

Encerrada

Reclamação sobre cobrança indevida de 2ª via de Documento Único Automóvel

Exmos. Senhores, No dia 28/08/2025 adquiri um veículo, tendo o respetivo Documento Único Automóvel (livrete) sido emitido pelo IMT. Em 19/09/2025, segundo informação prestada pelo IMT, os CTT alegaram não conseguir entregar o documento por inexistência do endereço. Contudo, o endereço indicado estava correto e atualizado. Face a esta situação, fui informado de que teria de pagar a emissão de uma 2ª via, por já terem decorrido mais de 30 dias. No entanto, considero esta cobrança indevida, uma vez que: - O erro não foi meu, mas sim dos CTT, que posteriormente conseguiram entregar no mesmo endereço; - O endereço constante no registo estava correto e válido; - Não deveria ser penalizado por falha de terceiros. Assim, venho solicitar: 1. O reembolso do valor pago pela emissão da 2ª via; 2. A revisão dos procedimentos internos, de forma a evitar que cidadãos sejam prejudicados por falhas externas. Anexo comprovativos da compra do veículo, da comunicação do IMT e da entrega posterior pelos CTT. Aguardo resposta no prazo legal. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

Cobrança indevida de seguro + recusa de cancelamento dentro do prazo por falha da loja (Rádio Popula

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Rádio Popular e contra a seguradora associada ao seguro da televisão adquirida, devido a falhas graves no processo de cancelamento do seguro. Linha temporal dos factos: 07/11/2025 – Comprei uma televisão na Rádio Popular e, por insistência da loja, foi-me vendido um seguro, com a informação de que o mesmo poderia ser cancelado dentro de 30 dias. 06/12/2025 – Contactei a seguradora para cancelar o seguro. A seguradora informou-me que, por estar dentro dos 30 dias, o cancelamento tinha obrigatoriamente de ser feito presencialmente na loja até ao dia seguinte, 07/12. 07/12/2025 – Dirigi-me à loja da Rádio Popular dentro do prazo indicado. A funcionária recusou efetuar o cancelamento, alegando que “o prazo de 30 dias já tinha passado”, o que é falso. Estive na loja nesse dia, o que posso comprovar através do registo de entrega de um aspirador em garantia, feito exatamente nesse momento. A funcionária não realizou o procedimento obrigatório nem comunicou à seguradora que estive na loja dentro do prazo com a intenção de cancelar o seguro, o que teria resolvido a situação de forma imediata. Ao falar posteriormente com a seguradora, fui informada de que, caso a loja não conseguisse processar o cancelamento no sistema, deveria ter comunicado diretamente o meu pedido, servindo como prova formal de que compareci na loja dentro do prazo legal com esse propósito. Questionei-lhe sobre a possível cobrança indevida, uma vez que o pagamento estava pendente. Ao que me respondeu que devia cancelar o débito direito, questionei qual seria o procedimento caso não tivesse débito direito e caso o dinheiro me saísse da conta. Garantiu-me que a seguradora tinha tolerância e que me seria devolvido. Nos dias seguintes, tentei resolver a situação. A Rádio Popular empurrou a responsabilidade para a seguradora e vice-versa. Dia 08/12/2025 não consegui falar com a seguradora por ser feriado. No dia 09/12/2025 liguei para a seguradora a explicar toda a situação. Informaram-me que o procedimento foi mal realizado desde o início e que, infelizmente, não podiam resolver o problema porque a responsabilidade era da Rádio Popular. Disseram-me ainda que me foram dadas informações erradas, uma vez que não basta cancelar o débito direto para cancelar um seguro. Acrescentaram também que, se a funcionária tivesse aberto a minha ficha, teria verificado que não era possível aparecer aquele pagamento em débito direto, porque o valor estava a ser cobrado como uma compra normal — algo que nem entendo como é possível. Como não existe qualquer prova de que estive na loja no dia 07/12 a pedir o cancelamento, e como a chamada foi feita apenas no dia 09/12, a seguradora explicou que já não podia dar seguimento ao pedido. Realçaram que a funcionária da Rádio Popular deveria ter cumprido o procedimento correto para que ficasse registado que estive efetivamente na loja dentro do prazo, o que teria evitado toda esta situação. 09/12/2024 – Dirigi-me à loja ao final da tarde onde voltei a explicar a situação e o funcionário da loja chegou a registar uma reclamação interna para a seguradora, mas associou-a de forma incorreta à apólice de outra pessoa, comprovando a falta de rigor e prejudicando-me diretamente. O valor do seguro acabou por ser cobrado pela seguradora devido à falha da loja em cancelar o seguro quando me apresentei dentro do prazo. Ainda nesse dia voltei a contactar a seguradora, consegui cancelar a minha apólice, no entanto não me garantiam que o dinheiro me seria devolvido. 12/12/2025 Recebi um email da seguradora a pedirem para os contactar, pois já tinham uma resposta. Contactei-os por volta das 11h e disseram-me que a responsabilidade era da loja (e eu afirmo que é) e que por isso não podiam pagar, tinha de me entender com a loja. Fui novamente à loja por volta das 15h30 e voltei a explicar toda a situação. Abriram a nota registada pelo funcionário no dia 09/12 e informaram-me de que o pagamento já tinha sido devolvido. De facto, tinha uma resposta da seguradora a indicar que iriam proceder à gestão do caso. Insisti para ligar para a seguradora ainda dentro da loja. Foi então que se aperceberam de que aquela apólice nem sequer era minha. Em nenhum momento me pediram desculpa pelo erro, nem procuraram falar com a colega que me atendeu na primeira vez para resolver o problema de forma definitiva. Para piorar, decidiram redigir uma nova reclamação para o seguro, mas distorcendo os factos. Em nenhum momento admitiram que estive na loja dentro do prazo com a intenção de cancelar a apólice. Escreveram apenas que no dia 07/12 eu “tentei cancelar o seguro cancelando o débito direto” e que, como o pagamento não aparecia, não consegui fazê-lo dentro do prazo. Informei de imediato que não autorizava que colocassem essa informação, pois era falsa, e porque eu própria já tinha falado com a seguradora, que me garantiu que não é dessa forma que se cancela um seguro. Além disso, as regras são claras: para cancelar a apólice, eu teria de o fazer presencialmente no balcão, dentro dos 30 dias. Ainda assim, o funcionário continuou a distorcer os factos e disse: “eu posso bem com eles”. A questão é que alegar algo falso apenas atrasa o processo e transmite informações incorretas à seguradora, prejudicando-me ainda mais. A Rádio Popular continua a distorcer os factos, a negar que estive na loja no dia 7 com o propósito de cancelar o seguro e tenta imputar a responsabilidade à seguradora, que agiu com base na falta de comunicação da loja. O que solicito: A devolução integral do valor cobrado indevidamente pela seguradora, no mesmo método de pagamento. A responsabilização da Rádio Popular pela informação errada e pelo procedimento incorreto. Documentos que posso fornecer se solicitado: Comprovativo de compra da televisão Registro da entrega do aspirador em garantia em 07/12 Registo de chamadas para a seguradora Registo da reclamação interna errada da loja Comprovativos do valor cobrado Agradeço o vosso apoio para resolver esta situação injusta e que me está a causar prejuízo devido a erros que não me são imputáveis. Com os melhores cumprimentos, Bruna Almeida

Encerrada
J. G.
13/12/2025

Encomenda incompleta e não respondem

Fiz uma encomenda em abril de 2025 e o mapa chegou sem muitas peças. Tenho estado a tentar contactar com eles há mais de meio ano e nada. No instagram responderam me para contactar pelo whatssap e simplesmente não me respondem e não me enviam as peças pelas quais paguei. Burla autentica esta marca.

Encerrada
A. P.
13/12/2025

Cobrança indevida

Exmos. Senhores, Evidências de que estou a ser cobrado no meu cartão Galp Frota pela energia que estou a produzir com os meus painéis fotovoltaicos. Reuni quatro casos em que isto aconteceu. Seguem os mesmo: Informação sobre o carregamento do veículo: {"start_timestamp":"2025-07-25 13:42:12.463","end_timestamp":"2025-07-26 08:08:57.804","kws_amount":20.8,"duration":1107.0,"mobie_card_number":"PTGALP708257591070019100","station_id":"PT-GLP-MOBI-VFX-00051-01-1753450933073"} Informação sobre as leituras retiradas do site da E-Redes (https://balcaodigital.e-redes.pt/readings/history): - 25-07-2025 00:00:00 -> horas de vazio: 130 kWh, horas de ponta: 025 kWh, horas cheias: 063 kWh - 26-07-2025 00:00:00 -> horas de vazio: 130 kWh, horas de ponta: 030 kWh, horas cheias: 070 kWh - 27-07-2025 00:00:00 -> horas de vazio: 130 kWh, horas de ponta: 030 kWh, horas cheias: 070 kWh SOMA: (130 + 030 + 070) - (130 + 025 + 063) = 12 kWh Foi carregado o meu veículo elétrico com 20,8 kWh e foi paga essa energia com o meu cartão Galp Frota. No entanto, só veio da rede (E-Redes) 12 kWh, a restante energia (20,8 - 12 = 8,8 kWh) veio dos meus painéis solares. Por que paguei a energia que eu próprio gerei com os meus painéis fotovoltaicos que eu comprei com o meu capital? ------------------------------------------------------------------------------------------------------ Informação sobre o carregamento do veículo: {"start_timestamp":"2025-07-19 12:02:50.600","end_timestamp":"2025-07-19 17:40:52.863","kws_amount":19.5,"duration":339.0,"mobie_card_number":"PTGALP708257591070019100","station_id":"PT-GLP-MOBI-VFX-00051-01-1752926571161"} Informação sobre as leituras retiradas do site da E-Redes (https://balcaodigital.e-redes.pt/readings/history): - 19-07-2025 00:00:00 -> horas de vazio: 091 kWh, horas de ponta: 020 kWh, horas cheias: 049 kWh - 20-07-2025 00:00:00 -> horas de vazio: 091 kWh, horas de ponta: 020 kWh, horas cheias: 054 kWh SOMA: (091 + 020 + 054) - (091 + 020 + 049) = 5 kWh Foi carregado o meu veículo elétrico com 19,5 kWh e foi paga essa energia com o meu cartão Galp Frota. No entanto, só veio da rede (E-Redes) 5 kWh, a restante energia (19,5 - 5 = 14,5 kWh) veio dos meus painéis solares. Por que paguei a energia que eu próprio gerei com os meus painéis fotovoltaicos que eu comprei com o meu capital? ------------------------------------------------------------------------------------------------------ Informação sobre o carregamento do veículo: {"start_timestamp":"2025-06-29 15:32:25.341","end_timestamp":"2025-06-29 19:51:48.188","kws_amount":14.4,"duration":260.0,"mobie_card_number":"PTGALP708257591070019100","station_id":"PT-GLP-MOBI-VFX-00051-01-1751211166554"} Informação sobre as leituras retiradas do site da E-Redes (https://balcaodigital.e-redes.pt/readings/history): - 29-07-2025 00:00:00 -> horas de vazio: 030 kWh, horas de ponta: 009 kWh, horas cheias: 028 kWh - 30-07-2025 00:00:00 -> horas de vazio: 030 kWh, horas de ponta: 014 kWh, horas cheias: 036 kWh SOMA: (030 + 014 + 036) - (030 + 009 + 028) = 13 kWh Foi carregado o meu veículo elétrico com 14,4 kWh e foi paga essa energia com o meu cartão Galp Frota. No entanto, só veio da rede (E-Redes) 13 kWh, a restante energia (14,4 - 13 = 1,4 kWh) veio dos meus painéis solares. Por que paguei a energia que eu próprio gerei com os meus painéis fotovoltaicos que eu comprei com o meu capital? ------------------------------------------------------------------------------------------------------ Informação sobre o carregamento do veículo: {"start_timestamp":"2025-06-07 12:14:53.150","end_timestamp":"2025-06-07 13:56:28.113","kws_amount":5.9,"duration":102.0,"mobie_card_number":"PTGALP708257591070019100","station_id":"PT-GLP-MOBI-VFX-00051-01-1749298546793"} Informação sobre as leituras retiradas do site da E-Redes (https://balcaodigital.e-redes.pt/readings/history): - 07-07-2025 00:00:00 -> horas de vazio: 004 kWh, horas de ponta: 002 kWh, horas cheias: 007 kWh - 08-07-2025 00:00:00 -> horas de vazio: 004 kWh, horas de ponta: 002 kWh, horas cheias: 007 kWh SOMA: (004 + 002 + 007) - (004 + 002 + 007) = 0 kWh Foi carregado o meu veículo elétrico com 19,5 kWh e foi paga essa energia com o meu cartão Galp Frota. No entanto, só veio da rede (E-Redes) 0 kWh, a restante energia (5,9 - 0 = 5,9 kWh) veio dos meus painéis solares. Por que paguei a energia que eu próprio gerei com os meus painéis fotovoltaicos que eu comprei com o meu capital? Cumprimentos.

Encerrada
R. S.
13/12/2025

Falta de pagamento do apoio a renda

Boa tarde, O meu nome é Ana Rita Silva, venho por este meio pedir a vossa ajuda relativamente ao apoio ao arrendamento do IHRU. Estou elegível para o apoio, recebia desde o início do ano e desde Julho que deixei de receber. Todas as tentativas de contacto com a entidade em questão são inúteis, seja por e-mail, contacto telefônico, plataforma online. Na minha área cliente continuo ELEGIVEL para receber o apoio, no entanto deixei de o receber sem nunca ter sido notificada nem ter recebido qualquer esclarecimento para tal. Continuo na mesma casa, com o mesmo valor de renda, nada mudou. Gostaria de saber o que posso fazer, ou como fazer para resolver está questão, visto que com as entidades competentes não consigo obter qualquer esclarecimento. Grata pela atenção, Rita Silva

Encerrada
J. D.
13/12/2025

Cobrança indevida

Há um ou dois dias paguei 0,10 para converter um ficheiro PDF. Hoje cobraram-me 49,9 € (que seriam mensais mas já cancelei) dizendo que aderia a um qualquer plano mensal. Não o fiz, nunca foi minha intenção aderir a um plano com o pagamento mensal desse valor. Acabei de cancelar e responderam (resposta automática) que não me seriam cobrados mais valores. Mas têm 49,9 € meus que entendo que me foram roubados.

Resolvida

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