Reclamações públicas

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Goldcar - Alteração abusiva das condições de caução e imposição de seguro não solicitado

Reservei com a Goldcar em Lisboa — €200 pela categoria do veículo, €1 600 de caução, sem seguro, tudo confirmado por escrito. Quando cheguei ao balcão, depois de um voo longo, disseram-me que afinal o depósito seria de €3 000 devido ao 'carro específico' que me atribuíram — um carro que nunca escolhi nem pedi, foi-lhes atribuído por eles. Reservei uma categoria, não um Peugeot 2008. De repente, a única 'opção' que me deram foi pagar €600 por um seguro que eu recusei desde o início, só para baixar o valor do depósito. Isto não é escolha nenhuma, sinto que fui obrigado a pagar. Considero esta prática inaceitável. Fazem publicidade com preços baixos só para depois, no balcão e já sem alternativas, me tentarem obrigar a optar por aquilo que não tinha intenção de aceitar.

Em curso
C. A.
15/07/2026

Uniplaces – Reserva de "quarto" sem janela

Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa UNIVERSITYPLACES – Serviços de Internet, Lda., com o NIF 509 955 061, que atua sob o nome comercial Uniplaces, com sede no Largo Duque do Cadaval, n.º 17, Fração I, 1200-160 Lisboa, por violação dos direitos do consumidor no âmbito da reserva de alojamento que efetuei através da sua plataforma. A presente reclamação é também dirigida, ainda que a título subsidiário, contra a empresa VIV HOUSING, Lda., com o NIF 517 380 390, com sede na Rua Actor António Silva, n.º 3, 3.º Esquerdo, 1600-404 Lisboa, na qualidade de gestora do imóvel e intermediária no contrato de arrendamento. No dia 21 de maio de 2026, reservei um quarto através da plataforma Uniplaces, para o período compreendido entre 1 de junho de 2026 e 30 de agosto de 2026, tendo efetuado o pagamento total de 624 € através da plataforma. Desde o início do processo, verifiquei que os custos totais associados à reserva não se encontravam claramente identificados no momento da contratação, tendo sido apenas após o início do processo de pagamento que me foram reveladas duas taxas administrativas — uma para a Uniplaces e outra para a Viv Housing — bem como a exigência de caução e do último mês de renda antecipado. Após a reserva e antes da entrada no imóvel, constatei que o quarto não possuía janela. Imediatamente, solicitei o reembolso total, o qual me foi negado. Refiro que, ainda que a descrição do anúncio mencionasse a ausência de janela — o que só constatei após a reserva —, esse facto não torna o anúncio legalmente válido. Nos termos do artigo 71.º do Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU) e da legislação aplicável ao arrendamento habitacional, um compartimento só pode ser designado como "quarto" se possuir ventilação e iluminação natural através de vão em comunicação direta com o exterior, com área não inferior a 1/10 da área do compartimento (mínimo de 1,08 m²). Ora, o espaço que me foi disponibilizado não cumpre este requisito essencial, pelo que não é legalmente um quarto, independentemente da forma como foi anunciado. Ao promover este espaço como "quarto", a Uniplaces está a anunciar um produto que não cumpre os requisitos legais mínimos de habitabilidade, o que constitui uma prática comercial enganosa e viola o dever de verificação das condições do alojamento que publicita. Caso esta informação tivesse sido clara e expressamente divulgada antes da reserva, ou caso a plataforma tivesse verificado a conformidade legal do anúncio, nunca teria celebrado o contrato nem efetuado os pagamentos exigidos. Acresce que, dos seis quartos existentes no apartamento, apenas alguns possuem janela para o exterior, o que suscita sérias dúvidas quanto à conformidade legal da utilização do imóvel para efeitos de arrendamento habitacional. A Uniplaces, denominada em termos de registo como UNIVERSITYPLACES – Serviços de Internet, Lda., com o NIF 509 955 061, introduz na sua plataforma uma aba que designa os senhorios como sendo "de confiança", o que leva o consumidor a erro, pois cria a expetativa legítima de que a plataforma procede a uma verificação efetiva das condições do alojamento e da idoneidade do intermediário. No entanto, tal não se verifica no caso concreto: o quarto anunciado não possui as condições mínimas de habitabilidade exigidas por lei, e a empresa gestora do imóvel, Viv Housing, não demonstrou qualquer fiabilidade na resolução dos problemas reportados. Esta falsa publicidade constitui uma prática comercial desleal. Aquando da minha entrada no alojamento, em 01 de junho de 2026, constatei condições de insalubridade graves, devidamente documentadas em fotos e vídeos: cheiro intenso a bolor no quarto e na casa de banho, decorrente da ausência total de ventilação natural; sujidade generalizada, nomeadamente na casa de banho e no frigorífico; autoclismo com funcionamento defeituoso, a provocar ruído constante e gasto excessivo de água, perturbando o sono; e falta de condições para preparar e consumir refeições, devido ao estado de conservação dos espaços comuns. Este conjunto de condições torna o espaço incompatível com uma utilização habitacional normal, afetando o meu direito ao descanso, à alimentação em condições e à salubridade do ambiente, comprometendo a minha saúde e bem-estar. No dia 1 de junho de 2026, reportei formalmente os problemas à Viv Housing, dentro das 24 horas após a entrada, tal como exigido pela política de segurança da Uniplaces. A Viv Housing como a Uniplaces não ofereceram uma solução efetiva para os problemas estruturais, não resolveram o contrato nem a entrega total de todos os valores. A Uniplaces, apesar de publicitar uma política de segurança que prevê a intervenção da plataforma em caso de problemas com o alojamento, e apesar de ter sido contactada por mim em diversas ocasiões, limitou-se a remeter a questão para a Viv Housing, não apresentou qualquer solução concreta, nega um reembolso apesar dos factos mencionados e não assumiu responsabilidade pela desconformidade do alojamento que promoveu. Refiro ainda que não é claro para o consumidor, durante todo o processo, qual a entidade efetivamente responsável pela resolução dos problemas — se a Uniplaces ou a Viv Housing — o que dificulta o exercício dos meus direitos e constitui, por si só, uma violação do dever de transparência e de cooperação na resolução de litígios. Até à presente data, foi emitida apenas uma fatura pela Uniplaces, no valor de 240 €, apesar de ter pago um montante total de 624 € através da plataforma, fora o restante dos valores solicitados posteriormente pela Viv Housing que totalizam um valor muito mais avultado. A faturação correspondente ao montante integral pago não foi disponibilizada, nem foi prestado qualquer esclarecimento sobre o destino dos valores relativos a taxas administrativas e caução, o que viola o direito à informação previsto no Código do IVA e no regime das obrigações fiscais. Venho ainda informar que esta não é uma situação isolada, mas sim reflexo de uma prática comercial reiterada por parte de ambas as entidades, conforme amplamente documentado em plataformas de defesa do consumidor (Trustpilot e Portal da Queixa, e até por alguns vídeos nas redes sociais), onde dezenas de consumidores, maioritariamente estrangeiros, reportam exatamente os mesmos problemas: quartos sem condições mínimas de habitabilidade, custos ocultos não divulgados antes da reserva, retenção indevida de cauções e total ausência de apoio por parte da Uniplaces quando os problemas são reportados. Este padrão de queixas demonstra que a conduta aqui denunciada não é um erro pontual, mas sim o modus operandi da Uniplaces e da Viv Housing, que se aproveitam de consumidores que se encontram em Portugal por períodos limitados e que, na sua maioria, não têm conhecimento do sistema legal português para fazer valer os seus direitos. Perante os factos, reitera-se novamente o reembolso total dos valores pagos.

Em curso
A. N.
15/07/2026

Faturas não emitidas

Venho apresentar uma reclamação relativamente à SABA Portugal devido à sucessiva não emissão de faturas referentes a serviços de estacionamento adquiridos através da sua aplicação, bem como à persistência de uma falha técnica que impede a introdução dos dados de faturação no momento da compra. Desde o final de maio de 2026 que tento obter as faturas correspondentes a vários estacionamentos adquiridos através do produto MULTIDIA. Em 29/05/2026 comuniquei à SABA que a aplicação e o site não permitiam validar os meus dados de faturação, nomeadamente o código postal, impossibilitando a emissão automática das faturas. Nessa ocasião solicitei a emissão manual das faturas correspondentes às referências: 260000EH2193 – 27/05/2026 260000EH2532 – 29/05/2026 Após esse contacto, a SABA solicitou o envio dos comprovativos de compra, os quais enviei de imediato. Posteriormente foi-me solicitado que os anexos fossem remetidos em formato PDF, pedido que também cumpri. Apesar de ter fornecido toda a documentação solicitada e de ter respondido prontamente a todos os pedidos, até à presente data continuo sem receber as faturas nem qualquer informação concreta sobre o estado do processo. Entretanto, a falha técnica mantém-se. A aplicação continua a não permitir a introdução dos dados de faturação durante a compra, obrigando-me novamente a solicitar a emissão manual das faturas relativas a novos estacionamentos: 260000EH4429 – 09/06/2026 260000EH8941 – 30/06/2026 Voltei a enviar todos os comprovativos em formato PDF, mas continuo sem qualquer resolução. Esta situação é particularmente preocupante porque não se trata de um caso isolado, mas de um problema recorrente que impede sistematicamente a obtenção das faturas no momento da compra, obrigando os clientes a múltiplos contactos para exercer um direito que deveria ser automático. Recordo que a emissão de fatura pelos serviços prestados constitui uma obrigação legal, nos termos do artigo 29.º do Código do IVA, não podendo uma falha informática servir de justificação para a sua não emissão durante um período tão prolongado. Pretendo que a SABA Portugal: Emita, com caráter de urgência, as quatro faturas correspondentes às referências acima identificadas; Regularize definitivamente a falha existente na aplicação e/ou no website que impede a introdução dos dados de faturação; Informe por escrito as causas deste problema e o prazo para a sua resolução definitiva; Adote medidas para evitar que outros clientes sejam obrigados a passar pelo mesmo processo. Após várias semanas de contactos, envio de documentação e sucessivos pedidos de esclarecimento, considero que já foi concedido tempo mais do que suficiente para a regularização desta situação, pelo que solicito a intervenção da entidade responsável através deste portal para que a SABA cumpra as suas obrigações legais e proceda à emissão das faturas em falta.

Em curso
A. R.
15/07/2026

Sinistro não pago

O Sinistro deste veículo não foi pago mesmo passando os 90 dias determinados pela lei, mesmo com provas emitidas pela psp demonstrando que o mesmo havia sido roubado e não encontrado. No email com a resposta só dizem que não há evidências o suficiente, não sei mais o que eles querem além da informação da própria PSP, será que a PSP é a baixo dessa companhia de seguros?

Em curso
M. S.
15/07/2026

Pos Venda Inexistente

Exmos. Senhores, Arquitetoldos, Após o meu primeiro contacto telefónico em novembro de 2025 a reportar os problemas existentes na pergola que vos comprei em março de 2024, até hoje não obtive qualquer tipo de contacto da vossa parte nem o mínimo interesse em resolver a situação. Fiz vários contatos via telefone para a empresa, sempre me responderam que tinham o processo aberto e aguardavam a disponibilidade dos técnicos (desde novembro de 2025), contactei o vendedor e o mesmo deixou de me atender por já ter vergonha da situação, conforme me disse pessoalmente quando o encontrei na rua com novos clientes para vender mais dos vossos serviços (suponho então que os técnicos na vossa empresa servem apenas para as montagens de serviços novos), enviei vários e-mails, aos quais nem um teve resposta. Como tal, nove meses passados, venho mais uma vez mostrar a minha insatisfação pelo péssimo serviço pós-venda, se é que esse serviço existe, pois, o único serviço que foi realmente prestado foi no momento da venda. É uma vergonha o tratamento que dão a um cliente que está insatisfeito e que até ao momento nunca pode usufruir da pergola pois apresenta defeitos ao nível da utilização ao nível estético e prático. Infelizmente não me resta outra solução, senão recorrer a outras vias para conseguir a vossa atenção e a resolução do problema, que volto a repetir, foi reportado em novembro de 2025, caso não seja contactada no prazo de 24 horas. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo o vosso contacto. Cumprimentos,

Em curso
M. M.
15/07/2026

Máquina com defeito e não dão solução

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a CREAT relativamente ao tratamento dado a uma avaria ocorrida numa lavadora de alta pressão adquirida há cerca de um ano e ainda abrangida pela garantia legal. O equipamento teve uma utilização extremamente reduzida, tendo sido usado apenas duas vezes desde a sua aquisição. Após essas duas utilizações, deixou de fornecer a pressão para a qual foi concebido, tornando-se inadequado à sua utilização normal. Perante a avaria, contactei a assistência da CREAT e enviei toda a documentação solicitada, incluindo fotografias e vídeos demonstrativos do problema. Posteriormente, o equipamento foi recolhido para reparação ao abrigo da garantia. Após a devolução da máquina, verifiquei que o problema inicial não tinha sido resolvido e que, adicionalmente, o equipamento regressou em piores condições do que aquelas em que foi enviado. Sempre que a lavadora é ligada à água e colocada em funcionamento, um dos tubos desprende-se, impossibilitando a sua utilização e comprometendo inclusivamente a segurança da operação. Disponho de vídeos que comprovam esta situação. Apesar de ter comunicado imediatamente esta nova ocorrência à CREAT, a resposta recebida, após vários dias de espera, consistiu novamente num pedido de envio de vídeos para avaliação remota da situação, numa tentativa de resolver o problema através de instruções à distância. Não aceito nem considero razoável que me seja solicitado realizar qualquer intervenção técnica ou tentativa de reparação. Não possuo formação técnica para o efeito e a responsabilidade pela reposição da conformidade do bem cabe exclusivamente ao vendedor e aos respetivos serviços de assistência técnica. Importa ainda referir que, contrariamente ao que foi alegado pela empresa, nunca me foi formalmente apresentada qualquer proposta de substituição do equipamento. Ao longo deste processo tenho assistido a sucessivos pedidos de informação já anteriormente disponibilizada, atrasos injustificados nas respostas e à ausência de uma solução efetiva para um produto que continua sem funcionar corretamente e cuja reparação efetuada ao abrigo da garantia se revelou manifestamente ineficaz. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem através da reparação ou substituição, sem encargos, dentro de um prazo razoável e sem grave inconveniente. Considero que estas obrigações não estão a ser cumpridas. Desde a primeira avaria, encontro-me privada da utilização de um equipamento que adquiri e paguei integralmente, vendo o processo prolongar-se sem que seja apresentada uma solução adequada e definitiva. Face ao exposto, solicito a intervenção da CREAT para resolver imediatamente esta situação, através da substituição do equipamento por uma unidade nova e em perfeitas condições de funcionamento ou, em alternativa, através de uma reparação efetiva que elimine definitivamente todas as anomalias existentes, sem qualquer custo para mim. Acrescento que estou a realizar obras em casa e tive de pedir emprestado um equipamento semelhante para poder realizar os trabalhos necessários. Lamento profundamente a forma como este processo tem sido conduzido e considero que o serviço de assistência pós-venda prestado pela CREAT não corresponde aos padrões de diligência, boa-fé e respeito pelos direitos dos consumidores legalmente exigíveis. Cumprimentos.

Encerrada
M. B.
15/07/2026

Publicidade enganosa

Exmos senhores Venho por este meio expor uma situação que me incomoda e que não devia ser válida. Eis que há menos de um ano (setembro de 2025) comprei um roupeiro no site da Worten por 89.99€. Na altura, supostamente, estava com um óptimo desconto. Atualmente preciso comprar outro igual e qual não é o meu espanto quando está com o valor de 149€ e dizem ter um desconto de 51%!!! Claramente que inflacionaram o preço inicial para depois fazerem este brilharete a que chamo de publicidade enganosa! Claramente que não estão a ser corretos. Gostava de ter o vosso parecer uma vez que são a nossa salvaguarda de valores e de justiça no que toca aos direitos dos consumidores. Junto anexo fotos que comprovam a minha argumentação. Grata pela atenção, Com os melhores cumprimentos. MB

Em curso
J. T.
14/07/2026

Pedido de reembolso por cancelamento da atuação dos Megadeth no Evil Live 2026

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao bilhete que adquiri através da Ticketline para o festival Evil Live 2026. Adquiri o bilhete pelo valor de 80 €, sendo que a principal razão da compra foi a atuação dos Megadeth, banda anunciada no cartaz oficial do festival. No entanto, essa atuação acabou por não se realizar, alterando significativamente o serviço que me foi vendido e frustrando a principal expectativa que motivou a minha compra. Embora compreenda que possam existir circunstâncias imprevistas, considero que os consumidores que adquiriram bilhete motivados por essa atuação devem ser devidamente compensados. Assim, solicito o reembolso do valor de 80 € pago pelo bilhete ou, caso entendam não ser possível, uma compensação adequada e proporcional à alteração do cartaz. Aguardo uma resposta e uma resolução célere para esta situação. Com os melhores cumprimentos.

Em curso

Demora na reparação

Exmos. Srs. No dia 15/6/2026, conduzindo o meu veículo de matrícla NF 15 NZ, para evitar uma colisão com veículo, que circulando em sentido contrário, efetuava uma ultrapassagem perigosa, derrapei na berma, tendo colidido com um contentor de lixo, da qual resultaram danos na frente direita do veículo e na porta traseira do lado direito. Acionei os danos próprios do meu seguro. A companhia marcou uma peritagem na reparadora Autovar, embora eu tenha pedido na participação que a mesma fosse feita no concessionário Litocar, em Santa Maria da Feira. O perito não compareceu, pedindo que a garagem enviasse as fotografias dos danos. Foram aceites tendo dado a peritagem como definitiva. Mais gtgarde disse que queria ver o carro e a companhia marcou nova peritagem, na mesma garagem, para dia 30 de junho. Compareceu uma senhora para fazer a peritagem. Viu o carro, falou com a garagem, mas não falou comigo. Quando ela ia a sair, perguntei se demorava, com ar arrogante, disse que não sabia, que não dependia dela. Dois dias depois, a responsável pela garagem informoi, via telefone, que não tinham capacidade para reparar a viatura porque era um carro eletrico. Coisa etranha. Não recusaram o seviço de início e também reparam carros eletricos da marca que representam, a Renault... Que a companhia ia entrar em contaco para marcar nova reparação na oficina que eu indicasse. Até hoje, não houve qualquer contacto. já enviei várias mensagens a pedir informação sobre o processoo e não respondem. Venho solicitar a vossa intervenção para apoio nesta demanda. O carro anda, mas, legalmmente, não devia circular. Augusto Joaquim de Oliveira Sócio n.º 4489875-36

Em curso
T. R.
14/07/2026

Conta bloqueada

Exmos. Senhores, Enviei uns ténis através da plataforma e o comprador afirmou que eram falsos. No entanto, comprei-os diretamente na loja da Nike e enviei todos os comprovativos possíveis: recibo, comprovativo de compra na minha conta da Nike, várias fotos do produto, comprovativo do débito na minha conta bancária e ainda dois certificados de autenticação feitos em aplicações especializadas (CheckCheck e Poizon). Apesar de ter enviado toda esta informação, recebi uma mensagem a referir que não enviei nada, bloquearam-me a conta e fiquei sem receber os 45€ da venda. Já deixei várias mensagens há 45 dias sobre esta situação e até agora continuo sem resposta. Acho o serviço de apoio ao cliente deles inadmissível. Cumprimentos.

Encerrada

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