Reclamações públicas

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falta de transparência e burla

Exmos(as) Senhores(as), No âmbito do contrato PT 025227124, venho por este meio expor as seguintes situações: 1. Cobrança de Via Verde Foi-me debitado o valor de 9,25€ relativo ao aluguer de Via Verde. De acordo com o disposto na alínea 4 do Artigo 27.º do Decreto-Lei n.º 84-C/2022, de 9 de dezembro, “pela prestação do serviço de portagem, e desde que venha a confirmar-se a sua utilização pelos clientes, as empresas de aluguer de veículos sem condutor podem cobrar aos clientes os custos administrativos incorridos com o serviço”. Uma vez que não utilizei o serviço, solicito o respetivo reembolso. Recordo que já havia alertado para a ilegalidade desta prática relativa à Via Verde. 2. Cobrança de danos Foi-me igualmente debitado o valor de 430,50€ por alegados danos. Contudo: • A política de avaliação de danos apresenta falta de transparência; • O próprio funcionário admitiu não ter a certeza de que o dano me possa ser imputado; • Não foram apresentadas provas concretas que sustentem a cobrança.

Encerrada
R. P.
05/10/2025

Incompetência, ignorância e abusos

Briga de hóspedes, sanitário com defeito, criança de 7anos de calcinha, maus tratos, ameaça de expulsão. Tentei dialogar, mais a própria administradora disse que isso e normal, solicitei o reembolso dos dias que falta vai vencer 18/10/25. E necessário a secretárias (turismo e órgão competentes) intervir. Os administradores estão a debocha das leis em Portugal e cabe uma análise do proprietário do imóvel que deixa a empresa símbolo & tribo administrar o imóvel. Notei cumplicidade ou conivência. ATENÇÃO autoridades

Encerrada
H. F.
05/10/2025
Vitor's Plaza

Reclamação por Falta de Segurança, Transparência e Incumprimento Contratual no Vitor's Plaza

Folha de reclamação 25816633 No dia 23/08/2025, os ocupantes do apartamento contiguo ao nosso, estiveram aos gritos e murros na parede. Fizemos um pedido à recepção do hotel, reportando o sucedido, para intervirem por forma a que o ruído terminasse. Um funcionário do hotel deslocou-se a essa habitação e o ruído parou, tendo recomeçado após cerca de 20 minutos. Hoje, dia 24/08/2025, às 0:30, os ocupantes dessa habitação (B-308), ao passarem no corredor de acesso aos quartos, bateram com violência na porta do nosso apartamento (B-306), repetidamente, e fugiram para a sua habitação. Foram por nós confrontados do sucedido, tendo ameaçado agredir-nos. Pedimos a intervenção imediata do hotel, no sentido de que estas pessoas fossem expulsas do mesmo. Folha de reclamação 25816634 Para nossa surpresa, o hotel informou que não poderia proceder dessa forma, uma vez que a habitação (B-308) era de um privado. Insistimos para que a polícia fosse chamada, uma vez que nós eramos clientes do hotel, a nossa integridade física, sendo que estamos acompanhados dos nossos filhos menores, doi e permanecia posta em causa. Além das ameaças de agressão, os indivíduos estavam alcoolizados, consomem drogas recreativas, e a sua varanda é colada à nossa, podendo ser facilmente transposta. O hotel apenas tem autoridade sobre os seus apartamentos e o que conseguiu fazer, foi apenas deslocar um funcionário ao local para fala com as pessoas da habitação (B-308). Não estão garantidas as nossas condições de segurança. Ainda durante a madrugada, pedimos Folha de reclamação 25816635 ao hotel que nos encontrasse uma solução que nos permitisse permanecer no local, noutra habitação, sendo que não foi possível darem-nos essa solução. Não existindo qualquer garantia do hotel, que nós estaríamos protegidos, apesar dos nossos pedidos, não nos foi possível dormir com receio pela nossa integridade física e dos nossos filhos. Efectuamos marcação noutra unidade hoteleira, de outro grupo, uma vez que não nos sentimos seguros e não sabemos que outros utentes se encontram neste espaço, e que não estejam sob responsabilidade do hotel. Nada nos garante que outros particulares possam ter quaisquer outros comportamentos e que o hotel não possa agir por não estarem ao abrigo das suas regras. Hoje, 24/08/2025, por volta das Folha de reclamação 25816636 10:00, desloquei-me à recepção e requeri ser recebido por alguém da direcção ou administração, por forma a informar que pretendo ser ressarcido da totalidade do valor da estadia, que efectuei já marcação noutro local e que irei realizar o check-out hoje. O director não se encontra no local, pelo que esta informação foi transmitida ao director pela recepcionista. Às 10:15, o director Carlos Conceição, através da recepcionista, propôs a entrega de um voucher com o valor remanescente da estadia, noutro local do grupo, com a duração de um 1 ano, ou a devolução de 50% do valor remanescente em dinheiro. Recusei ambas as soluções e não recebi mais qualquer comunicação por parte da direcção. Não houve preocupação com o seu cliente, nem Folha de reclamação 25816637 interesse em falar comigo para ficar a par do que sucedeu, com maior detalhe. Pedi à recepção cópia do relatório da ocorrência da madrugada, mas recebi a resposta que não é possível partilharem documentos internos. Deixo esta queixa no livro de reclamações físico do hotel, mas irei efectuar a mesma queixa no livro electrónica bem como junto da DECO-proteste e do turismo de Portugal, no limite a solução será seguir para um julgado de paz. Existe falta de transparência e informação prévia, onde esteja claro, mesmo durante e após a reserva e à chegada que o complexo, que se identifica na estrada e na entrada do complexo por “Vitor’s Plaza”, inclui quartos particulares Folha de reclamação 25816638 não geridos pelo estabelecimento, e sobre os quais não têm qualquer autoridade. Esta omissão, viola o dever de informação, pois em momento ou local algum esta informação é anunciada, pois o complexo é anunciado como uma unidade homogénea. Desta forma, não há capacidade de garantir que a tranquilidade quer a segurança, uma vez que não tem autoridade para intervir eficazmente, no caso concreto, em situação de ruído excessivo ou ameaças por parte dos ocupantes desses quartos. Esta situação viola o princípio do contracto de alojamento, pois não estão garantidos o repouso e segurança dos hóspedes, conforme o regime dos empreendimentos turísticos. Uma vez que não existiu na altura solução para expulsarem os outros ocupantes, não verificamos existirem Folha de reclamação 25816639 condições para nos colocarem a nós noutra habitação, estando a nossa integridade física e psicológica colocada em causa, ainda durante a madrugada fomos obrigados a incorrer em despesas adicionais, marcando a restante estadia noutra unidade, forçando-nos a sair do local onde tínhamos as nossas férias planeadas. Como conclusão, temos um prejuízo concreto e as férias estragadas, exigindo assim não apenas o reembolso total dos dias não usados, mas também pelas despesas da estadia total, referentes aos dias 20 a 24. Exigimos também compensação pelo transtorno do impacto nas férias, bem como pelas despesas suplementares, uma vez que estamos perante um incumprimento grave, numa solução de alojamento proporcional e equivalente. Data Hora 24/08/2025 11:20

Encerrada
S. P.
05/10/2025

Entrega indevida

Recebi uma encomenda da empresa GLS. Não estava em casa e ao ser contactada pedi ao entregador deixar minha encomenda ao pé da porta e ele não o fez. Mas jogou em meu quintal e minhas cadelas danificaram um casaco que havia dentro do pacote. Já mandei vários e-mail a gls mas até agora não obtive tive nenhuma resposta.

Encerrada
S. M.
05/10/2025

Pack Fugas com Jantar - Publicidade Enganosa

Adquiri um pack “Fugas com Jantar” da Odisseias, que anuncia claramente no mapa impresso na embalagem do produto 14 alojamentos no Algarve e 14 no Alentejo, com 1 noite + jantar incluído (fotografia comprovativa em anexo). Sou residente no Algarve e, ao tentar reservar através da área de cliente da Odisseias, para as datas de 8 a 9 de novembro, deparei-me com uma situação inaceitável: não existe qualquer alojamento com jantar incluído disponível na região do Algarve ou Baixo Alentejo nos próximos meses, apenas estadias com pequeno-almoço (que o próprio site da Odisseias vende isoladamente a preços inferiores). Testei ainda várias outras datas entre novembro de 2025 e abril de 2026 (época baixa), sem qualquer sucesso — continuam a não surgir opções que incluam noite + jantar, tal como anunciado no pack. Ou seja, o produto foi adquirido com base em informação que não corresponde à realidade, com 0 opções nas regiões indicadas, configurando publicidade enganosa e violação dos direitos do consumidor. Já expus a situação à Odisseias por e-mail, mas as respostas recebidas foram totalmente genéricas, alegando que: “Por vezes, devido às datas e valores diários dos parceiros, os serviços como o jantar ou o spa podem ser retirados para minimizar o valor de upgrade... Numa grande parte de parceiros é possível colocar o jantar como extra.” Ora, esta explicação é inaceitável, pois o produto é vendido explicitamente como “1 noite + jantar incluído”, não como uma estadia base com extras pagos. Assim, solicito: - A disponibilização de uma experiência no Algarve ou Baixo Alentejo, exatamente nas condições anunciadas (“1 noite + jantar”); ou, em alternativa, - O reembolso total ou crédito equivalente ao valor pago (74,99 euros). É de extrema importância que sejam tomadas as medidas necessárias para que a empresa não continue a publicitar e comercializar experiências que não estão efetivamente disponíveis.

Resolvida
R. B.
05/10/2025
MEO

Remoçao de um poste MEO

Exmos. Senhores, No dia 16 de junho de 2025, foi efetuado um pedido de deslocação de um poste localizado no meio do meu terreno com o nº: 3-879897427038, impossibilitando o início das obras de construção previstas. Desde essa data, já passaram mais de três meses sem qualquer resolução ou resposta concreta por parte da MEO. Durante este período, foram efetuadas várias chamadas para a linha de apoio ao cliente, onde é sempre transmitida a mesma informação: que “o pedido de obras já foi feito” e que “será dada resposta em 10 dias”. Contudo, esses prazos nunca são cumpridos e a situação permanece sem qualquer avanço. Esta demora injustificada está a causar prejuízos financeiros diretos, uma vez que não é possível iniciar as obras enquanto o poste permanecer no local. Considero esta situação uma falta de respeito e negligência grave por parte da MEO, que tem demonstrado total falta de acompanhamento e comunicação com o cliente. Cumprimentos. Rodrigo Borba

Resolvida
L. F.
05/10/2025

transferência não depositada

Exmos. Senhores, Boa tarde, Hoje, domingo, pelas 8h53m, recebi uma transferência de 20€ por mbway. A pessoa que me enviou verificou que na aplicação mbway deu como enviado, o valor de 20€. Na minha aplicação do mbway dá como recebido o valor de 20€. O que se passa é que o valor de 20€, não está disponível na conta associada ao mbway e ao número de telefone. Na aplicação caixadirecta, na "lista de tarefas", estado "aprovado", encontra-se a operação de transferência de 20€, mas não está disponível no saldo. Entretanto para teste, a mesma pessoa enviou 1€ e depois 4€ por mbway e esses valores ficaram logo disponíveis no saldo. A minha revolta é que preciso do dinheiro com urgência, já liguei 3 vezes para a caixa geral de depósitos e ninguem me resolve o probema. Preciso de dinheiro para comer e não tenho. Isto não se faz!!! Eu julgo que é um bug muito grave da caixa geral de depósitos inadmissível e ninguém me dá resposta em tempo útil!!! Cumprimentos.

Resolvida
A. C.
05/10/2025

Recusa arbitrária e injustificada de reembolso

Exmos. Senhores, Recebi o reembolso de apenas um dos artigos devolvidos. Contesto categoricamente a recusa do segundo artigo, cuja justificação é 'de que o artigo não foi recebido'. A vossa afirmação ' de que apenas um artigo foi recebido' é factualmente incorreta e inadmissível. Possuo e já vos enviei várias vezes provas fotográficas claras do momento em que os dois artigos foram colocados na caixa e embalados antes da mesma ser selada e enviada. É responsabilidade da Temu garantir que os artigos são inspecionados corretamente aquando da recepção em armazém. O erro ou extravio interno é da vossa total responsabilidade, não minha. Eu cumpri todos os critérios por vós impostos, na devolução dos artigos, seguindo à regra todas as etapas, a insistência da vossa empresa do reembolso parcial é fraude comercial. Aguardo que procedam ao reembolso, caso contrário irei apresentar queixa nas entidades competentes.

Encerrada
M. S.
05/10/2025

Ausência de reembolso

Exmos. Senhores, Venho, por meio deste, manifestar minha insatisfação em relação à falta de reembolso referente à encomenda número 24010600101740500041, realizada a 06 de Fevereiro de 2024 em modo presencial na loja KINDA. Ocorre que, devido à informação de “ausência de stock da encomenda realizada”, a 4 de Março de 2024, foi solicitado o cancelamento da compra e o consequente reembolso do valor pago, conforme garantido pelo Código de Defesa do Consumidor. No entanto, até o momento, não houve a devolução do valor de 604€ (pedido de reembolso nº 6315) nem qualquer comunicação efetiva da empresa sobre o andamento do processo, após inúmeros emails encaminhados para a empresa em questão - o último data de 17 de Julho de 2025, sem qualquer resposta (apoiocliente@kindahome.com). Ressalto que o prazo informado para o reembolso era de 14 dias, o qual já foi largamente ultrapassado. Solicito assim uma posição urgente e a regularização imediata da situação, com a devolução do valor pago para a conta, com dados já facultados inúmeras vezes à empresa.

Encerrada
A. C.
05/10/2025

Ineficácia Total deaspirador vertical Rowenta RH20C0WO X- FOR.FLEX

Exmos. Senhores, Em 5/5/2024, adquiri um aspirador vertical Rowenta RH20C0WO X- FOR.FLEX, na loja Worten, no Coimbra Shopping, no qual constava nas indicações de venda, na montra, uma autonomia de 45 minutos, na função ECO e de 15 minutos na função Boost. (Anexo) Ora verifiquei que na função Eco, o aspirador não tinha qualquer capacidade de aspiração/sucção, ou seja, de ineficiência praticamente nula, obrigando a ligar sempre na função Boost, constatando-se que nesta, a sua autonomia era muito reduzida de apenas 7 minutos. Perante tal ineficácia, em 14/05/2025, recorri à Worten, do mesmo local, explicitando a ineficácia da bateria, conforme consta da Declaração de Abertura. Passado cerca de 3 semanas, recebi um telefonema de uma Senhora, dizendo que tinham substituído a bateria e que substituiriam os filtros se eu pagasse. Informei a Senhora que o problema não era dos filtros, mas da bateria. Dizendo, ainda que o enviavam para a referida loja, para eu levantar. Após esta intervenção, procedi à utilização do aspirador e respetiva testagem, verificando que nada se tinha alterado em relação à situação inicial, com uma autonomia de apenas 7 minutos, perfeitamente insatisfatória, de desempenho inaceitável face ao descrito nas características. Também constatei que a bateria não tinha sido substituída. Perante tais factos em 29/05/2025, solicitei novamente aos serviços de reparação, com a convicção de que não sendo possível melhorar o seu desempenho, repito perfeitamente insatisfatório, não via outra alternativa, que não fosse ser ressarcido da importância paga pela aquisição. Dia 30/05/2025, reclamei à Worten, nº 36561949. Em 19/09/2025, após relatório técnico no qual “não foi detetado qualquer defeito, tem uma autonomia de 8 minutos em modo boost", contrariando assim, a informação comercial e técnica, fixada na loja para veda, ou seja, de 15 minutos. Perante tais fatos e destas tentativas, entreguei novamente o equipamento através de nova declaração de abertura WO-33912427, para que não sendo possível resolverem o defeito, ser ressarcido do valor da compra, pois esta situação arrasta-se desde o dia 14/05/2025, encontrando-me sem aspirador com todo o prejuízo, dificuldades e transtorno que tem causado. Assim, agradeço a V. Ex. ª s, a melhor atenção, para resolver este problema. Coimbra, 05/10/2025 António da Fonseca Coelho

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

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