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Demora na entrega de Reserva
Venho por este meio apresentar uma reclamação referente a uma situação ocorrida na loja MEO do Almada Fórum. No dia 25/09/2025, realizei duas reservas de iPhones 17 Pro Max 256GB, sendo um na cor prata e outro na cor azul. No momento da reserva, paguei o valor de 450€ por cada equipamento. Fui informado pela vendedora de que a entrega dos equipamentos seria efetuada entre os dias 05/10/2025 e 15/10/2025, no máximo. Com base nessa informação, desativei e vendi os meus telemóveis antigos, contando com a chegada dos novos equipamentos para dar continuidade às minhas atividades profissionais, uma vez que dependo do telemóvel para trabalhar. Contudo, ao dirigir-me à loja no dia 05/10/2025 para confirmar o estado do pedido, fui surpreendido com a informação de que não há previsão de entrega antes do dia 29/10/2025, e que em alguns casos a entrega está prevista apenas para 15/11/2025. Esta situação é inadmissível, sobretudo porque a venda continua a ser feita, mesmo sem previsão de stock. Sinto-me enganado e profundamente prejudicado, tanto pessoal como profissionalmente, uma vez que confiei nas informações prestadas no momento da compra e tomei decisões com base nisso. Ressalto que, se a MEO não possui o produto em stock, não deve continuar a efetuar reservas com prazos irreais de entrega. Diante do exposto, exijo uma solução urgente, com a devida entrega dos equipamentos dentro do prazo inicialmente acordado, ou uma compensação justa pelos transtornos causados. Aguardo o Retorno da Empresa pois eu preciso com muita urgência pois estou precisando para trabalhar! Eu imploro pra MEO entregar logo pois dependo do telemovel para trabalhar e meio de deslocamento para GPS e ligação para falar com clientes.
Colchões manchados na higienização
Exmos.Senhores, Em 14-09-24, requisitei um serviço à empresa Resolve Já, para a higienização de 2 colchões, onde paguei 170 euros, mas não me mandaram nenhuma fatura. Após a saída dos funcionários , reparei que um colchão estava bastante manchado (lixivia em excesso que escorreu para as laterais), e o outro também , mas menos visíveis. Na altura, não reclamei, (por inércia minha, confesso). Entretanto, fui contactada pela empresa, dia 17-09-25, informando-me que estaria na hora de fazer uma nova limpeza aos colchões. Achei que era mais do que altura, de reportar o sucedido, de 14-09-24. Falei com o senhor Pedro Lourenço (diretor da empresa), que me assegurou com todas as certezas que a situação podia ser completamente corrigida (remoção das manchas brancas), nos dois colchões. Fez jus dos todos os prémios que a sua empresa tinha ganho, e assegurou-me que apesar de ter passado mais de um ano, também tinham garantias. Fiquei toda contente, e agendamos para o dia 18-09-25, uma nova higienização para um dos colchões. Quando o colaborador chegou, expliquei-lhe o que era suposto fazer, conforme combinado previamente com o senhor Pedro: Corrigir/remover as manchas nos dois colchões (sem qualquer custo), e proceder à limpeza de um só colchão. Ele (João Furtado), ficou bastante embaraçado, e disse-me que tal não era possível. Como me tinha comprometido, com esta empresa, e não querendo falhar, pedi para avançarem com a limpeza que estava agendada , na esperança que a situação se resolvesse. O senhor João entrou em contato telefónico com a empresa, e falei com o senhor Cícero (diretor técnico), que me prometeu uma solução. Até ao presente momento ninguém me responde desta empresa. Minhas diligências: enviei mensagem dia 24-09.25, enviei e-mail dia 30-09-25, sem sucesso. Reclamo o valor de 170€, pagos no dia 14-09-24. Se necessário, posso enviar fotos dos dois colchões manchados. Muito obrigado pelo vosso apoio. Leonor Cruz (914416577) Nota ; Posso enviar as provas de contato que fiz com esta empresa, por outras vias.
Viagem não realizada
Cobraram uma viagem no dia 1de Setembro em Amesterdão , que eu não realizei. Junto envio o extrato da minha conta, onde está registado esse movimento.
Candidatura E-Lar
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal em relação à análise e posterior rejeição da minha candidatura ao programa E-lar, submetida no dia 01 de Outubro de 2025, logo após a abertura do programa. No referido dia, a plataforma estava com diversos problemas de acesso, com atrasos contínuos e dificuldades em submeter a candidatura, situação essa que foi vivenciada por outros utilizadores. Apesar disso, após persistência, consegui submeter a minha candidatura por volta das 01H00 do dia útil seguinte. A candidatura foi efetuada dentro do prazo estipulado, e a mesma se enquadra, como é evidente, no Grupo III do apoio. No entanto, no dia 10 de outubro de 2025, recebi a seguinte notificação de rejeição: "Caro Beneficiário --------------------------, Na sequência da análise técnica efetuada à sua candidatura, vimos por este meio notificá-lo(a) que a candidatura não foi aceite pelos seguintes motivos: Situação tributária: Conforme Situação contributiva: Conforme Beneficiário tarifa social: Não existe Observações: Caso a validação do campo "Beneficiário tarifa social" seja "Não Existe", significa que o NIF preenchido na candidatura não é titular de um contrato de fornecimento de eletricidade. Desta forma, a sua candidatura transitou novamente para o estágio "Em Preenchimento", não estando submetida. Após regularizar a situação, junto das autoridades competentes, poderá efetuar uma nova tentativa de submissão da candidatura." Gostaria de expressar o meu espanto e desconforto com a razão apresentada para a não aceitação da minha candidatura. A minha situação tributária e contributiva está regular, e tenho um contrato de fornecimento de eletricidade válido, conforme anexo. Portanto, a argumentação utilizada na notificação não corresponde à realidade. Não entendo como é possível que uma candidatura feita dentro do prazo e com os requisitos atendidos seja rejeitada por um erro de validação. Além disso, considerando que a dotação para os três grupos de beneficiários já se encontra esgotada, pergunto-me: como é possível que uma candidatura submetida de imediato, no "próprio dia da abertura", tenha sido rejeitada com uma justificativa tão imprecisa e irrelevante? Se de fato o apoio já foi esgotado, gostaria de saber o motivo pelo qual fui notificado com um erro de análise e, mais importante, qual é o procedimento para corrigir essa situação? Por fim, peço que a análise da minha candidatura seja revista, levando em consideração a documentação e os comprovativos apresentados e que me seja fornecida uma explicação clara e objetiva sobre a razão da rejeição, bem como a possibilidade de reenviar a candidatura caso o erro tenha sido da plataforma. Aguardo o vosso pronto esclarecimento sobre o assunto, e agradeço a vossa atenção e coloco-me ao dispor para eventuais esclarecimentos adicionais. Com os melhores cumprimentos, NP
Pegueot 208 hybrid
para apoio.clientes@stellantis.com) e em cópia à Motorpor Évora. --- 📄 Queixa Formal – Defeito de Fabrico Peugeot 208 Hybrid Exmos. Senhores, O meu nome é Vasco Miguel Saraiva Neto, contribuinte n.º 201405768, e venho por este meio apresentar uma queixa formal relativamente a um Peugeot 208 Hybrid adquirido em 28 de julho de 2025, no concessionário Motorpor Peugeot Évora. Desde o primeiro dia de utilização, o veículo apresenta um barulho anormal de rolamento proveniente dos pneus, especialmente audível em pisos irregulares ou empedrados (paralelos). Este ruído foi reportado de imediato e, recentemente, no dia [coloca a data exata ou aproximada de entrega], o veículo foi entregue novamente à oficina Motorpor Peugeot Évora, onde se encontra há três dias consecutivos. Segundo informações da própria oficina, o problema foi detetado, mas a origem exata ainda não foi identificada, e portanto o veículo permanece imobilizado. Trata-se claramente de um defeito de fabrico, uma vez que o problema é anterior à compra e manifestou-se desde o início. Considerando que o automóvel se encontra dentro do prazo legal de garantia e nos primeiros meses de uso, reclamo a substituição imediata do veículo por um novo, conforme o previsto no Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de abril, alterado pelo DL n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor em caso de bens defeituosos. Face à situação, considero inaceitável que um veículo novo, com apenas três meses de uso, apresente este tipo de anomalia e que ainda não exista uma solução definitiva após vários dias na oficina. Solicito, portanto, uma resposta formal e escrita no prazo máximo de 10 dias úteis, indicando: 1. A solução que a Peugeot Portugal propõe (substituição, reembolso ou outro meio equivalente); 2. O tempo previsto para a resolução do caso; 3. A confirmação de que este processo será tratado com prioridade, dado o evidente defeito de fabrico. Sem outro assunto de momento, aguardo resposta célere e eficaz. Com os melhores cumprimentos, Vasco Miguel Saraiva Neto Contribuinte n.º 201405768 [Insere aqui o teu número de telemóvel e e-mail] [Localidade e data, ex.: Évora, 10 de outubro de 2025] --- Queres que eu te inclua a versão adaptada para enviar por e-mail (com assunto e formato já pronto para colar e enviar)?
Recusa de exame ( mamografia)
Boa tarde, frequento bastantes anos a Fundação Champalimaud para realização de exames de rotina de mamografia e ecografia. Este ano foi-me vedado o pedido de marcação de exames com a resposta que não estariam a realizar exames a pessoas externas. Fiquei surpreendida, pelo facto de não ser uma paciente nova e por o ano passado ter aceite ser voluntária num estudo que estava a ser realizado nessa mesma fundação para o desenvolvimento de um novo aparelho aquando da realização dos meus exames. Questionada a funcionária que me informou da novidade, relativamente ao motivo para tal, ao que me respondeu que são ordens, as agendas estão fechadas. Fiquei estupefacta uma vez que a fundação Champalimaud fez uma campanha em que prestava serviços gratuitos em vários pontos da cidade de Lisboa para a realização de mamografia e a resposta que obtive foi que essa campanha era da Câmara de Lisboa. Não obstante ser da Câmara de Lisboa, a fundação Champalimaud forneceu os equipamentos e fez publicidade do mesmo. Contudo não permite a marcação de exames de rotina a uma paciente de longos anos e que quando necessitou das características dessa paciente pediu-lhe para participar num estudo. Atentamente, Alexandra Dias
Fidelização indevida
No dia 30/09/2025, subscrevi o serviço DAZN através do respetivo site, após ter lido informação que indicava que o jogo europeu de uma equipa portuguesa seria transmitido na plataforma. No entanto, ao chegar a hora do jogo, constatei que a transmissão não estava disponível, pelo que o serviço não correspondia ao pretendido. Menos de duas horas após a subscrição, exerci o meu direito de livre resolução através do sistema de apoio da DAZN. Contudo, fui informado de que a subscrição ficaria ativa até 30/09/2026, com pagamentos mensais obrigatórios, o que contraria a lei portuguesa. Durante todo o processo: • Não recebi qualquer confirmação do contrato nem do meu pedido de resolução em suporte duradouro (ex.: e-mail); • O serviço de apoio recusou fornecer um endereço de correio eletrónico para contacto formal; • Os agentes do chat foram rudes e evasivos, limitando-se a repetir respostas automáticas; • Até à data, não foi cancelada a subscrição nem emitida qualquer confirmação legalmente exigida. A conduta da DAZN viola, portanto: • O direito de livre resolução (DL 24/2014, arts. 10.º e 17.º); • O dever de informação e de resposta em suporte duradouro (DL 24/2014, arts. 6.º, 7.º e 10.º, n.º 4); • O dever de disponibilizar contacto eletrónico direto (DL 7/2004, art. 10.º).
Má conduta, cobrança sem autorização e recusa de resolução de problema com artigo defeituoso
Exmos senhores, A 17/09/25 fiz a primeira encomenda de um sofá, surgiram dúvidas e ligamos para o apoio ao cliente. Foram feitas duas chamadas onde a mesma trabalhadora começou a gritar ao telefone e não me permitia falar e que confirmou DUAS(2) VEZES o cancelamento da encomenda por parte da Conforama por erro no pagamento. Achei muito estranho não receber um e-mail a confirmar o cancelamento, mas foi-nos confirmado duas vezes que foi cancelado. Fizemos outra compra do sofá por outra conta Conforama para evitar qualquer confusão (não serviu de muito); a 21/09/25 recebemos o sofá e rapidamente verificamos que havia algum problema com o material. O sofá é em pele e tem o valor de 1099€ (espera-se alguma qualidade), tem várias secções cozidas entre elas e embora se espere alguma variação de textura em pele natural, este sofá tem secções completamente diferentes e claramente feitas de lotes de pele muito diferentes. As diferenças são visíveis facilmente a olho nu e claramente ao toque. Um dos lotes de pele utilizado é bastante rugoso, enquanto que o outro é do mais liso possível. Opostos. Veio logo com umas dobras enormes num dos braços (e ainda “não foram ao sítio”) e tem ainda em zonas do lote de pele mais lisa, acumulação de material duro (tinta, verniz ou qualquer outro) que é bastante desconfortável ao toque (um das zonas afetadas sendo o braço onde se coloca a cara). Apenas 3 dias depois da recepção enviamos e-mail e deu-se início ao n° 2025092830002952. Foi marcada uma inspeção pelos entregadores, que foram muito compreensivos e verificaram a informação que disponho acima, tiraram fotografias e enviaram para a fábrica. No meio desta situação, já descontente, a 25/09/25 recebo um e-mail da Conforama a confirmar a minha encomenda. Eu não fiz uma nova encomenda. Por algum motivo, a encomenda feita a 17/09/25 (do sofá inicial), a qual foi dada como cancelada 2 vezes enquanto gritavam comigo, foi processada de novo pela Conforama, sem a minha autorização, passado uma semana e pela qual fui cobrada! Fiquei então de receber um segundo sofá que eu não pedi mas paguei, enquanto nem estou satisfeita com o que já recebi. Parece uma comédia de mau gosto. Em relação ao sofá que já tenho, recebo resposta da loja da Conforama de Albufeira indicando que nada podem fazer, que a pele pode ter de 0.9 a 1.1mm e daí a diferença no relevo. Respondi ao e-mail a explicar que nenhum dos sofás que mostravam em anexo no e-mail nem os sofás em loja tinham sequer parecido à diferença visível neste sofá e que para verificar se a espessura está regulamentar teria que cortar parte do sofá, coisa que não posso fazer. A seguinte resposta que obtive é no mínimo ridícula. Primeiramente que me é dito que a diferença vem de “ certas secções estarem mais puxadas que outras e o tecido parecer diferente, conforme pode ver na foto anexada onde um lado está um pouco mais puxado e do outro não tanto, conforme se consegue diferenciar nas costuras “ - Há vários pontos a questionar nesta frase, mas basta o facto da funcionária da Conforama me confirmar, por tanto, que há um erro no fabrico deste sofá, se há seções mais puxadas que outras é então um erro na produção. A funcionária continua por dizer que “por norma” o material vai ao sítio. É um sofá de 1099€, como pode ser a solução esperar que talvez o material “vá ao sítio”? Especialmente quando ela se refere ao material do sofá inteiro! Não só uma secção. Por fim, a mesma utiliza uma comparação que só pode ser considerada comédia: “Quase como vestir uma camisola quando já temos uma vestida, onde a tem muito apertada num ombro e folgado no outro e temos que a ajustar para cair de forma correcta.” Eu não faço ideia qual é o ponto desta frase, eu não consigo ajustar o material do sofá e muito menos mudar o material, nem vamos comparar um artigo de 20€ a um de 1099€. Da encomenda errada, após me queixar, recuperei o meu dinheiro, mas não deixa de ser algo gravíssimo uma empresa poder simplesmente fazer uma cobrança destes valores sem autorização! Quanto ao sofá que tenho em casa, continuo sem solução, as respostas tardam a chegar e mostram-se cada vez mais despreocupados. É ridículo como cliente eu ter sido tão compreensiva e tolerante com erros deste calibre e má conduta, no entanto a loja mostra uma completa falta de consideração pelo cliente. Admitem que o artigo tem defeito de fábrica mas não oferecem soluções e recusam-se em respeitar o meu direito à resolução do contrato e reembolso, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021. Exijo a devolução imediata do sofá e o reembolso integral do valor pago.
Burla
A minha filha foi fazer uma sessão que estava marcada, na altura fizeram muito poucas fotos com a desculpa de que iríamos fazer mais à frente noutro dia a combinar. Foi há 1 ano e meio e até hoje nada. Fomos chamados para um trabalho de uma gravação de um filme em Dezembro de 2024. Até hoje não vi remuneração prometida. Vou começar a tratar das queixas sobre esta empresa. E vou até às últimas consequências.
Reclamação – Recusa de assistência em produto com defeito (Mr. Wonderful)
Um Julho de 20205, adquiri uma agenda da marca Mr. Wonderful, através do site. Após um mês de uso normal, o produto apresentou um defeito que o torna impróprio para o uso pretendido. Contactei o serviço de apoio ao cliente da marca para expor a situação e solicitar a substituição ou reparação do artigo, conforme previsto na garantia legal de conformidade (Decreto-Lei n.º 84/2021). No entanto, a empresa recusou o pedido, alegando que o prazo interno de 15 dias para comunicar incidências já tinha sido ultrapassado. Fundamentação: De acordo com a legislação em vigor, os consumidores têm direito a uma garantia de 2 anos para bens duradouros, durante os quais o vendedor é responsável por defeitos de fabrico ou de conformidade que se manifestem. A política interna da empresa não pode restringir direitos legalmente garantidos. Assim, entendo que a recusa de assistência com base nesse prazo é injustificada e contrária à lei. Pedido: Solicito que a empresa seja notificada para cumprir com as suas obrigações legais, procedendo à reparação, substituição ou outra solução adequada para o artigo defeituoso, sem custos para o consumidor. Anexos: Comprovativo de compra Fotografias do defeito (se aplicável) Cópia da resposta do apoio ao cliente
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