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Problemas no encerramento de conta
Exmos. Senhores,No início do ano de 2018, transferi a minha residência para fora de Portugal. Previamente a esta mudança, desloquei-me a uma agência vossa em Lisboa para encerrar todas as contas que tenho junto da vossa instituição, por não vir a necessitar mais das mesmas.Já no fim desse processo de encerramento, verificou-se a suposta impossibilidade de cessar todas as contas devido `a existência de uma conta de títulos em meu nome. Esta conta de títulos apresenta um saldo contabilístico de zero e as ações que foram detidas no passado foram vendidas. Contudo, tinham sido detidas 10 ações do BES que, na sequência da medida de resolução imposta a esta instituição, deram lugar a títulos que, tanto quanto se percebe, não estão admitidos a negociação.Nesta sequência, foi-me dito que se afigura impossível transaccionar estes títulos no mercado e, por isso, não seria possível encerrar as contas existentes no Montepio.Acresce que pela simples detenção destes 10 títulos, o Montepio me vem cobrando uma comissão de custodia de títulos no montante de, cada uma, EUR 15 mais IVA.Vejo-me numa situação em que estou forcado contra vontade e `a distância (uma vez que me encontro a residir fora de Portugal) a manter uma conta aberta e a pagar comissões numa instituição com a qual não quero ter, não devo ter, nem necessito ter, qualquer relação contratual.Neste contexto, venho requerer que me seja concedido o exercício do direito de cessar as relações contratuais com o Montepio e, em concreto, que me seja permitido encerrar a conta que possuo no Montepio uma vez que dela não necessito e não a pretendo manter. Para este efeito, serve a presente comunicação como manifestação da minha vontade para renunciar totalmente aos referidos títulos e a qualquer direito que os mesmos confiram presente ou futuramente.Agradeço que tomem as providências necessárias `a resolução desta situação da forma o mais breve possível. A manutenção desta situação afigura-se inadmissível e, caso persista, ver-me-ei obrigado a recorrer aos expedientes que se afigurem necessários (junto do regulador, judicialmente e publicitando nas redes sociais) para por lhe por termo.Cumprimentos,Miguel Almeida
Cobrança Indevida
Esta empresa envia um e-mail para pedir um valor que supostamente eu tenho a pagar ao Novo Banco, o que não percebo é como essa empresa não tem os meus dados, pois pedem-me o meu NIF, pedem-me o e-mail registado no Novo Banco, o que me deixa desconfiado, porque penso que o banco deveria indicar todos os dados da pessoa que deve, eu como não devo nada ao Novo Banco, muito menos a esta empresa, se realmente existe e quer cobrar uma coisa que eu não devo nem pago.vejam:Exmo. Sr. Joaquim Fonseca, A fim de dar seguimento ao V/ pedido, agradeço que me confirme o e-mail que rececionou o N/ pedido de contacto, uma vez que o seu e-mail não se encontra inserido no sistema do NOVO BANCO. Antecipadamente grata. Com os melhores cumprimentos. A colaboradora, Tânia Pires Neto Tel. 214 791 305 Fax. 214 792 298email. tanianeto@intercobrancas.com
Alteração do preçário e imposição de custos
Recebi uma carta registada do Banco BPI, datada de 20/07/2018, com o assunto de “Alteração de Preçário”, obrigando-me a ter custos de manutenção de conta a partir de 01 de Outubro, que até agora não acontecia. Dirigi-me no dia 05/09 ao meu balcão de Arcada – Aveiro, onde me transmitiram que não tenho alternativa, ou seja, tenho de pagar estes custos no mínimo 3,5€/mês + imp. selo.Sou cliente do Banco há vários anos, nunca tendo qualquer custo de manutenção da conta, agora vêm com esta imposição de preçário de conta à ordem, que na minha opinião é ilegal, porque não deixam alternativa aos clientes com crédito à habitação, como é o meu caso, não posso fechar a conta à ordem senão entro em incumprimento com o as condições do crédito à habitação. Claro que existe a possibilidade de mudar o crédito à habitação de banco, no entanto, esta opção acrescenta ainda mais custos pela penalidade do regaste e porque não existem atualmente no mercado spreads equivalentes. Quando celebrei o contrato de credito à habitação com o BPI em 21/12/2016, foi necessário domiciliar o ordenado na conta à ordem, contratar o seguro do banco, fazer o pagamento de 2 débitos diretos, mas à data a conta à ordem não tinha qualquer custo associado. Se agora o BPI pretende alterar o seu preçário e honorar as contas à ordem, está a alterar as condições do contrato celebrado comigo, o que minha opinião é ilegal. Solicito esclarecimentos.
Jogo Raspa e Ganha na App MBWAY
Jogo induziu jogadores a usar a função Raspa e Ganha sem aviso de que era por conta da Troca de pontos. Regulamento também não indica no ponto de como ganhar.Ver reclamação: https://portaldaqueixa.com/banca-e-seguros/mb-way-jogo-raspa-e-ganha-na-app-mbway
Recebi um sms da parte da empresa Whitestar Asset Solutions a pedir pagamento de uma dívida.
Não contraí qualquer divida com esta empresa, nem tão pouco conheço semelhante empresa. Trata-se de um procedimento abusivo, ilegal e imoral. Solicito explicação, caso seja possível, e indicação de como proceder neste caso para protestar contra tal procedimento e inviabilizar qualquer tentativa de me extorquir qualquer tipo de pagamento. Obrigado!
Denúncia à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal.
Descrevo mail enviado para o mail reclamaçoes@wizink.pt no dia 21/08/18 ás 14:34Boa tarde,Para surpresa minha, hoje recebi um mail de uma Entidade Credora, informando-me que o cartão que tenho com essa Entidade encontrava-se temporariamente bloqueado, pelo facto de estar registado junto da Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal.Ao aceder ao Banco de Portugal, constatei que a Entidade que tinha efetuado a denuncia de incrumpimento era o WIZINK BANK.Contactei a vossa linha através do 915589900 ás 10.52 tendo sido a chamada gravada e tido a duração de 35m e 25s, para as seguintes conclusões:Durante este ano não existiu nenhum incrumpimento da minha parte em relação á liquidação dos dois cartões de crédito, divida que esteve abrangida por um acordo de redução de taxa até ao mês passado.Mesmo constatando que na realidade a denuncia efetuada, não é real, e tendo eu solicitado ao Operador que o WIZINK BANK, junto do Banco de Portugal assumisse a informação errada, o mesmo pediu-me para voltar a ligar dentro de uma semana, para aceder ao resultado de uma nova análise a efetuar.Simplesmente o que solicito é que da mesma forma o WIZINK BANK, e corretamente, denuncia os incrumpimentos ao Banco de Portugal, envia uma comunicação para o mesmo a dar a denuncia como incorreta.Simplesmente o que solicito é que da mesma forma o WIZINK BANK, e corretamente, denuncia os incrumpimentos ao Banco de Portugal, envia uma comunicação para o mesmo a dar a denuncia como incorreta.Simplesmente o que solicito é que da mesma forma o WIZINK BANK, e corretamente, denuncia os incrumpimentos ao Banco de Portugal, envia uma comunicação para o mesmo a dar a denuncia como incorreta.
Problema com brinde de oferts
Em março do corrente ano aderi ao cartão wizink, onde prometiam vários tipos de oferta das quais escolhiamos um. Assim sendo escolhi de oferta o tablet. Para ganharmos este presente teríamos de gastar 200€ após a activação do cartão no prazo máximo de 2meses,o que dá minha parte foi cumprido.Apos este limite atingindo esperavasse 3semanas para receber o prémio. Estas 3semanas já vão em 4meses e até agora nada. Já liguei várias vezes para o apoio ao cliente que incluindo me forneceram informações falsas dizndo que já tinham tentado entregar o prémio mas este tinha sido recusado por ninguém se encontrar em casa. Resolvi apresentar queixa no departamento de queixas do wizink onde o funcionário prontamente se disponibilizou a registar a minha queixa telefónica e pediu para aguardar mais 3semanas que obteria uma resposta.Findo estas 3semanas (na realidade esperei completar 1mes) voltei a ligar para a wizink que me diz que não tem queixa nenhuma registada da minha parte, que o prémio por mim solicitado encontra-se esgotado e sem previsão de quando voltará a estar disponível. Pergunto se não tem outro prémio pelo qual possa ser substituído visto o tablet estar esgotado ao que me respondem que não,que apenas poderia aguardar até o tablet voltar a estar disponível. O máximo que poderiam fazer era registar a minha queixa de desagrado. Assim fiz. Disseram que dentro de dez dias úteis receberia um contacto deles a dar o ponto de situação. Ao fim desse tempo recebo um SMS por parte deles a dizer que a situação estava resolvida e para ligar para o número deles a saber qual a decisao.quer dizer para saber a decisão que tomaram ainda tenho de ligar novamente para o número deles é pagar a chamada?! O que é certo é que já vão em 4meses e nem tablet nem outro presente foi recebido. Gostava de ver esta situação solucionada mas não sei como. Com o wizink não quero mais soluções financeiras nenhumas.assim que acabar de pagar o que gastei do cartão de crédito, este mesmo irá para o lixo.
Encerramento de conta no Banco BPI
Venho do presente modo formalizar uma reclamação relativamente à cobrança da comissão de manutenção ABR-JUN e do imposto do selo ABR-JUN por parte do Banco BPI.No dia 29 de junho desloquei-me ao balcão do BPI da Costa da Caparica acompanhado da minha mãe (segunda titular da conta) de modo a proceder ao encerramento da minha conta. Foi tudo processado e o meu cartão foi destruído ficando apenas pendente que realizasse a transferência do valor total constante na conta no dia útil seguinte, após a receção da devolução da anuidade do cartão, de modo a zerar a conta.No dia útil seguinte, dia 02 de julho, já após a devolução acima indicada, procedi à transferência do saldo para outra conta através do portal BPI NET, como combinado com o agente do balcão da Costa da Caparica. Tudo foi processado normalmente pelo que pensei que o assunto já estava resolvido.No dia 16 de julho recebi uma chamada do meu Gestor de Conta, do balcão de Torres Vedras, a informar-me que tinha recebido a indicação para encerramento da minha conta, mas que não podia dar continuidade dado a conta ainda possuir saldo. Disse-lhe que ia averiguar a situação.No dia seguinte acedi ao BPI NET e constatei que de facto ainda possuía o saldo na conta (aquele que pensava já ter transferido). Efetuei nova transferência e como tudo foi processado com normalidade pensei que o assunto estava resolvido.No dia 26 de julho, por curiosidade, volto a aceder ao BPI NET e constato que continuo com o acesso ao portal ativo e que o saldo não foi transferido para outra conta. Efetuei nova tentativa de transferência.Como a situação continuou sem resolução, no dia 30 de julho envio um e-mail através do BPI NET reclamando duas coisas: (1) a incapacidade de transferir o meu saldo e (2) ter reparado que me tinha sido cobrada, no dia 6 de julho, a comissão de manutenção ABR-JUN e do imposto do selo ABR-JUN. No dia seguinte fui contactado por uma trabalhadora do BPI, a senhora Rita Maria Meireles, que apenas respondeu-me ao primeiro assunto (explicou que as transferências não tinham sido processadas por insuficiência de saldo teria que deixar na conta 1€ mais o valor correspondente ao imposto selo). No dia 02 de agosto volto a recorrer a esta forma de comunicação perguntando qual o valor do imposto selo e voltando a reclamar a questão da cobrança da comissão de manutenção ABR-JUN e do imposto do selo ABR-JUN. Reitero que as instruções que me foram dadas no balcão do BPI da Costa da Caparica foi de transferir TODO o saldo da minha conta de modo a zerá-la. Foi precisamente isso que fiz e não creio que seja justo acarretar com o valor dessa comissão e desse imposto selo que apenas me foram cobrados por não ter conseguido encerrar a minha conta no dia 02 de julho por me terem dado instruções erradas...No dia seguinte a senhora Rita Maria Meireles responde-me informando o valor do imposto selo, 4 cêntimos. Relativamente ao pedido de devolução ignorou-me novamente. Pouco depois volto a enviar um e-mail para a senhora Meireles a agradecer as informações prestadas e a solicitar 1 resposta ao segundo assunto. Até hoje, não obtive qualquer resposta... Se a situação do encerramento da conta já está a ser bastante desagradável o desrespeito demonstrado pela não resposta a este assunto é totalmente incompreensível e inadmissível! Não creio que esta seja forma digna de tratamento de (ainda) clientes...Sem novidades, no dia 9 de agosto telefono para o meu gestor de conta expondo a situação e solicitando ajuda. Disse-me que ligaria no período da tarde desse dia. Não o fez. Apenas no dia seguinte fui contactado por ele que me disse que relativamente à devolução nada podia fazer. Questiono-me como é que o meu gestor de conta não me consegue ajudar... A chamada não foi muito produtiva dado que o Sr. Sérgio me aconselhou a realizar uma reclamação, algo que já fiz três vezes e onde fui ignorado...Mesmo assim, no dia 12 de agosto envio um email para o gestao.reclamacoes@bancobpi.pt expondo o aqui escrito.Nesse email aleguei (1) que cumpri todas as instruções que me foram fornecidas por funcionários do Balcão do BPI da Costa da Caparica em tempo útil (2) que me foram dadas informações erradas no balcão acima indicado que levaram a impossibilidade da realização da transferência do saldo e sucessivamente ao não encerramento da conta no dia 2 de julho (3) que me foi cobrada a comissão de manutenção ABR-JUN e do imposto do selo ABR-JUN totalizando um valor de 15,60€ no dia 6 de julho. Posto isto, solicitei que me fosse devolvido o valor correspondente à comissão de manutenção ABR-JUN e ao imposto do selo ABR-JUN, assim como futuras cobranças à conta, caso elas ocorram, até ao desfecho desta situação. Comprometi-me a, após me ser restituído o valor relativamente às cobranças acima indicadas (e que a mesma devolução me seja informada através de contacto telefónico ou de correio eletrónico), realizar a transferência da quantia correspondente ao saldo menos 1.04€ o mais célere possível.Até hoje não obtive qualquer resposta...
Participação Quebra Isolada de Vidros
Serve o presente para demonstrar o meu desagrado em relação ao tratamento da participação de uma quebra isolada de vidros participada através da Glassdrive de Rio de Mouro, no passado dia 13 e da qual tenho estado a aguardar pela autorização da companhia de seguros para avançar com a reparação do vidro, autorização essa que segundo a Glassdrive, havia chegado, mas que foi revogada hoje para nova análise.Após conversa telefónica com a vossa funcionária Cesarina Pires, essa reanalise, deve-se ao facto de se tratar de uma apólice recente. Ora, segundo sei, a mesma foi paga por um ano e encontra-se activa, para além disso, a quebra isolada de vidros está incluída no valor que paguei e não consta que exista nenhum período de carência para a sua utilização, conforme apólice e recibo que anexo para vossa apreciação.Visto isto, não entendo, nem aceito que ponham em causa e demorem, mais do que uma semana para autorizar algo a que tenho direito e que pode agravar-se com o passar do tempo, já sem contar com o risco que constitui a possibilidade do vidro partir em circulação, podendo causar danos materiais e pessoais.
Contas finais na liquidação do crédito
No dia 29 de Junho, através da Unibanco, com quem assinei um crédito consolidado, procedi à liquidação do crédito pessoal que mantinha na Credibom.Foram pagos à Credibom, nessa data, antes de vencer a prestação do dia 1 de Julho, 8.840,66 euros - o valor que constava do extracto bancário da Credibom.Poucos dias depois, recebi chamada telefónica da Credibom a dizer que faltavam 126 euros para liquidar o crédito na totalidade. Pedi que fossem discriminadas as parcelas que levavam a essa dívida de 126 euros, mas a Credibom não o fez.Alguns dias depois, em nova chamada telefónica da Credibom, o valor em dívida já era superior a 160 euros. Dado que voltei a exigir, telefonicamente e também por email, a descriminação dos valores em dívida, a Credibom enviou-me o documento que anexo - e nesse documento, a dívida já era superior a 200 euros, sendo que, dizia a empresa, estava em falta a prestação de Julho.Recebi durante todo o mês inúmeras chamadas, sms e emails, numa política de grande agressividade por parte da Credibom.A partir do mês de Agosto, através de novos emails, sms e chamadas telefónicas, fiquei a saber que a dívida passara a ser de 410.52 euros, sendo que passara a estar em dívida também a mensalidade de Agosto.Gostaria de saber se os valores apresentados pela Credibom estão correctos e em que se baseiam eles para encontrar um montante tão alto que, a cada momento, não pára de subir.Obrigado.
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