Reclamações públicas

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R. F.
20/07/2026

Entregaram encomenda em ponto de recolha em vez de morada acordada

Venho por este meio denuncia q esta empresa entregou a minha encomenda num ponto de recolha a 10km da morada acordada, sem qualquer aviso previo ou tentativa de entrega na morada acordada

Em curso

Aumento inesperado do valor da consulta após adesão a plano de saúde

Sou paciente de uma determinada especialidade em que a médica tinha acordo com a Multicare e eu usufruia da Multicare quando ia às suas consultas. As suas consultas deixaram de ter Multicare. Informao que para além da Multicare ainda tenho ADSE. Quando estava para desistir das consultas destas especialidade com esta médica no hospital, o Hospital da Trofa de Vila Real, propôs-me para conseguir usufruir do valor das consultas a 45 euros durante 1 ano, com a referida médica, o cartão TROFA SAÚDE +. Referi que já tinha a ADSE e a Multicare, logo já pagava 1 sistema de saúde e 1 seguro de saúde, mas insitiram comigo que iria ser rentável para esta consulta. Realizei então a adesão a este Plano de Saúde em outubro de 2025 com uma consulta já nesse mesmo mês. Assim usufrui da primeira consulta em outubro de 2025. Entretanto a segunda consulta agendo para dia 17 de julho de 2026 e ao telefone, com conversa gravada, indicam-me o valor de 45 euros. No dia 17, quando vou ao balcão fazer check in , surpresa, cobram 60 euros. Dizem que houve alterações para algumas especialidades. Nem um ano de plano com esse valor tive. As condições que nos prometem para durante um ano não são cumpridas, alteram conforme o que lhes convém, o que é mais rentável. Pretendo que seja respeitado o valor de 45 euros por consulta, conforme foi garantido no momento da adesão ao plano, para as consultas com a médica referida.

Em curso
M. M.
20/07/2026

Reclamação relativa à retenção parcial de caução pela plataforma Yescapa

Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a um litígio com a plataforma Yescapa, na sequência do aluguer de uma autocaravana (reserva n.º 3397272), por considerar que me foi imputada responsabilidade por uma avaria sem prova técnica suficiente, tendo sido retida parte da caução. No dia 03/06/2026 aluguei, através da Yescapa, uma autocaravana Itineo Fiat Ducato Multijet 2.3 130CV (matrícula AX-92-AC), para o período de 03/06/2026 a 08/06/2026, tendo pago 654,00 € pela reserva e prestado uma caução de 1.200,00 €. A viagem decorreu normalmente até à madrugada de 07/06/2026, quando, durante a utilização normal da cama basculante, a respetiva estrutura desprendeu-se da parede da autocaravana, arrancando os pontos de fixação. Perante a impossibilidade de continuar a viagem em segurança, contactei de imediato a assistência em viagem da seguradora Caravela, tendo sido posteriormente enviado um reboque que transportou a autocaravana para Viseu. Antes do reboque fotografei e filmei exaustivamente o estado da autocaravana, incluindo o interior, exterior, zona da avaria, quilometragem, combustível, depósitos de água, limpeza e demais elementos relevantes. Toda esta documentação foi enviada à proprietária e à Yescapa. Ao longo do processo colaborei integralmente com a plataforma, remetendo declaração das circunstâncias, registos das chamadas efetuadas para a assistência, fotografias, vídeos, guia de reboque e todos os esclarecimentos solicitados. Durante a gestão do processo, a Yescapa chegou a informar-me, por escrito, que a seguradora Caravela afirmava não existir qualquer pedido de assistência relativo à reserva. Essa informação era incorreta. Após eu ter enviado os registos completos das chamadas efetuadas para a assistência, a própria Yescapa reconheceu o erro e confirmou que o pedido de assistência tinha efetivamente sido aberto. Posteriormente, a Yescapa comunicou que a queda da cama constituía um dano interior excluído da cobertura do seguro e decidiu imputar-me parte do custo da reparação. Foi apresentado um orçamento de reparação de 1.096,74 €, tendo sido aplicado o coeficiente de desvalorização por se tratar de um veículo matriculado em 2007, sendo-me imputado o valor de 548,37 €. Foram ainda deduzidos 17,39 € referentes a combustível e 34,15 € relativos a portagens, retendo a Yescapa um total de 599,91 € da caução. O fundamento da minha reclamação não é o valor da reparação, mas sim a inexistência de prova técnica que demonstre que a avaria resultou de uma utilização incorreta ou negligente da minha parte. A própria Yescapa reconheceu, por escrito, que não foi realizada qualquer peritagem nem emitido qualquer relatório técnico independente, tendo a decisão sido tomada apenas com base em fotografias, orçamento de reparação e análise interna do processo. Entendo que estes elementos permitem apenas determinar o custo da reparação, mas não identificar a causa da avaria nem estabelecer um nexo causal entre a ocorrência e qualquer comportamento que me possa ser imputado. A cama desprendeu-se durante uma utilização normal, nunca tendo sido identificado qualquer comportamento inadequado, negligente ou contrário às instruções de utilização. Acresce que a Yescapa também não afastou a possibilidade de desgaste, fadiga dos materiais ou fragilidade estrutural de um componente instalado numa autocaravana com cerca de 19 anos. Considero, por isso, que a responsabilidade me foi imputada por mera presunção, apenas porque a ocorrência aconteceu durante o período de aluguer, sem que exista prova técnica suficiente que sustente essa conclusão. Para além da retenção parcial da caução, a avaria determinou ainda a interrupção antecipada da viagem. A autocaravana foi rebocada no dia 07/06/2026, impossibilitando a utilização do veículo durante os dois últimos dias do período contratado, sem que me tenha sido proposta qualquer compensação ou reembolso proporcional pelos dias de aluguer não usufruídos. Solicito, assim, que a DECO aprecie a legalidade da retenção dos 599,91 € da caução, a suficiência da fundamentação apresentada pela Yescapa para imputar a responsabilidade pela avaria, bem como o meu direito à restituição desse montante e à compensação pelos dias do aluguer que não puderam ser usufruídos. Em anexo junto um relatório detalhado dos factos, bem como toda a documentação de suporte, incluindo contrato de aluguer, certificado de seguro, comunicações trocadas com a Yescapa, registos das chamadas para a assistência, guia de reboque, fotografias e orçamento de reparação.

Em curso

Pedido de cobertura integral da reparação – desgaste prematuro da correia de distribuição do peugeot

Venho apresentar uma reclamação relativamente ao meu Peugeot 2008 de 2015, equipado com motor PureTech. O veículo tem atualmente 74.000 km e foi-me dito que apresenta desgaste prematuro da correia de distribuição, com um orçamento para reparação a rondar os 1.000 €. Pelo que tenho conhecimento, este problema afeta muitos modelos com motores PureTech, uma vez que o desgaste da correia banhada a óleo tem sido relatado por vários consumidores e não corresponde ao normal para uma peça desta importância. Parece-me que existe aqui um defeito de conceção ou fabrico. Não acho justo ter de suportar este custo quando o problema não se deve a má utilização ou falta de manutenção, mas sim a uma falha reconhecida neste tipo de motor. Na qualidade de cliente Peugeot, espero que a marca assuma a responsabilidade pela situação e cubra integralmente a reparação, incluindo a substituição da correia e de todos os componentes necessários, sem qualquer custo para mim enquanto proprietária. Uma avaria destas, com apenas 74.000 km, não corresponde à qualidade e durabilidade que espero de um veículo Peugeot. Peço uma reavaliação do caso e uma solução comercial justa, assumindo a marca os custos da intervenção. Caso não haja resposta positiva, pondero recorrer às entidades de defesa do consumidor para fazer valer os meus direitos. Aguardo resposta rápida e uma resolução favorável.

Em curso

Atraso de mais de 120 dias úteis.

Digníssimos Senhores, peço que deem atenção ao meu caso. Sou a Emanuelly de Almeida Sia, tenho 18 anos, natural de São Paulo - Brasil. No dia 03/10/2025 compareci a Agência AIMA em Santarém e realizei o meu pedido de Título de Residência. Todos os documentos pedidos pela atendente foram enviados dentro do prazo legal, além disso, paguei a taxa para a confecção do Cartão do Título de Residência. Desde então, o meu processo encontra-se em análise, sem um resposta conclusiva. A falta de uma resposta e de uma conclusão do meu processo está trazendo inúmeras consequências para a minha vida. Não consigo tirar carta de condução, e moro em uma zona afastada da cidade, o que dificulta a minha locomoção para ir para a escola. Sou estudante, ainda no Secundário, pois tive que realizar a minha equivalência, mas quero prosseguir meus estudos em alguma Universidade Portuguesa. Além disso, a falta da minha autorização de residência não me permite me candidatar para programas de Bolsas para Estrangeiros o que me coloca em uma posição negativa em relação aos meus concorrentes. Peço, por favor, que analisem o meu processo. Meus pais trabalham, ambos com contrato de termo certo, minha mãe é auxiliar de limpeza e meu pai trabalha na obra. Eu quero ajudá-los. Quero concluir meus estudos e prosseguir com um curso profissionalizante para ajudar minha família. Moramos em Portugal a mais de um ano, já declaramos IRS, fazemos descontos para a Segurança Social, fazemos nossa parte. Mais uma vez, eu peço, eu só quero estudar e ter os meus direitos assegurados. Desde já, agradeço. Abaixo deixarei o número do meu processo e meu email: 25428107 emanuellyalmeidasia@gmail.com

Em curso
C. B.
20/07/2026

Pedido de Comparticipação nos Custos de Reparação e Compensação pelos Prejuízos Sofridos

Exmos. Senhores, Na sequência da minha reclamação identificada com o n.o 03953937 e da resposta remetida por esse Centro de Contacto, venho expor o seguinte. Registo com agrado o facto de, entretanto, terem sido disponibilizadas as peças necessárias à reparação da minha viatura, permitindo finalmente a realização da intervenção. Todavia, essa circunstância não elimina os prejuízos significativos que me foram causados durante todo o período em que o veículo permaneceu imobilizado, nem resolve a questão da responsabilidade pelos elevados custos da reparação. A resposta enviada por V. Exas. limita-se a justificar o atraso com a escassez mundial de componentes eletrónicos, não se pronunciando sobre qualquer dos pedidos formulados na minha reclamação, designadamente quanto à compensação pelos prejuízos sofridos ou à assunção dos custos decorrentes da avaria. Importa ainda salientar que, de acordo com o diagnóstico efetuado pela oficina autorizada, a avaria resultou de um defeito do componente e não de utilização incorreta, negligência na manutenção ou desgaste anormal da viatura. Assim, considero que não é razoável que o consumidor suporte integralmente uma reparação de elevado valor quando a origem do problema não lhe é imputável. Acresce que a indisponibilidade das peças, independentemente da sua causa, originou um período de imobilização extremamente prolongado, privando-me da utilização da viatura durante vários meses e causando-me evidentes transtornos e prejuízos. Tendo em consideração que a viatura se encontra imobilizada desde o dia 14 de março de 2026 e que uma parte substancial desse período resultou da indisponibilidade de peças reconhecida pela própria Opel, considero que os prejuízos sofridos ultrapassam largamente o mero incómodo inerente a uma reparação automóvel. A privação prolongada da utilização de um bem essencial, associada ao previsível custo elevado da reparação de uma avaria grave ocorrida num veículo com apenas cinco anos de utilização, justifica, no mínimo, uma comparticipação significativa da marca no custo da reparação, bem como uma compensação adequada pelos prejuízos decorrentes da imobilização. Nestes termos, solicito que a Opel Portugal e a Stellantis Portugal procedam à reapreciação do processo e apresentem uma proposta concreta que contemple: - a comparticipação integral ou, pelo menos, significativa dos custos da reparação; - uma compensação adequada pelo período de imobilização da viatura; - a fundamentação técnica e comercial da decisão que vier a ser tomada. Caso não seja apresentada uma solução satisfatória, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos, designadamente ao Centro de Arbitragem do Setor Automóvel e aos demais meios legalmente previstos. Com os melhores cumprimentos, Carolina Miragaia Soares Bravo 20 de julho de 2026

Em curso
J. N.
20/07/2026

Medcare não aceita cancelamento

Estou desde 09/05/2026. tentando cancelar esse plano .por varias vezes por telefone por email e até agora não houve qualquer resposta , ao contrario enviram um boleto , tenho 60 anos estou desepregado,minha morada sofreu vários danos devido a tempestade. solicito o minimo de atenção

Em curso
M. R.
20/07/2026

Reembolso Devolução

Estive na loja Zara do Espaço Guimarães no dia 09 de Julho aproximadamente às 13:50h para realizar a devolução de duas calças de ganga, uma preta/cinzenta e uma azul. A atendendente realizou as devoluções, uma a uma, me confirmando que estava tudo correto e devia agora aguardar o email de devolução confirmando em poucos minutos, porém passaram-se hora e recebi apenas um email com uma das devoluções, e a segunda devolução que foi da calça azul não recebi nada. Entrei em contacto com a Zara pelo chat na APP e expliquei a situação no mesmo dia, mas acontece que já falei com eles pelo chat diversas vezes e nada resolvem, e querem que eu prove que devolvi o produto e envie comprovantes de devolução, sendo que eles não nos fornecem qualquer papel e neste caso não enviaram qualquer email. Informo que a devolução foi feita usando o QR code da app que está associada a minha conta e tem todas as minhas compras, e que a menina fez as devoluções em sepadado, pois disse que não eram da mesma compra. A calça em questão é uma calça de ganga azul-médio de paguei 15,99€. Quero que verifiquem essa situação e me reembolsem o valor desta calça, e recomendo que comecem a disponibilizar comprovantes das devoluções aos clientes, pois o vosso sistema é falho e depois não temos como comprovar nada.

Em curso

Cancelamento da atuação dos Megadeth no EVIL LIVƎ Festival 2026

Venho apresentar reclamação relativa ao EVIL LIVƎ Festival 2026, realizado na MEO Arena, em Lisboa, no dia 5 de julho de 2026. Adquiri bilhete para o festival tendo por referência o programa anunciado, do qual fazia parte a atuação dos Megadeth, indicados como co-cabeça de cartaz (co-headliners, ver anexo). Essa atuação constituía uma componente relevante do cartaz e da decisão de compra do bilhete. No entanto, a atuação dos Megadeth não se realizou. De acordo com o comunicado divulgado pela organização, a decisão foi comunicada pelos representantes da banda 30 minuto depois da hora prevista para o início do espetáculo. A banda, por sua vez, comunicou publicamente que não poderia atuar em Lisboa devido a problemas técnicos fora do seu controlo. Após a comunicação da organização sai do recinto, tendo sido feito controlo de bilhete e registo da saída pelos assistentes de acesso por via de recursos digitais, pelo que a organização poderá confirmar a saída pelas 21:40. Independentemente da responsabilidade interna entre organização, banda, representantes ou equipas técnicas, enquanto consumidor não recebi integralmente a prestação anunciada. O programa do festival foi alterado de forma relevante, sem substituição equivalente e sem solução adequada apresentada ao público presente. As próprias condições gerais do EVIL LIVƎ indicam que, em caso de cancelamento, a política de reembolso seguirá a legislação em vigor. Assim, solicito que a entidade responsável pelo evento esclareça formalmente: quais as razões concretas para o cancelamento da atuação dos Megadeth; que responsabilidade assume perante os consumidores; que solução será apresentada aos portadores de bilhete; se será disponibilizado reembolso parcial, compensação proporcional ou outra forma adequada de reparação. Em concreto, solicito o reembolso parcial proporcional do valor do bilhete, ou compensação equivalente, pelo cancelamento de uma das atuações anunciadas no programa do festival. Junto comprovativos disponíveis, incluindo bilhete/comprovativo de compra, comunicação da organização, comunicação da banda e elementos públicos relativos ao programa anunciado.

Em curso
T. L.
20/07/2026

Volta ao Brasil conturbada

Se eu sonho é viajar para a europa, cuidado, com a Air Europa vai se tornar pesadelo. Comprei a viagem para julho em março, com uma conexão longa de 7 horas em Salvador. Semanas depois, me ofereceram um voo mais cedo, com conexão de 11 horas. Como praticamente não havia solução, aceitei. Embarcada para ir, as comidas eram péssimas. Mas eu não reclamei, estava empolgada. O pesadelo maior começou na volta. O voo marcado para as 16:50 teve um problema técnico que só foi informado uma hora depois, quando estávamos todos no avião, quente. Quase um micro-ondas Saímos, voltamos para a sala. No atendimento no balcão, eu OUVI a atendente dando prazos diferentes para cada cliente. Ela, além de tudo, muito mal educada com todos. Nos colocaram em um avião, pois estávamos reclamando, antes as 18h. Nesse local já não havia sinal de Internet (nem própria ou do aeroporto), ou seja, nos impedindo de entrar em contato com quem quer que fosse para alertar do paradeiro. Mas só fomos levantar voo às 20 horas. Sem chance de pegar minha conexão que tinha mais de 3 horas de diferença do horário original. Diante do fato de possivelmente passar a noite no aeroporto, pedi para me informarem como eu poderia utilizar o Wi-Fi, afinal precisava avisar minha família e principalmente o motorista que eu havia contratado para me buscar. Mas o avião, que segundo eles, é muito moderno, não tinha a rede instalada e também não funcionavam as tomadas de carregador. Eu tenho TAG e eu sei que isso é problema apenas meu, mas eles conseguiram destruir o fim de uma viagem perfeita e mesmo pagando caro nessa lata de sardinha com asas, houve um descaso enorme. Afinal, eu deveria chegar, dormir e trabalhar. Mas, pelo visto essa companhia horrível tomou mais horas úteis da minha vida que o esperado. Cheguei em Salvador e recebi um voucher de alimentação e um lugar no voo às 4:35, chegando em casa aproximadamente às 7:40. Quase 5 horas após o previsto. Não gastem seu dinheiro suado com essa companhia. Vão para a Ibéria, TAP ou Air France.

Resolvida

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