Reclamações públicas

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C. L.
13/10/2026

Ausência de resposta à candidatura Portal 65+

Venho apresentar uma reclamação relativamente à ausência de resposta à minha candidatura n.º 1338072, submetida no Portal 65+, em abril de 2026, na qualidade de família monoparental, com o objetivo de beneficiar de apoio à renda. Decorridos já vários meses desde a submissão da candidatura, a mesma continua a apresentar apenas o estado “Submetida”, sem que me tenha sido comunicada qualquer decisão, pedido de esclarecimentos ou informação relativamente ao andamento do processo. Considero esta ausência de resposta particularmente preocupante, tendo em conta que se trata de um pedido de apoio destinado a fazer face aos encargos com a habitação e que, até à presente data, não disponho de qualquer indicação sobre a sua aprovação, indeferimento ou eventual necessidade de apresentação de elementos adicionais. Assim, solicito que me seja prestada, com a maior brevidade possível, uma resposta concreta relativamente à candidatura n.º 1338072, nomeadamente: 1 - indicação do estado efetivo e atual do processo; esclarecimento sobre o motivo pelo qual a candidatura permanece no estado “Submetida” desde abril de 2026; 2 - informação sobre a existência de algum elemento ou documento em falta, caso aplicável; e, sobretudo, uma decisão relativamente ao apoio solicitado. Após vários meses de espera, considero razoável e legítimo obter uma resposta clara sobre uma candidatura que poderá ter um impacto relevante no orçamento do meu agregado familiar. Agradeço, por isso, a análise urgente desta situação e aguardo uma resposta formal e conclusiva relativamente à minha candidatura.

Em curso
J. F.
13/10/2026

Encomenda não recebida

Exmos/as. Senhores/as, no dia 3 de agosto de 2026 fiz uma encomenda à empresa «Produits-veto», a qual remeteu o conteúdo para a transportadora «Mondial Relay», isto é, para a InPost. Neste sentido, no próprio dia recebi uma notificação de envio da transportadora, ficando a aguardar no tempo de espera previsto pela mesma a chegada dos produtos, isto é, entre 6 a 10 dias. Consta que, até ao dia de hoje tal ainda não aconteceu, sendo que já tentei entrar em contacto com a empresa por via telefónica, a qual me informou que a encomenda se encontrava no seu armazém em Espanha. Fiz uma reclamação e a empresa não me respondeu nos 15 dias úteis obrigatórios para o fazer.

Encerrada
C. V.
13/10/2026

Avaria de veículo Dacia dentro da garantia

Exmos. Senhores, Venho pedir o apoio da DECO PROteste numa reclamação contra a Motorpor (Setúbal), concessionário onde adquiri, nova, a 01/10/2025, a viatura Dacia Spring 100% elétrica, matrícula BZ93BC, em garantia legal e comercial. Factos A 30/09/2026, durante um carregamento num posto público (BP Pulse/Iberdrola, Setúbal), o veículo apresentou erro repetido e, à terceira tentativa, deixou de ligar, com a mensagem "arranque impossível". Nessa noite, pelas 22h30, foi rebocado para a Motorpor. Desde então está imobilizado na oficina, sem diagnóstico, sem previsão de reparação e sem viatura de substituição. Os meus contactos são encaminhados para um call center sem poder de decisão e nunca consegui falar com o responsável da oficina. A única mensagem que recebi, a 02/10, dizia que o diagnóstico sairia "na próxima semana". Não aconteceu. Após a minha reclamação, a Motorpor informou-me por email que só a 02/11/2026 poderia fazer uma análise ao carro, mais de um mês depois da avaria, sem qualquer justificação. A 12/10/2026, desloquei-me à Motorpor, vinda do Alentejo. Fui atendida pelo Sr. Bruno Gonçalves, que foi ríspido e me encaminhou para o Sr. João Ferreira, chefe da oficina. Este estava em reunião online e deixou-nos em espera, sem qualquer previsão de tempo. Quando finalmente me atendeu, o Sr. João Ferreira limitou-se a dizer que se tratava de "um problema eletrónico", que não dispunham de técnicos suficientes e que teria de aguardar. Não pediu desculpa, não assumiu responsabilidades pelos danos que me estão a ser causados, não ofereceu viatura de substituição nem qualquer compensação, e não deu certeza de que o veículo ficaria reparado. Tratou a situação como natural. Só obtive esta informação por me ter deslocado pessoalmente à oficina, depois de várias reclamações: a Motorpor nunca me comunicou nada por sua iniciativa. Impacto Vivo em Alcarias, aldeia sem transportes públicos, sou mãe solteira e não tenho rede de apoio. Fiquei sem meio de deslocação para o trabalho e para as obrigações diárias, incluindo o meu filho, que depende do carro para apanhar o comboio (30 km) para a universidade. O meu seguro não cobre viatura de substituição e os custos com transporte alternativo recaem inteiramente sobre mim. Fundamento Nos termos do DL 84/2021, de 18 de outubro (arts. 15.º, n.os 1, 2 e 4, e 18.º), a reposição da conformidade, por reparação ou substituição, deve ser feita sem encargos e em prazo razoável, que não deve exceder 30 dias. Se o vendedor não a concluir nesse prazo, o consumidor pode optar pela redução do preço ou pela resolução do contrato, com devolução integral do preço pago. O prazo conta a partir da imobilização do veículo e da comunicação do defeito (30/09/2026), pelo que termina a 30/10/2026. Uma análise agendada só para 02/11/2026 inviabiliza, por si só, o cumprimento do prazo legal. Um prazo superior só se justifica por razões objetivas ligadas à natureza e complexidade do bem ou à gravidade da falta, nunca pela falta de técnicos do concessionário. Esse é um problema interno da Motorpor, que não pode ser oposto ao consumidor para justificar o incumprimento da garantia, nem a privação prolongada do veículo sem contrapartida. Pedidos 1. Diagnóstico e reparação urgentes, com prazo firme e por escrito; 2. Viatura de substituição ou compensação pelas despesas de mobilidade (tenho os comprovativos); 3. Compensação pelo período já decorrido sem viatura, dado que a mora decorre exclusivamente da falta de recursos da própria Motorpor; 4. Caso a reparação não esteja concluída até 30/10/2026, reservo-me o direito de resolver o contrato, com reembolso integral do preço pago, nos termos do DL 84/2021. Solicito a intervenção da DECO PROteste junto da Motorpor e da Dacia Portugal. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
F. P.
13/10/2026

Reclamação contra a Skydive Maia — Serviço não realizado, ausência de comunicação e pedido de restit

Venho apresentar uma reclamação contra a empresa Skydive Maia, relativa à aquisição de um voucher para um salto de paraquedas, associado ao nome de Rafael Brás Campos, com o n.º 250520662 e validade até 30 de novembro de 2026. O salto foi agendado para o dia 22 de agosto de 2026. Contudo, chegada a data marcada, o serviço não foi realizado e não recebemos qualquer comunicação prévia da empresa a informar sobre o cancelamento, a suspensão da atividade ou qualquer outro motivo que justificasse a não realização do salto. Até à presente data, continuamos sem receber qualquer esclarecimento ou comunicação por parte da empresa relativamente ao sucedido. Entretanto, verificámos que a Skydive Maia surge indicada como «encerrada temporariamente», o que levanta dúvidas quanto à possibilidade de usufruirmos do serviço adquirido. Esta situação é particularmente preocupante, uma vez que a empresa recebeu o pagamento correspondente ao serviço e emitiu o respetivo voucher, mas não assegurou a realização do salto na data acordada, nem comunicou qualquer alternativa ou solução. Acresce que, no email de envio do voucher, a empresa refere que os vouchers são «não reembolsáveis». No entanto, consideramos que esta indicação não deverá, por si só, impedir a análise dos nossos direitos enquanto consumidores, tendo em conta que o serviço não foi prestado na data agendada e que não nos foi apresentada qualquer solução. Face ao exposto, solicitamos o apoio da DECO Proteste para esclarecer quais os procedimentos que podemos adotar para defender os nossos direitos e obter uma resolução para esta situação. Pretendemos obter esclarecimentos sobre o estado da empresa e a possibilidade de realização do salto. Caso a empresa não tenha condições para prestar o serviço, pretendemos saber como podemos exigir a restituição do valor pago, no montante de 239.99 €. Consideramos inaceitável a ausência de comunicação e de esclarecimentos por parte da empresa, deixando os consumidores sem saber se poderão usufruir do serviço adquirido ou recuperar o dinheiro pago. Agradecemos o apoio da DECO Proteste na análise desta situação e na identificação dos meios disponíveis para obter uma resposta e uma solução efetiva.

Em curso
G. C.
13/10/2026
MEO

Reclamação contra a MEO — Recusa de utilização de voucher de aniversário, falta de transparência nas

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativa à MEO, devido à impossibilidade de utilizar um voucher de aniversário, à falta de clareza das condições comerciais associadas ao mesmo e às sucessivas falhas na tentativa de resolução desta situação através do apoio ao cliente. 1. Condições comerciais do voucher e exclusão de jogos No dia 1 de setembro de 2026, recebi um voucher de aniversário da MEO, com um período de validade de dois meses, atualmente indicado como válido até 31/10/2026. Há cerca de duas a três semanas que tento utilizar este voucher para adquirir um jogo para a Nintendo Switch 2, concretamente o Mario Kart World, através da Loja Online MEO. No entanto, não consigo concluir a compra com o voucher, sendo apresentada uma mensagem de erro. As condições comerciais que constam do e-mail de atribuição do voucher e da página correspondente no site da MEO indicam que a oferta é válida para a compra de qualquer produto na Loja Online MEO ou numa loja física MEO, excluindo expressamente: Telemóveis não smartphone; Acessórios; Cartões; Placas e routers; Telefones fixos; Monitores e cadeiras de gaming. Em nenhum ponto das condições apresentadas é indicada a exclusão de jogos, videojogos ou da categoria Gaming na sua totalidade. Além disso, na própria Loja Online MEO, os jogos encontram-se numa categoria distinta da categoria de acessórios. Um jogo para a Nintendo Switch 2 constitui software ou conteúdo de entretenimento, não sendo, na aceção habitual do termo, um acessório físico de gaming. A exclusão específica de «Monitores e Cadeiras de Gaming» também não equivale à exclusão de todos os produtos relacionados com videojogos. Se a intenção da campanha fosse excluir todos os produtos da categoria Gaming, seria expectável que essa restrição estivesse expressamente indicada nas condições comerciais disponibilizadas ao cliente. 2. Justificação apresentada pela MEO Após várias tentativas de resolução, recebi um e-mail da MEO com a seguinte informação: «Em resposta ao seu pedido, informamos que o Voucher Aniversario (...) encontra-se ativo e pode ser utilizado até 31/10/2026. Contudo, o produto selecionado é considerado um acessório de gaming, categoria que se encontra excluída das condições de utilização do voucher. Por esse motivo, não é possível aplicar o desconto correspondente na aquisição desse artigo.» Esta resposta confirma que a MEO recusa a utilização do voucher por considerar o jogo um acessório de gaming. Contudo, não identifica qualquer cláusula concreta das condições comerciais que permita enquadrar este produto nessa categoria, nem explica em que definição ou critério se baseia essa classificação. Considero insuficiente uma justificação que se limita a atribuir unilateralmente uma determinada classificação ao produto, sem demonstrar que essa interpretação corresponde às condições efetivamente comunicadas ao cliente no momento da atribuição do voucher. A questão central não é saber se a MEO pode estabelecer exclusões numa campanha comercial, mas sim se a exclusão aplicada está efetivamente prevista nas condições apresentadas ao consumidor. 3. Falhas sucessivas no apoio ao cliente Tentei resolver esta situação diretamente com a MEO antes de apresentar a presente reclamação. No entanto, o processo foi marcado por sucessivos constrangimentos: Desloquei-me a uma loja física MEO para solicitar ajuda, mas não conseguiram resolver o problema, indicando que teria de ser contactado telefonicamente. O contacto telefónico foi inicialmente agendado para uma data em que estaria em Portugal, mas a MEO ligou-me no dia anterior ao previsto, pelo que não consegui atender. Tive de voltar a deslocar-me a uma loja para solicitar novo contacto, tendo-me sido indicado um prazo de até cinco dias úteis. Decorridos esses cinco dias úteis, não recebi o contacto prometido. Em vez disso, recebi um e-mail automático a solicitar a avaliação de uma chamada que não tinha ocorrido. Para tentar obter esclarecimentos e resolver a situação, tive de contactar novamente a MEO por telefone, suportando um custo de 1,62 € acrescido de IVA. Durante esse contacto, o agente informou-me de que seria novamente contactado até ao final da semana, concretamente até 9 de outubro de 2026. Esse contacto não aconteceu. Posteriormente, recebi a resposta por e-mail acima referida, que não esclarece a discrepância entre as condições comerciais publicadas e a interpretação adotada pela MEO. Acresce que a resposta foi enviada a partir de um endereço automático (noreply), dificultando a continuidade da comunicação por escrito. Todo este processo obrigou-me a despender tempo, efetuar várias deslocações e suportar custos adicionais, sem que a questão de fundo fosse devidamente esclarecida. 4. Falta de clareza sobre o valor máximo do artigo Existe ainda uma segunda questão relacionada com as condições de utilização do voucher. Pelo que verifiquei durante as tentativas de compra, aparenta existir uma limitação segundo a qual o valor do artigo não poderá exceder o valor do voucher em mais de 10 €. No entanto, as condições comerciais que me foram disponibilizadas apenas indicam que o artigo deve ter um valor superior ao valor do voucher, não esclarecendo expressamente a existência deste limite adicional. Solicito que esta restrição seja igualmente esclarecida e que a MEO indique onde foi comunicada, de forma clara e acessível, nas condições aplicáveis ao voucher. 5. Prejuízo para o consumidor e pedidos de resolução O voucher foi apresentado como uma oferta de aniversário, mas a sua utilização está a revelar-se impossível para o produto pretendido, com base numa exclusão que não encontro nas condições comerciais que me foram comunicadas. A situação torna-se ainda mais problemática considerando que o voucher tem uma validade limitada até 31/10/2026 e que uma parte significativa do período disponível foi consumida em tentativas de resolução junto do apoio ao cliente. Perante o exposto, solicito: A análise das condições comerciais aplicáveis ao voucher na data em que me foi atribuído. A indicação concreta da cláusula ou condição que fundamenta a classificação do Mario Kart World como acessório de gaming e a consequente exclusão. A verificação da correspondência entre as condições publicadas e as restrições efetivamente aplicadas pela MEO. Caso a exclusão de jogos não esteja expressamente prevista nas condições comunicadas, que seja permitida a utilização do voucher na aquisição do artigo pretendido. O esclarecimento, por escrito, da alegada limitação de 10 € acima do valor do voucher, com indicação da respetiva condição comercial. A apreciação dos custos telefónicos suportados e das falhas no acompanhamento e nos contactos prometidos. A prorrogação da validade do voucher, se necessária, para garantir que a possibilidade de utilização não seja prejudicada pelo tempo despendido na resolução desta situação. Pretendo uma resposta fundamentada, que identifique as condições concretas em que a MEO se baseia, e uma solução efetiva para a situação apresentada. Anexo à reclamação os comprovativos das condições comerciais do voucher, o e-mail de atribuição, a resposta da MEO que fundamenta a recusa e os restantes elementos disponíveis relativos às tentativas de resolução. Com os melhores cumprimentos.

Resolvida
J. S.
13/10/2026

Cobrança Indevida

No passado dia 07 de Outubro foi enviado um email para o email de apoio ao cliente que dizia o seguinte: "Emos. Senhores Venho, por este meio, solicitar a regularização da situação referente à minha inscrição na Fitness UP, bem como o respetivo cancelamento, relativamente ao sócio n.º 42010771, Jonathan Silva de Souza. No dia 07/08/2026, foi contratado telefonicamente um plano de ginásio em meu nome, no âmbito de uma campanha que contemplava o primeiro mês gratuito, benefício que efetivamente foi aplicado. De acordo com as condições do plano, os débitos seriam efetuados quinzenalmente, no valor de 17,60 €. A primeira quinzena foi corretamente debitada, tanto no que respeita à data como ao valor. Contudo, nas quinzenas seguintes ocorreram situações anómalas. No dia 23/09/2026, recebi uma SMS informando que, “por motivos alheios à cobrança não foi efetuada”, solicitando a regularização através de Multibanco, mediante a entidade 52161, referência 71848878, no valor de 25,10 €. Importa salientar que, na data em que deveria ter sido efetuado o débito, existia saldo suficiente na conta bancária para o efeito, pelo que não se compreende a razão pela qual o débito direto não foi realizado. Perante a comunicação recebida, procedi ao pagamento dos 25,10 € através da entidade e referência indicadas na referida SMS. Posteriormente, na quinzena seguinte, em 02/10/2026, foi efetuado um novo débito na minha conta, tendo sido cobrados duas vezes os valores correspondentes à quinzena, acrescido de mais 7,50€. Assim, nesse dia, para além dos 17,60 € correspondentes à quinzena, foi novamente debitado o montante de 17,60€ + 7,50€. Deste modo, encontram-se atualmente pagos/descontados 32,60 € em excesso, correspondentes aos valores que foram cobrados para além do que seria devido. No próprio dia 02/10/2026, durante a noite, desloquei-me presencialmente à Fitness UP de Almada, onde fui atendido pelo colaborador David, na receção, a quem expus toda a situação e os valores que haviam sido cobrados indevidamente. O colaborador tomou conhecimento da situação e informou-me de que iria entrar em contacto com a supervisora da unidade de Almada. Na mesma ocasião, manifestei igualmente a minha intenção de cancelar a inscrição, pretendendo proceder ao pagamento do valor que eventualmente fosse necessário para perfazer os 60,00 € correspondentes à taxa de cancelamento. Tendo em consideração os 32,60 € pagos/descontados em excesso, o valor que, em princípio, ficaria por liquidar para perfazer os 60,00 € seria de apenas 27,40 €. No passado dia 06/10/2026, o colaborador David voltou a entrar em contacto comigo, informando-me de que a situação já havia sido comunicada à supervisora responsável pela unidade de Almada, a qual, por sua vez, teria contactado a supervisora responsável pelas inscrições realizadas online, tendo esta última sido informada da situação. Foi-me ainda aconselhado que procedesse à desativação do débito direto, que assinasse presencialmente o documento de solicitação de cancelamento da inscrição e que contactasse a Fitness UP através de email, uma vez que a inscrição foi realizada online, tendo-me sido indicado que deveria mencionar no presente contacto que a supervisora responsável pelas inscrições online já se encontra a par da situação. Assim, venho solicitar formalmente: O cancelamento da minha inscrição, com efeitos nos termos aplicáveis; A regularização dos valores pagos/descontados em excesso, no montante de 32,60 €; Que esse valor seja devidamente considerado no apuramento de qualquer montante que ainda seja devido a título de taxa de cancelamento, sendo, no caso em apreço, o valor a liquidar de 27,40 €, caso se confirme que os 60,00€ correspondem efetivamente ao valor devido para o cancelamento; Que não sejam efetuados quaisquer novos débitos indevidos na minha conta bancária; Que me seja confirmada, por escrito, a efetivação do cancelamento e o respetivo acerto de contas. Para comprovação do exposto, seguem em anexo os respetivos comprovativos dos pagamentos/débitos efetuados, a SMS recebida relativamente à impossibilidade de realização do débito direto, comprovativo de inactividade do débito directo (assim como a mensagem enviada pelo David), bem como o documento assinado presencialmente através do qual solicitei o cancelamento da inscrição. Agradeço que a situação seja analisada e regularizada com a maior brevidade possível, tendo em consideração que a mesma já foi comunicada presencialmente na unidade de Almada e que, conforme me foi transmitido, a supervisora responsável pelas inscrições online já se encontra informada da situação. Fico a aguardar a confirmação do cancelamento e a indicação do valor final que, após consideração dos montantes indevidamente cobrados, eventualmente permaneça em dívida. Com os melhores cumprimentos, Jonathan Silva de Souza" No presente dia, me foi respondido que no dia 22/09/2026 o débito não ocorreu por que a entidade bancária devolveu o valor. Disseram que as cobranças não foram indevidas, entretanto, no dia 02/10/2026 foi debitado da minha conta, para alem da mensalidade, o valor de 17,60€, e de 7,50€, não foi respondido por eles o motivo destes débitos a mais. Sendo assim, o valor que tem em crédito é de 25,10€ e quero que esse valor seja abatido nos 60€ para pagamento do cancelamento da minha inscrição. O débito directo foi desativado por aconselhamento do vosso funcionário, fico a aguardar que isso se encontre resolvido e o cancelamento seja efectuado a contar da data do dia 02/10/2026, que foi a primeira vez que entrei em contacto para que houvesse o cancelamento.

Em curso

Atraso no registo de declaração de nascimento online

Exemos senhores Venho por este meio reclamar e expressar o meu imenso desagrado na maneira como o atendimento/suporte ao cliente está a ser conduzido, tanto no IRN como na conservatória de registo civil de Lisboa. Dia 3 de Outubro de 2026 efetuei a declaração de nascimento, submetida online, do meu filho recém-nascido no dia 1 de Outubro de 2026. Efetuei esta declaração o mais rápido que pude, no entanto de nada serviu, pois até hoje ainda não recebi confirmação de que o registo foi feito (10 dias depois) Preciso deste registo para avançar, com a minha licença parental (isto dito pelo próprio atendimento ao cliente da Segurança Social). Tentei contactar mais de 50 vezes a conservatória e o IRN geral, via telefone e email, sem grande sucesso. A única informação que obtive foi um "desabafo" de um operador na IRN a dizer que "em Lisboa está tudo atrasado". Tenho pedido, e volto a pedir, informações acerca do processo. A minha vida neste momento está pendurada por este registo e recuso-me a sair lesado por uma questão de incompetência a gerir estes documentos online por parte desta entidade pública. É uma vergonha descontar para o aparelho público só para, quando dependemos do mesmo, nos desiludir com a sua incompetência. Caso não haja mais novidades até ao final desta semana, vou partir para outros canais de reclamação e até mesmo a outros canais de exposição pública, de forma a esta incompetência ser publicamente exibida. Aguardarei por uma resposta, estarei disponível para falar e providenciar mais informação se necessário. Cumprimentos Bruno Carvalho

Em curso
T. M.
13/10/2026

Enganado pela app

No dia 06/10 fiz um pedido em um supermercado pela aplicação. Eu faço esse pedido em média 3 vezes na semana, já a mais de um ano, sem problemas até então. Após confirmar, percebi a cobrança de 9 euros em taxas e a indicação de que o pedido havia sido feito em um lugar muito longe. Tentei imediatamente cancelar, para refazer o pedido em um local mais perto, mas fui orientado pela assistência da app em esperar a chegada e depois pedir o reembolso do valor. Fiz exatamente como fui orientado, mas não me deram o reembolso e colocaram a culpa em mim pelo erro. Insisti que faço sempre o pedido e a app me indicou o local, me induzindo ao erro. Desde então estou a espera de uma resposta. Pediram inicialmente 6h a 12h, depois 2 dias e até agora nada. Me sinto enganado e a vontade é de cancelar a minha subscrição e não usar mais nenhuma app da Uber.

Em curso

Encomenda não recebida

Exmos srs venho reclamar da Ediclube por burla .paguei 53 euros e agora não me querem enviar a encomenda.um grelhador elétrico.acho que cai numa emboscada deles.porque não passam de uns .aguardo a maquina de grelhados ou devolvam me o dinheiro já..não tenho nenhum documento para adicionar porque não me deram..

Em curso
J. C.
13/10/2026

Mais de €300 jogados fora - não se consegue fazer o curso, muito menos cancelar

Numa das inúmeras promoções que eles divulgaram no fim do ano de 2025, me inscrevi no CERTIFICATE IN SPORTS MARKETING AND SPONSORSHIP. Começa aí uma saga: - Prazo para conclusão do curso - Como não dão informações completas sobre nada, eu supus que o curso todo ficaria aberto durante os X meses que teria para terminar, como são os cursos online normalmente. Não. O curso é dividido em módulos. Cada módulo fica aberto somente por 1 mês, que inicia sempre no dia 25 e fecha no dia 25 seguinte. Só descobri isto quando voltei de férias 2-3 semanas depois e já não consegui entregar as atividades daquele mês em tempo. Detalhe: o curso começou no dia 25 de dezembro. 25 de dezembro! Na prática: você não tem 4 meses para fazer um curso, você tem: (1 mês para fazer um módulo) x 4. Falhando um, você fica prejudicado. - Aulas e textos - As aulas são gravadas. São curtas e objetivas, quase uma repetição dos textos que eles disponibilizam. Não são ruins, mas não trouxeram grande profundidade. - Atividades e avaliações - Há atividades e avaliações para cada módulo e elas só abrem depois da leitura do texto e aula correspondente. Na prática, seria uma aula + leitura + atividade + avaliação semanal, e você somente consegue passar para o módulo seguinte se entregar a atividade da anterior, o que não parece muito executável para o público-alvo do curso: executivos do desporto. Então se você planeja usar aquela semana em que está menos atarefado no trabalho para fazer o curso, desista. Não é assim tão simples. Se teve duas semanas livres e conseguiu adiantar 2 módulos, mas o fim do mês na empresa não te deu mais tempo, no dia 25, o curso fecha sem conclusão. Você é reprovado e sua evolução naquelas semanas é perdida, tendo que começar do zero, se ainda tiver ânimo de tentar uma próxima vez. - Correção das atividades – Obviamente, professores fariam um trabalho mais pormenorizado, mas, considerando a quantidade de alunos que a Barça pretende ter, eu supunha que eles optariam por AI a corrigir as atividades. Mas pelo menos deveriam ter feito atividades cujas respostas fossem possíveis de serem corrigidas por AI. Há atividades que pedem aplicação do conhecimento ao caso concreto da sua instituição/negócio e obviamente a AI não foi capaz de compreender a resposta. Ou isso, ou não foi AI e colocaram uma pessoa desqualificada para a correção, sem muita capacidade em compreensão de texto. - Plataforma – Mudaram de plataforma no meio do meu curso. Sem dúvida a antiga plataforma precisava de atualizações, não era intuitiva, mas a nova plataforma não é mais intuitiva que a anterior, parece que ainda não foi concluída e passamos meses no que parecia uma versão beta. Não conseguimos nem mesmo ver os módulos que conclui na plataforma anterior. Pergunta: por que venderam novas turmas se sabiam que passariam por mudanças logo a seguir? - Idioma - Quando comprei o curso, em dezembro de 2025, optei pela minha língua nativa, o português, objetivando ter facilidade na compreensão dos detalhes e na entrega das atividades. A nova plataforma passou meses sem oferecer o português como opção. - Cancelamento - Depois de meses sem conseguir assistir ao meu curso, iniciei a peregrinação/saga pelo cancelamento, em julho/26. Site, redes sociais, plataforma, linkedin... Já tentei todas as formas e não obtenho respostas de nenhum lado. Agora parece que disponibilizam os cursos em português, mas neste período do ano a minha empresa entra numa rotina intensa de atividades e eu não consigo manter a rotina louca deste curso. E além disso, não confio mais na empresa.

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