Reclamações públicas

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J. P.
24/06/2017

contrato clube interpass

No dia 21 de Junho de 2015, eu primeiro titular do contrato nº 141176-0, fomos contactos pela Interpass e convidados a ir a uma reunião no Hotel Raga Ilha da Madeira, para proceder ao levantamento de um voucher que daria um fim de semana gratuito num dos complexos turísticos associados. Foi-nos transmitido telefonicamente que a reunião não demoraria mais do que 15 minutos e que apenas era para fazer o levantamento do prémio. Ainda nos disseram que era uma forma da empresa fazer publicidade e com o voucher que tínhamos ganho iríamos ficar muito satisfeitos e talvez até convencer familiares a experimentar. Fomos então ao Hotel Raga, para o levantamento do prémio e o que supostamente seria rápido, levou cerca de 2 horas com um promotor da Interpass (Andre Caria),e no final veio um Sr Augusto Silva apresentar a proposta final mas nunca disse que não podíamos desistir,muito pelo contrário, questionamos várias vezes se podíamos desistir a qualquer momento e os mesmo sempre referiram que sim. Nessa reunião o promotor apresentou com grande convicção condições de viagens e alojamento para os associados Interpass, múltiplas vantagens com parceiros comerciais, companhias de seguros, gasolineiras, telecomunicações entre outros. E no fim do discurso apresentou como se fosse o último diamante um seguro de saúde vitalício fazendo a subscrição do cartão “Interpass Family Gold, assim como os nossos ascendentes e descentes poderiam usufruir dele. Este foi o factor decisivo para levar à celebração do contrato porque supostamente os nossos pais e filhos podem usufruir de um seguro de saúde vitalício. Por fim disse o custo mensal do contrato, 95,73 euros em 48 meses e mais as taxas administrativas durante este tempo apenas porque após o pagamento destes 48 meses seríamos membros com contrato vitalício e sem mais custos. No entanto esta situação está salvaguardada no Decreto Lei n.º 446/85, de 25 de outubro, que diz que não podem existir cláusulas contratuais perpétuas e que se as mesmas existirem são consideradas nulas.” Foi questionado várias vezes por mim se poderia desistir a qualquer momento, o qual me foi respondido que sim, que após o primeiro mês tinha 14 dias para o fazer em qualquer altura, mesmo antes do pagamento da totalidade do valor em contrato. Nunca em altura alguma, foi referido que tínhamos apenas 14 dias para resolução do contrato apenas no primeiro mês. Esta informação foi omitida durante a apresentação. No Decreto lei nº 446/85 refere que a “comunicação de modo adequado e com a antecedência necessária para que, tendo em conta a importância do contrato e a extensão e complexidade das cláusulas, se torne possível o seu conhecimento completo e efetivo, por quem use de comum diligência. Isto nunca foi feito durante a reunião, ou seja, nunca nos foi lido o contrato na integra. Após a apresentação excessivamente longa dos supostos serviços a promotora apresentou alteração do comportamento mostrando alguma inquietude para assinarmos o contrato e começou a pedir os documentos e sob este ambiente pressionado acabamos por assinar e nem nos deixou ler o contrato atentamente. Passou -nos as folhas pelos olhos dizendo que lá estava tudo o que tinha dito. Claro que nós acabamos por acreditar na boa fé do promotor, até porque achamos que uma empresa como a Interpass não nos iria enganar. Foi-nos dito que receberíamos por correio os cartões Family Gold e que a partir dessa altura já estaríamos habilitados a usufruir de todos os serviços apresentados. A verdade é que nunca usufrui dos serviços interpass. Os cartões e a restante informação contratual apenas chegou por correio já passava dos 14 dias após a celebração do contrato e a minha pergunta então é: como poderia rescindir uma coisa que ainda não tinha? Não tive acesso em tempo útil e real a toda a informação necessária para de forma consciente e pensada, sem pressão dos promotores tomasse a decisão de manter ou não o contrato. Desde então tenho cumprido com os pagamentos, mas chegou a um ponto de rutura que não dá mais para continuar porque nunca usufrui dos serviços da Interpass, estou a pagar um valor que não o tenho, ou seja a Interpass nunca me deu/emprestou dinheiro e por isso pergunto-me atualmente o que é que eu estou a pagar? Se nunca me deram nada. Estou a pagar um valor sem usufruir de qualquer bem ou crédito. Após informar que não conseguia pagar o valor inicial, reduziriam a mensalidade para 50 euros mensais sem custos associados, nem prejuízo do valor em falta do contrato. Que princípios são estes que esta empresa aplica?! Considero que o promotor aludiu à celebração do contrato com a Interpass sob falsos pretextos e sem boa-fé. Acho que é uma empresa de publicidade enganosa, que apresenta vantagens e condições falsas, que eu própria já constatei, porque afirmam preços mais baixos, competitivos e promessas de serviços que não cumprem em relação a outras empresas turísticas para conseguir que assinemos um contrato que não corresponde ao que nos é dito. E acrescento ainda que já tentei fazer a rescisão deste contrato mais cedo e fui ameaçada ao telefone por uma senhora chamada Maria José, que me disse que não poderia rescindir contrato que tinha que pagar até ao final,que era a mesmo que pagar uma casa e foi sempre estúpida ao telefone. Como pode ser como a compra de uma casa se nunca me deram nada, nunca usufrui de vantagens e estou a pagar uma coisa que não tenho. Nesta empresa fazem markting agressivo e são pessoas que não têm respeito e atentam contra a integridade moral e psicológica dos consumidores. Peço respeitosamente que me ajudem na resolução deste contrato porque como referi anteriormente nunca usufrui de qualquer vantagem em viagens, complexos turísticos ou benefício monetário e considero que o contrato não foi explicitado de forma clara, transparente, mas foi aplicado em má fé para nos levar a assinarmos e nos tornarem sócios.

Encerrada

Acidente aula de ginástica - Reembolso seguro

Bom dia,O meu nome é Maria Preciosa Duarte Fernandes Silva (associada nº 3056874-16).No dia 07-07-2016 sofri uma queda na aula de ginástica com a Professora Paula na associação dos moradores e amigos da Feteira.Devido à queda tive que ir ao hospital.Mais tarde foi entregue os documentos pedidos pela professora a fim de accionar o seguro: - Original do relatória do hotpital- o meu NIB.- Facturas originais das despesas.À data de hoje, passado vários meses. Ainda continuo infelizmente à espera do reembolso das despesas ocorridas devido a esse acidente.Tendo em conta que apesar de várias tentativas em obter uma resposta relativamente a este assunto, que até hoje de nada serviu.Venho por este meio pedir uma resposta relativamente ao reembolso?Desde já obrigado pela resposta.Cumprimentos,Maria Preciosa Silva.

Resolvida
P. A.
12/05/2017

Não concordo com reembolso devido a cancelamento de viagem

No passado dia 3 Maio 2017 rececionei um email da vossa empresa a informar que, passo a citar as vossas palavras:Face ao sucedido no passado dia 30 de Abril, os nossos parceiros informaram-nos que devido a avaria do Barco Milénio do Douro junto a barragem da Valeira, após o almoço, regressaram de comboio do Cais da Ferradosa ao Porto. Dessa forma, como não foi possível realizar o programa completo de 02 Dias, o valor do mesmo foi alterado para 230,00 € por pessoa.Primeiro, o barco avariou antes do almoço junto à barragem da Valeira. Tendo sido atracado a um cais pouco tempo depois (por volta das 12horas). Aí foi-nos servido o almoço, enquanto aguardavamos pelas 15h20 (aproximadamente), hora que passaria o comboio para nos trazer de volta ao Porto.Considero que o reembolso de 50€ por pessoa é injusto. Visto que o serviço pelo qual paguei não foi prestado na sua totalidade. E não conseguirei realizar, se quer, o restante percurso com a módica quantia que pretendem reembolsar.A uma empresa desta natureza seria de esperar uma solução imediata, ou seja, a substituição do barco danificado a fim de conseguirmos prosseguir viagem.

Encerrada
A. C.
27/04/2017

Danos causados no carro alugado

Direção Regional dos Transportes - Governo dos AçoresInspeção Regional das Atividades EconómicasDireção Regional do TurismoAçores 2020Associação de Turismo dos AçoresDECOEm 7 de abril de 2017 entrei na loja da ILHA VERDE rent a car, no centro de Ponta Deelagada para alugar um carro, perguntando que carros e valores tinham disponíveis. A funcionária, D. Silvia Estrela perguntou quantos dias seria o aluguer e depois de umas contas, diz-me um valor de trezentos e poucos euros para um classe 2, mas que podia dar-me um de classe superior, um Mazda 3, a estrear, que tinha disponível. Não me apresentou nenhuma alternativa. Considerei o valor elevado. A D. Silvia insistindo na motivação com o facto de me estar a disponibilizar um carro novo, com 30Km apenas, rapidamente baixou o valor, primeiro para cerca de 300€ e depois para 288,50€, valor que acabei por aceitar. Neste momento a D. Silvia perguntou se queria fazer um seguro adicional. Não me pareceu necessário e não fiz. Durante a utilização do carro, num dos estacionamentos, dei conta de ter tocado ou raspado com a parte inferior do pára-choques num lancil. Verifiquei que ficou um risco minímo (Foto 1). Na entrega do carro, no dia 13 de abril, a D. Silvia Estrela considerou que o risco no pára-choques como dano e ainda conseguiu encontrar umas marcas numa jante ( Foto 2) que avaliou em 30 euros, marcas que nem sei se foram da minha responsabilidade, pois não dei por qualquer situação em que pudessem ter ocorrido. Dada a insignificancia das mesmas, como expliquei à D. Silvia, também se estas já estivessem na jante quando levantei o carro, não lhes teria dado qualquer relevância. Pelo total dos danos que causei na viatura nova, que tão efusiva e generosamente me foi disponibilizada, a D. Silvia com aval do seu patrão, e portanto a empresa ILHA VERDE, cobrou um total de 244 euros.Curiosamente, consultando o site da empresa www.ilhaverde.com, nas condições gerais constam as condições dos diversos seguros adicionais disponíveis, e onde fiquei a saber que mesmo que tivesse aderido à proposta de seguro adicional teria que pagar também os danos que me imputaram pois os seguros não cobrem tais danos: SUPER CDW: O cliente ao adquirir o Super CDW em conjunto com o CDW e TP reduz a franquia obrigatória para o valor de 59.51€ de franquia mínima obrigatória. Não esta disponível para viaturas dos Grupos N/O/Y. Super Cdw não cobre: danos por baixo do carro, jantes e pneus destruídos. Considero fantástica esta estratégia de angariação de danos!Face à situação exposta e tendo em consideração as impressões expressas por outros clientes da ILHA VERDE que encontrei (já posteriormente) em vários sítios da internet - em que a maioria se queixa de ter conduzido carros velhos, completamente amachucados, a cheirar mal, que não pegam senão à 4ª tentativa, etc. suponho que a empresa terá decido mudar de filosofia e passar a ter carros impecáveis - sem risco nem beliscadela alguma! Fica a informação às Autoridades Reguladoras, Regionais e de Turismo, nomeadamente o sitio VISITAZORES que publicita esta empresa, bem como a todos os eventuais futuros clientes.

Encerrada
D. A.
20/03/2017

Pagamento de bagagem adicional na eDreams não reconhecida pela companhia aérea

No dia 24/1/2017 fiz uma marcação de viagem, via internet pela eDreams (referencia eDreams: 2504035919) para 2 pessoas de ida e volta para a Terceira nos Açores, no qual a viagem de ida foi com a operadora Ryanair (referencia voo. GWTD4M). Para esta viagem como só estava incluída uma bagagem de mão por viajante foi adicionada uma bagagem de porão, a qual foi paga na altura da reserva via cartão VISA. No dia da viagem (26/2/2017) no aeroporto na altura do check-in da bagagem adicional, fui informado que não tinham informação de nenhuma bagagem de porão adicional e por isso tive que pagar novamente o valor desta bagagem. Venho assim por este meio mostrar o meu completo desagrado, porque para além de ter sido extremamente stressante na altura de fazer a reserva (devido aos valores estarem sempre a serem alterados e complicações com a aceitação dos métodos de pagamento) ainda acontece esta situação. Já fiz reclamação através do portal da queixa mas como não recebi resposta e sendo associado da Deco Proteste irei recorrer aos seus serviços, se mesmo assim não surtir qualquer efeito irei recorrer as respectivas autoridades competentes, pois como referido na recepção da Ryanair tal situação já ocorrera com outros clientes.

Encerrada
A. C.
18/03/2017

Aumento injustificado de preço

Após recorrer aos serviços da empresa eDreams para comprar duas passagens aéreas de Florianopolis, Brasil para o Porto deparei-me com uma situação fora do normal, visto que já não seria a primeira vez que utilizei os seus serviços para compra de voos e nada parecido me tinha acontecido. Ora, quando finalizo a minha compra o valor total a pagar corresponde a 988.88 euros. Assim quando coloco os dados do cartão para finalizar a compra aparece uma informação de um acréscimo de 10.96€ referente a taxas do método de pagamento. No entanto, mesmo antes de clicar no botão para finalizar a compra verifico que o preço não aumentou em 10.96€ mas sim em 82.96€ pelo que se encontra a 1081.84€. Em lugar algum do site eu consigo ter algum tipo de informação detalhada para perceber o porquê do dito aumento, e parece-me que aumentar o valor deste modo após o comprador colocar os dados do pagamento sem o avisar de forma alguma, não é de todo um comportamento muito normal. Se de facto eu não tivesse voltado a confirmar antes de efectuar o pagamento estaria a pagar muito mais do que o que me foi indicado aquando forneci os meus dados para efectuar o pagamento.

Encerrada
A. C.
18/03/2017

Cobrança Erronea

No passado dia 24 de fevereiro fui até a Discoteca Urban, pertencente à vossa empresa, e entrei, de acordo com as regras do segurança que estava na entrada, com o consumo mínimo de 20€. Quando decidi ir me embora parei no balcão de pagamento, onde fiz o pagamento do mencionado no cartão de consumo (20€), e dirigi me á saída. Quando cheguei à porta o segurança que lá se encontrava passou o mesmo cartão na máquina para confirmar o pagamento e disse me para me encostar á esquerda sem me dizer o que estava a acontecer. Após a minha insistência de tentar perceber o que se estava a passar ele informou-me que o meu cartão deu erro. Vieram outros seguranças e levaram me até ao balcão de pagamento, novamente, onde me dirigi directamente á senhora a quem tinha acabado de efectuar o pagamento para confirmar que o tinha feito. Inicialmente ela começou por dizer que já não me reconhecia, mas após a minha insistência ela admitiu que se lembrava de mim e confirmou que eu tinha feito o pagamento, do qual tenho recibo comprovativo!Rodeado já por 5 seguranças e/ou dirigentes começaram a dizer que o cartão estava “avariado” e que tinha de pagar 50€ por esta situação! Fiquei estupefacto com tal anomalia e tentei chama los à razão sem sucesso, pois a pessoa que estava nitidamente no comando da situação virou se para mim e disse literalmente: “Nos sabemos que pagou, mas vai pagar os 50€!”Visto que não tinha mais dinheiro comigo tive que fazer uma chamada para me enviarem dinheiro e como estava muito barulho em frente ao balcão pedi para ir para um sitio mais calmo, assim sendo, levaram me para um espaço existente á esquerda do balcão rodeado por 5 ou 6 seguranças enquanto fazia a chamada, onde fui agredido fisicamente no abdómen e a ameaçado verbalmente com promessas de mais agressões físicas, como por exemplo: “se quisessem metia me inconsciente ali!”Acalmaram se após o meu pedido para chamar a polícia e após os 10 minutos de espera, tempo que levamos à espera do dinheiro, efectuei o tão desejado pagamento, pagando no total 70€ pelo consumo de 20€!

Encerrada

Acesso à rede Solinca Health & Fitness

O contrato que celebrei com o Solinca garante-me acesso a qualque ginásio da cadeia Solinca Health & Fitness.Tendo eu interesse em frequentar pontualmente o Solinca Laranjeiras, o acesso a este clube foi-me negado pelos funcionários da recepção do mesmo que me dizem que terei que me desvincular do meu Solinca actual (Solinca Alfragide) e celebrar um contrato com o Solinca Laranjeiras. Como compreenderão tal não faz qualquer sentido não apenas porque já só sócio Solinca na modalidade de acesso total que inclui todos os clubes da cadeia Solinca Health & Fitness (tal como está expresso no meu contrato) 7 dias da semana em qualquer horário.Em virtude dos factos expostos, considero-me lesado nos meus direitos enquanto sócio do Solinca Health & Fitness.

Resolvida
A. C.
13/02/2017

Emissão de fatura de viagem da TAP marcada pela edreams

Fiz a reserva de um voo da TAP para Copenhaga (ida-volta) pela edreams (reserva nº 2507940447). Solicitei recibo para apresentar na empresa e apenas me enviaram o recibo referente às despesas de reserva. Depois de vários contactos telefónicos, remeteram-me para a TAP. Ao contactar a TAP explicaram-me que tendo sido pago à edreams, terão de ser eles a emitir o recibo. Já solicitei o mesmo por diversas vias e insistem que desde novembro que não emitem recibos das viagens. A situação além de absurda, não está referida no site, onde aliás, solicitam os dados da empresa para a emissão do recibo.Os dados para emissão da fatura são:*Empresa: Instituto Superior de Agronomia**Nº contribuinte: 505869721*Agradeço todo o apoio, pois necessito com muita urgência desta fatura. Só desse modo poderei ser reembolsada da verba gasta.

Encerrada
E. P.
12/01/2017

falta de privacidade

Reclamação Hotel DunasDia 27 Dezembro estávamos a planear a nossa noite de passagem de ano, fomos á internet procurar soluções.Decidimos que este ano iríamos passar uma noite mais intimista e iríamos passar num hotel.Foi a um site de hotéis e encontrei um hotel/motel aqui perto chamado dunas, mas que já não tinham vagas on-line. Liguei para lá para perceber se ainda tinham reservas.Atendeu me uma senhora que disse que ainda tinham algumas reservas, e explicou me com detalhes quais os quartos e as condições valores dos mesmos, enquanto isso segui informações que a senhora me estava a dar pelo site do hotel e tudo batia certo.Conversei com o meu marido para saber qual deles seria a melhor opção para nos, mostre-lhe no site os quartos as condições dos mesmos, optamos por um quarto chamado bisness executive no valor de 60euros.Liguei novamente para o hotel e fiz a minha reserva. Novamente a senhora foi muito explicita em relação as condições. O valor do quarto seria 60 euros por 12 horas. Deu me o NIB para fazer o pagamento e explicou me que teria de fazer no prazo de 24 horas e que após o pagamento teria de enviar o comprovativo de pagamento para o hotel através do MSN juntamente com o numero da reserva para que não houvesse enganos.Assim o fiz, paguei, enviei o comprovativo com o numero da reserva com o meu nome tudo direitinho, passado pouco tempo responderam me que estava TUDO EM ORDEM e que a reserva estava totalmente concluída.Passaram se 3 DIAS e lá estava eu dia 1 as 1:30 da manha para usufruir do meu quarto.Foi a recepção para fazer o check in, estava 2 senhoras uma loira e um a morena, a senhora loira muito antipática e ríspida disse nos para aguardarmos, a morena estava a ao telefone.Muito simpática a senhora morena desligou o telefone, eu disse que tinha uma reserva, dei o nome e o número da mesma, a senhora deu-nos a chave do quarto explicou-nos o procedimento e nós seguimos.Fomos para o quarto e ate aqui tudo bem… arranjamos as nossas coisas, ficamos a explorar o quarto para ver como as coisas funcionavam, entretanto foi ao WC. Ouço o meu telemóvel tocar e fico logo muito preocupada porque ás 2:00 da manha na noite da passagem de ano quem seria que me estaria a ligar? Pensei na minha filha que estava com os avos… fiquei logo nervosa… pego no telemóvel, não conheço o numero ! Ouço bater vigorosamente á porta do quarto! Pensei logo o que poderia estar acontecer de tão grave para me estarem a bater á porta do quarto com aquela violência aquela hora, invadindo desta forma a minha paz a minha noite e a minha intimidade… teria de ser grave.Abro a porta do quarto sem pensar, e qual a minha surpresa está porta a funcionaria loira da recepção muito exaltada, acusando nos de não atender o telefone do quarto, fiquei perplexa porque não sabia que era obrigatório parar de fazer seja o que for para atender o telefone do quarto mas enfim… Expliquei lhe que o telefone do quarto provavelmente não estaria a funcionar, e claro perguntei lhe qual era a urgência?Bem, da forma mais ríspida, antipática e acusadora a senhora disse me que aquele quarto não era de 60 euros mas sim de 150euros sem explicar nada nem o porque daquele momento insólito. Bem naquele momento passou me varias coisas pela cabeça: Que talvez teriam me dado a chave do quarto errado! – Mas se assim fosse não era desta forma que vinham desfazer um engano que eu não tinha culpa. Pensei que a senhora estava equivocada no quarto! – mas olhei para a porta e o número da reserva estava correcto - talvez ela quisesse falar com outros clientes - mas ainda á meia hora estive frente a frente com ela, e estive um bastante tempo á espera de ser atendida e a senhora nem quis saber que nós existíamos, enfim passaram me mil coisas pela cabeça mas sempre que o que estava acontecer era ridículo, pela situação pelo local pela hora pelo momento e porque acima de tudo que nós não fizemos nada de errado para estarem a falar aquela forma para nós – Disse à senhora que não estava a entender o que estava ali acontecer. Ela disse que eu teria feito uma transferência de 60 euros e que aquele quarto era de 150 euros. Fiquei abananada mas Eu para melhor ser percebida foi ao site do Dunas mostrei lhe o preçário do quarto com a foto do mesmo e com letras bem grandes “60 euros”. Ela disse que na noite de passagem de ano eram 150euros eu expliquei que ninguém ate ali me tinha dito tal coisa, que sempre me disseram o valor 60 euros da mesma forma que me deram o numero da reserva e o NIB para fazer o pagamento. Ela disse que estava algures no site. E eu voltei a mostra lhe a foto do quarto com o valor ela disse que era noutro campo dos pagamentos. Fiquei confusa … quer dizer mostra um valor com a foto do quarto com as condições e depois quando fazes a reserva o valor é outro?? Bem mas isso eu nem estive a perder tempo para perceber afinal eu fiz a reserva directamente com o hotel. Expliquei lhe que eu tinha feito a reserva directamente com uma funcionaria á 3 dias a traz.E mostrei lhe a conversa pelo msn que tinha enviado, inclusive com o comprovativo de pagamento com o valor bem legível a resposta da funcionaria que a minha reserva estava concluída correctamente . Mesmo assim continuou com um discurso acusador e ameaçador, a dizer que ia ligar a directora, que isto não podia ficar assim, que a colega dela ia pagar o prejuízo. Bem um monte de barbaridades e um momento insólito. Primeiro eu não tenho culpa como cliente se existe um mau funcionamento da empresa, depois eu não tenho de saber que a colega dela vai ser “queimada”, só demonstra falta de profissionalismo, mas isso nos já tínhamos reparado desde que entramos no hotel, que esta senhora era uma péssima profissional. Mas esta situação passa o bom senso comum.Tiveram 3 dias para me ligar e resolver este assunto, tivemos na recepção e nada nos foi dito e ainda assim se tinham alguma duvida para esclarecer connosco ,na hora que eu fizesse o check out tiravam essas duvidas, enfim tiveram muitas oportunidade nunca ali naquela situação, daquela forma .Foi muito mau, senti a minha intimidade invadida, senti-me assustada, senti-me intimidada, fiquei nervosa… logo ali… num sitio onde esperamos discrição, glamour e harmonia. Bem e nesta discussão desnecessária passaram se mais de 30 mim, eu de porta aberta a tentar explicar a senhora e não fiz nada de errado e senhora acusar me a mim e a toda a gente… resumido esta senhora conseguiu estragar um momento festivo, intimo de alegria.O meu feedback em relação a este hotel não é mau é péssimo foi uma experiencia muito má mesmo.

Encerrada

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