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Venda de telemovel através do Marketplace vem selo ce
Worten vendeu me um telemóvel a cerca de 1 ano e 5 meses ao qual no dia de setembro de 2026 fui para fazer a retoma junto dos mesmos e ao qual fui informado que o telemóvel nao tem selo ce por ser de modelo americano.Resposta da provedoria da worten que a legislação mudou.Obrigado
Reclamação contra a Worten – Recusa de devolução poucas horas após a compra
Reclamação contra a Worten – Recusa de devolução poucas horas após a compra Venho expor uma situação que considero completamente absurda e que gostaria que a DECO PROteste pudesse esclarecer e, se possível, ajudar a resolver. Hoje, por volta das 15h, comprámos na Worten do Loures Shopping um teclado Logitech G515 TKL. Quando chegámos a casa, percebemos que, por engano, tínhamos comprado a versão com fio, quando aquilo que realmente pretendíamos era a versão sem fio. Poucas horas depois, por volta das 20h, regressámos à mesma loja, levando o produto e a respetiva embalagem, para tentar resolver a situação. Falámos com mais de um funcionário e posteriormente com o supervisor da loja, identificado como Tiago. Explicámos que não queríamos sequer o reembolso para ficar com o dinheiro: queríamos simplesmente devolver aquele teclado e comprar a versão sem fio, estando inclusive dispostos a pagar a diferença de preço. Foi-nos informado que a Worten não faria a troca, alegando que a política da empresa teria mudado há cerca de dois meses e que atualmente apenas seriam aceites trocas/devoluções em determinadas situações, como defeito do produto. Ou seja, comprámos o produto às 15h e regressámos às 20h, poucas horas depois, para corrigir um engano, com o produto e embalagem em condições, e mesmo assim foi-nos recusada qualquer solução. O que torna a situação ainda mais incompreensível é que consultámos a própria política de devoluções da Worten, onde é indicado que, para produtos adquiridos em loja física, existe um prazo de 15 dias para devolução, sujeito às respetivas condições. Perante isto, ficámos sem perceber afinal qual é a política que a Worten está efetivamente a aplicar. Consideramos esta situação extremamente frustrante, principalmente porque não estamos a tentar devolver um produto usado depois de semanas ou meses. Estamos a falar de poucas horas após a compra, e a nossa intenção era simplesmente adquirir o modelo correto, pagando inclusive mais por ele. O próprio supervisor Tiago chegou a recomendar que fizéssemos uma reclamação sobre a situação. Por isso, gostaríamos de saber através da DECO PROteste: * A Worten pode recusar a devolução neste caso, apesar da política de devoluções que atualmente publicita? * A política mencionada pelo supervisor, de que teria sido alterada há cerca de dois meses, corresponde efetivamente às condições atualmente divulgadas pela Worten? * Existe alguma condição específica que permita à Worten excluir este tipo de produto da política de devolução? * Caso a recusa seja indevida, quais são os nossos direitos e como podemos exigir uma solução? Temos a fatura da compra e podemos apresentar todos os comprovativos necessários. Consideramos que, no mínimo, deveria existir coerência entre aquilo que a empresa informa aos consumidores através da sua política oficial e aquilo que é aplicado nas lojas. Esperamos que a DECO PROteste possa analisar esta situação e esclarecer-nos sobre os nossos direitos, bem como ajudar-nos a obter uma solução junto da Worten. Não pretendemos qualquer vantagem. Queremos apenas devolver o produto comprado por engano e adquirir o modelo que realmente pretendíamos, pagando naturalmente a respetiva diferença. Obrigado! Cumprimentos, Caique.
Aderir crédito adicional da wizink para reduzir prestações mensal
Boa tarde tenho cartão rewards wizink de crédito 4600€ tenho prestação de220€ é muito elevada para conseguir pagar tudo o que. Já mandei mensagem para eles wizink já atendi telefonemas para conseguir melhorar situação queria aderir crédito adicional que funciona como crédito pessoal mas dizem não ser possível agora baixava e muito minha prestação para metade nos telefonemas só querem é saber quando pago quanto perguntava se me podiam baixar prestação em alguma forma desligam telefone ora se noa consigo pagar também não me ouvem e querem ser sérios como irei conseguir comunicar com eles wizink
Contestação da cobrança
Contestação da cobrança de 286,20 € por cessação do contrato de fidelização Venho reclamar da cobrança de 286,20 €, efetuada pela Phive a mim e ao meu namorado na sequência da cessação dos nossos contratos. Ambos aderimos ao Phive em 01/01/2026, com fidelização de 26 semanas, renovável automaticamente. Segundo as regras de contagem previstas no contrato, a primeira fidelização terminou no final de junho, iniciando-se a renovação em 29/06/2026. Contudo, em 20/06/2026, antes da renovação, dirigi-me à Phive para solicitar o cancelamento. Foi-nos transmitido que o contrato já teria sido renovado e que teríamos de pagar uma penalização. O cancelamento ocorreu devido a uma mudança efetiva de residência para a Póvoa de Lanhoso, a aproximadamente 80 km, onde não existe qualquer estabelecimento Phive. Esta situação foi comprovada junto da empresa através da escritura da habitação e contrato de internet. Importa salientar que a própria cláusula 21.3 do contrato prevê a mudança de residência para distância igual ou superior a 50 km que impossibilite a frequência como situação específica para efeitos de denúncia. O benefício da fidelização correspondia a um desconto de 2 €/semana por pessoa (15,90 € em vez de 17,90 €), totalizando aproximadamente 64€ de benefício por pessoa durante o período em que usufruímos da fidelização. Apesar disso, foi-nos cobrada uma penalização de 286,20 €. Questionamos, assim, a proporcionalidade desta penalização face aos danos efetivamente sofridos pela Phive, considerando a mudança de residência, e a inexistência de um clube Phive na nova localidade. Consideramos pertinente analisar a aplicação do regime das cláusulas contratuais gerais, nomeadamente quanto à proibição de cláusulas desproporcionadas aos danos a ressarcir. Solicitamos a reapreciação da cobrança e a restituição dos 286,20€.
INTIMIDATION, abaissement, AGRESSION
reclamacao, restaurante Madraste a Paço de Arcos Léa Noormets [leanor@gmail.com] À assinaturas Today, 06.09.2026 I was agressed by male employee. I went to the female toilet, locked the door. I closed the door and then heard a man’s voice rushing after me and banging violently on the door of the ladies’ cubicle. He then tried to open the door. He didn’t succeed. Having finished using the toilet, I asked at the bar counter what the matter was. Unfortunately, I didn’t understand Portuguese, so I tried to communicate in English. I asked whether it was the establishment’s policy to allow men to enter the ladies’ toilet. It remained unclear to me what exactly was wrong. Following a mixed-language exchange, I asked for the complaints book. It took a long time to find it, and I was eventually allowed to call the police; I filmed the entire scene on my mobile phone so as not to lose sight of the reality of the situation. Eventually, after a long search, the book was found; I wrote my complaint and asked for a copy for myself as the ‘complainant’. At first, they refused to give it to me, saying that it would remain with them and that I could come and have a look. Finally, a female member of staff intervened and gave me a copy of my complaint. After that, the male member of staff – who had also been in my video when I recorded the verbal altercation – began demanding that I delete the video. I referred to the law – I’ll include an extract at the end of this message – stating that I have the right to record video in a public place for my own use. I was then forced to delete the video, despite the fact that I had explained the rights regarding videos filmed in public places. I felt intimidated; I was ordered to hand over my phone and delete the video. As I was with a friend who was very disturbed by the scene, I deleted the video. The man in the video was not satisfied with this; he also ordered me to empty the phone’s rubbish bin; I did so. He was still not satisfied. I showed him my phone’s storage, where, naturally, the video was no longer there. Thus, today I have been the victim of aggression on two occasions in Madras – an invasion of my personal space in the ladies’ toilet, and, secondly, coercion regarding my private affairs – on my phone. I await a response from the management. Lea Noormets; Journalist Legislation: Fiming in a public place for personal use (including scenes, backgrounds and people) is permitted, and it is not necessary to seek consent from people who appear in the footage.] This is regulated by the Personal Data Protection Act. However, the rules become significantly stricter as soon as you plan to publish the filmed material (for example, on social media, YouTube or in television programmes). The rules and restrictions vary depending on the purpose of the video: 1. Filming purely for personal use Fully permitted: If you are filming a video for your own private enjoyment, for your home archive or to show to family, you may film anything and anyone in a public place. There is no obligation to ask for consent, although it is polite to do so when putting strangers directly in the frame. Condition: The material must remain within your private sphere; in other words, it must not be shared with people who do not appear in the video. As a legal entity, you have both a duty and an opportunity to keep abreast of all legislation. All visitors in portugal are not obliged to speak Portuguaise! I tried to communicate in French and englis. Léa Noormets De Brito Tel/Whatsapp: +33649886015 ---------------------------------------
Sinistro Automovel
Assunto: Estado do processo 2026GC04486 – Falta de desenvolvimentos desde fevereiro de 2026 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação e solicitar o ponto de situação urgente relativo ao processo com a referência 2026GC04486, o qual se encontra sem quaisquer desenvolvimentos ou resposta prática desde fevereiro deste ano. O referido processo reporta-se aos danos materiais sofridos na minha viatura devido a um buraco profundo e não sinalizado na via pública, na zona de Colares (Sintra), cuja conservação e segurança são da vossa inteira responsabilidade. Desde o contacto inicial e a respetiva abertura do processo, a situação tem permanecido num estado de estagnação total, acumulando um atraso inaceitável na avaliação e resolução do pedido de indemnização. Esta inércia prolongada por parte dos vossos serviços penaliza o cidadão e prolonga injustificadamente os prejuízos causados por uma falha de manutenção da infraestrutura rodoviária. Solicito a verificação imediata do estado do processo 2026GC04486, a célere retomada dos trâmites necessários e uma resposta concreta com vista à resolução final do caso.
Consola PS5 fora da garantia
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à minha consola PlayStation 5, adquirida em 2021, que apresentou uma avaria após vários anos de utilização normal e sem qualquer utilização indevida ou alteração do equipamento. A consola foi utilizada em condições normais, tendo sido sempre tratada e conservada de forma adequada. Considerando a reputação da marca PlayStation e a reconhecida qualidade e fiabilidade associadas aos seus produtos, considero manifestamente insatisfatório que um equipamento desta natureza apresente uma avaria que, segundo a informação que me foi transmitida, não tem possibilidade de reparação. Compreendo que a consola se encontra atualmente fora do período de garantia legal. No entanto, considero legítimo esperar uma maior durabilidade e fiabilidade de um equipamento deste valor e de uma marca com a reputação da Sony/PlayStation. A situação torna-se ainda mais difícil de compreender pelo facto de existir, noutros mercados, um processo de recondicionamento/troca fora da garantia, conhecido como OOW (Out of Warranty), que permite aos clientes entregar uma consola avariada e obter uma unidade recondicionada mediante o pagamento de um determinado valor. Procurei obter acesso a este processo, mas fui informado pela própria Sony/PlayStation de que esse serviço não está disponível em Portugal e que não existe atualmente uma forma de iniciar o processo OOW no nosso país. Assim, considero que os consumidores portugueses ficam numa situação claramente menos favorável, uma vez que, perante uma avaria fora da garantia e sem possibilidade de reparação, não é disponibilizada pela própria marca uma solução de troca ou recondicionamento equivalente. Desta forma, venho solicitar à Sony/PlayStation que analise o meu caso individualmente e que me seja apresentada uma solução comercial adequada, nomeadamente uma das seguintes possibilidades: substituição da consola por uma unidade recondicionada mediante pagamento de um valor razoável; possibilidade de acesso excecional a um processo equivalente ao OOW; substituição da consola por uma nova, mediante pagamento de um valor reduzido; ou outra solução comercial que permita minimizar o prejuízo do consumidor. Não considero razoável que um equipamento PlayStation 5 adquirido em 2021, utilizado normalmente e pertencente a uma marca reconhecida pela qualidade e fiabilidade dos seus produtos, fique sem qualquer solução por parte do fabricante quando a própria marca confirma que a reparação não é possível. Solicito, por isso, uma resposta concreta à presente reclamação e, principalmente, que seja indicada uma solução para o equipamento, em vez de me limitar a ser informado de que a garantia terminou e que o serviço OOW não está disponível em Portugal. Estou disponível para facultar a fatura de compra, número de série da consola, comprovativo da avaliação técnica e qualquer outra informação necessária para análise do processo. Aguardo uma resposta no sentido de encontrar uma solução razoável e proporcional para esta situação. Com os melhores cumprimentos, Carlos Matos
Negado o abastecimento de agua para limpa para brisas
Exmos. Senhores, No dia 06.09.2026, tendo abastecido combustivel e pago - fatura em anexo - foi-me negado o abastecimento de agua para o limpa-para-brisas, um item de segurança na circulação rodoviária. Fui informado no estabelecimento que desligam o mesmo durante o fim de semana. Também não havia qualquer informação afixada sobre a mesma. Compreenderia uma restrição ao fornecimento de água a quem tenha abstecido, mas o simples corte não. Cumprimentos.
Contratação fraudulenta em meu nome mediante utilização indevida de documentos pessoais
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente a uma situação de fraude envolvendo a MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A. Foi celebrado um contrato junto da MEO em meu nome, sem o meu conhecimento, consentimento ou autorização. A contratação foi realizada presencialmente por um terceiro, mediante utilização indevida de documentos pessoais meus, nomeadamente documentação de identificação que foi falsificada/adulterada. Declaro expressamente que não fui à loja, nem realizei o contacto onde o contrato foi celebrado, não estive presente no momento da contratação, não realizei qualquer pedido de adesão e não assinei o contrato em questão. Consequentemente, não reconheço a contratação realizada em meu nome nem qualquer obrigação, fidelização ou serviço que dela possa ter resultado. Considero particularmente grave que a MEO tenha aceite a contratação e validado a identidade do suposto titular com base em documentos que não foram apresentados por mim e sequer foram originais, considerando que os mesmos estão sob a minha posse. Informo que o Boletim de Ocorrência desta mesma circunstância já foi devidamente efetuado e aguardo as autoridades competentes para dar início, também, ao processo penal. Perante esta situação, solicito à MEO, através da intervenção da DECO PROteste, esclarecimentos completos sobre a forma como o contrato foi celebrado, nomeadamente: 1. A data, hora e estabelecimento onde ocorreu a contratação; 2. A identificação do procedimento utilizado para validar a identidade do contratante; 3. Quais os documentos apresentados no momento da contratação; 4. Cópia integral dos documentos utilizados para a contratação; 5. Cópia integral do contrato celebrado; 6. A assinatura constante do contrato e demais elementos utilizados para comprovar a alegada autorização; 7. Informação sobre eventual entrega de equipamentos e a quem estes foram entregues; 8. A morada indicada no contrato e a documentação utilizada para a sua validação; 9. Todos os restantes elementos e registos relacionados com a contratação que permitam apurar como foi possível celebrar um contrato em meu nome sem a minha presença ou autorização. Solicito igualmente que a MEO reconheça formalmente que não autorizei nem celebrei este contrato e que proceda à sua anulação/cancelamento, sem qualquer penalização para mim. Solicito ainda que sejam anulados quaisquer valores, obrigações, fidelizações ou encargos eventualmente associados a esta contratação e que não seja efetuada qualquer cobrança ou tentativa de cobrança relacionada com um contrato que não celebrei. Caso os dados desta contratação tenham sido comunicados a terceiros, nomeadamente empresas de cobrança ou outras entidades, solicito que a contestação da legitimidade da contratação seja igualmente comunicada a essas entidades. Solicito também que todos os documentos, registos, imagens, assinaturas e demais elementos relacionados com esta contratação sejam preservados, uma vez que poderão ser necessários para eventual participação às autoridades competentes. Reforço que não reconheço esta contratação e nunca autorizei qualquer terceiro a contratar serviços da MEO em meu nome. Encontro-me disponível para apresentar os documentos e demais elementos que comprovem a situação. Solicito uma resposta escrita, concreta e fundamentada, bem como a confirmação das medidas que serão adotadas para corrigir a situação. Com os melhores cumprimentos
Pedido de intervenção – Atraso prolongado na reparação e transferência do processo para oficina no d
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção dos juristas da DECO PROteste relativamente a um processo de sinistro automóvel que se encontra pendente desde maio de 2026 e cuja resolução tem sido sucessivamente adiada, sem que me seja apresentada uma solução concreta pela seguradora ou pela oficina. Sou proprietário de uma viatura BMW Série 3 330e, envolvida num sinistro automóvel, cujo processo se encontra a ser tratado pela Generali. Cronologia da situação No dia 20 de maio de 2026 foi realizada a primeira peritagem da viatura. Nessa altura, solicitei desde logo que fosse efetuada uma reserva de data para a reparação da viatura, tendo indicado como objetivo que a mesma fosse reparada até ao dia 28 de julho de 2026. No dia 27 de maio de 2026 foi realizada uma segunda peritagem, tendo sido novamente transmitido o pedido para que a reparação fosse realizada até ao dia 28 de julho de 2026. Durante este período foi-me repetidamente transmitido que não era possível efetuar uma reserva de data para a reparação. No final de junho, quando voltei a contactar a oficina para saber a situação, fui informado de que já não seria possível realizar a reparação durante o mês de julho, sendo apenas apontadas possibilidades para agosto ou setembro. Solicitei então que me fosse indicada uma data concreta para a reparação. No entanto, demoraram aproximadamente duas semanas a apresentar-me uma nova data. Perante esta sucessão de atrasos e a dificuldade em obter uma solução, apresentei uma reclamação à Generali e solicitei formalmente a transferência do processo de reparação para uma oficina situada no distrito de Coimbra, por ser uma solução muito mais adequada à minha situação. Posteriormente, fui informado de que, para proceder à alteração da oficina, a Generali necessitaria de uma declaração da oficina atual confirmando que não seria cobrado qualquer valor pela transferência do processo. A oficina, a Caetano Auto Barreiro, recusou-se, segundo me foi transmitido, a emitir essa declaração, alegando que já teria procedido à encomenda de peças destinadas à reparação da viatura e que, caso o processo fosse transferido para outra oficina, não pretendia ficar com o prejuízo dessas peças. Considero esta situação particularmente preocupante, uma vez que uma eventual questão comercial ou financeira entre a seguradora e a oficina está, na prática, a impedir a resolução do meu processo e a transferência da reparação para outra oficina. Foi-me ainda apresentada a possibilidade de a viatura ser reparada no Montijo, mas nessa solução deparei-me novamente com dificuldades, tendo permanecido aproximadamente duas semanas à espera de uma resposta relativamente à garantia de uma viatura de substituição, situação que considero igualmente lamentável, sobretudo tendo em conta o tempo que já decorrera desde o sinistro. Desde o final de julho tenho enviado vários e-mails quer à Generali quer à Caetano Auto Barreiro, sem obter qualquer resposta. Só no passado dia 3 de setembro de 2026, após várias tentativas, consegui finalmente estabelecer contacto telefónico com a oficina. Nessa conversa foi-me transmitido que: a transferência do processo para uma oficina no distrito de Coimbra continua sem resposta; a oficina continua sem emitir a declaração necessária para a transferência; a justificação apresentada é novamente a existência de peças alegadamente já encomendadas; e a oficina não pretende assumir o eventual prejuízo relacionado com essas peças. Até à presente data continuo, portanto, sem uma decisão concreta da seguradora relativamente à alteração da oficina e sem uma data para o início da reparação. Situação atual O que considero particularmente grave é que estou desde maio de 2026 com a viatura sinistrada, continuando a aguardar uma solução. A viatura permanece com um farol traseiro partido e, entretanto, tenho ainda a necessidade de realizar a inspeção periódica obrigatória, cujo prazo termina no dia 11 de setembro de 2026. Esta situação coloca-me numa posição extremamente difícil, uma vez que continuo sem saber quando a viatura será reparada, qual será a oficina responsável pela reparação e como poderei resolver a questão da inspeção. Ao longo deste processo tenho procurado colaborar com todas as partes e encontrar uma solução, tendo contactado repetidamente a oficina, a seguradora e o meu mediador de seguros. Inclusivamente, o meu mediador foi contactado há cerca de uma semana, tendo também manifestado dificuldades em obter respostas concretas por parte da seguradora. Apesar de todos estes contactos, continuo sem uma resposta formal aos diversos e-mails que enviei. O que solicito à DECO PROteste Perante esta situação, solicito a intervenção dos vossos serviços jurídicos junto da Generali e da Caetano Auto Barreiro, no sentido de ser encontrada uma solução para o processo. Em concreto, gostaria de obter esclarecimento sobre: Se a seguradora pode condicionar a transferência do processo para outra oficina à apresentação de uma declaração que a oficina atual se recusa a emitir; Se a oficina pode recusar-se a emitir essa declaração com fundamento na existência de peças alegadamente encomendadas, especialmente quando não existe, da minha parte, qualquer intenção de cancelar a reparação, mas apenas de a realizar noutra oficina; Quem deve assumir o eventual custo de peças que tenham sido encomendadas pela oficina e se essas peças foram efetivamente autorizadas pela seguradora; Se é legalmente admissível que esta situação entre seguradora e oficina permaneça a impedir a reparação da minha viatura durante um período tão prolongado; Quais são os meus direitos relativamente ao atraso na reparação e à ausência de resposta da seguradora; Que mecanismos posso utilizar para exigir uma decisão concreta e uma data para o início da reparação; E se tenho direito a reclamar eventuais prejuízos decorrentes deste atraso, nomeadamente despesas de deslocação, impossibilidade de utilização normal da viatura e outros prejuízos que possam ser devidamente comprovados. Solicito ainda que, caso considerem adequado, intervenham diretamente em meu nome junto da seguradora e da oficina, procurando obter uma resposta formal e uma solução concreta para este processo. Estou disponível para fornecer todos os documentos necessários, incluindo as peritagens, comunicações por e-mail, reclamações apresentadas, contactos efetuados, documentação relativa ao processo de sinistro e restantes elementos que possam ser relevantes. Considero que, depois de mais de três meses desde a primeira peritagem e de sucessivos atrasos e períodos sem qualquer resposta, esta situação ultrapassou já aquilo que considero razoável, encontrando-me atualmente sem uma solução concreta e com a viatura ainda por reparar. Agradeço desde já a vossa análise e intervenção.
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