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NEGLIGÊNCIA AGRAVADA POR MORTE
Número de caso - 15493104 13/08/2026 Exmo. Senhores, CONTINUAÇÃO DA RECLAMAÇÃO-Número de caso - 15412339. A NEGLIGÊNCIA MÉDICA VETERINÁRIA SOBRE O RUCA PASSOU A AGRAVADA PORQUE CULMINOU NA MORTE DO ANIMAL!!! E, TAL COMO PODEM VER NAS FOLHAS DE RECLAMAÇÃO QUE VOS ENVIO EM ANEXO. FUI COAGIDA ARROGANTEMENTE PELA RESPONSÁVEL DRA. MAFALDA MELO PARA NÃO PREENCHER O LIVRO DE RECLAMAÇÕES NA SALA PARA QUE OUTRAS PESSOAS NÃO VISSEM E AVISOU-ME PARA QUE NÃO FALASSE COM NINGUÉM!!!! DEPOIS DA NEGLIGÊNCIA RESULTANTE EM MORTE VEM A FRIEZA E FALTA DE SENSIBILIDADE E HUMANIDADE PELOS ANIMAIS, ESTANDO PREOCUPADA ÚNICA E SIMPLESMENTE POR ESCONDER O QUE ALI SE PASSOU...... HORRÍVELMENTE TRISTE!!!!! NÃO OBTIVE QUALQUER RESPOSTA POR PARTE DO HOSPITAL BICHOMIX!!!!!!!! Número de identificação fiscal (NIF): 211349119
NEGLIGÊNCIA AGRAVADA POR MORTE
Pedi esta documentação: Folhas de monitorização diária do internamento, com o registo obrigatório de fluidoterapia, medicação administrada e controlo de ingestão alimentar; Relatório clínico do internamento. - O que me mandaram foi o resumo de tudo, p. Exemplo: sem as folhas de monitorização. - As fezescom sangue não teve e hipotremia também não; Estas acima descritas substituiram as verdadeiras que não constam no relatório apresentado. Ou seja: - A sobredosagem aplica pelo Dr. Pedro Santos e retirada pela Drª Sofia Zamith por achar que o animal não estava em condições para se perceber o estado evolutivo. Andavam aos trambolhões dentro da box , caía em cima da água e do comer. Estão a omitir e a mentir!!!!!!!
NEGLIGÊNCIA AGRAVADA POR MORTE
Número de caso - 15412339 27/07/2026 Exmos. Senhores, Venho demonstrar o meu profundo desagrado com o internamento do meu gatinho Ruca. Ele deu entrada neste hospital veterinário na segunda-feira, dia 13 de julho de 2026, para normalização dos valores dos rins, conforme indicação veterinária. Contudo, o tratamento durante o internamento foi, a meu ver, absolutamente inadmissível: - O Ruca foi sedado de forma excessiva, tendo até a Dra. Sofia Zamith mostrado preocupação com o estado de sonolência extrema em que ele se encontrava. - Indicámos claramente que o Ruca só se alimenta de mousse, mas só lhe deram comida sólida em pedaços. - Ao longo dos dias, a sonolência exagerada persistiu. - O Ruca foi ficando cada vez mais magro, perdendo peso entre segunda-feira e sábado, quando deveria estar a recuperar. - Num dos dias mais complicados, quando cheguei para visitar o Ruca, percebi que a comida estava igual à que deixámos na visita anterior, o que demonstra que passou cerca de 24 horas sem comer. Tivemos de comprar nós próprios mousse para ele, porque o animal estava cheio de fome. - Fui também eu quem limpou a box do internamento, que estava com os resguardos completamente molhados de urina e água derramada; até tive de pedir uma esfregona para limpar o chão, pois nem para as visitas existiam condições. - Partilhei estas situações com a Dra. Mafalda Melo e a Dra. Sofia Zamith, que reconheceram que eu tinha razão e lamentaram o sucedido. - Fiquei tão ansiosa e nervosa com esta situação, que só consegui escrever a reclamação no livro próprio no dia seguinte. - Durante o internamento, senti total falta de sensibilidade por parte da equipa em relação ao bem-estar animal. - Esquecem-se de alimentar o Ruca, mas não se esqueceram de cobrar o dia em que ele esteve sem comer, o que é, no mínimo, lamentável. Depois do que o Ruca passou, não há forma de corrigir este mau trato. Gostaria ainda de acrescentar que: - As patinhas do Ruca ficaram extremamente inchadas devido aos hematomas causados pelos catéteres. Colocaram ligaduras apertadas, e se não tivéssemos ido em visita, ninguém teria retirado os garrotes. Tenho registos fotográficos do inchaço anormal das patas. - Quando fomos buscar o Ruca, ninguém soube indicar onde estava a sua transportadora e mantinha, porque não foram devidamente identificadas. - Entre os dias 13 e 18 de julho, durante o internamento, o Ruca perdeu quase 500 gramas e encontra-se sob prognóstico muito reservado, com estado de saúde muito grave. Estou extremamente dececionada e abalada com todo este processo. Considero esta situação vergonhosa e muito triste. Cumprimentos, Rita Conde Número de identificação fiscal (NIF): 211349119
NEGLIGÊNCIA AGRAVADA POR MORTE
CONTINUAÇÃO DAS RECLAMAÇÕES EM FORMATO DE PAPEL ENVIADAS POR CORREIO REGISTADO COM AVISO DE RECEÇÃO: 38285729, 38285730, 38285731 (DATADAS DE 18/07/2026) E 34244397, 34244398(DATADAS DE 31/07/2026). Venho por este meio continuar a queixa formal que já tinha iniciado nas anteriores reclamações contra o Bichomix Hospital Veterinário (Parque das Nações) por negligência grave e prestação inadequada de serviços médico-veterinários durante o internamento do gatinho Ruca com 14 anos e doente renal crónico: RESUMINDO: 1 - Além da NEGLIGÊNCIA NA MONOTORIZAÇÃO E MEDICAÇÃO: Sob os cuidados da equipa médica (incluindo o Dr. Pedro Santos ), o animal foi mantido num estado de prostração extrema (dopado) devido à acumulação de Valium + Gabapentina , os quais não estavam a ser devidamente metabolizado pelos rins debilitados, sem que a equipa ajustasse a dose atempadamente. 2 - FALTA GRAVE DE HIGIENE E BEM-ESTAR ANIMAL: Durante as visitas diárias encontrávamos o Ruca deitado numa box altamente dopado, e ao questionámos o Dr. Pedro Santos que nos disse que tinha que ser assim. O que não nos convenceu, mas nós confiamos nos profissionais de saúde, E. além disso o cenário era sempre de desleixo, com urina e água entornada pois o animal cambaleava e caía para dentro do recipiente da ãgua, pondo em risco o bem-estar de um animal sénior, vulnerável e doente. 3 - NEGLIGÊNCIA ALIMENTAR : A alimentação do Ruca foi completamente ignorada. Foi-lhe deixada a comida húmida por mais de 24 horas, ou seja, foram disponibilizadas 2 tijelas no dia 16 à nossa frente na hora da visita, eu passei o dedo no comer para lhe dar a cheirar porque ele estava completamente drogado e não tinha acção para se mover até ao comer. AO OUTRO DIA AS MESMAS 2 TIJELAS ESTAVAM EXATAMENTE NO MESMO SÍTIO, E COM O MEU DEDO LÁ MARCADO, COMPLETAMENTE SECA E INTOCADA! O ANIMAL APRESENTAVA FOME , TANTO QUE NOS DESLOCÁMOS AO SUPERMERCADO PARA COMPRAR COMIDA HÚMIDA, A QUAL ELE ACEITOU DE IMEDIATO, COMENDO + DE 1/2 LATA. 4 - AS CONDIÇÕES DE HIGIENE deixavam muito a desejar e naquele dia estava um caos, água no chão, tudo patinhado. Eu pedi resguardos e papel para limpar o nosso menino e depois pedi uma esfregona para limpar o sítio de modo a poder ficar em condições mínimas de higiene e para não escorregar e cair. 5 - ADMISSÃO DE CULPAS: Nesse dia e numa sala de consulta, tivemos uma reunião proposta por mim, com a Direção do Hospital - Drª Mafalda Melo e a Responsável pelo Internamento - Drª Sofia Zamith. ADMITIRAM EXPRESSAMENTE PERANTE NÓS QUE A SITUAÇÃO ERA INACEITÁVEL E FORA DOS PARÂMETROS NORMAIS. DERAM-NOS TODA A RAZÃO E DISSERAM QUE IAM APURAR RESPONSABILIDADES. ENTRE OUTRAS ASSISTENTES QUE LÁ ESTAVAM DUAS DESTACARAM-SE PELA NEGATIVA, PELA ANTIPATIA, FRIEZA E MENTIROSAS REFIRO-ME À AUXILIAR MARA RENTE E UMA OUTRA QUE NÃO SEI O NOME. ATÉ HOJE NÃO RECEBI QUALQUER TIPO DE CONTACTO DA PARTE DESTE HOSPITAL COM ALGUM TIPO DE ESCLARECIMENTO OU LAMENTO PELA MORTE DO RUCA!! 6 - RETENÇÃO DO HISTORIAL CLÍNICO NO INTERNAMENTO E OMISSÃO DAS GRAVES FALHAS DA ALIMENTAÇÃO E HIGIENE: POR 3 VEZES DESLOQUEI-ME AO HOSPITAL E FALEI OLHOS NOS OLHOS COM A DRª SOFIA ZAMITH QUE SE COMPROMETEU A REGISTAR ESTAS FALHAS NO RELATÓRIO CLÍNICO. MAS, NUNCA ACONTECEU! A GERÊNCIA RECUSA-SE A ENTREGAR O HISTORIAL CLÍNICO DO INTERNAMENTO COMPLETO. QUE TERIA QUE REFERIR QUE O RUCA FOI NEGLIGENCIADO A TODOS OS NÍVEIS( ALIMENTAÇÃO, EXCESSO DE CALMANTES E FALTA DE HIGIENE). FACE AO EXPOSTO, EXIJO A INTERVENÇÃO DAS ENTIDADES COMPETENTES PARA FISCALIZAR AS PRÁTICAS DE INTERNAMENTO DESTE HOSPITAL E EXIJO A DISPONIBILIZAÇÃO IMEDIATA DE TODO O HISTORIAL CLÍNICO NO INTERNAMENTO (FOLHAS DE MONITORIZAÇÃO, TRATAMENTOS E EXAMES LABORATORIAIS). Com os meus cumprimentos, Rita Conde
Recusa indevida de cancelamento e direito de livre resolução (Disney+)
Aqui tem o texto adaptado, direto e pronto a copiar para o formulário da DECO PROteste: --- No dia 11 de setembro de 2026, subscrevi o serviço Disney+ através da plataforma online. Por lapso na interface de subscrição, fiquei vinculada a um plano com período de fidelização de 6 meses (8,99€), quando a minha intenção era aderir ao plano de fidelização de 5,99€. Não sendo possível editar o valor da subscrição, tomei a decisão de cancelar o contrato de fidelização, visto que ainda me encontrava dentro do prazo de 14 dias e já tinha pago o respetivo mês. Tomando conhecimento da situação e tendo já pago o mês em curso na íntegra, contactei o apoio ao cliente da empresa para solicitar o cancelamento da fidelização, ao abrigo do Direito de Livre Resolução previsto no artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 24/2014 (relativo aos contratos à distância) e ao abrigo da própria política da empresa (Cláusula 3.6.2). Durante o atendimento via chat de suporte, a operadora recusou o cancelamento imediato, alegando de forma infundada que, por ter utilizado o serviço, o direito de livre resolução caducou. Mais grave ainda, a operadora exigiu a aplicação de uma cláusula contratual abusiva que obriga o consumidor a "prescindir" do direito de livre resolução através de um clique, e chegou inclusivamente a afirmar no chat que a empresa "não tem Livro de Reclamações". A conduta da empresa viola frontalmente a legislação portuguesa de proteção do consumidor (visto que o direito de livre resolução é de ordem pública e indisponível, não podendo ser renunciado por termos contratuais internos) e desrespeita a obrigação legal de disponibilizar o Livro de Reclamações em Portugal. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste e o apoio necessário para garantir: 1. A anulação do período de fidelização remanescente de 6 meses associado à minha conta; 2. A rescisão do contrato sem penalizações, uma vez que o mês em curso já se encontra integralmente pago e regularizado dentro do prazo legal de arrependimento.
Falta tentativa de entrega
Fiz uma encomenda através da Elta-courier. A encomenda começou a parecer-me muito atrasada, por isso entrei em contacto com a Elta por e-mail várias vezes ao longo das últimas duas semanas. Só hoje obtive resposta, sendo-me indicado que a encomenda tinha sido entregue aos CTT. Fui verificar o tracking dos CTT e fiquei surpreendido ao ver que indicam tentativas de entrega, mas na verdade a encomenda está agora a ser devolvida ao país de origem. Estas tentativas de entrega não são verdadeiras, pois a morada de entrega é uma loja que está aberta das 9h às 18h todos os dias úteis, e nunca lá passou ninguém para tentar entregar. Quando fiz a encomenda, indiquei contacto telefónico e endereço de e-mail, mas nunca fui contactado pelos CTT. Neste momento, a minha encomenda está em processo de devolução. Já apresentei reclamação no livro de reclamações dos CTT, já contactei a linha de apoio, e agora estou a fazer esta reclamação aqui e vou apresentar reclamação em todas as plataformas possíveis. Não é a primeira vez que isto me acontece: o tracking dos CTT indica falsas tentativas de entrega. Parece demasiado fácil trabalhar assim – basta fingir que se tentou entregar tudo e o trabalho está feito. Estou muito frustrado com esta situação. Peço que a entrega seja feita o mais rapidamente possível, que a encomenda não retorne ao país de origem e que não me sejam cobradas despesas adicionais. Aguardo uma resolução rápida, caso contrário terei de continuar a agir pelos meios que estiverem ao meu alcance.
Encomenda recebida com artigo em falta
Exmos. Senhores, Em 31 de julho de 2026 celebrei com a empresa PC Componentes, na qualidade de consumidor, um contrato de compra e venda à distância através do sítio www.pccomponentes.pt (encomenda n.º 6022026326970, fatura n.º 12026319372), que incluía uma placa gráfica MSI GeForce RTX 5070 Ti, no valor de 954,18 EUR. A encomenda foi entregue em 3 de agosto de 2026. No momento da abertura da embalagem, a placa gráfica não se encontrava no interior. A abertura foi integralmente registrada da qual disponho igualmente de registo fotográfico. Fiz Reclamação no site mas deram o caso como encerrado por falta de provas Cumprimentos.
Reclamação sobre contrato de crédito credibom
Venho solicitar o apoio da DECO relativamente ao meu contrato de crédito Credibom n.º 80004430489, associado à compra de uma máquina Rainbow no valor de 3.495 €. Gostaria de explicar de forma cronológica o que aconteceu, uma vez que considero que a forma como a compra e o financiamento nos foram apresentados não corresponde ao que a Credibom afirma atualmente na sua resposta. No dia 06/02/2026, comerciais da Rainbow deslocou-se à minha residência para apresentar a máquina. A compra foi feita por mim e pela minha esposa. Durante a apresentação, os vendedores falaram principalmente do valor das prestações e disseram-nos que o financiamento seria sem juros. Informaram-nos que, depois dos primeiros seis meses, o valor das prestações iria aumentar, mas não nos explicaram de forma clara que existiam juros associados ao financiamento, qual seria o valor desses juros, a TAEG ou qual seria o custo total do crédito. Na mesma ocasião, foi-nos apresentada uma oportunidade de negócio ligada à Rainbow. Disseram-nos que poderíamos ganhar dinheiro, ter acesso a viagens e cumprir determinados desafios e objetivos. Um dos aspetos que mais influenciou a nossa decisão foi terem-nos explicado que poderíamos conseguir um crédito/“cheque” no valor da máquina, através da atividade que nos estavam a apresentar, e que esse valor poderia servir para pagar a própria máquina. Ficámos com a ideia de que, se conseguíssemos esse “cheque”, a máquina poderia ficar paga. Foi com base nessas informações que decidimos comprar a máquina e participar na formação e nas atividades da empresa. Eu e a minha esposa participámos efetivamente nessa formação e nessas atividades. O contrato foi assinado na minha residência no dia 06/02/2026. No dia 07/02/2026, recebi uma SMS com um código para validação do processo. Essa mensagem não continha qualquer link para consultar o contrato ou as condições do financiamento. Recebi apenas o código e passei-o à vendedora para que o processo pudesse continuar. Posteriormente, a Credibom afirmou que a documentação relativa ao crédito me tinha sido enviada por email antes da assinatura. No entanto, eu não tive acesso efetivo a essa documentação antes de assinar e não me recordo de ter recebido ou consultado esses documentos nessa altura. Só no dia 21/02/2026 recebi por email o plano de pagamentos. É importante esclarecer que não foi nessa altura que percebi o verdadeiro custo do crédito. O plano apresentava uma tabela de 84 meses. As primeiras seis prestações eram de 42,35 € e, a partir da prestação n.º 7, passavam para 67,26 €. No topo do documento aparecia apenas “Valor solicitado: 3.495,00 €”. O plano não apresentava, para mim, de forma clara e direta, o valor total que iria pagar pelo financiamento. Como a máquina nos tinha sido apresentada como sendo financiada sem juros, e existia também toda a questão do alegado “cheque/crédito” que poderíamos conseguir através da atividade da Rainbow, não fizemos nessa altura a soma de todas as prestações. Só em setembro de 2026, quando quis saber quanto ainda faltava pagar e decidi fazer as contas por minha iniciativa, somei as prestações e percebi o verdadeiro custo do financiamento. Foi nessa altura que descobri que o total a pagar chegava aos 5.500,42 €. Ou seja, uma máquina cujo preço era de 3.495 € acabaria por representar um pagamento total de 5.500,42 €, correspondendo a uma diferença de 2.005,42 € relativamente ao preço. O que aconteceu foi que os juros e o verdadeiro custo do financiamento não nos foram explicados de forma clara. Eu não compreendi que os valores e percentagens constantes da documentação correspondiam a um custo final tão elevado. Se me tivesse sido explicado claramente, antes da contratação, que uma máquina de 3.495 € iria acabar por representar um pagamento total de 5.500,42 €, eu não teria aceite o financiamento nessas condições. Existe ainda outro aspeto que considero relevante. Em março de 2026, eu e a minha esposa decidimos não continuar com a formação e com a atividade que nos tinha sido apresentada pela Rainbow. A partir desse momento, os vendedores/comerciais da Rainbow começaram a contactar-nos repetidamente, tanto a mim como à minha esposa. Houve um dia em que recebemos muitas chamadas seguidas, chegando a acontecer mais de 10 chamadas no mesmo dia. Os vendedores/comerciais também chegaram a deslocar-se à nossa residência. Numa dessas situações, recebemos uma mensagem que dizia: “Estamos à vossa porta (…) Vimos pequenina na janela. Por favor atende nós ou Abram”. A expressão “pequenina” referia-se à nossa filha menor, que se encontrava dentro de casa, que eles viram pela janela e forçou a gente ter que falar com eles. Sendo que eu ja havia mandado uma mensagem a explicar que não gostaria mais de participar do curso de agente. Esta situação foi muito desagradável para nós e deixou a minha esposa muito nervosa e emocionalmente esgotada. Houve momentos em que ela chegou a chorar perante os vendedores devido à pressão que estava a sentir. Entretanto, apresentei uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico. Na resposta, a Credibom afirmou que considera o contrato válido e que os deveres de informação foram cumpridos. A Credibom afirma também que os documentos me foram enviados antes da assinatura. É precisamente essa afirmação que pretendo esclarecer. Já solicitei à Credibom que me apresente a prova dessa alegada disponibilização prévia da documentação, nomeadamente quais os documentos enviados, quando foram enviados e de que forma foram disponibilizados. No entanto, até ao momento, não obtive resposta aos meus emails sobre este assunto. Considero também importante que seja analisada a forma como os vendedores da Rainbow apresentaram a compra, o financiamento e a oportunidade de negócio. Por um lado, foi-nos transmitido que o financiamento seria sem juros. Por outro, foi-nos apresentada a possibilidade de obter um alegado “cheque/crédito” no valor da máquina através da atividade da empresa, dando-nos a entender que, se conseguíssemos esse valor, a máquina poderia ficar paga. Foi neste contexto que tomámos a decisão de comprar a máquina e aderir à formação. Não estou a negar que existe uma assinatura digital nem a afirmar que não existe um contrato. O que estou a dizer é que, antes da contratação, não tive uma explicação clara e compreensível sobre a existência dos juros, o seu impacto no custo do financiamento e o verdadeiro custo final do crédito, e não compreendi que iria pagar mais de 2.000 € acima do preço da máquina. Por este motivo, venho solicitar o apoio da DECO na análise desta situação e, através do procedimento de reclamação, que a minha exposição seja encaminhada à Credibom para que possa apresentar a sua posição e esclarecer os pontos aqui referidos, nomeadamente: * a alegada disponibilização da documentação antes da assinatura; * quais os documentos que alegadamente me foram disponibilizados; * quando e de que forma esses documentos foram enviados; * e a informação que me foi prestada relativamente aos juros e ao custo total do financiamento. Pretendo, nesta fase, tentar esclarecer a situação e encontrar uma solução de forma amigável. Tenho disponíveis para apresentar à DECO a resposta da Credibom no Livro de Reclamações Eletrónico, o plano de pagamentos, os emails trocados com a Credibom, as comunicações relacionadas com a Rainbow e outras provas que tenho na minha posse. Caso, após a resposta da Credibom e a análise da situação, não seja possível chegar a uma solução, gostaria também de saber se poderei nessa altura contar com apoio jurídico da DECO e quais seriam os próximos passos. Agradeço desde já a vossa análise e orientação.
Encomenda nunca entregue e dinheiro nunca devolvido
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, solicitar o apoio da DECO PROteste na resolução de uma situação relacionada com uma encomenda efetuada na loja online SNEAX LAB. No passado dia 08/08/2026, o meu namorado efetuou uma encomenda de uns ténis, no valor de 78,49 €. Após a realização da compra, não recebemos qualquer informação relativamente à confirmação da encomenda, ao seu envio, rastreio ou estado. Perante esta situação, e após algum tempo de espera, entrei em contacto, por email, com a SNEAX LAB, tendo recebido como resposta que, devido ao elevado número de encomendas, ainda não tinham conseguido proceder ao envio da nossa encomenda. Aguardámos novamente alguns dias, mas, perante a ausência de qualquer evolução ou informação, no dia 25/08/2026 contactei novamente a empresa, desta vez para solicitar o cancelamento da encomenda e o respetivo reembolso. No dia 09/09/2026, recebi uma resposta da SNEAX LAB a informar que a encomenda tinha sido efetivamente cancelada e que o reembolso já teria sido processado. Contudo, à data de hoje, 18/09/2026, já passaram 10 dias desde essa comunicação e o valor de 78,49 € continua sem ter sido devolvido. Junto a esta exposição os respetivos comprovativos da encomenda e das comunicações mantidas com a empresa, que demonstram os factos acima descritos. (18/09/2026) Cumprimentos.
Remoção de Cabos de telecomunicações Digi
Exmos Digi, venho por este meio exigir a remoção imediata de uma Cabos de telecomunicações Digi,que foi colocada de forma indevida sem nenhuma autorização prévia Envio em anexo a imagem a comprovar o rolo de cabos colocados e os mesmos fazem passagem pela fachada da minha casa na minha casa Morada: Rua de Angola N7 Peniche Vila Maria Peniche Código postal: 2520-361 Nif: 197118046
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