Reclamações públicas

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O. F.
04/08/2026

Falta de transparência no cálculo da taxa de serviço e atendimento inadequado

Reclamo da falta de transparência no cálculo da taxa de serviço aplicada à minha atividade como motorista TVDE. Solicitei por diversas vezes um esclarecimento concreto sobre o cálculo efetuado numa viagem específica, mas recebi apenas respostas genéricas e contraditórias, sem demonstração dos valores aplicados. Pretendo que a empresa esclareça detalhadamente o cálculo da taxa de serviço e verifique se o mesmo está em conformidade com a legislação aplicável.

Em curso
P. F.
04/08/2026

Ecrã partido

Exmos. Senhores da DECO Proteste, Sou a Paula Cristina Antunes Ferreira​, associada n.º 7387986-78, e venho por este meio solicitar a vossa intervenção jurídica urgente junto da loja FNAC. ​Ofereci o valor para a aquisição de um ecrã no montante de 440 €, tendo a compra sido efetuada pelo meu genro, Lucas José Laranjo Salvador, através da loja online da FNAC (Encomenda n.º 0UMAEH6HM5VZG). O artigo foi levantado na loja FNAC de Loulé. ​Ao abrir a embalagem selada em casa, verificou-se que o painel interno se encontrava estilhaçado, embora todas as películas protetoras e plásticos de fábrica estivessem intactos. A situação foi reportada no próprio dia por e-mail com fotografias. Hoje a Fnac enviou a seguinte resposta: "Após análise do seu pedido, verificamos que o artigo foi levantado em loja e que a situação apenas foi comunicada após o mesmo ter sido transportado e manuseado fora das nossas instalações. Nestas circunstâncias, não nos é possível determinar em que momento ocorreu o dano reportado, nem validar a sua origem." Hoje, levamos o ecrã á loja de loulé para devolução do artigo com defeito/dano de origem, a FNAC recusou a troca ou o reembolso imediato, pretendendo reter o equipamento até 30 dias para uma "análise técnica". ​Recusamos este procedimento ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021 relativo aos direitos do consumidor na venda de bens com defeito. Como financiadora/dadora deste bem oferecido à família, solicito o apoio dos vossos serviços jurídicos para exigir à FNAC a imediata resolução do contrato com devolução dos 440 € ou o envio de um equipamento novo em conformidade. Agradeço a vossa ajuda neste assunto. Paula Ferreira

Em curso

Pagamento de indeminização

No dia 15 de março de 2026 tive uma rotura de um cano de água na minha habitação, que causou uma inundação e consequentemente danos na habitação e no recheio da mesma. Fiz participação do sinistro à companhia de seguros (Fidelidade) e acionei os seguros multirriscos e recheio. O processo decorreu passando pela fase de peritagem, envio de orçamento, aprovação deste e aprovação de pagamento de indeminização. No dia 26 de maio, recebi um e-mail da D.ª Ana Rego (gestora do caso), para eu enviar o comprovativo de IBAN, para ser realizada a transferência da indeminização, para o e-mail sinistros.dnp@fidelidade.pt, procedi ao envio do comprovativo para o referido e-mail. No dia 8 de junho recebi novamente um e-mail da D.ª Ana Rego que passo a citar, "solicita-se o envio de comprovativo bancário referente a conta conjunta titulada por ambas as entidades recebedoras/proprietárias da fração", enviei o comprovativo de IBAN com o meu nome e o comprovativo de IBAN com o nome do meu marido, provando que ambos somos titulares da conta. No dia 10 de junho, foi-me transferido o valor da indeminização referente aos estragos no recheio. Até ao dia de hoje, continuo sem receber a indemnização referente aos danos no imóvel, estou desde dia 22 de junho a contactar a fidelidade via telefone, os operadores informam que a gestora Ana Rego deu ordem para o pagamento ser por caixa (levantamento numa agência) mas que realmente um valor destes não faz sentido ser esta a forma de pagamento (e eu nunca solicitei que fosse), tentam sempre contactar a gestora durante a chamada mas esta nunca atende, já fizeram diversas vezes um pedido interno para que a gestora me contacte mas ainda não recebi nenhum contacto e não conseguem arranjar nenhuma alternativa para que a transferência da indemnização seja efetivada. No dia 13 de julho, contactei a Deco no sentido de ter apoio na resolução do caso e foi-me indicado que fizesse uma reclamação no livro de reclamações, nesse mesmo dia, fiz uma reclamação no livro de reclamações online da Fidelidade. No dia 14 recebi um email a dizer “Estimado(a) Senhor(a), Tomámos devida nota da sua comunicação, a qual mereceu a nossa atenção. Informamos que abrimos o processo de reclamação AGIR 120086/2026, ao qual daremos resposta com a maior brevidade.” E até ao dia de hoje continuo sem uma resposta. Solicito o vosso apoio para a resolução do processo. Melhores cumprimentos Vanessa Freitas

Em curso
X. S.
04/08/2026

Produto bloqueado

No âmbito da compra online de um Samsung Galaxy Tab S10 FE, venho apresentar reclamação pela forma como este processo tem sido conduzido. A encomenda foi dada como entregue no dia 11 de junho, apesar de nunca ter sido recebida. Após a minha reclamação, a Samsung informou-me de que o equipamento tinha sido considerado extraviado, encontrando-se bloqueado, tendo ainda comunicado que seria emitida uma nota de crédito e devolvido o valor pago. Cerca de quatro semanas depois, o tablet foi finalmente entregue na minha residência. Informei imediatamente a Samsung e solicitei o desbloqueio do equipamento. Contudo, passaram já mais de quatro semanas sem qualquer resolução. Apesar dos vários contactos telefónicos e do encaminhamento da situação para o Departamento de Reclamações, a resposta tem sido sempre a mesma: "o processo está a ser tratado", sem qualquer solução, prazo ou explicação. Esta demora injustificada viola os princípios da boa-fé e do direito do consumidor à prestação de um serviço diligente e eficaz, previstos na Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96). Exijo a resolução imediata desta situação, através do desbloqueio do equipamento ou de uma solução equivalente. Apresento reclamação junto da entidade competente para defesa dos direitos do consumidor de forma a que tomem conhecimento, e para que se possa tornar mais rápida a resolução da situação em questão . É inadmissível que continue impedido de utilizar um equipamento que está legitimamente na minha posse devido à falta de atuação da Samsung.

Em curso
A. P.
04/08/2026

Devolução do sinal por a ancomenda não corresponder ao produto sinalizado

Comprei na loja do Seixal um sofá, no dia 3/06/2026, com base num que estava em exposição. Apenas reduzi as dimensões e o tecido, relativamente ao que estava em exposição. A funcionária tomou as diligências próprias do seu trabalho e assinei em como sinalizava a encomenda, pagando metade do valor do sofá. No dia 18/07/2026, vieram entregar-mo, mas o mesmo não correspondia ao sofá que encomendara, já que não trazia o sistema elétrico do sofá que eu experimentara na loja. Telefonando para a loja, para reclamar sobre o sucedido e pedindo que verificassem que a entrega não correspondia ao produto que eu comprara, a funcionária informou-me de que o produto que entregavam era exatamente o que estava na nota de encomenda, que em sítio algum falava de componente elétricos. Respondi à senhora que não tinha de dominar a linguagem técnica correspondente a procedimentos internos constantes de uma encomenda, nem tenho de, com má fé, duvidar de quem me está a efetuar a venda. A funcionária disse-me que relatasse o sucedido para um email interno da loja. O sofá foi com a empresa de entregas e fiz o relato da ocorrência por email. Expliquei que me limitara a comprar o sofá que experimentara na loja, mudando a extensão dos módulos e alterando o tecido (facto que se podia comprovar pelas fotos que tirei ao meu marido no dia da compra, que anexei ao email de reclamação, onde se podiam ver os botões, num dos braços do sofá). Foi-me respondido que nada poderiam fazer, uma vez que o sofá entregue correspondia ao sofá que pagara. Voltei a responder, acrescentando que, se eu tivesse comprado um sofá através de um catálogo e tivesse eu escolhido as características dele, por catálogo, e dessa encomenda resultasse um erro, aceitaria evidentemente que me imputassem a responsabilidade. Neste caso concreto, essa responsabilidade só poderia recair sobre o técnico que me vende o artigo, em última instância sobre a loja em questão. Não correspondendo o artigo àquilo que inequivocamente eu comprara, solicitei à loja que me devolvesse o sinal entregue no dia da encomenda. Isto foi no dia 25/07/2026 e desde então não obtive qualquer resposta por parte da empresa; o que evidencia em toda a sua atitude a prática de um ato de má fé, por oposição a toda a boa fé que evidenciei ao longo deste processo. Neste momento, a loja tem eu seu poder cerca de mil euros meus de que aguardo a devolução, sem qualquer tipo de resposta da sua parte.

Em curso
P. G.
04/08/2026

Danos causados em parede durante instalação de ar condicionado

No dia 30 de junho, comprei dois aparelhos de ar condicionado e, ao mesmo tempo, contratei o serviço de instalação disponibilizado pela empresa, à espera de profissionalismo, cuidado e qualidade. Infelizmente, a instalação ficou muito aquém do que seria expectável. Durante o processo, a equipa não teve o cuidado necessário com o imóvel e acabou por causar danos que podiam, perfeitamente, ter sido evitados. Em particular, foi aberto um buraco numa das paredes do quarto que, depois, foi tapado de forma bastante deficiente, usando apenas silicone. O acabamento ficou muito mau, sem qualquer preocupação estética ou técnica, o que considero especialmente grave, visto que o quarto tinha sido totalmente pintado apenas uma semana antes. Para além de um trabalho mal feito, não demonstraram qualquer preocupação em preservar o estado da habitação, nem entregaram um serviço minimamente compatível com as expetativas legítimas de um cliente ao contratar uma instalação. Acho esta situação completamente inaceitável e peço que tudo seja resolvido o mais rapidamente possível, nomeadamente com a reparação integral dos danos causados, incluindo a reposição da parede e do acabamento que existiam antes da intervenção, sem custos para mim. Se a situação não for resolvida de forma satisfatória num prazo razoável, vou ponderar recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Aguardo um contacto com uma proposta concreta para resolver este problema.

Em curso
P. G.
04/08/2026

Reclamação relativa à assistência técnica prestada e pedido de resolução**

No dia **01/02 de agosto** adquiri um iPhone 17 Pro Max na Worten. No ato da compra, fui informado de que poderia contratar o seguro para o equipamento no prazo máximo de 15 dias. Posteriormente, o equipamento sofreu uma queda, tendo o ecrã partido. Dirigi-me à loja Worten do Colombo para solicitar assistência. Durante o atendimento, o colaborador informou-me de que seria apenas necessário substituir o ecrã. Perante essa informação, questionei por três vezes se não seria aconselhável efetuar previamente um diagnóstico ao equipamento para verificar a existência de outros danos internos provocados pela queda. Em todas as ocasiões, foi-me garantido que tal não era necessário, pois, segundo o colaborador, apenas o ecrã estava danificado e a sua substituição resolveria totalmente o problema. Confiando na informação técnica que me foi prestada pelos vossos colaboradores, autorizei a substituição do ecrã, tendo suportado um custo de **415,98 €**. Para além desse valor, adquiri também um seguro para o ecrã e uma película de proteção, acreditando que estava a proteger um equipamento que ficaria plenamente funcional. Após a substituição do ecrã, verificou-se que o equipamento apresentava outras avarias, demonstrando que os danos não se limitavam ao ecrã. Perante esta situação, a própria Worten decidiu encaminhar o equipamento para o reparador oficial da Apple para uma análise técnica mais aprofundada. Ontem fui contactado telefonicamente pela Worten e informado de que, para recuperar o meu equipamento, teria de pagar **1.085 €**, correspondentes à substituição integral do equipamento. Esta situação é incompreensível. Desde o primeiro momento manifestei preocupação com a possibilidade de existirem outros danos e solicitei, por três vezes, que fosse realizado um diagnóstico antes de qualquer intervenção. No entanto, fui sempre informado de que tal não era necessário e de que a simples substituição do ecrã resolveria o problema. Se o diagnóstico que solicitei tivesse sido efetuado inicialmente, os danos reais teriam sido identificados e eu teria podido decidir, de forma informada, se pretendia avançar com a reparação ou optar por outra solução. Em vez disso, fui levado a autorizar uma reparação de **415,98 €**, que não resolveu o problema, tendo ainda suportado os custos do seguro para o ecrã e da película de proteção. Agora, encontro-me sem o equipamento e confrontado com a exigência de um pagamento adicional de **1.085 €** para obter um telemóvel funcional. Considero que esta situação resulta da informação incorreta ou, pelo menos, incompleta que me foi prestada pelos vossos colaboradores, informação na qual confiei para tomar a decisão de autorizar a reparação. Face ao exposto, solicito que a Worten reavalie este processo e apresente uma solução justa e adequada, tendo em consideração que atuei sempre de boa-fé e segui integralmente as indicações dos vossos colaboradores. Entendo que não me podem ser imputados prejuízos que resultam de uma avaliação técnica inicial que se revelou incorreta e da ausência do diagnóstico que solicitei desde o início.

Em curso
F. B.
04/08/2026

Falta de informação face a serviço contratualizado

Tendo Rebocado há 3 semanas o meio veículo Peugeot 3008, BD-79-QP, ainda em período de garantia, para a Caetano motors do Barreiro - Peugeot, não me foi dada ainda qualquer informação relativamente ao diagnostico da avaria, sendo que não atendem o telefone constante do endereço eletrônico, não respondem, quer por via escrita, quer oral, do numero fornecido de WhatsApp, nem respondem aos e-mails enviados. Assim, estou em absoluta ignorância relativamente à situação da minha viatura, comprada ao referido grupo.

Em curso
A. M.
04/08/2026

Caução não devolvido

Não devolveram a minha caução de €450,00 Esta foi, sem dúvida, a pior experiência de alojamento que já tive. Morei no apartamento localizado na Avenida Praia da Vitória, nº 19, 2.º andar, administrado pela empresa Modoramo Lda. (NIF: 510948596). Saí do imóvel no dia 30 de junho e, até à presente data, a caução no valor de €450,00 continua por devolver. Já enviei inúmeros e-mails, que nunca foram respondidos, e também tentei contactar a empresa por telefone, sem sucesso. Sinto-me completamente lesado. Durante o contrato, foram feitas diversas cobranças adicionais. A primeira ocorreu já no segundo mês (fevereiro de 2026), quando nos cobraram €41,01, alegando um consumo de eletricidade acima do limite estabelecido por quarto. Em maio, após uma visita da funcionária (responsável por apresentar os apartamentos), foi alegada a existência de uma mancha de queimadura na mesa da cozinha, supostamente causada por um tacho quente. Foi-nos cobrado €49,75 por pessoa. No entanto, essa mancha já existia quando entrámos no apartamento. Tentámos explicar a situação e apresentámos fotografias que comprovam isso, mas a empresa recusou-se a reconhecer as evidências e exigiu o pagamento imediato, chegando a ameaçar-nos com expulsão caso não o fizéssemos. É importante destacar que uma funcionária fazia a limpeza do apartamento duas vezes por semana. Se o dano tivesse sido realmente causado durante a nossa permanência, seria natural que tivesse sido comunicado muito antes. No entanto, essa cobrança surgiu apenas no último mês do contrato. Ao pesquisarmos sobre a empresa, encontrámos site portal da queixa uma reclamação publicada em 2025 por um antigo morador, relatando exatamente o mesmo problema: uma cobrança indevida relacionada com uma suposta mancha na mesa da cozinha. Além disso, existem várias outras reclamações sobre a não devolução das cauções. Coincidência? Até ao dia em que deixámos o apartamento, a referida mesa nunca foi substituída. Perante toda esta situação, quatro moradores decidiram não pagar essa taxa nem a renda do mês de junho. Como resposta, e após várias ameaças — algumas bastante graves —, a empresa optou por cortar o fornecimento de eletricidade do apartamento. Essa decisão prejudicou também os moradores que tinham pago integralmente a renda e todas as cobranças exigidas. Ficámos mais de uma semana sem eletricidade, perdemos todos os alimentos que estavam no frigorífico e no congelador e fomos obrigados a fazer todas as refeições fora de casa. A empresa não apresentou qualquer solução e ainda tentou transferir a responsabilidade para os próprios moradores. Apenas depois, de todos os que não pagaram, deixarem o apartamento, é que a energia foi restabelecida. Quero deixar claro que sempre cumpri todas as minhas obrigações. Paguei todas as rendas dentro do prazo e também todas as taxas que me foram exigidas. Tenho e-mails, mensagens, fotografias, vídeos e testemunhas que comprovam tudo o que relato. No final, fiquei com a sensação de ter sido vítima de um esquema recorrente. Espero que esta reclamação sirva de alerta para futuros inquilinos e que esta empresa seja responsabilizada pelos prejuízos e pelos constrangimentos causados. Situações como esta não podem continuar a acontecer impunemente.

Em curso
P. O.
04/08/2026

PREÇO ABUSIVO

Fotocópias a preto e branco simples Quer em folhas A4 ou A5 Até fui eu quem levou folhas de cor ( compradas na Staples) 34 cêntimos por fotocópia!!!!! É um ROUBO!!!! é INADMISSÍVEL!!!! uma VERGONHA!!! QUANDO NA CONCORRÊNCIA CUSTAM 8 CÊNTIMOS . Cometi o erro de não ver o preço tabelado. É UM ABUSO!!!! nunca mais!!!

Em curso

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