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Política de desmarcações
Exmos. Senhores, Venho por este meio expor o seguinte. O meu filho, menor de idade, por ter condições de saúde específicas, é seguido na clínica Psikontacto, semanalmente. Acontece que, desde Janeiro, a clínica adoptou uma política de desmarcações, de forma unilateral, que é altamente rigorosa e penalizadora a nível económico. Vejamos. Segundo eles, as desmarcações têm de ser feitas com uma antecedência mínima de 24horas. Caso isso não aconteça (e a vida é cheia de imprevistos!!!), das duas uma: cobram uma taxa de 27,50€ por cada vez que isto acontece e, outras vezes, se tivermos adquirido um pack mensal (no valor de 140,00€), é-nos retirada uma sessão (ou as que desmarcarmos). Bem sei que, por ser uma clínica privada, podem proceder como bem entenderem, mas não acho justo nem ético, uma vez que lidam com questões de saúde, não demonstram humanidade e, a cada falha, se cobram (e bem) do seu tempo! Atenção que falamos de faltas que têm de ser justificadas de forma bastante exigente. Motivos como "o pai/mãe tiveram uma consulta médica" não é válida. Só a criança é que pode faltar! E tenho de levar justificação médica- assinada pelo médico (com carimbo e selo). Isto é um absoluto exagero. Motivos como "tive um imprevisto", "o carro avariou e não tenho transporte" ou "adoeci" não são válidos. Segundo o ponto de vista da clínica, o pai/mãe têm de prestar contas do seu paradeiro. Quase parece assédio e/ou perseguição. Muitas vezes, acabam por saber mais da nossa vida do que o nosso próprio cônjuge. Acho a política de desmarcações completamente desproporcional e despropositada! Não respeita a vida em todas as suas formas, uma vez que azares acontecem... mas eles não se esquecem de cobrar. É caso para dizer, estes, não dão ponto sem nó. Cumprimentos.
Pagamento de operação
Exmos. Senhores, A/C Mundum Companhia de Seguros Foi solicitada uma autorização para uma operação que tenho mesmo a necessidade de a fazer. Foi enviado uma aprovação onde o valor não chegava para liquidar o total da operação, enviei um documento onde estava descriminado todos os valores necessários e foi me solicitado que o médico enviasse um relatório detalhado e para meu espanto recebo novamente a mesma autorização com o mesmo valor de 14.363.33€ e o valor da operação são 23.737€, no documento da aprovação indicam que só após a operação e com o envio da pre fatura, copia de imagem de rx, nota de alta e relato operatório é que poderão ou não fazer a devolução do dinheiro da diferença. Estou extremamente chateada, desapontada com o vosso procedimento e não entendo a vossa resposta porque tenho um plafond de 30.000€ para ambulatório e por isso este valor de 23.737€ é cobrável. Sou vossa cliente desde os meus 20 anos e já vou fazer na próxima semana 48 anos e por isso já sou vossa cliente há 28 anos, nunca vos dei prejuízo pois nunca fiz nenhuma operação, apenas consultas e exames e agora que realmente necessito desta operação por motivos de saúde é me negado o pagamento na integra da operação existindo um plafond que cobre o mesmo. Como devem calcular a diferença do montante é muito elevada ( 9.373.67€ + franquia de 500€ que essa sei que é da minha responsabilidade ), para a suportar e nem ter a certeza se fazem a devolução da mesma. A equipa do hospital não entende a vossa recusa e disse-me que é a primeira vez que estão a ver isto. Se fosse para ter um seguro que me pagasse apenas parte das consultas e exames existem seguradores que o valor mensal é muito mas muito mais barato que o que eu pago mensalmente, mas tenho vindo a manter o seguro para o caso de vir a necessitar de alguma operação e pelos vistos enganei-me. Agradeço que revejam o meu caso e aguardo por uma resposta, pois mais uma vez refiro que o plafond são 30.000€ e o porque da recusa em pagarem a totalidade da operação de 23.737€ Cumprimentos.
Negligência médica
Exmos. Senhores, Venho por este meio,com extrema indignação, declarar que fui vítima de negligência brutal pela parte da doutora Vitória Cunha Cruz pelo seguinte motivo: No passado dia 8 de Maio 2025 dei entrada na urgência do hospital de s.joao no porto devido a uma queda na qual bati gravemente com as costas,apresentava queixa de dor muito forte do lado esquerdo. Após várias questões por parte da doutora e análise física indicou que fosse realizado um raio x. Após exame realizado fui de novo recebida por essa doutora,momento no qual ele me terá informado que não tinha nada fracturado. Mostrei indignação e ainda questionei se me iam mandar embora com aquelas dores, ao qual não obtive resposta e apenas um pedido de desculpas por não fazerem mais nada. Forneceu-me então a prescrição de medicamentos e papel de Alta médica. Fui embora. O que é certo é que no dia seguinte,ja mais calma li a minha folha da alta médica na qual tinha nota clínica do raio x,onde diz claramente "arcos costas íntegros, com excepção do 6° arco costal esquerdo que apresenta FRACTURA alinhada. Um escândalo tremendo e peço que sejam tomadas as devidas medidas. Vim para casa com a costela partida sem quaisquer indicações terapêuticas,o que devo ou não fazer etc... Agradeço a vossa atenção máxima para que episódios destes não se repitam. Cumprimentos.
Rescisão de contrato
Exmos. Senhores, (Preciso rescindir o contrato com a Medicare, e já venho a tentar fazer faz tempo mas NÃO consigo porque é impossivel fazer sem cumprir a anuidade, mas eu não me encontro em condições de pagar mais e já não uso o mesmo faz muito tempo, fiz em Marco de 2024 e desde aí quase nunca usei mas preferi manter mas agora já não posso, não quero ter dívidas que não conseguirei pagar por isso peço para cancelar… não pode haver algum contrato impossivel de cancelar quando uma parte já não quer, até porque Se tivesse consciencia que não podia a qualquer momento, teria cancelado no mesmo dia mas não sabia. Mas eles dizem que não se pode tem que ser feita daqui a quase um ano isto em Março do próximo ano porque é o tempo que compre a anuidade e não pode ser antes. Está muito complicado pra mim) Agradeceria compreensão. Cumprimentos.
Artigo recebido não corresponde à encomenda
Exmos. Senhores Encomendei (Pedido 2531) Medidor de glicemia multifuncional (7 em 1) não invasivo BAYER por 60€ Recebi um simples OXIMETRO da PULSE Espero receber URGENTEMENTE o equipamento encomendado que está a fazer MUITA falta. Obrigado, cumprimentos NB. Não recebi factura do meu pagamento efectuado ao funcionário dos CTT
Burocracia para Cancelamento do Plano de Saúde
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a empresa Médicare, prestadora de serviços de plano de saúde, pelas seguintes razões: Impossibilidade de cancelamento do plano de saúde: Solicitei o cancelamento do contrato de prestação de serviços, mas a empresa recusa-se sistematicamente a proceder com o cancelamento, sem apresentar justificativa legal válida.O que fazem diariamente é ligar cobrando algo que nunca usei. Contrato não assinado: O contrato foi enviado por e-mail, sem qualquer assinatura minha, o que levanta dúvidas quanto à sua validade jurídica. De acordo com a legislação portuguesa, um contrato celebrado à distância sem consentimento explícito, nomeadamente através de assinatura ou aceite formal, pode ser considerado nulo. Cobranças indevidas e ligações abusivas: Apesar de não utilizar o serviço, continuo a receber ligações diárias de cobrança, configurando assédio. A insistência é excessiva e desproporcional, tratando-se de um serviço que sequer está a ser usado. Estas práticas contrariam os direitos consagrados no Código de Defesa do Consumidor de Portugal, nomeadamente: Artigo 9.º da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho) – Direito à informação clara, verdadeira e completa sobre os serviços contratados. Artigo 10.º – Direito à proteção dos interesses económicos, que inclui a possibilidade de cancelar serviços não utilizados ou contratados sem consentimento. Artigo 27.º do Decreto-Lei n.º 24/2014 – Direito de livre resolução de contratos celebrados à distância no prazo de 14 dias, sem necessidade de justificação. Requeiro que seja efetuado o cancelamento imediato do serviço, sem penalizações, e a cessação das cobranças e contactos abusivos. Caso contrário, reservo-me o direito de encaminhar esta reclamação às autoridades competentes, incluindo a Entidade Reguladora da Saúde (ERS), a DECO, e ao Livro de Reclamações Eletrónico.
Passeio construído em cima da via pública
Exmos Srs, Foi construído um passeio de acesso a uma moradia ainda em construção que invade a via pública, tendo inclusivamente sido cortado o alcatrão e estreitando a rua. Para além de inviabilizar a necessária passagem de 2 carros em sentidos opostos, este passeio põe em risco a segurança rodoviária de quem circula na Estrada das Cerâmicas, uma estrada com muito movimento e onde os carros circulam a alta velocidade vindos do Porto do Carro, pois aceleram na subida e quando chegam ao topo sabem que ainda têm uma reta normalmente desimpedida. Com a situação atual, se estiver um carro a sair da Travessa da Fonte para entrar na Estrada das Cerâmicas e, simultaneamente, houver alguém a querer entrar na Travessa da Fonte vindo do lado do Porto do Carro, ou passa por cima do passeio, se não estiver lá nenhum carro estacionado, ou tem de parar em plena Estrada das Cerâmicas e aguardar que o outro carro saia, correndo o risco de vir outro carro do lado do Porto do Carro em alta velocidade e embater nele. Custa a acreditar que, nos dias de hoje, seja possível passar uma licença para uma construção nestas circunstâncias. Vai contra tudo o que é aceitável. Ora, imaginemos que o vizinho da frente decide fazer o mesmo... E depois? Como é que alguém consegue passar? Ou então que o mesmo vizinho quer construir e o obrigam a recuar para cumprir a Lei que neste caso não pode, de todo, ter sido cumprida... De quem é a responsabilidade? Ele tem de aceitar um roubo destes? Espero sinceramente que a situação seja corrigida, que o dono da moradia em construção seja obrigado a recuar o passeio para que haja segurança naquela rua.
CANCELAMENTO
Exmos. Senhores, Venho por meio deste manifestar minha insatisfação com o atendimento da Medicare. Há mais de dois meses tento, sem sucesso, cancelar o meu seguro saúde. Já realizei inúmeras ligações, todas com a mesma resposta: “Em até 72 horas um colega irá ligar para dar continuidade ao cancelamento.” No entanto, esse retorno nunca aconteceu. Na última ligação, fui atendido pela colaboradora Nívia, que informou que, devido ao apagão ocorrido em Portugal, não conseguiram entrar em contato, mas que o processo estaria em andamento. Fui orientado a enviar um e-mail para info@medicare.pt, o qual enviei, solicitando novamente o cancelamento, e mesmo assim continuo sem qualquer resposta ou resolução. Gostaria de reforçar que estarei me ausentando de Portugal por tempo indeterminado e, portanto, não desejo manter nenhum tipo de vínculo, cobrança ou obrigação contratual com a Medicare. Reitero o pedido de cancelamento imediato do meu seguro saúde e solicito o envio de uma confirmação por escrito, com a data efetiva de encerramento do contrato. Entendo que encerrar o contrato é uma medida mais adequada e responsável do que deixar de efetuar os pagamentos, mas estou sendo impedido de fazê-lo de maneira legítima. Cumprimentos.
Recusa no Cancelamento do Contrato enviado dentro do prazo solicitado
**Assunto: Pedido de Apoio – Reclamação Contra a Medicare** Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio na resolução de uma situação que não consegui resolver diretamente com a empresa Medicare. Em anexo, envio as trocas de emails mantidas com a Medicare, no seguimento do meu pedido de anulação do contrato n.º 03120049845. O contrato tem a duração de um ano e, conforme as condições estipuladas, a intenção de cancelamento deve ser comunicada com pelo menos 30 dias de antecedência à data de renovação. Enviei o meu pedido de anulação dentro do prazo, através do formulário disponibilizado no website da Medicare. No entanto, o sistema não gera qualquer comprovativo ou email de confirmação. Infelizmente, não tenho registo documental desse pedido. A empresa alega que não recebeu qualquer comunicação, afirmando que o sistema deveria gerar automaticamente um email para o cliente — algo que, de facto, também nunca recebi. Ao longo das últimas semanas, tentei resolver esta situação diretamente com a Medicare, através de vários emails e contactos telefónicos com o apoio ao cliente, sem sucesso. Como poderão verificar pelos documentos anexos, a empresa ignora o facto de eu ter submetido o pedido através do seu próprio sistema, não reconhecendo qualquer falha no mesmo. Limita-se a alegar que o meu pedido, feito posteriormente por email, foi recebido três dias fora do prazo legal. Para comprovar a falha do sistema, realizei recentemente uma nova simulação no mesmo formulário, e mais uma vez não recebi qualquer confirmação por email. Desta vez, registei com um printscreen a mensagem apresentada no ecrã (“o apoio ao cliente irá entrar em contacto”), situação que nunca aconteceu até ao envio de um email da minha parte. Solicitei também que me fosse fornecida prova deste novo pedido, mas, até ao momento, não obtive qualquer resposta. Face à postura inflexível da Medicare e à ausência de uma solução justa, sinto-me injustiçada e, por isso, recorro à vossa intervenção enquanto entidade de defesa do consumidor, no sentido de ver os meus direitos respeitados e obter uma resolução equitativa para este caso. Agradeço, desde já, toda a atenção dispensada e coloco-me à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais que entendam necessários. Com os melhores cumprimentos, Ana Pais --- Anexos: 1) Histórico dos emails trocados com a Medicare. Infelizmente, não tenho como anexar as chamadas telefónicas, para perceberem como foram as conversas com os vários gestores de produto, que me tentaram persuadir ao máximo, a manter o produto. Conversas quase a 'roçar' a má educação quando perceberam que eu não ia mudar de ideias. A partir dai activaram a 'não-renovação do contrato para Abril 2026' e passaram a responder aos meus emails apenas quando eu insisti, mas sempre de uma forma muito sucinta e sem nunca responder à questão que lhes coloquei sobre o formulário de contacto do website. 2) Printscreen da resposta automática que o website da Medicare gera depois de submetermos um pedido pelo formulário ali existente. Teste que realizei para me relembrar que mensagem o website gerou, quando submeti o meu primeiro pedido.
Implante com problemas
Passo a relatar a razão do meu desagrado que nada têm a ver com a Companhia de Seguros Fidelidade nem com a minha mediadora , mas sim com uma das entidades com quem vocês trabalham . Neste caso em particular falo do Hospital da Luz em Setúbal para onde fui encaminhado pela vossa mediadora depois de um acidente que tive em Setembro de 2023 e que resultou numa queda que me provocou danos num dos meus dentes (um dos Incisivos Centrais). Na referida Unidade de Saúde fui atendido por um dos Dentistas de serviço que ao observar o dano do dente me informou que teria que colocar um implante . Foi pedida pelo mesmo a respectiva autorização a Companhia de Seguros para iniciar o tratamento, que levou vários meses e terminou em Agosto de 2024 ( pensei eu erradamente ) . Passados cerca de 15 dias após a colocação do implante a coroa começou a abanar, facto que penso que não seja muito normal e além disso a respectiva coroa que foi feita para substituir o meu dente que se danificou nada tinha a ver com o dente que foi substituir em termos de dimensões como seria suposto e que era totalmente diferente do outro incisivo central ficando desta maneira algo muito estranho e sem nexo na minha dentição e eu usei aparelho e investi muito dinheiro para ter os dentes todos bonitos e alinhados. Perante isto desloquei me por diversas ocasiões a minha mediadora que se situa na Quinta do Conde e informei-a do sucedido e do meu desagrado e insatisfação. A mesma informou me que me devia deslocar ao Hospital em questão porque o tratamento efetuado tinha garantia e eles teriam que me atender e corrigir o que estava mal, mas da parte do Hospital a resposta que ouvi em diversas ocasiões era que a Companhia teria que enviar uma autorização para esse efeito porque sem isso não fariam nada e assim andei neste jogo do empurra durante diversos meses até que com isto tudo e desnecessariamente a coroa colocada caiu, ficando eu sem um dente a frente coisa que não é muito agradável como devem calcular e que poderia ter sido perfeitamente evitado. Andei assim mais de um mês até que perante tanta insistência da minha parte a Companhia enviou um pedido para o Hospital e fui informado pelo mesmo que tinha uma consulta marcada , pensando eu que finalmente os problemas relacionados com o implante realizado ficariam resolvidos. Mas quando fui atendido no dia marcada o Dentista em questão não fez nada alegando que a Companhia só tinha autorizado uma consulta e não qualquer tipo de tratamento e o mesmo fez um relatório a pedir autorização para tratar dos problemas em questão . Mais uma vez perdi tempo, gastei combustível e paguei parqueamento e saí de lá 5 minutos depois sem nada resolvido. Foi marcada nova consulta para três semanas depois e eu continuei sem dente a frente durante esse tempo. No dia dessa consulta que só demorou 5 minutos o Dr. finalmente apertou a coroa no implante colocado na gengiva e perante o meu desagrado o Dentista afirmou que além da culpa ser da Companhia por não ter dado autorização antes que a diferença entre o meu incisivo central e a coroa colocada eram perfeitamente normais porque o meu dente tinha uma cobertura de esmalte e a coroa era feita de cerâmica e vim embora com algo estranho na minha boca que nada tinha a ver com o que seria suposto e quando falei com outras pessoas que já tinham colocado implantes até porque cada dente têm dimensões diferentes porque a coroa é feita de acordo com o dente natural que vai substituir nenhum delas achou isso natural nem normal. Por isto tudo só posso demonstrar o meu total desagrado e insatisfação porque além de todas as deslocações que fiz para o hospital em questão , do combustível que gastei e parque que tive que pagar, andei mais de um mês sem um dente a frente , foi me colocada uma coroa com dimensões totalmente descabidas e que nada têm a ver com o dente que foi substituir e com o dente do lado que era o que seria suposto caso tivesse sido realizado um trabalho bem feito porque os meus incisivos centrais eram perfeitamente simétricos e assim deviam ter continuado mesmo com a coroa que foi colocada, mas ninguém quis assumir o erro. Ou o molde da coroa em questão foi mal efetuado ou o laboratório não construiu a coroa de acordo com as dimensões correctas e eu é que me sinto lesado no meio disto tudo. Perante a justificação e resposta do Dr em questão que é totalmente descabida e inaceitável pretendo que a Companhia resolva este meu problema que nunca devia ter existido caso tivesse sido realizado um trabalho em condições.
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