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GLS escolheu não entregar minhas encomendas
Fiz uma encomenda na TEMU no início de dezembro e a informação era que receberia os meus pacotes antes do Natal. Fiquei muito triste ao saber que haviam sido responsabilizados pela GLS, pois sei o quanto o serviço deles é péssimo. Como esperado, não recebi os pacotes e também não recebi nenhuma satisfação. Como é de conhecimento, eles não atendem o telefone e nunca estão nos pontos de distribuição. No dia 29/12/2025 recebi a notificação de que minha encomenda havia sido entregue. Depois de muita insistência, consegui falar com um atendente que me informou que, por um erro do sistema, as mercadorias estavam sinalizadas como entregues, mas estavam com eles no armazém e que essas encomendas seriam entregues no dia seguinte, pois o estafeta já havia saído naquele momento. O dia seguinte seria dia 30/12/2025 e hoje é dia 13/01/2026 e eu ainda não recebi nenhum dos meus pacotes. Fui até o endereço informado como centro de distribuição; esse endereço fica a 37 minutos da minha casa e, quando cheguei lá, estava fechado (sem motivo). Até o momento, estou no prejuízo de 6 pacotes que somam mais de 300 euros. Não consigo contato com a GLS e não consigo solicitar devolução, pois, devido ao erro de sistema deles para a TEMU, a mercadoria consta como entregue. Obs. Fiz outros 4 pedidos na TEMU que foram entregues por outras transportadoras sem nenhum problema! O problema realmente é o pessimo serviço da GLS. Isso para não falar dos roubos de maquiagem que ocorrem em todos os pedidos da Kiko. Sinceramente não sei como as empresas ainda contratam essa transportadora.
Não prestação de serviços e não instalação do termoacumulador
No dia 04/12 adquiri na Worten (NorteShopping) um termoacumulador, incluindo o serviço de instalação, tendo a primeira instalação sido agendada para o dia 05/01. No próprio dia 05/01, já perto das 12h, fui contactado pela empresa de instalação a informar que afinal não poderiam realizar a instalação porque ainda não tinham o termoacumulador na sua posse. Foi então efetuada nova marcação, apenas com disponibilidade para o dia 27/01. Após várias deslocações às instalações da Worten NorteShopping e múltiplos contactos, no dia 12/01 fui informado de que tinha surgido uma vaga e que a instalação seria realizada no dia 13/01, durante a tarde. No dia 13/01 os técnicos deslocaram-se à minha residência, mas recusaram realizar a instalação alegando que o quadro elétrico não cumpria um requisito específico — requisito esse que nunca me foi comunicado previamente, nem no momento da compra nem aquando das marcações. Durante a verificação do quadro elétrico, os técnicos desligaram a eletricidade da habitação e não conseguiram repor o fornecimento, tendo abandonado o local deixando a casa sem luz durante várias horas. Para além disso, foi-me cobrado um valor de 40€ pela deslocação sem instalação, cobrança que também nunca foi previamente informada. Adicionalmente, os técnicos ainda demonstraram relutância em deixar o termoacumulador na minha residência, apesar de o equipamento já ter sido totalmente pago por mim. Resumo dos prejuízos: 1- Atrasos sucessivos e falhas graves na comunicação. Informação essencial omitida relativamente aos requisitos técnicos da instalação. 2- Interrupção do fornecimento elétrico em minha casa causada pela intervenção dos técnicos. 3- Cobrança indevida de 40€ por uma deslocação sem serviço prestado. 4- Perda de tempo, deslocações repetidas à loja e transtorno significativo. Considero inadmissível o tratamento dado ao cliente e a falta de profissionalismo demonstrada ao longo de todo este processo.
Falta de leituras
Boa tarde venho por este serviço solicitar informações sobre as leituras, pois com o problema que tenho tido com a Galp electricidade para receber as faturas, e depois recebe com leituras de 81 dias, fui verdade na eredes, e realmente reparei que saltam de outobro dia 8 para 5 de novembro e depois para dezembro, tendo eu um contador inteligente em que dizem que não é preciso enviar as leituras e quando envio o que está no contador, dão como inválido, algo não está bem, já pedi explicações e recibe um email hoje que tentamos entrar em contato comigo o que não é verdade. Quero que a eredes explique a falta das leituras reais de tantos dias,. A Galp electricidade só obtém os dados fornecidos pela eredes, por isso a fatura é só estimativa na realidade.
Recusa de rescisão contratual / Cobranças indevidas / Prática comercial desleal
No dia 6 de novembro de 2025 apresentei pedido formal de rescisão do contrato nº 530955, inicialmente por email e posteriormente por carta registada com aviso de receção, a qual foi recebida, conforme comprovativos. O contrato iniciou-se em 30/11/2017, tendo o período mínimo de dois anos terminado em 30/11/2019. Desde então, apenas renovações anuais automáticas existem, sem fidelização ativa. Apesar do pedido válido, a Securitas Direct recusa a cessação, alegando datas irreais (01/02/2027), que carta “ficou sem efeito” e exigindo novo envio, argumentos juridicamente inválidos. Fui ainda induzido em erro quanto ao regime de “stand by”, tendo sido informado de que o custo seria de 2,45 €, quando posteriormente foram faturados valores não comunicados nem autorizados, resultando em cobrança de 9,47 €. No momento da instalação, técnico informou que o contrato poderia ser cancelado a qualquer altura, informação determinante para a minha adesão e agora contraditória com a posição da empresa. Esta conduta configura violação da Lei de Defesa do Consumidor, prática comercial desleal e cobrança indevida de valores após pedido válido de rescisão.
Abuso de pessoa idosa - venda abusiva
Apresento uma reclamação formal relativamente às práticas comerciais adotadas pela empresa Audição Activa das lojas de Faro e Moscavide, envolvendo os meus pais, nomeadamente o meu pai, que já não se encontra totalmente capaz de avaliar situações de marketing agressivo, sendo, por isso, facilmente influenciável. No dia 31/08/2024, o meu pai deslocou-se à loja de Faro, uma vez que a minha mãe tinha perdido um dos aparelhos auditivos. Como ainda possuía um aparelho antigo, pretendeu adaptá-lo, por considerar que a minha mãe perdia frequentemente estes dispositivos. Foi-lhe indicado que a reparação teria um custo de 300€, valor com o qual concordou. No entanto, sem que se apercebesse, foi celebrado um novo contrato de crédito no valor de 2.995€, relativo a um aparelho novo, quando o meu pai acreditava estar apenas a autorizar a reparação do aparelho antigo pelo valor inicialmente indicado. Posteriormente, em 08/02/2025, o meu pai deslocou-se à loja de Moscavide, por considerar que estava a pagar um valor excessivo e não compreender o motivo. O especialista que o atendeu confirmou que, de facto, os encargos eram elevados e informou que iria ajudar, referindo, porém, que a minha mãe teria de utilizar um aparelho num ouvido onde não tem audição, sendo que este não pode receber qualquer aparelho segundo indicação do médico otorrinolaringologista. Foi-lhe então proposta uma “consolidação dos créditos”, ficando a pagar uma única prestação mensal de 84€, situação que, mais uma vez, não lhe foi devidamente esclarecida, tendo resultado na manutenção de três créditos ativos associados à Audição Activa. Isto é, tinha um crédito, queixou-se de um segundo feito por abuso e acrescentaram um terceiro. De um passou a três, num total de 211 euros mensais atualmente. Entretanto, por motivos de saúde, a minha mãe foi internada num lar de idosos, cujos encargos mensais são de 1.300€, sendo a sua reforma apenas suficiente para cobrir esse valor. Ao ser efetuado o débito mensal do lar, o pagamento foi recusado por falta de fundos, situação que me levou a analisar os movimentos bancários e a identificar os três créditos em causa. Considero que o meu pai foi vítima de práticas abusivas e falta de transparência contratual, com aproveitamento da sua condição de maior vulnerabilidade. Solicitei à empresa, assim, a análise urgente desta situação e a resolução dos contratos indevidamente celebrados. O meu pedido não recebeu resposta favorável. A empresa declinou a responsabilidade.
Danos por picos de potência
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar, ajuda para o seguinte caso: Em 29 de Julho de 2025, o PT que me fornece electrici-dade, ardeu e provocou uma descarga, que estima pró-ximo dos 400V. Em minha casa danificaram-se a maq. roupa, maq. do café, exaustor, automatismo do prtão, video porteiro, micro ondas, 2 TV, microinversores dos paineis solares, entre outros. Participei à E-REDES, que me indicou que eu deveria so-correr-me de um técnico para verificar o que estava da-nificado e fosse passível de reparação. Após esta fase, enviaram um técnico, para verificação dos mesmos. Mais tarde propuseram-me o pagamento dos avari-ados e reparados (automat. portão, video portº e maq. café) e o pagamento dos totalmente avariados em cerca de 800 euros, tendo recusado este último, pois só a maq. roupa custa mais 400 euros, e declinaram resposabilidade na reparação dos paineis solares, ale-gando que se cumprissem as normas da Dir.G.Energia e Geologia -IEC 60664-1 e IEC 60109-1,não teriam si-do afectados. (estes m.inversores não foram objecto de qualquer vistoria pela E-Redes). O pagamento dos avariados e a substiuição dos equi-pamentos foi efectuada em 29 de Dezembo e 8 de Janeiro. Quanto aos paineis reclamei para o Provedor do Cli-ente, informando que o certificado dos paineis foi enviado ao Fundo Ambiental, para comparticipação. Esta entidade deu-me razão mas a E-Redes continuou a não concrdar. Estou sem produzir energia e a minha conta da luz du-plicou, além do periodo que estive sem equipamentos, em que tive de socorrer-me de terceiros. Mas como se não bastasse, em 9 de Dezembro, o mes-mo PT voltou a rebentar e outro electrodomésticos avariaram (maq. louça, video potº, ar condicionado, a-quecedores, automatismo do portão, regulador dos paineis de aquecimento das águas, etc.), não sendo mais porque não estavam instalados, pois foram fornecidos a 29 de Dezembro e após a reclação foi so-licitado pela E-Redes o mesmo procedimento (recorrer a um técnico para verificar as avarias). Será que eles fazem tudo à sua maneira e nós temos que nos desenrascar. Desculpem o incómodo, mas precisava de desabafar (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.
Apoio ao Cliente
No dia 16/12/2025 fiz a encomenda #1775"Joana | Casaco feminino com gola alta, Preto / 2XL", no valor de 39, 95€, com a indicação de confirmação no dia 16 do mesmo mês. Neste mesmo dia recebi um email a informar-me sobre a receção do pagamento. No dia 19, tenh uma indicação que a encomenda vinha a caminho. Entretanto, os dias passaram e não recebi nenhuma encomenda, pelo que comecei a insistir com o envio de emails a solicitar informações sobre o atraso na entrega. No dia 10 de janeiro recebi um email, que transcrevo: "Caro P*M*, Lamentamos a demora na nossa resposta. Tivemos um problema técnico com o nosso sistema de e-mail que impediu a receção das suas mensagens anteriores. Em relação à sua encomenda #1775, compreendemos o seu descontentamento. Em vez de procedermos à devolução, gostaríamos de lhe propor uma alternativa: oferecemos um desconto de 25% numa próxima compra na nossa loja. Por favor, informe-nos se esta solução lhe interessa ou se pretende prosseguir com os detalhes para a devolução. Melhores cumprimentos, Inês Braga" De imediato respondi, dizendo que não me interessava este desconto e que queria prosseguir com os detalhes para a devolução. Contudo, até ao momento, não recebi qualquer indicação da sra. Inês Braga, o que me leva a suspeitar de site pouco fiável e enganoso. desta forma, faço a reclamação quanto a esta situação.
Encomenda não recebida
Solicitei á Glovo o serviço de irem ao pingo doce infante santo buscar uma série de artigos comestíveis no dia 10 janeiro às 12h, no valor de 43€ a qual nunca me foi entregue, tentando falar com apoio ao cliente e não conseguindo fiz a minha queixa a qual estava já na app da Globo está como: Entregue jan. 10, 2026 | 12:02 ID DO PEDIDO: 101536920653 Os artigos nunca foram entregues nem fui reembolsado nem me deram esclarecimento só no dia seguinte numa mensagem no ajuda enviaram pois numa mensagem que se dignaram responder dizem que é elegível continuo a aguardar indicações ou satisfação porque receberam o meu dinheiro através de mbway e não comunicam nada ao cliente nem compras nem dinheiro - Elisabete correia
Bloqueio abusivo de acesso
Após aderir ao ginásio, foi-me confirmado verbalmente, antes da assinatura do contrato, que poderia praticar calistenia e treino com peso corporal, não tendo sido mencionada qualquer restrição quanto a exercícios, pinos ou uso de magnésio. Essas alegadas proibições só surgiram depois de eu já ser cliente pagante, não constando de forma clara no contrato. Posteriormente, fui abordado de forma repetida por uma pessoa não identificada como colaborador, em tom inadequado, criando um ambiente de assédio e desconforto. Na sequência de uma reclamação que apresentei, o ginásio bloqueou unilateralmente o meu acesso às instalações, apesar de ter mensalidades pagas e contrato em vigor, impedindo-me de usufruir de um serviço já pago. Este bloqueio ocorreu à entrada do ginásio, perante outros clientes, expondo-me a constrangimento público e afetando a minha reputação. Adicionalmente, fui pressionado a remover um comentário que publiquei no Google, baseado na minha experiência real enquanto cliente, o que considero uma tentativa grave de intimidação e limitação da liberdade de expressão. Considero esta atuação abusiva, desproporcionada e contrária à boa-fé contratual, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes caso estas práticas persistam. Miguel Costa
Não reembolso de pagamento de encomenda
Exmos. Senhores, Em 03 de Janeiro de 2026 adquiri uma máquina de secar roupa, da marca MSR SAMSUNG COND.9K.B.C-DV90DG52A0AEEP, pelo valor de 490,50 euros, com a taxa para entrega urgente incluída, para ser mais rápido e por fazer muita falta para poder começar a utiliza-la. O pagamento foi efetuado de imediato, conforme comprovativo de pagamento que está na minha posse, tendo sido acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 07 de dezembro de 2026, contudo, a máquina não foi entregue, e, no dia 08 de Janeiro de 2026, recebi uma mensagem a informar que não estava disponível, por rutura de stock. Foram-me então propostas duas opções, escolher outro produto ou pedir o reembolso, pelo que nesse mesmo dia, respondi que optava pelo reembolso e enviei o IBAN para esse efeito, já que estava muito desagradado com atuação da empresa KIBO, pois emitiram um pagamento sem que o produto estivesse disponível e também porque nunca me atenderam nas linhas de apoio disponibilizadas, email e telefone, para solucionar o problema. Decidi fazer a presente reclamação, porque até hoje, dia 13 de Janeiro de 2026, ainda não recebi o reembolso do montante pago e acho que já excedeu o tempo mais que razoável para esse efeito. Cumprimentos.
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