Reclamações públicas

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V. M.
27/06/2026

Atribuição de lugares - menores de idade

Venho apresentar reclamação relativamente à atribuição de lugares efetuada no voo TP1735 Lisboa-Porto Santo de 28/06/26. Na mesma reserva estão três passageiros: eu, o outro progenitor e a nossa filha de 8 anos de idade. No entanto, no momento do check-in, a TAP atribuiu à nossa filha um lugar separado de ambos os progenitores, apesar de todos estarmos incluídos na mesma reserva. Mais grave ainda, verificámos que existia um lugar livre ao nosso lado, que permitiria que a nossa filha viajasse junto dos pais, mas foi-nos exigido o pagamento de 33 € para alterar o lugar da menor para esse assento. Considero esta situação inaceitável e contrária às expectativas razoáveis de segurança, assistência e acompanhamento de uma criança menor durante uma viagem aérea. Tratando-se de uma menor integrada na mesma reserva dos seus progenitores, a TAP deveria ter assegurado, sem custo adicional, a sua colocação junto de pelo menos um dos pais, sobretudo existindo disponibilidade imediata no lugar adjacente. Acresce que a própria informação pública da TAP relativa a bebés e crianças a bordo refere que os lugares de adultos e crianças na mesma reserva são atribuídos automaticamente e sem custo, e que, sempre que possível e havendo disponibilidade, os adultos serão colocados na mesma fila ou numa fila adjacente à criança. No presente caso, havia disponibilidade, pelo que não se compreende a cobrança de qualquer valor para corrigir uma situação criada pela própria atribuição automática da TAP. Contactei o apoio ao cliente da TAP tendo sido confirmada a existência de assento ao nosso lado, mas só mediante pagamento adicional de 33 euros poderiam mudar a nossa filha para junto de nós. Note-se que a nova revisão europeia dos direitos dos passageiros prevê expressamente que famílias possam sentar-se com crianças menores de 14 anos sem custo adicional. Mesmo após sinalização junto do apoio ao cliente, a TAP manter a mesma postura e não resolver de imediato, ainda é extremamente chocante. Agradeço que a TAP responda a esta reclamação .

Encerrada
D. L.
24/06/2026
Rodoviaria do alentejo

Reclamação por falha na prestação do serviço de transporte e pedido de reembolso

Venho apresentar reclamação relativamente a uma viagem de autocarro que adquiri entre Évora e Vila Real de Santo António, incluindo ida e volta. No dia da viagem de regresso, o motorista informou-me que deveria sair em Beja para efetuar a ligação para Évora. Essa informação constava igualmente no bilhete adquirido, pelo que segui as instruções fornecidas e saí em Beja. Contudo, após a chegada a Beja, verifiquei que o autocarro de ligação para Évora não apareceu. Perante a situação, contactei telefonicamente um funcionário da bilheteira de Évora, que me informou que, segundo o seu conhecimento, nem sequer existia um autocarro de ligação de Beja para Évora naquele horário. Como consequência direta desta falha da transportadora, fiquei impossibilitado de concluir a viagem até ao destino final indicado no bilhete. Além da perda do valor pago pelo serviço contratado e não prestado, tive ainda despesas adicionais, uma vez que foi necessário que me viessem buscar de automóvel para regressar a Évora, originando custos de combustível. Considero que a transportadora incumpriu as condições do transporte contratado, ao vender um bilhete com uma ligação que não foi assegurada e ao não disponibilizar alternativa adequada para concluir a viagem. Assim, solicito: O reembolso integral do valor correspondente aos bilhetes afetados; A compensação pelos custos adicionais suportados com o transporte alternativo necessário para regressar a Évora; Um esclarecimento formal sobre os motivos que levaram à inexistência da ligação indicada no bilhete.

Encerrada
T. F.
16/06/2026

pagamento indevido

No dia 16 de maio comprei três bilhetes de ida e volta Lisboa/Veneza para dois adultos e uma criança. No momento do check-in, a TAP apresentou a marcação de lugares para dois bilhetes em assentos contíguos, indicando que o lugar ao lado já estava ocupado. O terceiro bilhete foi colocado numa fila de trás, que tinha dois lugares livres ao lado. Para conseguirmos viajar todos juntos, tive de pagar pela alteração de dois lugares num total de 56€. Porém, ao entrar no avião, percebi que afinal só existiam dois lugares de cada lado do corredor, já que o avião era um Embraer E190/E195. Senti-me completamente enganada, pois no check-in apareceu um modelo de avião que não correspondia à realidade, levando-me a pagar por extras que, afinal, não existiam. Peço o reembolso do valor pago pela remarcação dos dois lugares, 56€. Esta situação já foi também apresentada noutros canais da TAP. (RESERVA YBAEY2 - bilhetes: 0472525096592 , 0472525096590, 0472525096591)

Encerrada
C. R.
16/06/2026

Reembolso não recebido

Exmos. Senhores, No dia 10 de abril de 2026, efetuei o carregamento do meu Passe Verde n.º 2494516541 através da aplicação da CP – Comboios de Portugal. O valor foi debitado da minha conta bancária, mas o passe não ficou carregado de imediato. Como necessitava de utilizar o passe nesse mesmo dia, dirigi-me ao balcão da CP na Estação de Braga, onde expliquei a situação. O funcionário que me atendeu informou-me de que deveria efetuar um novo carregamento do passe no balcão e garantiu-me que o valor do carregamento efetuado através da aplicação seria posteriormente reembolsado. Antes de proceder ao segundo pagamento, questionei quanto tempo demoraria o reembolso, tendo-me sido transmitido que seria um processo rápido. Com base nessa informação, efetuei um segundo pagamento para poder utilizar o passe. Contudo, decorreram já cerca de dois meses desde a ocorrência e continuo sem receber o reembolso do valor pago em duplicado. Durante este período, procurei resolver a situação por diversas vias, tendo enviado dois e-mails para a CP, efetuado várias chamadas telefónicas para os serviços de apoio ao cliente e deslocado-me presencialmente ao balcão da CP cerca de quatro vezes. Numa dessas deslocações apresentei inclusivamente uma queixa formal sobre a situação. Apesar de todos estes contactos, continuo sem qualquer resolução concreta nem previsão para o reembolso. A única resposta recebida foi um e-mail automático a informar que o processo se encontra “em fase de análise”, sem qualquer indicação de prazo para conclusão. Considero inaceitável que, após cerca de dois meses, a CP continue sem proceder ao reembolso de um valor que me foi garantido ser devolvido, especialmente quando o pagamento duplicado ocorreu por indicação expressa de um funcionário da própria empresa. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste para que esta situação seja resolvida com urgência e para que a CP proceda ao reembolso integral do montante pago em duplicado, acrescido dos esclarecimentos devidos relativamente à demora verificada.

Encerrada

Impedimento de acesso a documento para Subsídio de Mobilidade (Reserva: KCLMSTJ)

Olá, Sou passageira residente na Região Autónoma da Madeira e viajei no voo Funchal-Lisboa com o localizador easyJet KCLMSTJ. Por lei, tenho direito ao Subsídio Social de Mobilidade e, para o receber junto dos CTT, necessito obrigatoriamente do documento oficial "Confirmação de Pagamento" (Payment Confirmation) emitido por vós, onde venham discriminadas as taxas aeroportuárias. Como o bilhete foi comprado através de uma agência de viagens (Rumbo), a vossa plataforma associou um e-mail corporativo da agência à minha reserva. Devido a isto, estou completamente bloqueada no vosso site e aplicação, sendo impossível fazer o login para descarregar a minha fatura/recibo de viagem. Tentei o contacto por e-mail e os canais automáticos não resolvem o problema, deixando-me sem acesso a um direito legal. Solicito que a easyJet emita e envie o PDF oficial da "Confirmação de Pagamento" da minha reserva KCLMSTJ para o meu e-mail de contacto pessoal, ou que altere o e-mail do sistema para que eu mesma possa descarregar o documento. Os prazos legais para avançar com o reembolso estão a decorrer.

Resolvida
P. M.
09/06/2026

Demasiada burocracia para obter um passe social

Exmos. Srs. Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa aos procedimentos adotados pela Rodoviária do Oeste no âmbito da emissão de uma segunda via do passe de transportes, bem como à forma como os seus clientes são tratados quando ocorre a perda ou extravio do cartão. Em primeiro lugar, considero incompreensível a burocracia exigida para a emissão de uma segunda via. Já aquando da emissão do primeiro passe fui obrigado a comprovar que a minha residência se situava no concelho da Lourinhã, através da apresentação de documentação específica. Agora, ao solicitar uma segunda via de um cartão que já existe, que já está associado ao meu nome, aos meus dados e ao meu histórico de utilização, vejo-me novamente confrontado com procedimentos morosos e exigências administrativas que parecem ignorar toda a informação já existente nos sistemas da empresa. Em segundo lugar, é difícil compreender como uma empresa que opera diariamente a partir do Terminal Rodoviário do Campo Grande não dispõe nesse local de um posto próprio para tratar destas situações. Em vez disso, os clientes são encaminhados para um posto da Barraqueiro Oeste, obrigando-os a a desempenhar tarefas que não lhes compete e a perda de tempo para resolver um problema criado pela própria falta de organização do serviço prestado. Contudo, o aspeto mais grave desta situação prende-se com as consequências financeiras impostas ao utente. Apesar de eu ter o passe mensal devidamente pago, possuir comprovativo do carregamento em meu nome e conseguir demonstrar que sou o legítimo titular do título de transporte, os motoristas recusam-se a aceitar qualquer prova alternativa. Como resultado, sou obrigado a adquirir bilhetes diariamente durante cerca de dez dias úteis, período necessário para a emissão do novo cartão. Na prática, isto significa que um cliente que já pagou antecipadamente o seu direito ao transporte é forçado a pagar novamente pelo mesmo serviço. Considerando duas viagens por dia, o prejuízo pode aproximar-se dos 20 euros diários, totalizando cerca de 200 euros ao longo do período de espera. Mais incompreensível ainda é o facto de a Rodoviária do Oeste não disponibilizar qualquer cartão provisório ou solução temporária para os seus clientes, ao contrário do que acontece em diversos outros operadores de transporte. Assim, o consumidor fica sem qualquer proteção, suportando integralmente os custos de uma falha do sistema que não criou e que não parece não querer procurar forma de resolver mais rapidamente. Entendo que esta situação configura uma prática profundamente injusta para os utentes, desproporcional e contrária aos princípios básicos de proteção do consumidor. Quem já pagou um passe válido não deveria ser privado do seu direito ao transporte nem obrigado a suportar custos adicionais apenas porque a empresa necessita de vários dias para emitir um novo cartão. Solicito, por isso, a apreciação desta situação por parte da DECO PROteste e a análise da conformidade destes procedimentos com os direitos dos consumidores, em particular no que respeita à cobrança duplicada de um serviço já pago e à ausência de mecanismos temporários que permitam ao cliente continuar a usufruir do transporte durante o período de emissão da segunda via. Com os melhores cumprimentos, Pedro Mota

Resolvida
R. S.
08/06/2026

Passe navegante - condições contratuais

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação formal relativamente à aquisição, através da aplicação Navegante, de um Passe Navegante Metropolitano mensal no valor de 40,00 €. A aquisição foi efetuada com base na informação disponibilizada na própria aplicação, onde o Passe Navegante Metropolitano é apresentado como válido em todos os modos de transporte da Área Metropolitana de Lisboa. Após o pagamento, verifiquei que o cartão virtual não permitia a utilização dos serviços de transporte de acordo com as características anunciadas do produto. Posteriormente, através do apoio ao cliente, fui informado de que o cartão virtual apenas teria acesso à Carris Metropolitana, limitação essa que não me foi comunicada de forma clara, destacada e inequívoca antes da conclusão da compra. Entendo que esta situação configura uma discrepância entre a informação disponibilizada ao consumidor e o serviço efetivamente prestado, afetando a minha decisão de contratação. Assim, solicito: A regularização imediata da situação, garantindo o acesso aos serviços correspondentes ao Passe Navegante Metropolitano anunciado; ou Em alternativa, o reembolso integral do montante pago, no valor de 40,00 €.

Encerrada
L. C.
04/06/2026

Bilhetes pagos e não reservados

Exmos. Senhores No dia 17 de maio comprei dois bilhetes com a Rede Expresso em com plano de pagamento em três vezes. A primeira prestação foi paga no dia da reserva e as outras duas ainda estão ativas paga pagar. Ao não receber os bilhetes e solicitá-los a Rede Expresso me foi informado que a reserva não foi feita e já entrei em contacto com a Rede Expresso para resolver a situação e até hoje não foi resolvida.

Encerrada
I. F.
01/06/2026

Recarga de Passe carris way

Venho por meio deste veículo demonstrar a minha insatisfação com os serviços da aplicação da carris way. Fiz a tentativa de carregamento como sempre faço mensalmente na data de hoje 01.06.2026. Foi debitado da minha conta bancária mas o meu passe não foi recarregado devido a instabilidade técnica na APP. Passei o dia a tentar entrar em contacto com o suporte mas, os mesmos não souberam prestar esclarecimentos e ao mesmo tempo apresentaram descaso com minha situação. O banco aguarda por parte da carris o cancelamento para que o dinheiro volte a estar em minha conta novamente. Na data de hoje tive de gastar 80 euros com passes por esse erro. Preciso de solução! 025 000174281 2022740348

Encerrada
L. R.
01/06/2026

Cobrança de valores acrescidos no último momento de check-ins, decorridos todos os prévios check-ins

1. Ao fazer o checkin do voo, online, para Barcelona 26 de março de 2026, de três passageiroso, o sistema da ryanair perante a escrita errada do nome de um passageiro dada a semelhança dos nomes (Luís Filipe Salgado Pereira Rodrigues - Nome a aparecer no bilhete Luís Rodrigues (pai) e Luís André Silva Pereira Rodrigues (filho). O nome que aparecia no bilhete era Luís Rodrigues, pelo que não permitiu fazer a devida correção muito antes da validação final do processo. No sistema, à medida que se avançava no registo do check-in, não era possível efetuar correções. O nome escrito ficava automaticamente gravado. Para solucionar este problema, interagi-se com o chat da Ryanair por meio de respostas fornecidas pela inteligência artificial. Tal obrigou o cliente a passar uma tarde a descortinar os processos para a resolução de um problema que não deveria existir; na escrita errada de um nome e/ou de um código, deveria haver a possibilidade de proceder à respetiva correção. Mas encontrámos a solução. 3. Como já tinham sido realizados, online, dois check-ins de dois passageiros, Elisabete Costa e Silva e Luís Filipe Salgado Pereira Rodrigues, e os documentos comprovativos continuavam ativos na APP da RYANAIR, procedemos à emissão do check-in Porto Barcelona apenas para o Luís André Silva Pereira Rodrigues. 4. Foi com estes comprovativos do check-in que entrámos no aeroporto, em anexo. 5. Contudo, já depois de estarmos em vias de entrar no acesso ao avião, isto é, no último controlo dos bilhetes e ainda que, pelo primeiro controlo via digital, tivéssemos entrado sem qualquer problema, fomos surpreendidos com o alerta de erro, sem margem de tempo para ponderar ou reclamar, implicando o pagamento de 55 euros cada um (110 no total). Atendendo ao facto do sistema de check-in ser deficitário como mencionado (nomeadamente, pelo facto de não se poder corrigir o nome e pelo facto de não haver uma notificação de que algo estivesse em falha, assim como pelo facto de termos entrado com o QR da aplicação sem qualquer anomalia, tendo sido, por fim expostos à situação inusitada e penalizante tanto ao nível pecuniário como moral, vimos, por este meio, solicitar o reembolso dos 110 euros que fomos obrigados a pagar, sob pena de, passados todos os trâmites, termos de regressar ao domicílio.

Encerrada

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