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Crédito habitação
Venho por este meio reclamar da forma abusiva e danosa em que fui lesado pelo millennium bcp.Em março de 2020 fui incentivado a abrir uma conta no millennium juntamente com a minha mulher para transferência de um crédito habitação de uma outra instituição para o millennium.Tudo tratado, pagas as comissões aprovações e no final nada de escritura. Em julho sou novamente incentivado a abrir nova conta, com a minha mulher, para a aquisição de uma habitação, tudo ok como da outra vez, todos os passos e exigências cumpridas, de tal ordem que tive que recorrer a um advogado para algumas exigências que me pediam serem cumpridas. A plataforma legal do millennium exigia que fosse feita uma alteração cadastral, que foi feita e confirmada pelas finanças. Chegamos ao ponto de ter que solicitar um notário para a realização da escritura, apesar de todas as limitações do banco em escolher um notário com protocolo com eles, arranjámos uma solução. O prazo das cartas de aprovação expiraram e foram efectuadas novas cartas, tudo aprovado. Escritura marcada para dia 30/12/2020 no dia anterior o millennium contacta-me a dizer que não se pode realizar a escritura porque não houve movimentação na conta que justifique o crédito, sabiam de ante mão que a conta foi aberta propositadamente para esta finalidade e que depois da escritura realizada o ordenado seria domiciliado la, condição essas obrigatória. Visto não ser minha a culpa exigi que no mínimo me devolvessem o dinheiro que esta “brincadeira” me custou. Alegam que a culpa é minha....Peço a vossa ajuda pois estou a ser lesado e nesta época difícil todo o dinheiro faz diferença. Obrigado
Fraude através de cartão de débito Millenium Bcp
Venho, por este meio, comunicar V. Exas que no dia 02/12/2020 fui, em Istambul, vítima de fraude através do meu cartão de debito Millenium Bcp. Nesse mesmo dia, verifiquei, através do homebanking, transações suspeitas e imediatamente liguei á minha sucursal para reportar a situação e cancelar o cartão de debito. Foram feitas 2 transações a titulo de telecomunicações (380.40€ + 163.02€) e uma outra a titulo de levantamento no valor de 233.08€. Assim que cheguei a Portugal, dirigi-me á minha sucursal para proceder á reclamação por escrito e para minha surpresa, dia 18 de Janeiro, recebi uma chamada do Millenium BCP a dizer-me que o reembolso foi recusado porque as transações foram feitas com codigo e que o banco não tem seguro contra este tipo de situações. Mais me disseram, que se eu quisesse apresentar queixa, deveria dirigir-me á polícia. Mas estamos aqui a brincar? Telecomunicações como transações?! Eu nem sei o que isso é! Claramente fui vitima de fraude e falha de segurança Millenium Bcp. Então o Millenium tem proteção 3D secure e deixou que um cliente fosse vítima de fraude e agora não assume a falha do sistema de proteção de dados? Inadmissível! No total, com taxas internacionais, fui vitima de uma falha de segurança Millenium Bcp em 796,11€! Tenho o direito a ser reembolsado e não é minha culpa que o banco tenha falhado na segurança do cartão.
Comissão de manutenção - Cliente frequente
Venho por este meio comunicar a V. Exas que, desde março 2020 que comecei a receber ordenado na conta Millennium que já tenho há alguns anos. Além de ser a conta ordenado, é também a conta e o Banco com quem tenho crédito habitação. Como estive desempregada e não recebia ordenado na conta até esta data, a comissão de manutenção que me era cobrada era de 8 euros/mês. No entanto, como comecei a receber na altura referida, e a comissão de manutenção manteve-se, questionei o banco o porquê dessa situação. No dia 5 Junho 2020 enviei email (Banco Mail) a questionar a situação. A resposta foi que a solução Cliente Frequente tem uma comissão mensal de 8,00 euros/mês mas que há desconto para os clientes que domiciliam ordenado, sendo que essa transferência deverá estar codificada com o código 08, o que não se verificava nas transferências feitas pela empresa para a qual trabalho. Querendo despachar o assunto, aconselharam-me que deveria falar com a minha sucursal a fim de verificar a possibilidade de estorno das comissões em causa. Assim sendo, assim o fiz. Na minha sucursal disseram-me que tinha de falar com a empresa e pedir que me transferissem o ordenado com o respetivo código. Se assim o fizessem, passaria a usufruir do desconto, e em vez dos 8 euros, passaria a pagar apenas 4,50 euros. A empresa para qual trabalho demorou algum tempo a atender ao meu pedido (empresa estrangeira). No entanto, dia 2 Novembro e 1 Dezembro 2020, a mesma já fez a transferência com o referido código. No dia 2 Novembro o banco volta a retirar-me a comissão de manutenção de 8 euros. No dia 1 de Dezembro, a mesma coisa. No dia 3 dezembro volto a contactar o Banco sobre a situação. Já estava a receber o ordenado codificado com o respetivo código e a comissão não havia sofrido qualquer alteração. A resposta do Banco foi que no mês de Outubro não haviam verificado a situação (só recebi o ordenado de Outubro no dia 2 Novembro) e por isso haviam retirado os 8 euros. Não referiram em momento nenhum o mês de Novembro (recebi um ordenado no dia 2 Novembro e dia 30 Novembro retiram-me os 8 euros de comissão). Fizeram-se de desentendidos quanto a esta situação. Por duas ou três vezes foi sempre esta a resposta: o mês de Outubro. Fiz reclamação no livro de reclamações. Qual foi a resposta? Afinal são precisos 3 meses de transferência de ordenado com o código ISO e então para começar a ter o desconto para 4,50 euros. A questão é que esta informação não está em lado nenhum. No site, fazem campanha para que sejam abertas contas com ordenado domiciliado de modo a usufruir deste desconto. Não é referido em lado nenhum que, mesmo depois de aberta a conta, o cliente tem de receber o ordenado durante 3 meses e então para começar a usufruir do desconto (isto faz algum sentido???). Para não dizerem que o Banco cometeu um erro , de repente aparece esta justificação que são precisos 3 meses seguidos. Ora, eu já recebia ordenado desde Março, como referi. A empresa retificou o código com que transfere o meu ordenado (que foi o que o Banco me disse ser necessário). O banco decide que afinal ainda tenho de receber mais 3 meses com o código certo e então para me começarem a dar o desconto. Será que se deixar de receber o ordenado nestas condições o Banco também demorará 3 meses e então para retificar a situação? Claro que não! Como me foi referido, estas condições são validadas mensalmente. A partir do momento em que se deixem de verificar as mesmas, o cliente deixa de usufruir do desconto. Não conformada com a situação, fiz uma nova reclamação a esta resposta e disse ao Banco que iria encaminhar diretamente ao Banco de Portugal, todos os dados e respostas que me foram dadas. Mesmo sem o fazer, recebi uma carta por parte do Banco de Portugal que alega não ter encontrado indícios de infração por parte da entidade reclamada. (e eu que não acreditava em coincidências passei a acreditar depois disto!!!). Disse ao banco que se me voltassem a retirar os 8 euros este mês, voltaria a fazer nova reclamação. Não o fizeram. Este mês já fizeram o desconto.
Millennium sumiu com 10.167,36 da minha conta
No dia 10/08 fiz uma transferência internacional Originária do Brasil utilizando a plataforma Remessa on-line. No dia 11/08, o valor de 10.167,36 Euros, já estava no banco comercial Português-Millennium. Acontece que até o momento, dia 13/08, o valor não foi creditado na minha conta. Tenho um contrato de compra e venda de um apartamento e preciso pagar aos proprietários o valor do imóvel hoje, pois senão, será cobrado o valor de 7.000 como juros. Por favor, preciso de uma solução urgente!
Comissão de guarda de títulos
Venho por este meio comunicar a vossas excelências que pretendo que deixem de me cobrar a comissão de guarda de títulos, uma vez que não estou a usufruir do serviço. As ações do BES que estão na minha conta não valem nada. Quero que saiam da minha conta, mas não é possível. Não me podem estar a cobrar por um serviço que não tem valor e ao mesmo tempo não me permitem que o deixe de utilizar. Nesse sentido, considero que me estão a cobrar indevidamente a comissão de guarda de títulos e peço para ser ressarcido desses valores.
Pedido de Revisão de Spread
Exmos. Senhores, Bom dia,No passado dia 04/02/2020 desloquei-me a Sucursal de Camarate e fiz um pedido de revisão de spread do Crédito habitação com o Sr. Aníbal Faria.Apesar de me ter sido indicado que me seria dada uma resposta entre 10/15 dias estamos a 29/05/2020 (perto de 4 meses depois) e não me conseguem resolver a situação.Já me desloquei várias vezes à sucursal, já telefonei dezenas de vezes, tanto para a sucursal como para o vosso apoio a clientes, e a resposta é sempre a mesma, ficam com o meu contacto e prometem retorno no dia seguinte e nunca o fazem.Aliás no último contacto telefónico feito hoje pela minha esposa para a sucursal o comportamento do Sr. Carlos Alves foi no limiar da má educação e do desrespeito, o que eu não irei tolerar.Acho inacreditável a postura e comportamento de desrespeito que o millennium está a ter para com os seus clientes.Farei todas as reclamações possíveis relativamente a este caso e tudo farei para que, no mínimo, deixe de ser cliente daquela sucursal.Fico aguardar o vosso breve retorno.Obrigado.Fernando Oliveira
Cobrança indevida
Relato a seguinte ocorrência da qual junto documentos comprovativos e solicito a maior atenção e ajuda na resolução do caso:No dia 07/12/2019, pelas 13:50 h desloquei-me à sucursal da Estefânia do Banco Comercial Português e solicitei informações sobre um processo de óbito relativamente ao meu falecido pai João Carlos Bento Lopes e quais os procedimentos necessários para o desbloqueamento/ entrega de valores relativos as contas.Entreguei na altura uma certidão de habilitação de herdeiros identificando-me como herdeiro único e um certificado de óbito com averbamento de uma anulação de casamento.Foi-me dito na altura que necessitaria de requisitar uma relação de bens e que com essa relação de bens me deveria dirigir às finanças para que me entregassem uma declaração de pagamento de imposto de selo. Procedi de acordo com as instruções referidas (Anexo 1).Acontece que no dia 11/12/2019 dirigi-me às finanças e verifiquei que as mesmas já apresentavam um relação de bens relativa à herança de João Carlos Bento Lopes (meu pai) donde constavam as contas referente ao Banco Comercial Português (Anexo 2).No dia 12/12/2019, dirigi-me ao Banco e entreguei o documento de liquidação de imposto de selo ficando a aguardar o desbloqueamento/ entrega de valores relativos as contas. Fui informado que o processo seria simples e célere dado que já havia apresentado o documento de isenção de imposto de selo (Anexo 2).Recorri à sucursal da Estefânia mais duas vezes, uma em cada semana, para saber informações do processo e perceber a justificação de tal demora, sem nunca me ter sido prestada qualquer esclarecimento cabal e remetendo sempre a responsabilidade para o departamento responsável por essa área.No dia 30/12/2019, apresento reclamação por escrito no livro de reclamações que se transcreve: “ Após entrega de todos os documentos necessários relativos a um processo de óbito no dia 6 do presente mês e entrega do imposto de selo no dia 12 do mesmo mês continuo a aguardar resposta e resolução do caso, tendo recorrido diversas vezes ao balcão e sendo sempre informado que estaria para breve a resolução (data prevista em processos idênticos 5 dias úteis). Pela insatisfação com o serviço prestado e demora na resolução de um problema simples faço esta reclamação”. (Anexo 3)No dia 7/01/2020, dirigi-me novamente à sucursal da Estefânia e tendo-me sido finalmente indicado que o processo tinha sido resolvido e poderiam proceder ao desbloqueamento/ entrega de valores relativos as contas. Apresentaram-me na altura, um abaixo assinado para ordem da pagamento da herança, datada de 6/01/2020 e uma fatura relativa a declaração de habilitação de herdeiros no valor de 92,95 euros, datada de 03/01/2020 (Anexo 4). Não entendi na altura o motivo da cobrança da fatura questionei a que se referia a fatura dado que não tinha recebido nenhuma declaração de habilitação de herdeiros nem necessitava de uma, foi-me respondido que não podiam esclarecer a minha dúvida, teria de apresentar uma reclamação escrita interna para o departamento da área. Assim fiz, no próprio dia reclamei por escrito (documento na posse do Banco Comercial Português). Questionei inclusive se já não havia sido feito um pedido declaração pela anterior representante da herança (Srª Isabel Macuá) e se não teria existido algum pagamento anterior, sendo-me sempre negado tal fato. No dia 10/01/2020, dirijo-me de novo à sucursal da Estefânia onde me é apresentada a relação de bens, datada atente-se de 09/01/2020 (Anexo 5), tendo-me sido assegurado que após resposta oral da colega de departamento não existia nenhum pagamento anterior do serviço e que o mesmo acontecia como de costume no final do processo. Alego que não necessitava como havia referido anteriormente de nenhuma relação de bens dado que a mesma já existia nas finanças, mas também não me consegue esclarecer como as finanças tiveram acesso a essa informação! E questiono ainda porque não existiu uma resposta escrita as minhas várias reclamações.De boa fé acordo em pagar a quantia da fatura por forma a que possa finalizar o processo e reaver os valores depositados na conta.Venho a descobrir mais tarde, no momento em que me são apresentadas despesas relativas à herança de João Carlos Bento Lopes pela Srª Dona Isabel Macuá, entretanto removida como herdeira na sequência de douta sentença de anulação do casamento, que já haveria sido liquidada uma fatura no dia 30/01/2018 no valor de 92,25 euros, referente a relação de bens de João Carlos Bento Lopes.No dia 12/02 volto à sucursal da Estefânia para confrontar o funcionário dos fatos referidos e da má fé na ocultação dos mesmos, tendo o mesmo aprestado uma postura desadequada e indelicada pelo que voltei a apresentar nova reclamação no livro de reclamações (Anexo 3).É perfeitamente inadmissível a justificação do Banco Comercial Português quando refere (Anexo 6) que “não se verifica a duplicação do valor pago, tratando-se de dois pedidos distintos efetuados por pessoas” in casum, o processo de óbito é único e referente a um único cliente, e a relação de bens deve ser emitida em nome de herdeiros de João Carlos Bento Lopes, não competindo a essa entidade determinar quem são os herdeiros, nem emitir declarações nominais a ou outro herdeiro.Estando em causa fatos que atentam contra os princípios de lealdade e confiança das instituições bancárias podendo inclusive constituir um crime de Burla ao abrigo do artigo 217º do Código Penal, solicita-se dado o exposto a intervenção atenta desta entidade.
Aumento de Spread e Comissões
Recebi um sms, do número 965 279 585, a seguinte informação sem identificação de remetente! O seu emprestimo de credito habitacao xxxxxx nao cumpre os requisitos de produtos e/ou servicos definidos contratualmente. No proximo mes o spread sera ajustado em conformidade. (SMS sem pontuação ou acentos) Nesse mesmo dia, entro em contato com o meu balcão de Lagoa (Algarve), falando com a Ana Pereira, que ficou de verificar a situação e nunca mais obtive resposta, quanto tentei entrar em contato, ninguém atendia a chamada. Dia 09 viajei de urgência a Portugal para falar pessoalmente no balcão, que ao me verem no dia 10, disseram que a colega acima referida foi transferida para a sucursal de Portimão. A colega Manuela Pita, verificou comigo o que se passaria na conta e chegou a conclusão que afinal era a falta de um DD (que apesar de existir dois DD ativos na conta a fatura da EDP era bimensal). Alterei a fatura da EDP a mensal. Pois o importante era que no dia 25/02/2020, cumprisse os 4 critérios em 7. E que a revisão de Spread se dá duas vezes por ano. (no meu caso em Fevereiro e em Agosto). - Para não me preocupar. Solicitei a revisão de Spread de um outro crédito habitação, pois não teria lógica pagar mais nesse crédito que no outro... Solicitou-me declaração de IRS, fazendo-me crer que a resposta a essa solicitação, seria aceite pela direção. Voltou a verificar antes do meu regresso que cumpria em Fevereiro 5 dos 7 pontos. (aos quais basta ter 4). Regresso à Suíça no dia 23/02/2019. Constato duas comissões de despesas pela emissão de uma declaração que no ano passado me custou 30€, este ano, cobraram-me duas vezes 60€ ou seja, 400% de aumento! Farto de má gestão e atenção, reclamei para o Banco de Portugal. No dia 25/02/2020, cobraram-me a mesma prestação, mas hoje constato que após a reclamação, subiram-me o Spread de 2,25% para 3,5%. No contrato do empréstimo esta escrito que o Banco pode subir o Spread, mas tem que avisar o cliente por escrito com 90 dias de antecedência... Resta saber se por ser por sms anónimo, mas nem cumpriu os 90 dias!!! Solicito à DECO PROTESTE para verificar esses procedimentos do MillenniumBCP que poderão estar a afectar muitas pessoas em Portugal.
Comprovativo
No dia 06/02/2020 por volta das 20:30 horas telefonei para a linha de apoio 707502424, do Millennium BCP a anular um cartão perdido da minha esposa, da conta em que sou titular.Após todo o processo, peço que me envie o comprovativo de anulação do cartão, o qual sou informado que não o fazem, que o cartão encontra-se anulado e a gravação telefónica é o comprovativo.Como consumidor pretende que me seja facultado um comprovativo da operação bancária solicitada/efectuada.Com os melhores cumprimentos.Carlos Martins
Millennium BCP - Não há vergonha nenhuma
Por causa dos Exmos senhores agora nem estou a pensar pagar 1000 euros de crédito em vez dos 800!!!! Nem pensar! Quando para retirar pagamento avisam “bués” dias antes...mas quando para avisar várias vezes sobre “que produto é que falta” e “porquê” nem pensar. Uma vergonha completa. Antes do pagamento do dia 5 de Novembro quero que o seguro que não é retirado (por razões não desconhecidas) seja retirado! E o valor actualizado pata o valor normal! Nem se quer recebi uma carta com assunto do seguro ou produto mencionado em falta!
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