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Trabalho mal feito e não terminado
Exmos Senhores, Recebi em 23/02/26 uma mensagem para dar por concluída a minha obra. Hoje 24/02/26 recebi a mesma mensagem no meu telemóvel. Esta empresa é cega em relação aos seus clientes. Já reclamei duas vezes (ver abaixo). Em resposta à minha reclamação recebo uma resposta tipo, dizendo que me vão contactar e nada. E agora querem que assine que a obra está concluída! Isto é uma atitude incorreta. QUERO O MEU DINHEIRO DE VOLTA. Em relação à minha reclamação de 07/02 (ver abaixo), recebi ontem uma mensagem inócua da Srª Susana Sousa. Não sendo possível responder à mensagem da Srª Susana Sousa, Venho iterar a minha reclamação anterior: Ainda não recebi nenhum contacto de um humano por parte do fornecedor. A obra está parada e o que foi feito, foi mal feito sem qualquer qualidade. Eu não quero continuar a obra. Quero o meu dinheiro de volta. Uma das pessoas que estava a fazer a instalação, parecia a pessoa que mais sabia, disse-me que o material que foi por vós colado teria de ser todo partido para que o novo material pudesse ser colado. Eu não quero mais confusões na minha casa, já basta o que me fizeram, sem nunca cumprir prazo. Acabou-se. Exijo que a Leroy Merlin me devolva o meu dinheiro e que dê ordens à sua equipa para vir a minha casa buscar todo o material com a brevidade possível. Reclamação de 07/02 No dia 26 de Dezembro desloquei-me à loja Leroy Merlin na Alta de Lisboa para solicitar a instalação de material cerâmico na bancada da minha cozinha. Escolhi o material e disseram-me que alguém iria a minha casa para poder fazer o orçamento. No dia 31/12 recebi a informação que a visita para o orçamento seria no dia 02 de Janeiro. No dia 02 de Janeiro, recebi uma mensagem do pelo Sr. Renato alterando a visita para o dia 06 de Janeiro. No dia 12 de Janeiro recebi a indicação que o orçamento de mão de obra estava disponível. Ao falar com a Leroy Merlin, recebi a indicação que orçamento era apenas para a mão de obra sem materiais e que deveria ir à loja para os escolher. Desloquei-me à loja Leroy Merlin na Alta de Lisboa, em que fiz novamente a escolha de materiais e paguei na totalidade o valor do orçamento e dos materiais. O que ficou registado sob pedido nº 373763 no valor de € 1213,13. É importante notar que nesse orçamento estava incluída a quantia de € 806,49 (designação T. COMPL. PAV. E REVESTIMENTO CERÂMICO) que segundo me explicou o funcionário da Leroy Merlin, correspondia ao pagamento do trabalho para afagar o bancada em madeira onde o material cerâmico ia ser instalado. Nesse mesmo dia recebi a informação que instalação seria a 22 e 23 de Janeiro. Através de conversa telefónica com que eu penso ser o Sr. Renato, foi-me dito que não era possível fazer a instalação a 22 e 23 de Janeiro, tendo esta ficado marcada para 29 e 30 de Janeiro. Na véspera da instalação, a 28 de Janeiro, tentei repetidamente falar com o Sr. Renato que nunca atendeu o telefone, respondendo-me às 13:30 para dizer que seria impossível fazer a instalação na data combinada. Sendo este já o terceiro adiamento, manifestei o meu desagrado, dizendo que iria fazer uma reclamação à loja. A marcação fico então marcada para os dias 2 e 3 de fevereiro, começando o trabalho às 08:00. Nesse dia às 8 horas da manhã eu estava pronto e à espera que chegasse a equipa de instalação. Apareceu um senhor, penso de o Sr. Renato, às 10:15, com o qual reclamei pelo seu atraso. Respondeu arrogantemente, sem pedir qualquer desculpa, que se eu quisesse que ele se fosse embora ele iria. Nesse dia começou a instalação, indo-se embora exatamente às 17:00. Tínhamos combinado que no dia seguinte os trabalhos começariam às 09:00, chegaram depois da 10:00 o Sr. Renato acompanhado de dois funcionários. O Sr. Renato saiu de imediato, ficando os dois funcionários a fazer a colagem. Às 12:00, os dois funcionários saíram sem dizer nada e não apareceram mais. Tentei repetitivamente telefonar ao Sr. Renato que nunca atendeu as minhas chamadas. Usando o telemóvel da minha mulher, telefonei-lhe e ele atendeu imediatamente! Não me deu qualquer informação sobre a saída antecipada das duas outras pessoas, mas disse que viria ver a obra. Quando chegou a minha casa no dia 5 de manhã afirmou que o trabalho estava mal feito, totalmente inaceitável, e que todo o material que tinha sido colado, teria de ser arrancado (isto é, partido) e a obra começar de novo. Disse-me que me telefonaria nesse mesmo dia a dizer se o material existia em armazém. Até hoje, não recebi qualquer resposta. Telefonei várias para a loja da Leroy Merlin a reclamar e na última vez disse que queria termina com a obra, que levassem todo o material e me devolvessem o dinheiro que eu tinha pago. Continuo sem resposta. Uma empresa respeitável deve assumir os seus erros e reembolsar o cliente, como no meu caso. Quero também que vão a minha casa e retirem todo o material que instalaram e o que ainda está por instalar. João Pavão Martins
Instalação E-Lar não executada
Exmos. Senhores, Desde Outubro de 2025 que fui elegível para o voucher E-Lar e em que iniciei o processo com a escolha do fornecedor Le Roy Merlin (Santarém) activando o voucher, deslocando-me à Loja por 3 vezes, uma delas, a terceira vez, onde ficaram escolhidos os equipamentos segundo as orientações do colaborador da Loja, garantindo que aqueles eram os equipamentos certos para a minha instalação e quando foi assinado um contrato entre mim e o fornecedor onde é mencionado nas condições gerais do mesmo "ANEXO 2: CONDIÇÕES GERAIS DOS SERVIÇOS DE ORÇAMENTO, MONTAGEM E INSTALAÇÃO", no ponto 5. e seguintes, condições que nunca foram cumpridas nem executadas pelo fornecedor, pese embora tenha feito o alerta para a situação. "5. ORÇAMENTAÇÃO PRÉVIA: 5.1. A realização de determinados serviços de montagem ou instalação poderá requerer a visita ao local para realização prévia de um orçamento técnico, designadamente por forma a determinar: 5.1.1. O material a utilizar na montagem, instalação ou trabalho, bem como as respetivas quantidades, material esse que o Cliente deve adquirir nas lojas LEROY MERLIN e disponibilizar na data da realização do serviço, conforme referido Cláusula 1 supra; 5.1.2. As dimensões e o estado do local a intervencionar; 5.1.3. A necessidade de realização de quaisquer serviços extra, nomeadamente desinstalação de material ou equipamento, trabalhos de preparação para o serviço, ferramentas ou maquinaria específicas exigidas para o mesmo." Pelo incumprimento claro e óbvio da parte do fornecedor têm vindo a surgir impedimentos para a instalação que são e estão fora do meu foro e obrigação de acção e/ou de resolução. Mesmo assim estou desde Dezembro 2025 a ser sujeita a marcações / agendamentos por parte do fornecedor e técnicos de instalação que nem sequer alguns deles são efetivados e nem sou contactada para aviso de não efectivação do serviço. Mesmo assim estou desde essa altura a cumprir com os agendamentos estando presente para abrir a porta, para receber, para assistir à instalação. Dos agendamentos concretizados surgem impedimentos relativos à não proveniência do técnico mencionado no "ANEXO 2" (...). Situação que se vem arrastando desde o início de Dezembro 2025 até mais uma vez ONTEM, dia 19 de Fevereiro 2026, marcado que estava o agendamento para este dia às 17h00 e em que às 16h00 os técnicos da instalação chegam e foram recebidos para entrarem e procederem à instalação. Cerca de 10 minutos (+/-) após a entrada os mesmos informam que não vão conseguir fazer a instalação pois impedimentos técnicos eléctricos não permitem a instalação em segurança (cabelagem não adequada). Direcionando para mim a resolução da situação (teria que contratar um electricista para mudar a cabelagem), sendo que o meu voucher atribuído contempla entre outras situações também as instalações necessárias ao funcionamento dos equipamentos e sendo que, lá está!, se tivessem providenciado o técnico que tenho por direito contratual desde o início do processo estas situações tinham sido verificadas e providenciadas! Estamos a 20 de Fevereiro de 2026 e continuo sem a instalação que tenho por direito dos equipamentos atribuídos em voucher E-Lar. Tenho desde o início do processo cumprido com todos os meus deveres para com a instituição do programa E-Lar (Fundo Ambiental), para com o fornecedor (Le Roy Merlain), para com equipas técnicas / empresa (Casa Vantagem) e neste momento passados 3 meses nestas condições e situações fui, sou e continuo a ser completamente lesada. Os danos materiais (telefonemas, faltas ao trabalho, compra de gás em botija, etc), os danos profissionais (pedidos de ausência no trabalho, etc), danos morais (ansiedade, desgaste, etc), os danos contratuais e extracontratuais são danos que me foram causados dignos de pedido de resolução desta situação de uma forma mais impositiva e dignos de indemnização. Esta é uma descrição muito sucinta da situação mas se for necessário mais alguma informação específica ou não estarei disponível para fornecer. Cumprimentos.
Devolução dentro do prazo
Exmos. Senhores, Em 06-02-2026 comprei-vos, através da vossa loja em Loures, uma tampa de sanita por 19,99€. A referência da fatura é FS 20260445102/006749 Em 07-02-2026 portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Me foi negado na loja com a prerrogativa de que esse produto não é feito devolução ou troca (mesmo não tendo sido utilizado), que essa informação está presente no local do objeto comprado, foi constado na hora que tal informação é inverídica e também não consta na fatura. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
RECLAMAÇÃO FORMAL – Inércia do Marketplace Leroy Merlin – Encomenda
Assunto: Prática comercial abusiva e violação do Direito de Livre Resolução – Encomenda n.º 26038L29997-A (Marketplace Leroy Merlin) Entidade Reclamada: BCM - Bricolage, S.A. (Leroy Merlin Portugal) e ProximaX (Vendedor Marketplace) Exposição dos Factos: No âmbito de uma compra online efetuada no Marketplace da Leroy Merlin, solicitei o cancelamento formal da encomenda no dia 12 de fevereiro de 2026, às 08:04, devido a sucessivos atrasos e informações contraditórias prestadas pelo vendedor ProximaX. Apesar da minha instrução inequívoca de cancelamento, e de instruções semelhantes dadas pela própria equipa de gestão de Marketplace da Leroy Merlin (nos dias 13 e 14 de fevereiro), o vendedor ignorou as solicitações e procedeu ao envio do artigo em data posterior ao pedido de resolução do contrato. O vendedor recusa-se agora a processar o reembolso imediato, condicionando a devolução do meu dinheiro à recusa física da encomenda e ao seu retorno às suas instalações, o que constitui uma imposição ilegal e abusiva. Fundamentação Legal: Direito de Livre Resolução (Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro): Nos termos do Artigo 10.º, o consumidor tem o direito de resolver o contrato sem incorrer em quaisquer custos. A comunicação da resolução foi efetuada por escrito e atempadamente. Obrigação de Reembolso (Artigo 12.º do DL 24/2014): O fornecedor de bens deve reembolsar todos os pagamentos recebidos num prazo máximo de 14 dias após a comunicação da resolução. A retenção do reembolso condicionada a eventos logísticos posteriores ao cancelamento formal não tem base legal, especialmente quando o envio foi feito à revelia das instruções do cliente. Lei da Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96): Violação do direito à proteção dos interesses económicos e à boa-fé nas relações contratuais. Pretensão: Exijo a intervenção das autoridades para que a BCM - Bricolage, S.A. (Leroy Merlin), enquanto entidade gestora da plataforma e fiel depositária do pagamento, proceda ao estorno imediato e integral do valor pago, independentemente do processo logístico entre a plataforma e o seu parceiro comercial (ProximaX), ao qual sou totalmente alheio. Apresento esta queixa por manifesta má-fé do vendedor e inércia da Leroy Merlin na resolução de um conflito de consumo direto e documentado.
Encomenda perdida
Exmos. Senhores, Em 26/01/2026 adquiri uma secretária, da marca Tribedesings, pelo valor de 169,99€. O pagamento foi efetuado no momento. Algum tempo depois apercebi-me que o site mudou automaticamente a minha morada para outra que desconheço, entrei logo em contacto com o vendedor que me informou que iria alterar. Passado uns dias fui contactado pela empresa de entregas a confirmar que a encomenda tinha sido entregue em Faro sendo que eu sou de Leiria. Desde então tenho efetuado diversas chamadas para resolver a situação e confirmam a alteração de morada e recolha do produto dando esperança que a situação se resolva. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que a mesa vai ser entregue mas nunca de facto é. Assim sendo, dado que as consecutivas faltas de profissionalismo, transparência e vontade de resolver a situação apresento a minha reclamação. Cumprimentos.
Reembolso em falta
Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Leroy Merlin relativamente à encomenda numero 942036, efetuada online no dia 25 de janeiro, no valor total de 586,99 euros (1 armario, 1 vassoureiro, 1 abrigo e 49 euros de portes). No dia 26 de janeiro, menos de 24 horas apos a compra, a empresa procedeu ao cancelamento unilateral do artigo abrigo, no valor aproximado de 349 euros, sem qualquer justificacao valida, sendo que o produto continuava disponivel para venda no site. Apos este cancelamento, o valor dos portes nao foi ajustado. Contactei o apoio ao cliente e fui orientada a recusar a entrega caso nao concordasse com os valores cobrados, o que fiz. Posteriormente solicitei a devolucao dos montantes pagos. Recebi apenas: 188,99 euros referentes aos restantes artigos 49 euros referentes aos portes (apos envio do meu IBAN) Contudo, ate ao momento, e apesar de ja terem decorrido mais de 15 dias uteis desde o cancelamento, nao recebi o valor de 349 euros correspondente ao abrigo cancelado pela propria empresa. Ja efetuei diversos contactos telefonicos e existem os seguintes registos de atendimento: 1861568 1868613 1881807 19079339 Nos termos do Decreto Lei 24/2014, o reembolso deve ser efetuado no prazo maximo de 14 dias apos a resolucao do contrato, prazo esse que ja foi ultrapassado. Solicito a intervencao da DECO Proteste para que a empresa proceda, com urgencia, ao reembolso do valor em falta de 349 euros. Paula
Serviço foi mal executado
Exmos. Senhores, Em Novembro, o Leroy Merlin, instalou-me 5 portas interiores. No dia a seguir, vim ver como tinha ficado o trabalho feito pois, não me foi possível ir no próprio dia. Tenho marcas (parece cola ou verniz) no chão (novo); numa das aduelas tenho uma marca como se fosse um furo em que se vê a "madeira" por baixo da tinta branca da porta; outra das portas não fica aberta (acaba por se fechar sozinha) e neste momento tenho outra das portas a fazer barulho quando se fecha. Também tinha ficado com marcas nas paredes brancas mas com algum esforço consegui remover com a limpeza de uma profissional. Liguei várias vezes para o apoio ao cliente, da primeira vez foi-me pedido registo fotográfico. Desde dezembro que estão a analisar a questão e ainda nada. Disseram que teria de receber um técnico, algo que nunca aconteceu. Nunca fui contactada por nenhum dos técnicos (até tenho o número do técnico que fez a instalação e não tenho registo nem de chamadas nem por mensagem - algo que no dia da instalação aconteceu, ou seja, já comunicamos anteriormente). Da última tentativa de contacto disseram-me que o Leroy teria de me contactar dentro de 48 horas e apenas recebi outro email a informar que estão a analisar. O último que tinha recebido foi dia 12 de janeiro de 2026. Esta situação ocorre já desde novembro/dezembro após vários contactos com o apoio ao cliente (mínimo 5). Devo fazer uma reclamação por escrito na loja onde efetuei o serviço? Como me podem ajudar? Obrigada Cumprimentos.
Instalação de ar-condicionado, falhas graves no serviço, danos no imóvel e prejuízos financeiros
Assunto Reclamação formal – Instalação de ar-condicionado, falhas graves no serviço, danos no imóvel e prejuízos financeiros Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a todo o processo de aquisição, pré-instalação e instalação do sistema de ar-condicionado adquirido através do Leroy Merlin, com execução do serviço pela empresa Leroy Merlin . O processo iniciou-se com a deslocação técnica ao imóvel para levantamento e elaboração de orçamento. Posteriormente foi-me enviado um orçamento que considerei adequado e, por se tratar de uma empresa de grande dimensão, avancei com o pagamento na loja Leroy Merlin. Contudo, passados dois dias, fui novamente contactado a informar que existia um novo orçamento e que teria de proceder a um pagamento adicional. Após insistência e necessidade de escalar a situação até à direção da loja, esse erro acabou por ser assumido pelo Leroy Merlin, ficando a situação resolvida, embora demonstrando desde logo falhas graves na gestão do processo. Após a compra, o processo arrastou-se durante vários meses até ser realizada a pré-instalação do sistema de ar-condicionado. Nessa fase, a empresa deslocou-se ao local, definiu os traçados e posicionamentos necessários, e os roços foram executados pelo meu construtor com base nessas indicações. Em nenhum momento, nem na fase de pré-instalação nem posteriormente, fui alertado para qualquer erro ou inconformidade nos roços realizados. Seguiram-se novos atrasos significativos até que, finalmente, foi realizada a instalação do sistema. Importa ainda referir que, no próprio momento da instalação, a equipa técnica verificou que faltava uma bomba de condensados que não tinha sido entregue juntamente com os equipamentos e restantes componentes adquiridos. Esta falha obrigou-me a deslocar-me pessoalmente à loja Leroy Merlin de Alfragide para levantar a peça em falta, não tendo sido apresentada qualquer alternativa de entrega ao domicílio (o que me obrigou a fazer mais de 300 Km, apesar do imóvel ser em Lisboa, eu resido em Leiria), causando mais transtornos, perda de tempo e custos adicionais totalmente alheios à minha responsabilidade. Este imóvel foi adquirido para investimento, tendo sido celebrado contrato de arrendamento. Após entrega da chave aos inquilinos e o início da utilização do sistema de ar-condicionado (1 de Dezembro de 2025), começaram a surgir graves problemas de humidade em várias divisões do apartamento, comunicamos a anomalia e a empresa instaladora, como forma de testar o equipamento introduziu varios litros de agua no equipamento, agua essa que permaneceu no interior do equipamento e paredes o que provocando danos significativos nas paredes e acabamentos. Adicionalmente, foi também detetado pelo inquilino que o ar-condicionado dos quartos não se encontra a funcionar corretamente, o que agrava ainda mais a situação e demonstra falhas evidentes na instalação do sistema. Após novo contacto com o Leroy Merlin, e depois de mais demoras, foi enviada uma equipa técnica ao local, que alegou que a origem do problema seria a execução dos roços, imputando a responsabilidade ao meu construtor. Esta alegação é totalmente inaceitável, uma vez que, se os roços estivessem incorretos, tal deveria ter sido identificado e comunicado no momento da pré-instalação ou, no limite, aquando da instalação, o que nunca aconteceu. Apesar disso, está agora a ser-me exigido o pagamento de duas bombas de condensados como solução para um problema que resulta claramente de falhas de planeamento, verificação e execução do serviço prestado. Uma empresa alternativa que consultamos, referiu que a colocação das bombas de condensados, não são aplicadas nestas condições. Mas sim terão de ser feitas outras correções. Ou seja, tenho o apartamento com danos extensos provocados pela humidade, os inquilinos apesar de já terem assinado o contrato e terem pago todos os valores acordados, ainda não conseguiram dar entrada no apartamento, encontram-se atualmente alojados num hotel por o imóvel não reunir condições de habitabilidade, e estive cerca de um ano com o imóvel praticamente parado, acumulando prejuízos financeiros muito significativos. Acresce ainda o facto de o apoio ao cliente prestado pelo Leroy Merlin ser manifestamente deficiente. Não tem sido possível obter respostas claras nem soluções concretas, sendo extremamente difícil ou mesmo impossível contactar o comercial responsável ou o chefe da loja, não havendo qualquer acompanhamento eficaz nem esclarecimentos relativamente à resolução do problema. Anexo a esta reclamação mails enviados pelo Leroy Merlin (no ultimo mail pedem-me para assinar uma Declaração de quitação onde declaro que não pretendo no seguimento do processo de assistência técnica n 3386-2026 a BCM _Bricolage SA, realize a reparação e pintura da parede, após a colocação da bomba de condensados, anexo também fotografias que comprovam o estado atual do imóvel, os danos causados e as falhas no funcionamento do sistema. Face a todo o exposto, não aceito qualquer custo adicional associado à resolução desta situação e exijo que seja assumida a responsabilidade integral pela correção dos problemas, reparação dos danos no imóvel e compensação pelos prejuízos financeiros sofridos. Aguardo uma resposta escrita, célere e definitiva. Melhores cumprimentos
Devolução sem reembolso
Venho por este meio apresentar a minha reclamação relativa a uma situação ocorrida na vossa loja da Alta de Lisboa. No dia 11 de outubro de 2024, efetuei uma encomenda online que devolvi na loja mencionada, no dia 29 de outubro de 2024. Tratando-se de uma devolução, solicitei o reembolso do valor pago pelo artigo. No entanto, a funcionária da loja informou-me que, devido a um erro interno, me seria atribuída uma nota de crédito no valor do artigo (€34,99). Não sendo uma cliente recorrente, guardei a referida nota de crédito até necessitar novamente de utilizar a loja. Contudo, no dia 8 de fevereiro de 2026, ao tentar utilizar a nota, fui informada de que a mesma tinha validade apenas até ao final de janeiro de 2025. Reconheço que a data estava indicada na nota, mas não estava ciente no momento da emissão, e, acima de tudo, nunca solicitei a nota de crédito, pretendendo sim o reembolso do valor pago, que não me foi concedido devido a erro da loja. Considero esta situação inaceitável e claramente um esquema que se aproveita dos clientes, que naturalmente não têm obrigação de acompanhar os prazos internos da empresa, nem de voltar a pedir um reembolso que já deveria ter sido processado, tendo eu cumprido todos os prazos inicialmente estabelecidos para a devolução. Ao solicitar novamente o reembolso, fui informada de que não havia nada a fazer, situação que considero injusta, prejudicial e uma violação dos direitos do consumidor.
PROBLEMA COM DEVOLUÇÃO DE DINHEIRO
Exmos. Senhores, No dia 16 de Janeiro de 2026 foi efectuado a recolha de 3 Janelas, 1 Porta e insumos para a instalações dos itens citados pelo colaboradores da Leroy Merlin (Anderson e João) devido ao cancelamento dos serviços juntamente com a empresa. Recebemos no dia 05 de Fevereiro de 2026, apenas 2 depósitos no valor total de 695,95€ sendo que o valor do investimento foi de 3 635,75€, ligamos para a responsável do setor de devolução que iria fazer a transferência para a nossa conta bancaria e a mesma informou que pela assinatura do papel de recolha só foi entregue 1 janela, sendo que os mesmos não fazem registos no próprio sistema e muito menos fazem a devida conferencia da devolução dos produtos. A empresa está desde Setembro agido de má fé connosco e queremos apenas que sejamos ressarcidos conforme foi combinado junto a empresa. Uma das responsáveis do caso se chama Carolina. Cumprimentos.
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