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cobranças duplicadas
Venho por este meio expressar o meu desagrado para com o vosso serviço. Solicitei a alteração do meu contrato, que anteriormente estava em nome da empresa, visto que a mesma foi encerrada, para passar para o meu nome individual. Pedi para mudarem o crédito do contribuinte da empresa para o meu contribuinte pessoal. No entanto, este processo foi muito complexo, pois demoram sempre imenso tempo a responder aos meus e-mails e, quando respondem, muitas vezes não são claros. Até hoje continuo à espera de um comprovativo que ateste que o contrato está realmente em meu nome. O único contacto que recebi da vossa parte foram três faturas para pagamento, sem nunca me confirmarem que o contrato já foi transferido para o meu nome. Além disso, essas três faturas foram emitidas em nome da empresa anterior. Mais tarde, enviaram três notas de crédito, das quais desconheço o destino do valor, pois não me foi devolvido. Gostava ainda de perceber como conseguem cobrar três mensalidades sem nunca contactarem o cliente.
PEDIDO DE MENSALIDADE INDEVIDA
Exmos. Senhores, Sou titular da contrato Nº CRD21605608001 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento e não obstante o meu pedido de encerramento da mesma em 30/03/2026, a conta continua aberta por parte dos vossos serviços. O pedido de pagamento por parte da Mobilize é indevido, porque o contrato foi encerrado e foi feita pelos serviços uma certidão de não divida, o processo de crédito está encerrado. Apesar de ter mencionado em diversos emails e ter atendido as chamadas telefónicas a comunicar que já não devo nada, hoje, dia 27/05/2026, enviam uma mensagem a comunicar se não pagar 1 mensalidade que comunicam ao Banco de Portugal. Não tolero este tipo de ameaças, uma vez que me foi dito ao telefone e enviada uma certidão que o crédito estava pago e que não devia nada á Mobilize. Assim, reitero o meu pedido para que encerrem a conta e que não me incomodem com assuntos já encerrados. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos. Laura Néné
Cobrança Ilegal
Exmos. Senhores, Está ativo na base da MOBILIZE o meu contrato de aluguer de bateria do veículo Zoe 06-ZG-75. Em março deste ano o veículo foi vendido. Preenchi o formulário solicitado pela MOBILIZE e obtive a assinatura do comprador. (Arquivo anexo nesta documento). Conforme orientações do site da MOBILIZE, foi feito o upload desse documento no site da MOBILIZE. No entanto ainda estou recebendo cobrança deste contrato. Em contato com a MOBILIZE esta alega que eu devo pedir ao novo comprador que assine um contrato de aluguer de bateria com a MOBILIZE para que o meu contrato seja cancelado. Entendo que esta é uma atitude abusiva e que o meu contrato não deve estar atrelado ao novo comprador, pois não tenho mais a posse e a propriedade do veículo. Cumprimentos.
Cobrança indevida da comissão de processamento da prestação de crédito
Exmos. Senhores, Sou titular de um contrato de crédito celebrado c/ a v/ instituição em junho de 2023. No enquadramento da lei n.º 66/2015 de 6 de julho, a partir de 28 de junho de 2023 deu lugar à proibição da cobrança da comissão de processamento de crédito em todos os contratos, independentemente da data de celebração dos mesmos. Este entendimento foi validado junto da DECO e do Banco de Portugal. Em complemento, em 11 de abril de 2025 recebi um email da v/ parte a indicar que procederiam à devolução desta comissão (no valor de 4€/mês) com data efeito a partir de fevereiro de 2025, e respetiva isenção da mesma a partir de abril até fim do contrato. No dia 13/abril enviei um pedido de esclarecimentos (de acordo com a vossa resposta automática ficou gravado com o ID CAS-228851-W3C8Z1), sobre o porquê desta isenção se aplicar apenas a partir de fevereiro de 2025 e não desde junho de 2023, como prevê a lei supramencionada. Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.
Substituição de bateria alugada
Exmos. Senhores, Sou proprietário do veículo Renault Zoe cuja bateria é da vossa propriedade e que me foi alugada de acordo com o contrato nr. BAT20000094001. No passado dia 19 de outubro de 2024 o veículo entrou no concessionário Renault Melo Falcão com indicação de erro no sistema elétrico Da análise do erro pelo concessionário foi-me dito que a bateria de tração, vossa propriedade, estava avariada e seria necessário a sua substituição. Tenho feito inúmeros contatos com a oficina sobre a substituição e a resposta foi sempre a mesma, estamos à espera da chegada da bateria para substituir. No dia 10 de dezembro fiz uma reclamação e foi aberto o Pedido - CAS-213115-G0G0W4 CRM:0001189, que até hoje não foi respondido. O meu veículo está parado desde 19 de outubro, quase três meses! Esta situação é completamente inaceitável, estou impedido de utilizar o veículo minha propriedade e ainda por cima estou a pagar as mensalidades do aluguer. Aguardo a vossa resposta o mais breve possível. Cumprimentos.
Abuso de poder e incompetencicia
Exmos Senhores. E.m 13-07-2023 comprei uma viatura através a Mobilize Financial Services ( RCI Bank). Contracto:CRD2360375001. Durante cerca de um ano paguei as prestações e em julho de 2024, solicitei o pagamento integral do contracto o que vim a efectuar em 16-09-24 de acordo com documento que me foi enviado e com valores já definidos. Entretanto após troca de emails e telefonemas, não tinha resposta ao valor pago e aos documentos enviados como prova. Entretanto dizem-me para aguardar uma carta registada com o novo livrete, e que cancela-sse o débito directo. Hoje dia 18-09-24 pela manhã recebo um telefonema a informar que o pagamento da prestação não tinha sido efectuada, disse que já tinha pago e pediram-me mais uma vêz para enviar documentos. Entretanto durante a tarde outro telefonema a mesma conversa e um email a ameaçar com o envio ao Banco de Portugal do incumprimento do conctrato. Como devo proceder, sou sócio decoproteste.
Informação
Exmos. Senhores, na sequência de um pedido, efetuado por mim há cerca de 4 meses, à entidade Mobilize Financial Services, para me informar sobre o valor de aquisição da bateria do meu veículo eléctrico , o mesmo foi de 560,88€ (como comprova documento em anexo). Na altura não fiz a aquisição por motivos pessoais. Entretanto, há um mês atrás, voltei a fazer novo pedido do valor de aquisição da minha bateria, e o valor atribuído passou para 2460€. A justificação dada por email , após exposição do meu desagrado foi a seguinte : "Lamentamos, contudo, informamos que como todos os produtos de consumo, o contexto inflacionário e geopolítico tem um forte impacto no preço de todas as matérias-primas e operações ligadas às baterias de tração. A bateria que lhe é alugada vê assim o seu valor fortemente aumentado pelos componentes e materiais que a constituem. " É na minha opinião totalmente abusivo e acrescento que nunca fui informada de tal alteração. No contrato também não consta que essa atualização possa ser feita. Gostaria de saber se existem legitimidade legal para a empresa realizar este tipo de avaliações. Cumprimentos Filipa Figueiredo Nota: anexo o contrato com a empresa, as duas avaliações da bateria efetuadas em dois momentos diferentes, bem como o email onde consta a resposta da entidade a quem reclamei
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