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Fomos impedidos de embarcar
Venho por este meio reclamar sobre a viagem que eu e meu marido (Leonardo Amorim Ramos) perdemos. Tínhamos viagem marcada com destino a Ponta Delgada às 6:30h do dia 28/12/21 Voo FR2623. Cumprimos todos os requisitos para a viagem, preenchemos os formulários, certificado digital de vacinação, fizemos teste de covid para garantir (resultado negativo), vimos a documentação necessária para embarque, inclusive de bagagem. Nos deslocamos de Braga até Lisboa, e na hora do embarque meu marido foi impedido de embarque por apresentar seu cartão de residência como bilhete de identidade. Todas as companhias aceitam esse cartão como documento de identificação, e a Ryanair na hora do embarque não aceitou, e exigiu que apresentássemos o passaporte. Inclusive recebemos como orientação da funcionária da Ryanair como alternativa comprar passagens com a TAP, pois a mesma aceita o embarque com cartão de residência. Mas a reclamação não é por não aceitarem, que isso eles tem todos o direito. A reclamação é porque no site e em outros veículos de informação não informarem que não aceitam. No próprio site da Ryanair, em documentos de identificação para embarque diz: passaporte válido OU bilhete de identidade OU carta de condução. Em nenhum momento diz que é obrigatório o passaporte, inclusive outros passageiros não estavam apresentando o passaporte. Ainda no site da Ryanair, tem a seguinte informação: Todos os titulares de passaportes de países não pertencentes à UE, que viajem para um Estado-membro do espaço Schengen, têm de assegurar que o seu passaporte é válido durante, pelo menos, 3 meses a contar da data de partida do Estado-membro do espaço Schengen. Este requisito não se aplica a titulares de uma autorização de residência ou visto de longa duração emitidos por um Estado-membro do espaço Schengen. Sendo meu marido portador de uma autorização de residência. Meu marido veio pra Portugal com visto de trabalho, fez o processo junto ao SEF e tem sua autorização de residência válida por 2 anos. O SEF mesmo orienta que o cartão é válido como documento de identificação, e que não é necessário andar com o passaporte (visto que quando ele chegou, antes de ter o cartão, o documento de identificação dele era o passaporte).O site da justiça de Portugal também diz: Para os cidadãos estrangeiros, o Bilhete de Identidade foi substituído pelo título de residência, emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. O título de residência tem o mesmo estatuto legal que tinha o Bilhete de Identidade. Entende-se então que no site da Ryanair onde diz que aceita como documento de identificação para o embarque o Bilhete de Identidade, deve-se também aceitar o cartão de residência. Após sermos impedidos de embarcar, perdemos o voo. Tentamos conversar com os responsáveis, mostramos as informações contidas no site, e mesmo assim eles mantiveram a afirmação que para o meu marido era obrigatório apresentar o passaporte. Além disso, ao comprar as passagens pelo site, preenchemos a documentação dele com o n do cartão de residência, e não tivemos problema com isso. Neste momento ficamos sem o que fazer, e para isso solicito reembolso do prejuízo financeiro que tivemos, não só das passagens, como do alojamento e aluguer de carro de já estava pago, e das deslocações que tivemos a cerca da viagem. Sendo este reembolso apenas uma pequena parte do prejuízo financeiro, sem considerar os danos morais que tivemos.
Recusa de embarque
Venho por este meio reclamar sobre a viagem que eu e meu marido perdemos. Tínhamos viagem marcada com destino a Ponta Delgada às 6:30h do dia 28/12/21 Voo FR2623. Cumprimos todos os requisitos para a viagem, preenchemos os formulários, certificado digital de vacinação, fizemos teste de covid para garantir (resultado negativo), vimos a documentação necessária para embarque, inclusive de bagagem. Nos deslocamos de Braga até Lisboa, e na hora do embarque meu marido foi impedido de embarque por apresentar seu cartão de residência como bilhete de identidade. Todas as companhias aceitam esse cartão como documento de identificação, e a Ryanair na hora do embarque não aceitou, e exigiu que apresentássemos o passaporte. Meu marido veio pra Portugal com visto de trabalho, fez o processo junto ao SEF e tem sua autorização de residência válida por 2 anos. O SEF mesmo orienta que o cartão é válido como documento de identificação, e que não é preciso andar com o passaporte (visto que quando ele chegou, antes de ter o cartão, o documento de identificação dele era o passaporte). No próprio site da Ryanair, em documentos de identificação para embarque diz: passaporte válido OU bilhete de identidade OU carta de condução. Em nenhum momento diz que é obrigatório o passaporte, inclusive outros passageiros não estavam apresentado o passaporte. Ainda no site da Ryanair, tem q seguinte informação: Todos os titulares de passaportes de países não pertencentes à UE, que viajem para um Estado-membro do espaço Schengen, têm de assegurar que o seu passaporte é válido durante, pelo menos, 3 meses a contar da data de partida do Estado-membro do espaço Schengen. Este requisito não se aplica a titulares de uma autorização de residência ou visto de longa duração emitidos por um Estado-membro do espaço Schengen. Sendo meu marido portador de uma autorização de residência. O site da justiça de Portugal também diz: Para os cidadãos estrangeiros, o Bilhete de Identidade foi substituído pelo título de residência, emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. O título de residência tem o mesmo estatuto legal que tinha o Bilhete de Identidade. Entende-se então que no site da Ryanair onde diz que aceita como documento de identificação para o embarque o Bilhete de Identidade, deve-se também aceitar o cartão de residência. Após sermos impedidos de embarcar, perdemos o voo. Tentamos conversar com os responsáveis, mostramos as informações do site, e mesmo assim eles mantiveram a afirmação que para o meu marido era obrigatório apresentar o passaporte. Neste momento ficamos sem o que fazer, e para isso solicito reembolso do prejuízo financeiro que tivemos, não só das passagens, como do alojamento e aluguer de carro de já estava pago, e das deslocações que tivemos a cerca da viagem.
Cobrança indevida e abuso no uso de dados pessoais
Fiz uma reserva de passagem de avião ida e volta Lisboa-Terceira, e no voo de ida foi exigido à minha esposa que pagasse duas bagagens de viagem, quando ela só trazia uma, a outra é a carteira dela, como quis mostrar à menina, que lhe respondeu com maus modos que era politica da companhia. Já perguntei em vários balcões da Ryanair e a resposta que me dão é que a carteira pessoal não se paga e que tem direita a trazer um saco de viagem com as dimensões por eles definidas, que ela trazia, mas como trazia a carteira as costas também consideraram saco de viagem, o que fez com que pagasse uma mala de porão, o que nenhuma chegou a ir para o porão, porque o saco de viagem estava dentro das medidas estipuladas pela companhia e a carteira da minha esposa de certeza que não iria para o porão, vindo o saco de viagem e a carteira juntamente com ela na cabine.Expliquei a situação nos balcões, que me dizem para fazer reclamação, o que fiz de imediato.Já vou na terceira reclamação, esta sem resposta e a anterior diz que a Ryanair não faz reembolsos.Eu pergunto, se me cobram dinheiro indevidamente, não fazem reembolsos?E para cumulo, a minha esposa regressou a Lisboa na mesma companhia e não teve que pagar mis nada com a mesma bagagemPara juntar a questão anterior, a minha esposa ia pagar o que lhe estavam a pedir, porque lhe disseram para depois reclamar, quando a menina (mal disposta) diz que já estava pago.... perguntei a minha esposa se deu alguma autorização para pagamento online, ao que ele disse-me que tinha ficado surpresa quando lhe disseram que já estava pago. O que aconteceu, foi que a referida menina, foi a base de dados do meu cartão (meu, esposo) e automaticamente retirou de lá o dinheiro sem nenhuma autorização da minha pessoa. Eu paguei os bilhetes com o meu cartão, a empresa pode usa-lo para o que quer?
Reembolso por receber da Ryanair
Venho por este meio expor mais um caso de conduta inapropriada de uma operadora aérea, no caso a Ryanair.A 24/12/2019 adquiri, a título de oferta de Natal para os meus pais, uma viagem através da Ryanair. Devido à pandemia COVID-19 e às medidas tomadas pelo governo, o referido voo foi cancelado a 19/03/2020. Na altura, pedi o reembolso, tendo recebido a seguinte resposta a 28/03/2020:Devido à grande quantidade de cancelamentos causados pelo COVID 19 estamos a enfrentar uma enorme quantidade de pedidos sem precedentes. Presentemente estamos a trabalhar nos pedidos acumulados e agradecemos a sua paciência.Por favor não volte a solicitar o reembolso.Agradecemos a sua paciência e compreensão.Nos emails que recebi, a Ryanair afirma que o reembolso seria processado no prazo de 7 dias úteis. No entanto, a Ryanair decidiu enviar a 20/04/2020, de forma não solicitada, um voucher com validade até 18/04/2021. Uma vez que o prazo do voucher era longo e não se sabia na altura qual seria a duração da situação pandémica, além de compreender que a companhia aérea devia estar a enfrentar uma situação difícil com - e passo a citar - 99% dos voos parados, decidi esperar para ver se era possível a utilização do voucher.A 18/02/2021, recebi um email a dizer que a validade do voucher tinha sido prolongada até 31/12/2021. Em Outubro deste ano, visto os meus pais não se sentirem ainda confortáveis para viajar de avião devido à pandemia, tentei utilizar o voucher para proveito pessoal, mas a Ryanair não o permitiu porque o nome dos passageiros não correspondia ao nome dos passageiros da reserva original. Face a esta situação, vi-me forçado a pedir novamente o reembolso, a 08/10/2021, tendo recebido a seguinte resposta:Caro cliente,Acusamos recibo do seu pedido de reembolso em vez do voucher de viagem associado à sua reserva não utilizada.Podemos confirmar que o reembolso foi processado através da forma original de pago da reserva. O seu banco poderá tardar entre 5 a 7 días uteis em processar o reembolso na sua conta.A 22/10/2021, respondi ao email da Ryanair em que acusam a recepção do pedido de reembolso, citado acima, para tentar saber se haveria algum problema com o reembolso, uma vez que ainda não o tinha recebido. Após novas tentativas de contacto, sem resposta, via formulário online, a 5 e 22 de Novembro de 2021 e através da conta de Twitter @askryanair, fui ao meu banco para confirmar que o valor do reembolso não tinha sido creditado na conta. No banco, foi-me pedido o identificador da transferência (ARN), que teria que ser fornecido pela Ryanair. A 24/11/2021, após ligar para a linha de apoio na Irlanda, consegui que me dessem o ARN, por via telefónica, que encaminhei para o banco no mesmo dia. A 13/12/2021, o banco informa-me que o ARN não devolveu qualquer resultado na pesquisa, tendo exigido um comprovativo do reembolso com todos os dados da transação. A 22/12/2021, data em que escrevo esta reclamação, liguei novamente para a linha de apoio da Ryanair na Irlanda, tendo-me sido transmitido que enviariam o referido comprovativo mediante preenchimento de formulário online para o efeito, os mesmos que já preenchi a 5 e 22 de Novembro e não tiveram resposta até à data.Em suma, após dois pedidos de reembolso, não tenho voucher nem reembolso da viagem comprada e não usufruída.
Check-in
Em primeiro lugar, os serviços de assistência Ryanair no aeroporto não foram capazes de fornecer um e-mail da companhia para reclamações. É um primeiro direito elementar dos consumidores a ser cerceado.Quanto à queixa em si, cabe-me notar a completa ilegalidade da cobrança de uma multa ou taxa no valor de €55 (por passageiro) pelo facto de ter realizado o check-in no aeroporto, repito - apenas e tão-só em razão de ter realizado o check-in no aeroporto (!). Em primeiro lugar, nunca em sítio algum fui informado da existência de tal taxa, noto que recebi quase uma dezena de e-mails da parte da Ryanair com informação relativa ao voo, desde o dia da reserva até véspera do voo, e em sítio algum é mencionada tal taxa. Repito, o cliente não recebe uma única notificação ou aviso escrito no seu e-mail a respeito da referida multa e forma de a evitar, permitindo-lhe prevenir a respetiva cobrança! Tal falta de dever de informação - que tem que ser claro, completo e exaustivo - é aqui flagrantemente violado!Segundo, a existência desta multa é ilegal por vários motivos:(i) o consumidor tem o direito de efetuar o check-in no aeroporto, é um direito básico e por demais óbvio - que a opção pelo check-in on-line possa ser premiada pela companhia aérea mediante desconto ao valor total da viagem é aceitável não se pode admitir que se cobre uma penalidade (para mais neste valor absurdo) pelo facto de o consumidor exercer um direito básico que lhe assiste, para mais quando tinha bagagem para despachar (ou seja, a deslocação ao balcão do check-in era inevitável !). Uma multa implica a violação de alguma regra legal e a imposição do check-in on-line, que na prática gera uma proibição do check-in presencial (sob pena de penalidade), não tem qualquer respaldo na lei, pelo que a multa ou penalização é a todos os níveis ilegal! (ii) no check-in presencial não está a ser prestado qualquer serviço por parte da companhia aérea que representasse um custo acrescido, visto que é prestado pelos serviços do aeroporto, pelo que a multa ainda mais inaceitável se torna quando não visa ressarcir a companhia aérea de qualquer ónus ou custo em que possa ter incorrido (iii) o valor em causa é manifestamente exagerado face ao ónus acrescido que pudesse ter representado para a companhia aérea (como se disse, é nenhum), pelo que é totalmente desrazoável, desproporcional e violador da boa fé (iv) fui informado de que a opção pelo check-in on-line apenas poderia ser exercida no espaço de 22horas (!), visto que fica disponível nas 24h anteriores ao voo e até 2h antes do mesmo - isto, a menos que os consumidores optassem por pagar pelos assentos, como injustamente pretende a companhia aérea impingir aos seus clientes. Como se explica que um cliente possa fazer o seu check-in vários dias antes do seu voo caso pague pelo assento e um cliente que não queira pagar e opte por lhe ser atribuído aleatoriamente um lugar não o possa fazer? - mais uma vez, contra qualquer princípio de justiça e boa fé, a companhia aérea penaliza o consumidor que não queira pagar o seu assento, reduzindo-lhe a antecedência com que pode efetuar o check-in on-line (para um mísero intervalo de 22h) e impondo-lhe o pagamento de €55 (por pessoa!) o não faça nessa curta janela temporal.Por tudo quanto antecede, pedimos que nos seja devolvido o pagamento de €110 a título de uma taxa, multa ou penalidade que é manifestamente exagerada, injusta, desrazoável e desproporcional, não tem qualquer fundamento legal e é profundamente atentatória dos mais básicos princípios de defesa do consumidor, de informação e boa fé.
reembolso de companhia aérea
Realizei a compra de passagem aérea no site português da empresa Ryanair no dia 12/08/2021 para voltar de uma viagem que seria realizada à França. Estou grávida de 8 meses e até aquele momento não havia indicativo de que não pudesse realizá-la. O trajeto seria de Marselha para o Porto no dia 21/09. Ocorre que na consulta com minha médica no dia 5/09, me foi recomendado que não realizasse o trajeto por questões de segurança minha e do bebê, podendo ocorrer um parto prematuro. Tentei a transferência do voo sem sucesso e então, fiz valer de uma política da empresa referente à doença grave para solicitar o reembolso: encaminhei o atestado da minha médica, comprovativos referentes à gestação...enfim, todo possível para comprovar a situação (veja bem, isso com mais de 10 dias antes da viagem). Para minha surpresa, recebi uma negativa quanto à solicitação apenas DEPOIS da viagem, quando sequer poderia tentar outra alternativa referente ao aproveitamento do bilhete. No e-mail que me encaminharam disseram que minha solicitação não atendia os requisitos. Pois bem, gostaria de saber então se a possibilidade de um parto prematuro no meio de um voo - ou provocado por ele - não é considerado equivalente a doença grave, tamanho risco. Me considero lesada e quero meu reembolso. Não é pelo valor envolvido no caso, mas pela injustiça da situação que me incomodou profundamente. Me senti desrespeitada. Prefiro o reembolso porque não gostei da maneira como fui tratada, mas caso a empresa ofereça um voucher para utilização futura também aceito, não vou fazer caso por isso. Apenas quero ser compensada e que a empresa tenha um pouquinho de humanidade pra tratar com seus clientes.
Recusa de embarque aeroporto Lisboa
Fomos para efetuar o checkin as 4h30 da manha e implicaram connosco que o teste do covid 19 estava em portuguese e teria de estar em inglês. Culparam a Farmácia e para alem de serem rudes connosco a rapariga da mesa 220 da Ryanair nem soube nos ajudar. Fomos pedir ajuda ao balcão da ryanair da terminal 2 (era onde estavamos) e a senhora foi rude de igual modo e não pode ajudar. Mandaram nos telefonar para a farmcia a pedir o teste em ingles (AS 4 DA MANHA). Quando conseguimos falar com a farmacia (claro com o voo perdido) disseram nos que na aplicação da SNS24 seria possivel na hora imprimir em inglês. Como é que é possivel nng no aeroporto saber isso???? Serem rudes e não quererem ajudar???? Fazem nos perder 200 e tal euros de voo mais 40 de testagem da covid e não querem saber de absolutamente nada. Eu quero o meu dinheiro de volta por incompetência. Não querem ajudar quem paga os salários e ainda são rudes não sabem orientar uma pessoa.
Bagagem danificado e ainda não substituida
No passado dia 31 de Julho de 2020 efetuei reclamaçao junto da Ryanair (Customer Service Reference Number: 2430475) sobre bagagem danificada. Apenas a 16 de Outubro responderam e concordaram providenciar uma nova mala. Informaram para contactar a Antler e fornecer um ID providenciado pela Ryanair. Após contactar a Antler fui informado que não tinham qualquer pedido por parte da Ryanair e recomendaram contactar a Ryanair. Já enviei novo email no ambito do ticket acima mencinado e não obtenho resposta (apesar de já ter passado 2 meses)CumprimentosJoão Loureiro
Voo cancelado-reembolso
Venho por este meio solicitar o vosso apoio para ser ressarcido do valor despendido na reserva feita junto da companhia Ryanair (Itinerary@ryanair.com )no dia 8/2/2020 para Budapeste, para duas pessoas.Esta viagem foi cancelada pela companhia Ryanair, que enviou um email (info@change.ryanair.com ) a 20/3/2020 dando conta disso e informando da possibilidade de alterar o voo ou reembolsar a despesa. Optei por pedir o reembolso, o que fiz no dia 20/3/2020, preenchendo o “Formulário de Pedido de Reembolso”, online, disponibilizado pela companhia, escolhendo a opção “Todos os clientes e todos os voos nesta reserva”. O email de cancelamento da Ryanair diz o seguinte “Os reembolsos serão processados no prazo de 7 dias úteis através do meio de pagamento utilizado na reserva original”.No dia 27/3 recebi um email da Ryanair (info@change.ryanair.com ), a dizer o seguinte:“Devido à grande quantidade de cancelamentos causados pelo COVID 19 estamos a enfrentar uma enorme quantidade de pedidos sem precedentes. Presentemente estamos a trabalhar nos pedidos acumulados e agradecemos a sua paciência. Por favor não volte a solicitar o reembolso.”No dia 9/4 recebi novo email da Ryanair(info@change.ryanair.com ) com o seguinte:“Faço referência ao seu recente pedido de reembolso da reserve B4I1SP. Como explicado anteriormente, a nossa equipa de apoio ao cliente está a enfrentar um grande volume de pedidos devido ao COVID-19 e estamos a dar prioridade aos nossos clientes mais vulneráveis. Além disso, devido às restrições impostas pelo governo no que diz respeito a deslocações de trabalhadores não essenciais, presentemente temos menos funcionários disponíveis neste período tão conturbado. Asseguramos novamente que o seu pedido está em espera e será processado. Se solicitou nova data de viagem ou prefere alterar a sua reserva por favor contacte-nos”No dia 20/4 recebi no email da Ryanair( info@care.ryanair.com), com oferta de um voucher para um dos passageiros: “Lamentamos informar que devido às restrições governamentais fomos forçados a cancelar o(s) seu(s) voo(s) da reserva: B4I1SPPor favor veja em baixo o crédito de viagem 228.98EUR, pelo valor total da sua reserva não utilizada. Este crédito pode ser usado para comprar voos Ryanair ou quaisquer outro serviços durante 12 meses. É simples usar o crédito ao efectuar uma reserva no website da Ryanair ou na app”Em 24/4/2020 enviei o seguinte email à Raynair (Ryanair Customer Services info@care.ryanair.com) :“Caros senhores,Conforme formulário preenchido no vosso site em 20/3/2020, pretendo ser ressarcido pela totalidade do valor despendido na reserva efetuada em 8/2/2020, para os dois passageiros no valor total de 429,96 € (100+100,98+228,98).Caso não veja a minha pretensão satisfeita até ao final do dia 6/5/2020, farei uma reclamação, com informação à ANAC, à Comissão Europeia e à Deco Proteste.”Em 8/6/2020, enviei novo email (Itinerary@ryanair.com , info@care.ryanair.com , info@change.ryanair.com ), dando conta de que não tendo a Ryanair cumprido com a sua obrigação de me reembolsar do valor despendido, como eles próprios anunciaram que iriam fazer, iria apresentar queixa, com informação à ANAC, à Comissão Europeia e à Deco Proteste.Códigos da reserva: B4I1SP e E64ZPZ (conforme cartões de embarque)Obrigado.Valores pagos 100,00€ através de um voucher +100,98+228,98 em dinheiroSolução pretendidaReembolso: € 429,96
Mau serviço da Ryanair em terra.
Venho por este meio, informar vossa excelência que no passado dia 03 de agosto de 2020, iria realizar as férias que tinham sido adiadas na Páscoa.Cheguei ao Aeroporto Humberto Delgado em Lisboa às 05h00 e dirigir-me ao Check-in da Ryanair para deixar as minhas bagagens. Quando lá cheguei havia apenas um balcão aberto para dois voos (Luxemburgo e Terceira). Havia fila e logo após a minha chegada, chegou também um grupo de invisuais com um cão-guia e um senhor de cadeiras de rodas. Que foram atendidos devido à sua prioridade. Mas ambos os atendimentos levaram tanto tempo, pois o hospedeiro que estava no balcão pegou várias vezes no telefone, que os restantes passageiros ficaram preocupados com o tempo para a partida. Após estes 2 prioritários terem sido atendidos, alguns passageiros dirigiram-se a este mesmo hospedeiro que informou que o Check-in estava fechado que levássemos as bagagens de porão para a porta de embarque pois as colegas se desenrascassem.Após esta frase corremos para o controlo de segurança, onde tivemos que abrir as 2 malas e retirar tudo o que tínhamos. Os produtos de higiene com mais de 100 ml foram para o lixo. Após isto, tivemos que arrumar novamente as malas e voltámos a correr para a porta de embarque. Quando lá chegámos (não posso dizer a que horas, pois a confusão era tanta, que nem olhámos para o relógio) esta já estava fechada, mas com os últimos passageiros do lado de lá, pois estavam à espera de autocarro para descerem as escadas.A hospedeira ficou admirada por trazermos as malas de porão. Nós dissemos que as pessoas que estavam do lado de lá da porta também tinham malas de porão. Explicarmos o que tinha sucedido e com testemunhos de quem tinha passado a porta de embarque e de quem ficou por entrar. Mas mesmo assim disse que a porta de embarque tinha fechado e não entrava mais ninguém. Teve uma postura arrogante de chegar ao ponto de ignorar as pessoas e as suas reclamações. Pois o que aconteceu à minha família, aconteceu a mais pessoas que estavam atrás de nós.Após várias insistências, para nos deixar embarcar. E sem nenhuma resposta por parte desta funcionária, saímos na zona de desembarque e dirigimos-nos ao balcão da Ryanair, perguntámos quando havia outro voo para a Terceira (apenas dia 05 de agosto de 2020) e pedimos um documento de reclamação. Ao sabermos que haveria um voo às 07h30, fomos ao balcão da TAP e com muito custo comprámos 4 bilhetes no valor de 1089,84€ para concretizarmos uma viagem há muito desejada. Aqui tivemos um atendimento super eficaz, tanto na compra dos bilhetes como no Check-in para enviar as bagagens para o porão.Gostaria de ter a vossa ajuda para fundamentar a minha reclamação junto da Ryanair.
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