Reclamações públicas

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C. A.
29/07/2026

Averbamento da propriedade da sua viatura.

Efetuei a compra do veículo em 19/12/2025 e até a data de hoje, a propriedade do veículo nunca foi regularizada, estou pagando rigorosamente as parcelas de um automóvel que não é meu!! a forma com que a Flexicar e a Cetem estão me tratando, é de um desrespeito como nunca vi antes, liguei para ambas, umas 25x, todas registradas no meu telemóvel e sempre a culpa é do outro, da ultima vez, liguei para flexicar, que me retornou que com a empresa estava tudo resolvido, agora era com a cetelem, a cetelem me retornou que estava no notário, isso em 10/04/2026, ligo agora em 10/07/2026, e me respondem que está ainda no notário!! E mais, o Requerimento de registro de automóvel e datado de 01/07/2026, Flexicar, a documentação não estava toda Ok em 10/04/2026?

Em curso
M. M.
28/07/2026

Reclamação sobre garantia, atendimento inadequado e conduta intimidatória do stand

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento prestado pelo STand TUTICAR no âmbito da garantia do veículo que adquiri. Durante o processo de compra, o atendimento foi exemplar. O vendedor mostrou-se sempre disponível, acessível e profissional, transmitindo-me a confiança necessária para concretizar a aquisição do veículo. Contudo, após detetar uma avaria no sistema de ar condicionado e solicitar a respetiva reparação ao abrigo da garantia, a postura do vendedor alterou-se por completo. Em vez de receber um atendimento profissional e orientado para a resolução do problema, fui tratado com arrogância, falta de respeito e uma atitude claramente rude, tornando toda a comunicação desagradável e desnecessariamente conflituosa. A situação agravou-se depois de eu ter publicado uma crítica relativa ao serviço prestado no respetivo site. Na sequência dessa publicação, fui contactada telefonicamente por um senhor que se identificou como sendo o proprietário do stand. Durante essa chamada, voltou a adotar uma postura extremamente mal-educada, utilizando linguagem ofensiva e recorrendo a diversas expressões insultuosas e palavrões. Durante a mesma chamada, afirmou ainda que eu não tinha o direito de publicar uma crítica relativamente ao serviço prestado. Tal afirmação é incorreta, uma vez que a crítica publicada refletia exclusivamente a minha experiência enquanto consumidora e foi efetuada no exercício do meu direito de expressar a minha opinião sobre o serviço recebido. Em vez de procurar resolver a situação de forma profissional, optou por uma postura intimidatória e hostil. Para além disso, proferiu afirmações que considerei claramente intimidatórias, designadamente: "Sei onde a menina vive", "amanhã falamos cara a cara" e "vais levar comigo durante muito tempo". Estas expressões causaram-me um sentimento de intimidação e insegurança, sendo totalmente inadmissíveis no contexto de uma relação comercial e de uma reclamação apresentada por um consumidor. Considero esta postura inaceitável, sobretudo quando me limitei a exercer direitos que me assistem enquanto consumidora, nomeadamente o direito de exigir a reparação de uma avaria abrangida pela garantia legal e o direito de manifestar publicamente, de forma verdadeira e fundamentada, a minha experiência enquanto cliente. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito à reposição da conformidade dos bens quando exista uma falta de conformidade abrangida pela garantia legal. Assim, a solicitação da reparação de uma avaria não pode, nem deve, dar origem a um tratamento desrespeitoso, intimidatório ou incompatível com os deveres de boa-fé e de diligência que devem pautar a relação entre o profissional e o consumidor. Acresce que a conduta descrita revela uma manifesta falta de respeito pelos direitos dos consumidores, contrariando os princípios consagrados na Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), nomeadamente o direito à proteção dos interesses económicos dos consumidores, o direito à qualidade dos bens e serviços e o dever de atuação de boa-fé por parte do profissional. O exercício dos meus direitos, quer ao solicitar a reparação ao abrigo da garantia legal, quer ao apresentar uma reclamação e manifestar a minha opinião sobre o serviço prestado, nunca poderia justificar um tratamento ofensivo, intimidatório, desrespeitoso ou persecutório. A presente reclamação incide não apenas sobre a necessidade de resolução da avaria do sistema de ar condicionado ao abrigo da garantia, mas também sobre a forma como fui tratado durante todo o processo, incluindo o contacto telefónico posteriormente efetuado, que considero manifestamente intimidatório, ofensivo e incompatível com qualquer padrão de atendimento profissional. Solicito, por isso, que esta situação seja devidamente analisada e que sejam adotadas as medidas necessárias para assegurar a reparação da avaria nos termos da legislação aplicável, bem como para apurar a conduta adotada durante o atendimento e no referido contacto telefónico, prevenindo que outros clientes venham a ser alvo de situações semelhantes. Face à gravidade dos factos descritos, solicito ainda que a entidade competente avalie a eventual existência de infrações à legislação de defesa do consumidor e adote as medidas que considere adequadas, por forma a garantir o cumprimento da lei e a proteção dos direitos dos consumidores.

Encerrada
R. M.
24/07/2026

Incumprimento contratual

No passado dia [30 de Junho de 2026], celebrei com empresa Flexicar no Porto um contrato de troca de viatura, com a entrega da minha antiga viatura. Ficou contratualmente estabelecido que o valor da retoma seria utilizado de imediato por vós para proceder à amortização e liquidação total do meu crédito anterior junto do Banco Credibom.Volvidas 3 semanas desde a assinatura do contrato e entrega do veículo, constato com extrema gravidade que o crédito antigo permanece ativo junto da Credibom, não tendo a Flexicar cumprido a obrigação legal e contratual de o liquidar.

Em curso
M. C.
13/07/2026

Averbamento do Carro em nome do proprietário

Efetuei a compra do veículo em junho e até à data a propriedade do veículo nunca foi regularizada, apesar de eu ter cumprido integralmente todas as minhas obrigações no contrato, contrato esse feito e assinado pela própria Flexicar. Todas as respostas que deram foram vagas e sem qualquer solução real. A Flexicar desculpa-se com a financeira, exijo resolver imediatamente o contrato, que a viatura seja colocada em meu nome e o IUC seja devidamente regularizado. è inadmissível estar a pagar uma viatura que ainda não me pertence, sendo um abuso por parte da Flexicar.

Encerrada
L. C.
05/07/2026

Carro Esteticamente deplorável

O processo foi marcado por uma total falta de transparência, omissão de informação e negligência logística e técnica: Custos Ocultos: Os custos de transporte da viatura (do Porto para Setúbal), as certidões de não dívida e o relatório CarVertical (exigido para uma das minhas duas retomas) só me foram comunicados depois de eu ter pago o sinal de reserva de 390€. Omissão de Informação Técnica Crítica (Bateria): Por se tratar de um veículo elétrico, solicitei formalmente o relatório detalhado do estado da bateria para verificar a saúde das células (SoH). O stand negou-se a fornecer este documento detalhado, entregando apenas um relatório parcial com a percentagem de carga atual, o que constitui uma ocultação inaceitável do real estado mecânico/eletrónico do veículo. Atrasos: Houve uma enorme urgência para eu assinar o contrato de crédito, mas depois o processo arrastou-se por semanas para a emissão da matrícula da viatura importada. Estado Deplorável na Entrega: O carro foi-me entregue na passada segunda-feira (01/06) num estado inaceitável. Apresenta várias mossas, riscos profundos e danos nas extremidades das jantes. Uma vez que a viatura estava alocada à Flexicar do Porto e foi transferida para Setúbal, houve uma falha grave de controlo de qualidade na origem e uma total falta de brio na receção e preparação em Setúbal. A resposta do stand de Setúbal foi descartar-se de responsabilidades invocando 'a idade do carro'. Como cliente, não me compete apurar se a responsabilidade é da Flexicar do Porto ou de Setúbal; a responsabilidade é do Grupo Flexicar, que me omitiu custos, escondeu dados técnicos da bateria e me entregou uma viatura danificada. Como retaliação da reclamação que fiz á Flexicar Espanha, já passou um mês e não tenho a 2ª chave do carro, livro de manutenção/manual nem o valor a ser devolvido ( 40€ ).

Em curso
S. C.
09/06/2026

Alteração indevida do valor do carro

Bom dia. No dia 20 de maio fui contactada para vender o meu carro e segui todos os procedimentos pedidos, incluindo um check-up, após o qual o carro foi considerado em condições pelo valor previamente acordado. A 28 de maio fui assinar o contrato e entregar o carro, tendo-me sido dito que o pagamento demoraria 7 dias. Não fiquei satisfeita, pois já tinham ficado com o carro e os seus documentos. Durante essa semana tentei obter informações, mas o tempo foi passando e começaram a não atender as minhas chamadas. Hoje, dia 8 de junho, informaram-me que fizeram um novo check-up ao carro e querem baixar o valor em 1500 euros. Assinei um contrato onde está claramente definido o valor combinado e não acho correto mudarem os termos depois do acordo feito. Só quero receber o que ficou estabelecido.

Encerrada
G. B.
21/05/2026

Denúncia de práticas comerciais desleais na compra de viaturas usadas — Flexicar Setúbal

Venho expor à DECO PROteste um conjunto de práticas que entendo configurarem um padrão de conduta comercial desleal por parte do estabelecimento Flexicar Setúbal, no segmento de compra de viaturas usadas a particulares. Cronologia dos factos: Janeiro/2026 — Fui contactado pela colaboradora Sílvia Santos, na sequência do anúncio de venda do meu Nissan X-Trail 2017 (valor anunciado: 19.000€). Foi apresentada proposta de 15.000€. Informei que só pretenderia concretizar a venda em maio/junho de 2026. A colaboradora comprometeu-se verbalmente a manter a proposta nessa data, declarando expressamente que «forçaria a manter a palavra» mesmo após a inspeção interna do estabelecimento. Maio/2026 — Após várias insistências da minha parte, foi apresentada nova proposta de 14.500€, que aceitei. A viatura foi entregue para inspeção técnica numa sexta-feira às 14h00, com promessa de resposta no mesmo dia. Decorreu o seguinte: — Sexta a quarta-feira: viatura retida nas instalações sem qualquer comunicação de resultado. — Mais de 15 tentativas de contacto telefónico e várias mensagens WhatsApp da minha parte sem resposta. — Intervenção de outro colaborador a meu pedido sem efeito prático. — Resposta tardia da colaboradora apenas no momento em que comuniquei a desistência, alegando «vários problemas» na viatura, incluindo uma suposta avaria no motor. Diagnóstico posterior na rede oficial Nissan não confirmou qualquer anomalia no motor, o que indicia que a alegação foi instrumentalizada para forçar nova negociação por valor inferior ao acordado. Ao levantar a viatura, verifiquei a existência de arranhões inexistentes à entrada, ocorridos durante o período de custódia pelo estabelecimento. Adicionalmente, foi-me cobrado um valor de 10€ a título de despesa notarial, não restituído apesar do negócio não se ter concretizado por causas imputáveis ao estabelecimento. Padrão de conduta que entendo merecer atenção: 1. Compromissos verbais de manutenção de preço usados como instrumento de captação, posteriormente desrespeitados. 2. Retenção prolongada da viatura sem comunicação de resultado de inspeção. 3. Alegação de defeitos técnicos não confirmados por diagnóstico da marca, usada como mecanismo de desvalorização forçada. 4. Devolução da viatura com danos materiais novos. 5. Não restituição de despesas pagas pelo consumidor em caso de não conclusão do negócio. Estes elementos, no seu conjunto, sugerem um modelo de captação e negociação que pode estar a afetar outros consumidores. Disponho de prova documental dos factos descritos (fotografias dos danos, prints das conversações WhatsApp, comprovativo de pagamento dos 10€) e solicito que a DECO PROteste avalie a pertinência de uma análise mais abrangente da conduta comercial deste estabelecimento e/ou da marca Flexicar.

Resolvida
A. P.
24/04/2026

Informação enganosa sobre comissões de amortização em contrato de financiamento automóvel

No processo de aquisição de um veículo com financiamento, foi-me transmitida pelo comercial da empresa Flexicar a informação de que os abatimentos antecipados estariam sujeitos apenas a uma incidência de cerca de 0,5%, apresentada como sendo transversal e associada ao Banco de Portugal. Esta informação foi determinante para a minha decisão de avançar com o financiamento. No entanto, após a realização de amortizações, foram-me aplicadas comissões significativamente superiores (ex: 227€ por amortização de 1000€), o que não corresponde à informação prestada. Importa ainda referir que o comercial tinha conhecimento de que o contrato seria celebrado no âmbito de atividade aberta (empresário em nome individual), não tendo sido esclarecidas as diferenças nas condições aplicáveis a este tipo de contrato. Considero, assim, que a decisão foi tomada com base em informação incompleta e potencialmente enganosa, solicitando a análise da situação e eventual correção das condições aplicadas.

Encerrada
D. C.
18/03/2026

Devolução da reserva

No dia 28/01/26 foi transferido para a conta da empresa o valor de 390€ para reserva de um carro. Fui informado pelo vendedor Ítalo Pinheiro que após a entrega do carro o valor seria devolvido com o prazo de 3 a 5 dias úteis, O carro foi entregue dia 20/02, muito tempo depois que o banco já havia aprovado o financiamento, porém o valor da reserva não foi devolvido até hoje. Já fiz várias tentativas contatos com o stand tanto pessoalmente quanto por telefone, e sempre dizem que vai ser resolvido. Obvendedor dificilmente me atende, e quando o faz diz que vai verificar com o financeiro e retornará, o que ele nunca faz. Enfim gostaria da ajuda da deco proteste para resolver essa situação. Obrigada

Resolvida
V. S.
10/02/2026

Devolução valor reserva

Venho, por meio desta, manifestar minha insatisfação em relação ao processo de reserva e compra de um veículo junto à Flexicar. Em novembro de 2025, realizei a reserva de uma viatura anunciada com 9 mil quilômetros. Entretanto, apos ela chegar no stand, constatei que o veículo possuía mais de 20 mil quilômetros rodados. Mesmo insatisfeito, decidi prosseguir com a compra, porém, o financiamento não foi aprovado. O vendedor Ítalo Pinheiro então ofereceu a devolução do valor da reserva, de 350 euros, ou a espera de outra viatura que estava para chegar, o que nunca aconteceu, mesmo após um mês de espera. Diante da necessidade, no final de dezembro de 2025 manifestei interesse em outro veículo, um Peugeot 208 elétrico, mas não fui informado que o carro ainda tinha matrícula francesa, e que ainda estava com processo de legalização, o que impossibilitou a compra imediata. Solicitei a devolução do valor da reserva por três vezes ao vendedor Ítalo Pinheiro e duas vezes por e-mail direto, sem qualquer retorno. Já se passaram semanas e até o momento não recebi o valor de volta. Solicito, portanto, a intervenção para a devolução imediata do valor de 350 euros, que está pendente. Obrigado. Agradeço desde já pela atenção e aguardo uma solução. Atenciosamente,

Resolvida

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