Reclamações públicas

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S. M.
18/09/2026

Roupeiro com falta de conformidade e recusa de garantia

Adquiri um roupeiro à HOMYCASA que, após a montagem, apresentou diversos problemas: folga visível entre as portas fechadas, gaveta com funcionamento deficiente e desalinhamento, folgas na estrutura e vários problemas de acabamento/revestimento das peças. Reclamei junto da HOMYCASA e solicitei a devolução do artigo e o respetivo reembolso. A empresa recusou a reclamação, alegando que os problemas são compatíveis com “montagem incorreta”, sem, contudo, identificar qual o erro de montagem concretamente praticado, qual a instrução que teria sido incorretamente seguida ou apresentar fundamentação que explique os problemas de acabamento e funcionamento identificados. A HOMYCASA limitou-se a propor o orçamento de novas peças, a suportar pelo cliente. Considero que está em causa uma falta de conformidade do bem, nos termos dos artigos 5.º, 6.º e 7.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente quanto à qualidade, funcionalidade, durabilidade e características razoavelmente expectáveis de um bem novo. O artigo 9.º do mesmo diploma estabelece ainda regras específicas para situações de instalação incorreta, não bastando, no meu entendimento, a mera alegação genérica de que os danos são “compatíveis” com uma montagem incorreta. Nos termos do artigo 13.º, a falta de conformidade manifestada nos primeiros dois anos presume-se existente à data da entrega, salvo as exceções legalmente previstas. Face à recusa da HOMYCASA em reconhecer a falta de conformidade, pretendo exercer o direito à resolução do contrato, com devolução do roupeiro e reembolso do valor pago, nos termos dos artigos 15.º e 20.º do Decreto-Lei n.º 84/2021. Solicito à DECO PROteste a análise da situação e orientação sobre os meus direitos e sobre a legitimidade da recusa apresentada pela HOMYCASA.

Em curso
I. S.
14/08/2026

Encomenda HomyCasa

No dia 3 de julho, efetuei a compra de um conjunto de móveis de sala na Homycasa, no valor de 99 €, tendo o pagamento sido efetuado na totalidade. Após a compra, fui informada de que poderia proceder ao levantamento da encomenda. Posteriormente, fui contactada pela empresa e informada de que os móveis tinham sido danificados e que já não existia outro conjunto igual disponível. Ou seja, apesar de ter pago o produto, a empresa não conseguiu cumprir a entrega por um motivo que lhe é imputável. A situação torna-se ainda mais grave pelo facto de, após todo este período de espera, a empresa me informar agora de que irá proceder à devolução do dinheiro, mas que terei de aguardar mais 10 dias para receber os 99 € que já paguei. Considero inadmissível que o consumidor seja prejudicado por uma falha da própria empresa, ficando sem o produto adquirido e, simultaneamente, privado do seu dinheiro durante todo este período. Não me parece razoável que, depois de mais de um mês sem a encomenda, a empresa ainda imponha um novo período de espera para restituir um valor que já recebeu. Pretendo que esta reclamação fique formalmente registada e solicito que a entidade competente aprecie a conduta da empresa e verifique se os procedimentos adotados relativamente ao incumprimento da encomenda e à restituição do valor pago respeitam integralmente os direitos do consumidor. Da minha parte, não aceito qualquer prejuízo decorrente de uma situação que não me é imputável. Solicito ainda à Homycasa uma solução célere e adequada, designadamente a disponibilização de um produto alternativo de características e valor equivalente pelos mesmos 99 €, caso exista, ou a restituição integral e imediata do valor pago, sem atrasos adicionais injustificados. Aguardo resposta formal à presente reclamação.

Encerrada
S. C.
13/08/2026

Situação de Trânsito

Boa tarde, Venho por este meio reportar uma situação ocorrida no dia 7 de agosto de 2026, envolvendo uma viatura pertencente à frota da empresa Homy Casa, com a matrícula CF-10-FH, e o respetivo condutor. Eu circulava na minha viatura acompanhado pela minha companheira, na estrada N10, no Barreiro. Ao aproximar-me da rotunda situada em frente ao Auchan / Barreiro Retail Planet, encontrava-me na via mais à direita, com intenção de sair na primeira saída, tendo acionado antecipadamente o indicador de mudança de direção para a direita. Nesse momento, a viatura com a matrícula CF-10-FH aproximou-se da traseira da minha viatura, numa situação que considerei suscetível de provocar uma colisão. Ainda no interior da rotunda, o condutor da referida viatura começou a efetuar gestos na minha direção. No momento da saída da rotunda, a viatura aproximou-se da lateral esquerda da minha, levando-me a alterar a minha trajetória e a acelerar para evitar uma possível colisão e conseguir manter a segurança da minha viatura e da minha companheira. Após este episódio, a viatura CF-10-FH continuou a circular atrás da minha, mantendo uma distância que considerei reduzida relativamente ao meu veículo, enquanto o condutor continuava a efetuar gestos na minha direção. Mais à frente, numa outra rotunda, devido ao trânsito, fui obrigado a imobilizar a minha viatura. Nesse momento, o condutor da viatura da Homy Casa saiu do veículo e dirigiu-se a mim. Durante essa abordagem, afirmou, entre outras coisas, que eu “tinha de me fazer homem”, que “não podia andar no trânsito” e que eu “podia apresentar queixa à vontade”. Foi nesse momento que consegui tirar as fotografias que seguem em anexo, nas quais é possível identificar a viatura em questão. Saliento que, durante toda a situação, não me dirigi ao referido condutor nem adotei qualquer comportamento que procurasse provocar ou confrontar o mesmo. Importa ainda referir que não fotografei os colaboradores que se encontravam no interior da viatura. Pelo contrário, durante a situação, o condutor da viatura fotografou a minha pessoa, a minha companheira e a minha viatura. Considero que os comportamentos acima descritos foram inadequados e que a situação poderia ter resultado num acidente de viação, motivo pelo qual decidi apresentar esta reclamação à empresa, solicitando que a situação seja analisada internamente e que sejam tomadas as medidas que considerem adequadas. Aproveito ainda para destacar positivamente a postura do colaborador que se encontrava no lugar do passageiro, que, apesar da situação, manteve uma atitude que considerei adequada. Cumprimentos, Sandro Carvalho

Resolvida
F. M.
22/07/2026

Violação do prazo legal de reparação em garantia (Decreto-Lei n.º 84/2021)

Reclamação contra a Homy Casa – Incumprimento da garantia legal e pedido de resolução do contrato Venho apresentar uma reclamação contra a Homy Casa relativamente ao incumprimento da garantia legal de um sofá adquirido pelo valor de 499,00 €, conforme fatura n.º NE EC.OL25/31093, emitida ao abrigo do NIF 312803532. Durante o período de garantia, o sofá apresentou um defeito, tendo sido recolhido pela Homy Casa para reparação. Desde a recolha, fiquei privada da utilização do bem e a empresa não apresentou uma solução definitiva que resolvesse a situação. Perante o atraso na reposição da conformidade, comuniquei formalmente à Homy Casa que já não pretendia a reparação nem a devolução do sofá, por ter perdido totalmente a confiança na empresa, exercendo o meu direito à resolução do contrato e solicitando o reembolso integral do valor pago. Em resposta, a Homy Casa recusou o meu pedido, alegando genericamente que dispõe de um prazo legal de 60 dias para a reposição da conformidade ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021. No entanto, apesar de eu ter solicitado expressamente a fundamentação legal dessa afirmação, a empresa não indicou o artigo ou a disposição legal concreta em que sustenta essa interpretação. Esta situação causou-me um inconveniente significativo, pois permaneci sem o sofá durante um período prolongado, o que me obrigou a procurar outro para suprir as necessidades da minha família. Perante a perda total de confiança na Homy Casa, não aceito qualquer nova tentativa de reparação nem pretendo receber o sofá de volta. Assim, solicito a resolução do contrato de compra e venda e o reembolso integral do valor pago, no montante de 499,00 €. Solicito o apoio da DECO Proteste para que a Homy Casa cumpra as suas obrigações legais e proceda ao reembolso integral do valor pago, colocando termo a este litígio de forma justa e célere. Dados da compra: * Empresa: Homy Casa * Fatura: NE EC.OL25/31093 * NIF: 312803532 * Valor pago: 499,00 € Cumprimentos Marcos e Francine Moreira

Resolvida
J. S.
30/06/2026

Sofá com defeito grave e recusa de solução adequada

Assunto: Pedido de apoio – Reclamação relativa a sofá com defeito e recusa de solução adequada Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um conflito de consumo que tenho com a empresa HOMY CASA, referente à compra de um sofá modelo Califórnia. O sofá foi entregue no dia 18 de junho de 2026. Dois dias depois, no dia 20 de junho, fomos de férias, pelo que o sofá permaneceu praticamente sem qualquer utilização. Quando o utilizámos pela primeira vez, verificámos que um dos braços cede de forma anormal apenas com o apoio do braço de uma pessoa. Saliento que peso cerca de 50 kg, pelo que considero inadmissível que um sofá novo apresente este comportamento logo na primeira utilização. O sofá encontra-se praticamente novo, sem marcas de utilização, e disponho da fatura, bem como de fotografias e vídeos que demonstram o defeito. Após apresentar a reclamação à HOMY CASA, foram-me apresentadas as seguintes soluções: Reembolso de 50 €; ou Crédito em loja no valor de 100 €. Estas propostas são, na minha opinião, manifestamente desadequadas, uma vez que não resolvem o problema. O defeito afeta a estrutura do sofá e deixa-nos preocupados quanto à sua durabilidade e segurança. Temos receio de que, com uma utilização normal, a estrutura venha a ceder ainda mais, podendo provocar danos ou até lesões. Foi ainda proposta a recolha do sofá para reparação pelo fabricante, com um prazo estimado entre 18 e 24 semanas. Esta solução também não é aceitável para nós, pois implicaria ficarmos cerca de quatro a seis meses sem sofá e sem qualquer compensação que nos permita adquirir outro durante esse período. Existe ainda uma circunstância muito relevante: o nosso filho sofre de uma alergia severa aos ácaros. Precisamente por esse motivo adquirimos um sofá novo, não sendo uma opção recorrer temporariamente a um sofá usado ou em segunda mão. Assim, entendemos que as soluções apresentadas pela empresa não salvaguardam os nossos direitos enquanto consumidores nem têm em consideração as nossas necessidades concretas. Solicito, por isso, o vosso esclarecimento sobre quais são os direitos que a lei me confere nesta situação e se poderei exigir uma solução diferente, nomeadamente a resolução do contrato com devolução do valor pago ou outra solução que não nos deixe privados de um bem essencial durante vários meses. Agradeço desde já toda a ajuda e orientação que me possam prestar. Com os melhores cumprimentos, Juliete Souza +351 910311117

Resolvida
J. C.
24/06/2026

Recusa de Garantia

Exmos. Senhores, Em 27/12/2025 adquiri um/uma sofá chaise longue reversível FABIANA III por 399,99€. Sucede que este apresenta defeito no braço do sofá por falta de espuma no lado esquerdo e borbotos no tecido. Comuniquei-vos de imediato o problema, em (20/06/2026), para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Pois existe garantia de 3 anos. E foram me cobrado ainda 49,90€ pra análise do técnico. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos (20) dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Resolvida
S. R.
22/06/2026

Prazo Utrapassado

Exmos. Senhores, Adquiri um sofá em 25 de outubro de 2025 FR.BRA25/4958 e apresentei reclamação por defeito em 27 de janeiro de 2026. Desde então, decorreram quase seis meses sem resolução do problema. A visita técnica apenas ocorreu em março (onde foi confirmado o problema), a substituição da peça ia ser efectuada a 15 de maio, mas após desmontarem o sofá, verificaram que a peça veio errada. Até à presente data, continuo a aguardar uma solução definitiva. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, a reposição da conformidade do bem deve ser efetuada num prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor. Considero que os sucessivos atrasos, deslocações e intervenções falhadas ultrapassam manifestamente esse requisito. Assim, perante a falta de resolução após várias tentativas de reparação, exijo a substituição integral do sofá por um novo.

Resolvida
S. A.
18/06/2026

Aparador NEXT com tábuas partidas

No passado dia 07 de Junho de 2026 deslocamo-nos à Loja Homy Casa de Matosinhos (Retail Park) para a compra de um aparador de quatro portas e uma gaveta com o nome/referência NEXT. Nesse mesmo dia o armazém encontrava-se encerrado pelo que apenas na terça feira( dia 09 de junho de 2026) procedemos ao seu levantamento. Dia 10 de Junho de 2026 ao abrir uma das caixas deparamos-nos que as duas tábuas principais do móvel em questão vinham partidas. Nesse mesmo instante entramos em contacto com o apoio ao cliente ao qual nos disseram para mandar um email com as devidas fotografias e assim o fizemos. Após algumas trocas de email com o serviço pós venda identificamos quais eram as tábuas em questão para podermos efetuas uma troca ou para saber qual seria a solução , ao qual nos responderam que iriam entrar em contacto com o fornecedor para verificar a disponibilidade das peças danificadas no qual pedimos que fossem o mais breve possíveis. Acontece que foram passando os dias e nada nos foi dito em relação ao estado do pedido, entramos em contacto com o pós venda por chamada e a resposta foi sempre que teríamos que esperar e pusemos então a questão da devolução do produto uma vez que o produto estava danificado e que nós não tínhamos culpa (procedimento que normalmente é recorrente quando um artigo vem danificado é de imediato substituído por outro) ao qual nos informam que deveríamos tirar fotografias do estado das restantes caixas para poderem dar a confirmação de devolução e assim o fizemos. Acontece que desde então não somos informados de nada e após várias chamadas para o pós venda a reposta é sempre a mesma "têm de aguardar estão em lista de espera". Quanto tempo temos de esperar por uma resposta sendo que o erro não foi nosso ? Será que têm assim tantas reclamações que não conseguem responder a todas elas? Será que estão a empatar tempo para não fazer a devida substituição ou será que existe assim tanta incompetência?

Resolvida
C. N.
07/05/2026

Recusa de troca de sofá entregue e montado no próprio dia – chaise em posição inadequada

No dia 07/05/2026 foi entregue e montado na minha residência um sofá adquirido na [Homycasa](https://www.homycasa.pt?utm_source=chatgpt.com). Após a montagem, verifiquei imediatamente que o sofá não corresponde à configuração pretendida no momento da compra relativamente à posição da chaise longue. Importa esclarecer que eu não me encontrava presente na residência no momento da montagem, pelo que não tive oportunidade de confirmar se o artigo correspondia corretamente ao pedido efetuado. As fotografias do sofá foram-me posteriormente enviadas, tendo sido nesse momento que verifiquei que a chaise ficou posicionada do lado esquerdo da sala, bloqueando praticamente toda a entrada e circulação no espaço. O pedido efetuado foi para chaise do lado direito, precisamente para evitar este problema. Sempre comprei móveis nesta empresa e nunca tive qualquer problema anteriormente, motivo pelo qual confiei no serviço prestado. A reclamação foi feita menos de 1 hora após a montagem: * ninguém utilizou o sofá; * o artigo permanece exatamente no mesmo estado em que foi entregue; * a situação foi comunicada imediatamente à empresa. Apesar disso, a empresa recusou qualquer solução, alegando apenas os termos e condições relativos a artigos montados. Considero esta posição desadequada e sem qualquer preocupação com a satisfação do cliente, especialmente tratando-se de uma situação comunicada no próprio dia da entrega e sem qualquer utilização do artigo. Além disso, a compra foi efetuada em prestações. Perante a recusa da empresa em apresentar uma solução razoável, informo que me recuso a continuar a pagar as prestações até que a situação seja resolvida através da troca correta do sofá. A satisfação numa venda deve existir dos dois lados. Não considero aceitável que um cliente fique obrigado a manter e pagar um artigo que não serve o espaço conforme pretendido e cuja situação foi reportada imediatamente. Pretendo apenas uma solução simples e justa: * troca da posição/lado da chaise; ou * substituição do artigo pelo modelo/configuração correta. Aguardo uma resolução célere e adequada por parte da empresa.

Resolvida
R. B.
24/04/2026

Reclamação formal por negligência técnica e incumprimento de garantia

Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente a um sofá adquirido, cuja situação não foi devidamente resolvida pela empresa. O referido sofá já apresentava problemas desde a entrega, nomeadamente dificuldade no mecanismo de rebaixamento. Importa referir que nunca foi feita qualquer lavagem ao artigo, nem sequer tinha conhecimento da existência de zíper nas almofadas, pelo que nunca houve qualquer manipulação indevida da minha parte. Após contacto com a empresa, foi enviado um técnico para verificação. Durante a intervenção, o técnico forçou o mecanismo e acabou por partir um componente interno (ferro), agravando significativamente o estado do sofá. Possuo câmeras em casa que comprovam claramente este momento. Até então, encontrava-me a utilizar o sofá mesmo com limitações, sem apresentar reclamação formal, tendo apenas procurado perceber se a situação era normal. No entanto, após a intervenção do técnico, o sofá ficou completamente inutilizado. Apesar dos factos, a empresa recusa assumir responsabilidade, alegando uso indevido e excluindo a situação da garantia, o que considero incorreto e injusto. Desta forma, solicito a resolução do problema, nomeadamente a reparação ou substituição do sofá sem quaisquer custos, uma vez que os danos foram agravados pela atuação do técnico enviado pela própria empresa. Caso não haja uma resolução adequada, irei avançar com outras entidades competentes de defesa do consumidor.

Resolvida

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