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Atraso da encomenda
Fui á feira dos sofás comprar uma mesa de jantar o qual foi dito que o prazo de entrega era de 6 semanas ou 30 dias úteis, quando encomendei a mesa o vendedor disse que era bem provável que até chegasse antes, é claro que não se verificou pois a política da empresa é empregar ‘’ mercenarios ‘’ pois querem só vender pra ganhar comissão e depois da venda não querem saber dos clientes, minha espera da feira dos sofás de Loures já vai pra 8 semanas e sempre que ligo , pra dizem que está a chegar outras vezes dizem que não sabem ou dizem que tá em produção, é irrealista que fazem, e passam sempre a culpa pro armazém, eles fazem todos parte da feira dos sofás tanto vendedores como armazém, simplesmente só querem vender, noutra compra que fiz na feira dos sofás de Loures,comprei umas cadeiras e quando fui buscar as cadeiras eram usadas na exposição, não recomendo a ninguém a feira dos sofás principalmente a de Loures, á muitas lojas do género melhores em tudo, é vergonhoso., já liguei muitas vezes pra loja
Compra de uma cama
Boa tarde!Venho por este meio fazer uma reclamação à empresa Feira dos Sofás.No dia 15/04/2018 efectuei uma compra de uma cama Verona e o seu respectivo estrado na loja da Feira dos Sofás em Leça da Palmeira, com o número de encomenda GF18004863. Fui informada pela funcionária da loja que a cama não levaria os 45 dias úteis a ser feita, pelo que a cama só chegou ao armazém ao 42º dia (12/06/2018) e com defeito. Até à data contactamos várias vezes a loja e disseram-nos que mal a cama tivesse pronta nos ligavam. Dado que o prazo de entrega estava a terminar voltei a ligar uma última vez (12/06/2018) e para meu espanto a cama já se encontrava no armazém e nada me tinham dito.Fui buscá-la no dia seguinte (13/06/2018) ao armazém da Maia. A cama encontrava-se super embalada e só a desembrulhei em casa. Foi aí que reparamos que a cama se encontrava em mau estado, estalada e esburacada. Dirigi-me no dia 17/06/2018 à loja de Leça com as fotografias dos defeitos em que enviei via email ao funcionário, que por sua vez abriu uma ocorrência e nos informou que seríamos contactados nos próximos dias por uma equipa técnica para agendar o dia da recolha da cama.Passou essa semana e nada. Na semana seguinte liguei para a loja de Leça e disseram-me que iam ser breves. Efectuei mais dois telefonemas, um em cada semana e o discurso era sempre o mesmo. No dia 17/7/2018 contactaram-me. Passado 1 mês. Quando achava que este problema não podia piorar eis que ele piora e o telefonema que recebi não foi para agendarem o dia da recolha mas sim para me dizerem que a responsabilidade dos danos era minha, que a cama estava naquele estado por minha causa. Não queria acreditar no que estava a ouvir, e fiquei furiosa. Como é que uma empresa como esta procede desta forma, enganando os clientes e não dando o mínimo de credibilidade/seriedade aos mesmos.Dirigi-me de imediato ao armazém da Maia com a cama, onde fomos (mal) recebidos pelo sr.Domingos Franco, responsável do armazém, que se recusou a arranjá-la e muito menos a trocá-la dizendo que a cama nunca sairia do armazém naquele estado mas que se iria responsabilizar por uma parte da cama (a que se encontrava esburacada) e pela outra não (a que estava do tipo roída). Achei que não fazia sentido nenhum levar a parte mais estragada da cama embora e a outra ser arranjada, e foi quando o sr. Domingos disse que seria muito difícil arranjar a tal parte roída daí ele não se querer responsabilizar. Ao fim de algum tempo e de alguma insistência nossa para solucionar o problema, o sr. Domingos ficou com a cama completa para reparação. Foi aberta outra ocorrência com o nº GA180070 indicando que a cama só sairia do armazém após o cliente a verificar. Entretanto fiz uma reclamação via email e no site da feira dos sofás e não obtive respostas.Encontramo-nos no dia 06/09/2018, mais de um mês à espera sem qualquer contacto por parte da empresa.
Reclamação sommier
No dia 3 de Setembro de 2015, desloquei-me às instalações da Feira dos Colchões, situada em Leça da Palmeira, com o intuito de adquirir mobiliário para a minha residência. Nessa mesma data procedi à encomenda de um sommier com referência Milão LB.003, com uma alteração na altura da cabeceira. Esta encomenda ficou registada com o código C1509000074, e dela consta um sommier completo com cabeceira e estrado. Ao formalizar esta encomenda foi-me entregue um formulário onde constavam as Condições Gerais de Venda e Garantia. De acordo com o ponto treze do mesmo formulário, a Feira dos Colchões compromete-se a atribuir uma garantia de dois anos ao mobiliário encomendado.A 19 de Setembro de 2015 a encomenda foi entregue na respetiva morada, mas sem a alteração na altura da cabeceira e por esse motivo apenas a cabeceira da cama foi prontamente devolvida para efetuar a devida alteração.Após a entrega da cabeceira com a devida alteração encomendada, no dia 24 de Março de 2016, a cama foi cuidadosamente desmontada para realizar o seu transporte para novo destino. Nesse momento foi notado um forte odor desagradável na estrutura da cabeceira, semelhante a odor de mofo, assim como o aparecimento de ferrugem e “fungos” em algumas partes do estrado da cama. Nesse mesmo dia o mesmo estrado foi limpo para possibilitar o seu transporte sem consequências negativas para a saúde das pessoas que entraram em contacto com o mesmo.Por motivos de força maior, apenas no dia 9 de Julho de 2016, foi possível deslocar-me pessoalmente ao estabelecimento da Feira dos Colchões em Leça da Palmeira para expor a situação e falei com a colaboradora Joana Ribeiro. Toda a situação foi explicada, revelando até que no local onde residia anteriormente existia alguma humidade, não sabendo se poderia ser a causa para os problemas mencionados neste documento. Na mesma conversa a colaboradora Joana Ribeiro deu o exemplo de uma inundação que ocorreu numa outra loja da Feira dos Colchões, onde se encontrava na altura o mesmo modelo da cama adquirida por mim, onde não se verificou o aparecimento de cheiros desagradáveis, ferrugem ou “fungos”. A colaboradora em questão referiu também a possibilidade da matéria-prima usada na construção da cama que adquiri, ser proveniente de um lote com qualidade inferior ao normal, o que poderia resultar num produto com defeito. Esta hipótese foi colocada por semelhança a outras ocorrências que a Feira dos Colchões lidou no passado. Por fim a colaboradora Joana Ribeiro pediu que fosse enviado um email para o endereço “leca@feiradoscolchoes.pt” com a descrição do problema e uma cópia digital da nota de encomenda do mobiliário em questão, email esse enviado por mim no dia 10 de Julho de 2016. Segundo a colaboradora mencionada, esta informação requisitada seria passada ao seu superior através dela e posteriormente a mesma colaboradora entraria em contacto comigo. A partir do dia 11 de Julho de 2016 não existiu nenhuma tentativa de contacto por parte da Feira dos Colchões sobre este caso. Da minha parte foram tomadas várias iniciativas para entrar em contacto telefónico com a Feira dos Colchoes de Leça da Palmeira, até que finalmente consegui falar por via telefónica com a colaboradora Joana Ribeiro. Neste telefonema a colaboradora em questão afirmou que expos a ocorrência ao seu superior e a posição final do mesmo foi alegar mau uso do mobiliário por minha parte e por conseguinte excluiu qualquer ação a partir da garantia que me foi atribuída ao mobiliário.Não satisfeito com o parecer apresentado no parágrafo anterior, dirigi-me novamente à loja da Feira dos Colchões em Leça da Palmeira a 16 de Agosto de 2016 e fui atendido por outro colaborador, seu nome Renato Souto Maior, a quem expliquei novamente toda a situação. Nesta intervenção como cliente, a minha única exigência transmitida foi a deslocação de um técnico à minha atual residência para avaliar o real estado da cama adquirida. O colaborador Renato Souto Maior entrou em contacto telefónico no dia 18 de Agosto de 2016 alegando novamente que os problemas da cama eram resultantes de mau uso da minha parte.Perante o cenário descrito neste documento, ninguém da Feira dos Colchões tem provas concretas para alegar mau uso da minha parte, dado que nenhum funcionário desta entidade avaliou presencialmente o mobiliário com os problemas apresentados. Depois de ter levantado este ponto ao colaborador Renato Souto Maior no contacto telefónico do dia 18 de Agosto de 2016, o mesmo afirmou que após dois dias depois da entrega da cama, se esta não apresentava nenhum problema então a responsabilidade não seria da Feira dos Colchões perante defeitos no produto que adquiri. A cama em questão é completamente forrada a tecido, logo cobre a totalidade do material que compõe a estrutura da cama, neste caso pinho tratado. Isto impossibilita uma verificação visual das condições da madeira que faz parte da cama. O desenvolvimento de odores indesejáveis, como por exemplo por fungos, pode levar muito mais de tempo do que dois dias, como referido anteriormente pelo colaborador Renato Souto Maior, e como tal esse mesmo argumento não será válido.O que foi descrito até este ponto permite concluir que os problemas que a cama apresenta podem ser prejudiciais à saúde e bem-estar de quem entra em contacto com a mesma, e com o parecer da Feira dos Colchões perante este caso, existe a evidência de pressão feita por parte da Feira dos Colchões para que eu assuma a responsabilidade desta situação, resolva a mesma por iniciativa própria e por consequência perca a garantia da peça de mobiliário que me foi vendida.Esta reclamação serve assim para denunciar a falta de responsabilidade e incumprimento de um direito meu como cliente por parte da Feira dos Colchões e apelar uma vez mais ao bom senso dos intervenientes nesta história. A minha única exigência continua a ser a vinda de um técnico à minha residência para avaliar o real estado do produto adquirido.
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