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Reclamação contra Norauto Portugal – Alteração abusiva de regulamento de campanha promocional
Exmos. Senhores da DECO, Vem por este meio solicitar a vossa intervenção e apoio no âmbito de um litígio de consumo com a empresa Norauto Portugal, relativo à recusa injustificada da aplicação de uma campanha publicitária e posterior alteração unilateral das condições da mesma. 1. Descrição dos Factos No passado dia 13 de outubro de 2026, desloquei-me à loja física da Norauto Carcavelos com o intuito de adquirir um pneu para scooter (Pneu Scooter PIRELLI ANGEL SCOOTER 120/70 - 14 55P TL, Ref. Norauto: 2166074) e acionar a promoção em vigor "Reembolsamos 10× a Diferença em pneus" (válida de 1 a 31 de outubro de 2026). Na loja, a aplicação da promoção foi-me recusada verbalmente com o argumento informal de que a campanha não abrangia pneus de motociclos/scooters. Na mesma data, consultei o regulamento oficial publicado no site da Norauto, onde a regra estabelecia textualmente: "Reembolsamos 10x a diferença se encontrar um pneu novo e com a mesma dimensão comparável com o nosso mais barato, noutra loja!" À data da deslocação e do meu pedido, não existia no regulamento público qualquer exclusão ou restrição relativa a pneus de motociclos/scooters. Apresentei prova do preço do mesmo pneu num concorrente (Autodoc: 55,49 € vs. Norauto: 58,28 €), cabendo a aplicação de um desconto direto de 27,90 € (2,79\ € \times 10), perfazendo o valor final de 30,38 €. Em face da recusa na loja, remeti uma exposição formal por e-mail para o Serviço de Apoio ao Cliente da Norauto, anexando os comprovativos de preço e o printscreen do regulamento em vigor à data dos factos. 2. Resposta da Norauto e Alteração Posterior do Regulamento No dia 19 de outubro de 2026, recebi a resposta do Apoio ao Cliente da Norauto a indeferir o meu pedido, alegando que a campanha "não é válida em pneus de moto", anexando uma imagem do regulamento do site. Ao verificar o site oficial da Norauto após a receção da resposta, constatei que as condições da campanha foram alteradas à posteridade (após a minha reclamação) para passar a incluir explicitamente a exclusão de pneus de moto. 3. Fundamentação Legal / Violação dos Direitos do Consumidor Considero que a conduta da Norauto configura: Prática Comercial Enganosa (Dec.-Lei n.º 57/2008, de 26 de março): Ao publicitar uma condição geral sem restrições de categoria de veículo e recusar a sua aplicação no ato de compra. Alteração Unilateral e A posteriori de Regulamento Promocional: A alteração das regras de uma campanha em curso não pode ter efeitos retroativos para privar o consumidor de um direito adquirido ao abrigo do regulamento publicitado e em vigor na data em que solicitou a compra. 4. Pedido Face ao exposto, solicito o apoio da DECO no sentido de intervir junto da Norauto Portugal para que seja garantida a aplicação do desconto publicitado à data dos factos (13/10/2026), autorizando a aquisição do pneu em causa pelo valor final recalculado de 30,38 €. Junto em anexo: Cópia do e-mail enviado à Norauto no dia 13/10/2026 e respetivos anexos (comprovativo de preços e regulamento original). Cópia da resposta da Norauto enviada a 19/10/2026. Imagem comprovativa das alterações introduzidas posteriormente no site da Norauto. Com os melhores cumprimentos, Nuno Candeias
Cobrança de serviços e componentes não autorizados
No dia 14/10/2026 efetuei uma reserva online para a realização de uma Revisão Intermédia com filtro de óleo na loja Norauto Rio Tinto, agendada para o dia 17/10/2026 às 14h00, pelo valor promocional de 84,50€, com pagamento na loja. Esta reserva encontra-se devidamente confirmada pela Norauto. No dia 17/10/2026 apresentei-me na oficina para entregar a viatura. Durante o processo de receção foi-me solicitado que rubricasse um documento eletrónico, tendo questionado a colaboradora sobre o conteúdo do mesmo, uma vez que apenas tinha acesso ao campo de assinatura. Foi-me informado que a assinatura servia apenas para formalizar a entrega da chave da viatura. Confiando nessa informação, procedi à assinatura. Poucos minutos depois recebi por email a Ordem de Reparação n.º 1313 com um valor total previsto de 203,46€, muito superior ao valor da reserva efetuada. Ao verificar o documento constatei que incluía diversos serviços e componentes adicionais que nunca solicitei nem autorizei previamente, nomeadamente montagem de filtro de ar, montagem de filtro de habitáculo, opção ecorevisão gasolina, opção ecorevisão gasóleo, filtro de habitáculo e filtro de ar. Face a esta situação, regressei imediatamente à loja para solicitar esclarecimentos. Foi-me comunicado que a informação constante da ordem de reparação era meramente para efeitos de reserva dos filtors e que não deveria preocupar-me, pois esses custos não seriam considerados na faturação final. Posteriormente fui contactado telefonicamente durante a intervenção e foi-me proposta a realização de uma descarbonização do motor e a substituição do líquido de refrigeração. Questionei expressamente qual seria o valor total a pagar e, com base na informação transmitida, autorizei apenas estes serviços adicionais. Contudo, no momento do pagamento final, verifiquei que continuavam a ser cobrados componentes que nunca solicitei nem autorizei, nomeadamente o filtro de habitáculo e o filtro de ar, sob o argumento de que constavam da ordem de reparação previamente assinada. Recordo que essa assinatura foi obtida sem que me tivesse sido facultada a consulta do documento e após me ter sido transmitido que se destinava apenas à entrega da viatura. Além disso, quando questionei o conteúdo da ordem de reparação, fui informado de que se tratava de um erro e que tais custos não seriam aplicados. Considero esta situação extremamente grave e lesiva dos direitos do consumidor. Um cliente não pode ser induzido a assinar um documento sem conhecimento efetivo do seu conteúdo e posteriormente ser responsabilizado por serviços ou materiais que nunca solicitou nem autorizou de forma esclarecida. Adicionalmente, solicitei a aplicação do desconto 5% associado à meu cartão Endenred tendo sido informado de que o mesmo já estaria refletido na fatura. Contudo, após análise dos valores cobrados, fiquei com sérias dúvidas quanto à efetiva aplicação desse desconto, motivo pelo qual solicito igualmente a verificação desta situação. Solicito a análise desta reclamação, o esclarecimento formal dos factos descritos, a revisão dos valores cobrados indevidamente e a adoção de medidas para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer com outros clientes. A perda de confiança resultante deste episódio é total, pelo que considero o atendimento e os procedimentos adotados pela Norauto Rio Tinto manifestamente inadequados e contrários aos princípios de transparência e boa-fé que devem pautar a relação com os consumidores.
Reparação não resolveu a avaria e falta de resposta da chefia
Exmos. Senhores,Venho reclamar do serviço prestado no centro Norauto Vila Nova de Gaia (Arrábida Shopping) ao meu veículo Hyundai Kauai EV, matrícula BQ78TM. Factos:1. A 01.10.2026, o painel do veículo passou a indicar "Voltar a encher arrefecedor do inversor", apesar de o reservatório estar cheio (176 134 km). 2. A 02.10.2026, na oficina, foi feita a revisão para veículos elétricos, com mudança do líquido de refrigeração (fatura de 125,49 €), e foi substituída a bateria de 12 V (fatura de 74,09 €). O aviso manteve-se. 3. O chefe de oficina diagnosticou a avaria na bomba de água auxiliar. A 08.10.2026 aceitei o orçamento n.º 461754, no valor de 774,94 €, que incluía a peça, a montagem e a adaptação de software. A intervenção foi feita e faturada a 12.10.2026, com o veículo a 176 374 km. 4. A 14.10.2026, dois dias e cerca de 83 km depois da reparação, o aviso voltou a surgir (176 457 km), como mostra a fotografia do painel em anexo. Até hoje levei o veículo à oficina quatro vezes por este problema. 5. A peça antiga não me foi entregue, pelo que não consigo confirmar o que foi substituído. 6. As faturas contêm quilometragens incorretas: 172 023 km na revisão e "96 808 km segundo cliente" nas restantes, quando o veículo tem cerca de 176 400 km. 7. A 14.10.2026, às 10:26, telefonei para o 22 377 1000 para falar com o chefe de oficina. Um colaborador informou que ele não se encontrava e que ligasse no dia seguinte. Ao pedir para falar com o responsável do estabelecimento, foi-me dito que não havia ninguém disponível por estarem em reunião. Considero este atendimento desrespeitoso e inaceitável. Pedido: - Nova intervenção, com horário marcado a evitar que eu fique a me deslocar com mais custas de transporte. - Serviço, sem custos para mim, com diagnóstico completo e purga do circuito de arrefecimento, ao abrigo da garantia da reparação. - Relatório escrito do diagnóstico e do trabalho realizado. - Entrega da peça substituída ou comprovativo da sua substituição. - Reemissão das faturas com a quilometragem correta. - Contacto do responsável do estabelecimento num prazo razoável. Anexo as faturas e as fotografias do painel.
Cobrança de serviço adicional não solicitado
Exmos. Senhores, No dia 04/08/2026, efetuei telefonicamente uma marcação na Norauto para o meu veículo, tendo solicitado apenas a mudança do óleo e do filtro. Posteriormente, ao analisar a fatura, verifiquei que me foi cobrado, além dos serviços solicitados, o valor de 11,50 € correspondente à “Opção EcoRevisão Gasolina 1”, identificada pela própria Norauto como uma opção/serviço adicional. Contactei a Norauto a solicitar a devolução desse valor, esclarecendo que não tinha solicitado nem autorizado a inclusão da EcoRevisão. Na resposta, a Norauto afirmou que existiu uma “aceitação/adjudicação” do serviço, remetendo essencialmente para o facto de a EcoRevisão constar do orçamento apresentado. No entanto, essa resposta não esclareceu a questão que coloquei. Por esse motivo, voltei a contactar a Norauto e solicitei expressamente que me indicassem em que momento da gravação da chamada telefónica manifestei o meu consentimento para a inclusão da “Opção EcoRevisão Gasolina 1”. Esclareci também que não estava em causa saber se o serviço tinha sido realizado ou se constava do orçamento, mas sim saber quando e de que forma manifestei a minha vontade de contratar esse serviço adicional. Até ao momento, a Norauto não respondeu a este segundo pedido. Assim, solicito que a Norauto : Indique concretamente em que momento da gravação telefónica aceitei ou autorizei a contratação da “Opção EcoRevisão Gasolina 1” e caso não consiga demonstrar uma aceitação clara desse serviço adicional, proceder à devolução dos 11,50 € cobrados. Saliento que, aquando da marcação telefónica, o serviço que solicitei foi apenas a mudança do óleo e do filtro, não tendo solicitado a EcoRevisão. Considero, por isso, que a comunicação de um valor global para a mudança do óleo e do filtro, sem que me tenha sido perguntado se pretendia ou autorizava a inclusão da EcoRevisão, não demonstra, por si só, que eu tenha manifestado vontade de contratar esse serviço adicional. razão pela qual solicito que seja demonstrado o meu consentimento efetivo através da gravação da chamada. Cumprimentos, Filipa Cunha
Norauto - Danos na jante e para-choques após substituição de pneu
Entreguei a minha viatura na Norauto Alfragide apenas para substituir um pneu que tinha furado com um prego, esperando um serviço simples e sem complicações. No entanto, tive uma experiência completamente inaceitável, tanto pela forma como a viatura me foi devolvida como pelo acompanhamento pós-reclamação. Quando fui buscar o carro, reparei de imediato que a jante onde foi colocado o pneu novo estava riscada, com marcas visíveis que certamente não existiam antes. Além disso, estava suja e com restos de borracha ou goma em várias zonas, incluindo junto às porcas, o que mostra claramente vestígios da intervenção. Reportei imediatamente o problema e a resposta foi negar qualquer responsabilidade, com a justificação de que o equipamento só poderia tocar na extremidade da jante, não sendo portanto possível ter causado aqueles danos. No entanto, assisti ao trabalho feito noutro carro e vi que existe contacto em várias partes da jante ao longo do procedimento. Sublinhei também que não me foi dado qualquer registo, fotografia ou evidência que indicasse danos anteriores na jante. Quando entreguei o carro não havia qualquer referência a riscos ou danificações, nem fui informado disso. Ainda mais grave foi descobrir, numa inspeção mais detalhada ao carro depois do serviço, que o para-choques traseiro estava igualmente danificado, precisamente na zona lateral próxima da roda intervencionada. Nunca tive qualquer acidente com o carro, nunca bati nem raspei a jante ou o para-choques. O dano não podia estar relacionado com o furo, que apenas resultou de um prego, sem qualquer embate noutra superfície. A Norauto afirma que só mexeu no pneu e que o equipamento não toca na zona afetada, mas não explica como pode excluir possíveis danos no para-choques na mesma área, durante a permanência da viatura no interior da oficina. Na minha opinião, uma oficina deve ser responsável por todos os cuidados com o veículo durante o serviço, e não apenas pelas peças diretamente trabalhadas. Solicitei que fossem verificados e preservados todos os registos de entrada, incluindo fotos ou imagens de videovigilância, mas até agora nada foi apresentado. Além dos danos, considero altamente reprovável a postura de rejeição constante da responsabilidade e a ausência de provas que mostrem o estado real da viatura à entrada. Nunca tive um problema destes noutras oficinas em situações semelhantes. Exijo que a Norauto Alfragide assuma e repare totalmente, sem qualquer custo para mim, todos os danos causados na jante e no para-choques. É inadmissível entregar um carro para tão pouco e ter de passar por esta situação, chegando ao ponto de ser o cliente a ter de provar que os danos não estavam lá antes. Caso não seja dada uma resposta adequada, tenciono prosseguir através das entidades reguladoras competentes.
Conteúdo da revisão real diferente da divulgada
Contactei a loja de Évora para agendar a revisão dos 100 mil km do meu Fiat Fullback, que tem 8 anos. (eu não rodo 20 mil km por ano!). Na página https://www.norauto.pt/e/revisao-oficial.html?maintenancePart=2 estão listados 78 pontos de controlo e manutenção, entre esses a verificação das pastilhas e dos discos dos travões, verificação da tensão das correias, e outros, tudo por €261 + o óleo e os filtros se calhar. Eu poderia ter marcado a revisão online mas liguei por duas razões. Primeiro para ter certeza que teriam disponíveis os filtros desse modelo já que numa revisão anterior, que eu havia marcado 10 dias antes, descobriram na hora de trocar os filtros que não os tinham e acabei perdendo o dia. Segundo para verificar se realmente fariam o que consta na lista dos pontos de controlo da revisão publicitada. Falei com Ricardo, que disse, desde logo, que não poderia fazer a revisão baseada nos quilómetros, pois era 'obrigatório' fazer a dos 160 mil km devido à idade do veículo. Que eu teria de fazer "por anos" sem conseguir, porém , explicar o que isso significa e no que implica. Limitava-se a repetir que teria de ser "por anos" e insistindo que eu é que não estava entendendo, e de uma forma impaciente e pouco respeitosa. Deixei claro que pretendia fazer tudo o que a própria Norauto especifica no seu site para a revisão de 100 mil km deste modelo. No entanto, o colaborador disse que iriam apenas trocar os óleos e filtros, sem mencionar os outros itens que, segundo a página oficial, deveriam ser verificados. Perguntei então se verificavam as pastilhas e os discos. Ricardo respondeu que davam uma olhada com a a lanterna mas não tiravam a roda. (é impossível verificar os estado das pastihas e dos discos sem remover a roda). Perguntei se verificavam a tensão das correias. Ricardo respondeu que não. Quando insisti que na propaganda falavam de 78 pontos entre os quais esses, Ricardo respondeu "bom, se você quer fazer também ......." o que me levou a desconfiar da competência dele e do serviço e a perguntar-me se estaria a pagar por um serviço que não seria realmente realizado já que ele claramente não sabia do conteúdo da revisão e se calhar porque de fato nunca fazem o que deveriam fazer... mas cobram os €261 correspondentes. Disse a RIcardo que com a respostas dele eu me sentia cada vez mais inseguro sobre se devia fazer a revisão na Norauto e Ricardo disse que eu podia "ficar à vontade" para fazer em outra oficina. Considero esta situação perfeitamente absurda! Nunca me tinha deparado com tanto esforço, por parte de uma loja, para afastar um cliente. A propaganda que fazem da revisão é enganosa pois na hora nada disso é feito como informou o próprio Ricardo. Não me admira que a reputação da Norauto PT seja tão ruim: 1,5 de 5 no Trustpilot. Reclamações aqui na DECO, no Google e no Reddit.
Terrível Serviço para carregamento do A/C
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Norauto Portugal, S.A., relativamente ao serviço prestado no dia 6 de julho de 2026, na loja onde efetuei marcação prévia. A marcação foi realizada com quatro dias de antecedência, na sexta-feira, dia 3 de julho, para carregamento do ar condicionado do veículo, ficando agendada para segunda-feira, dia 6 de julho, às 18h15. No momento da marcação fui informado de que o serviço teria uma duração aproximada de uma hora. À hora marcada, o veículo não foi de imediato encaminhado para o serviço. Decorrida uma hora de espera sem que o carro tivesse sido sequer movimentado, manifestei o meu descontentamento junto dos colaboradores, tendo estes procedido então ao início do serviço. Passados mais de 30 minutos, ou seja, já com hora e meia de espera total, continuava sem qualquer informação sobre o estado do serviço. Ao reclamar novamente, foi-me indicado que o carregamento do ar condicionado estava, finalmente, a ser efetuado. Decorrida mais meia hora, perfazendo já cerca de duas horas de espera, continuava sem qualquer resolução. Apresentei nova reclamação, mais incisiva, tendo sido então informado de que o veículo não produzia frio após o carregamento do ar condicionado, motivo pelo qual o sistema teria sido novamente esvaziado. Importa referir que, antes de dar entrada na loja, o veículo produzia um mínimo de frio, ainda que insuficiente, o que motivou a marcação para recarga do sistema. Após a intervenção da Norauto, o veículo saiu em pior estado do que quando deu entrada, não produzindo agora qualquer frio. Adicionalmente, senti da parte dos colaboradores falta de profissionalismo e de vontade de resolver a situação, tendo a sensação de ter sido apressado a sair da loja, coincidindo a situação com um jogo do Campeonato do Mundo da seleção portuguesa, o que reforçou a perceção de desleixo no atendimento. No final do processo, não me foi apresentada qualquer explicação para o veículo não produzir frio, nem foi assumida responsabilidade pelo agravamento do estado do sistema de ar condicionado. No total, permaneci duas horas e meia na loja para um serviço que, segundo a informação inicial, não deveria exceder uma hora. Considero esta situação inaceitável, quer pelo incumprimento do tempo de espera informado, quer pelo facto de o veículo ter ficado em pior estado do que antes da intervenção, sem qualquer explicação ou solução apresentada. Solicito a devida intervenção no sentido de ser encontrada uma resolução para o problema causado no sistema de ar condicionado do veículo, bem como o devido enquadramento desta reclamação. Com os melhores cumprimentos.
serviço de carregamento de ar condicionado
Empresa: NORAUTO Mem-Martins No dia 6/7/2026 desloquei-me à loja da Norauto de Mem-Martins para solicitar um novo carregamento do ar condicionado do meu veiculo, já que o efetuado anteriormente não apresentou o resultado esperado. Fui informada neste dia (6/julho de 2026 que o serviço realizado anteriormente em agosto de 2025, só tinha validade de 3 meses. Informação que o colaborador da loja foi questionar, porque também não sabia. Resolvi solicitar o livro de reclamações e descrevi o motivo da minha indignação. Contudo após a minha elaboração foi-me entregue o original da reclamação. (A folha da reclamação é o nº 38164654). Posteriormente, fui contactada telefonicamente e solicitando para regressar à loja para entregar o original da reclamação, situação que considero irregular e que me suscitou dúvidas quanto ao correto cumprimento dos procedimentos legais relativos ao Livro de Reclamações. Solicito esclarecimentos sobre: - A fundamentação da recusa na assistência solicitada - O uso irregular do Livro de Reclamações por parte da Norauto.
Ausência de verificação de fuga no carregamento de ar condicionado em veículo
Exmos. srs., A 18/03/2026 deixei o meu veículo na Norauto para carregamento de ar condicionado. Fui contactada pela necessidade de colocação de tapa fugas para que fosse possível o carregamento, que aceitei. O valor total da intervenção foi de 134€. Cerca de um mês depois, o ar condicionado já não estava a funcionar. Voltei à oficina a 29/05/2026 tendo sido verificado existência de fuga (nessa data apenas existiam 20g remanescentes de gás). A referida fuga já estaria presente a 18/03 e não foi corretamente identificada. O produto proposto de tapa-fugas foi uma falsa solução. Contactei a Norauto expondo o referido, sendo que alegam que o serviço contratado foi executado de acordo com os protocolos aplicáveis. Em suma, não estou satisfeita com o serviço prestado, e acredito que existiu uma falha na verificação do sistema de ar condicionado, etapa fundamental antes de ser feita a recarga do gás e a respetiva cobrança ao cliente. Reitero a posição de que o serviço prestado a 18/03 com o valor de 134€ não foi corretamente realizado e, por consequência, deveria ser reembolsado.
Falsificação de folha de diagnóstico OCB
Apresento esta reclamação formal contra a Norauto Évora devido a uma manifesta incompetência técnica, irregularidade documental, falsidade de informações fiscais e total negligência pelo impacto social gerado na cobrança do serviço de "Diagnóstico Eletrónico" no valor exato de 65,95€, conforme a Fatura Simplificada N.º FS 26NORPT0627P54IS/0013223. No dia 15/05/2026, o veículo deu entrada na oficina de reboque após uma avaria decorrente de um curto-circuito na instalação de um rádio. Foi-me transmitido verbalmente pelos funcionários o veredito de que a centralina do carro (BSI) estava "queimada e sem qualquer comunicação com a máquina", sendo necessária a sua substituição total, sem que me tivessem prestado qualquer assistência ou relatório formal fidedigno. Contesto a competência do serviço prestado e exijo a devolução integral do valor pago e o reembolso das despesas geradas, com base nas seguintes ilegalidades: Incompetência e Contradição Técnica: O serviço de diagnóstico cobrado foi incapaz de especificar com rigor técnico a avaria. Enquanto verbalmente afirmaram que a unidade BSI não comunicava, no e-mail enviado pela gerência no sábado (16/05/2026) a oficina alterou a sua versão, alegando textualmente que o erro afinal "refere-se à unidade de controlo de comunicação da coluna de direção", misturando ainda falhas antigas e irrelevantes no sistema de ABS (as quais já eram do conhecimento da proprietária e não causavam o bloqueio de arranque do motor). A Norauto cobrou por um diagnóstico contraditório e inconclusivo. Omissão de Dados do Veículo e Falsidade de Identidade: O relatório técnico entregue em papel omitiu os campos fundamentais de identificação (Matrícula, Nome do Mecânico, VIN e Quilometragem), tornando-o um documento anónimo sem validade legal. Acresce que a fatura emitida indica falsamente que fui "Atendida por: Maria" e que o pagamento foi efetuado via "Cartões Multib / Visa". Trata-se de uma adulteração grave da realidade: devido à impossibilidade de deslocação presencial da reclamante, o pagamento foi realizado à distância via MB WAY para o contacto pessoal de uma funcionária. A emissão de um documento fiscal contendo um método de pagamento falso e um pseudónimo de um funcionário não envolvido indicia uma manipulação de dados informáticos para mascarar a operação. Duplicação Fraudulenta de Relatórios: A gravidade da situação adensa-se pelo facto de a oficina ter entregue à reclamante dois relatórios de diagnóstico impressos com datas diferentes (um com data de dia 15/05 e outro com data de dia 16/05) relativos a uma única leitura eletrónica, o que comprova uma manipulação ativa do sistema informático para tentar camuflar o desfasamento cronológico entre a entrada do carro e a emissão da fatura (emitida a 16/05/2026 às 16:58:13). Ressarcimento de Danos Patrimoniais Diretos (Reboque): Face à total incapacidade da oficina em realizar um diagnóstico estruturado e resolver o bloqueio com o software adequado, fui forçada a suportar o custo adicional de um segundo reboque para transferir o automóvel da Norauto para um eletricista automóvel independente que pudesse realmente solucionar o problema elétrico. Exijo o reembolso integral deste valor, cuja fatura/comprovativo detenho. Danos Morais Graves e Negligência Social: Expõe-se o gravíssimo impacto psicológico e familiar causado. A reclamante reside num meio rural isolado (Monte Branco, Azaruja), sendo o veículo o único meio de transporte disponível para prestar assistência e cuidados urgentes a um familiar doente que se encontra ao seu encargo. O diagnóstico deficiente, associado à retenção indevida do valor de 65,95€, à ausência de soluções de mobilidade e à imobilização do automóvel, gerou uma situação de profundo desamparo, ansiedade extrema e isolamento, deixando uma família vulnerável sem qualquer segurança. Face ao exposto, exijo o reembolso imediato dos 65,95€ cobrados abusivamente por um diagnóstico manifestamente irregular e administrativamente adulterado, bem como o pagamento integral do reboque. Esta reclamação é formalizada para efeitos de fiscalização pelas autoridades competentes (ASAE) e aplicação das devidas sanções legais.
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