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Avaria nos serviços
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º 1320776155 comunico que os problemas técnicos reportados desde 22/12/2025 ainda se mantêm, após vários contactos a reportar a situação através das diversas vias de contacto da MEO. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: - televisão - internet fixa - telefone Cumprimentos.
Resolução de avarias
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente, comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Assim sendo, a situação é esta: Desde dia 1 de Janeiro de 2026 que estou sem serviços(TV, Net, Voz) na minha moradia, sendo que já agendaram 3 marcações para os técnicos realizarem a reparação das linhas, pois, nas 3 marcações ninguém apareceu para fazer a reparação. Faço questão de explicarem-me o porquê desta demora numa simples avaria. Cumprimentos. Emanuel Mendonça
MEO - 17 dias sem serviço: prazos falsos, ausência de resposta da provedoria e impedimento de soluçã
Venho, por este meio, expor a situação insustentável que enfrento com a MEO. Desde o dia 22 de dezembro, a minha residência está totalmente privada dos serviços de Internet, TV e Telefone Fixo. Hoje, dia 8 de janeiro, somam-se 17 dias de interrupção total, sem que a operadora apresente uma solução concreta. Esta falha de serviço é particularmente grave dado que ambos os residentes trabalhamos em regime de teletrabalho. A ausência de internet impossibilita o cumprimento das nossas obrigações profissionais, causando transtornos que a MEO parece ignorar, oferencendo apenas a possibilidade de ir a uma loja buscar um router com 30GB de internet, que estaria gasto, no máximo, em 2 dias de teletrabalho. Ao longo destas duas semanas, temos sido alvo de uma sucessão de informações contraditórias e previsões de resolução que nunca se concretizam: No dia 22/12, garantiram a resolução até às 23h. No dia 23/12, deram nova garantia até às 20h, que foi depois alterada para "após o Natal". No dia 26/12, deram nova previsão para 29/12. Hoje, dia 8 de janeiro, continuamos na mesma situação. O contacto com o apoio ao cliente tornou-se infrutífero: enquanto uns operadores garantem prazos, outros afirmam que "nada está a ser feito" ou que as datas dadas são "apenas previsões" sem valor contratual. Para agravar o cenário, já contactámos a Provedoria do Cliente MEO, que nem sequer se dignou a responder até ao momento. Embora estivéssemos satisfeitos com o serviço até aqui e não tenhamos a intenção de cancelar o contrato, não podemos aceitar ficar reféns de uma operadora que não presta o serviço contratado. Quando questionada sobre o direito à resolução por incumprimento (segundo a Lei n.º 16/2022), a MEO afirma que tal não é possível devido à fidelização, impossibilitando-nos de procurar alternativa noutro operador. Exigimos: - A reposição imediata do serviço; - O crédito correspondente a todos os dias em que estivemos privados do serviço por vossa responsabilidade - que já fomos informados que terá acerto nas faturas. Esperamos que esta exposição pública motive uma resposta séria e a resolução definitiva de um problema que já ultrapassou todos os limites do razoável.
Não aplicação do "Programa MEO Inclui"
Exmos. Senhores Em 20-09-2013 por motivos de doença oncológica foi-me atribuída uma deficiência de 60% de incapacidade, conforme Atestado Médico de Incapacidade Multiuso em anexo. Essa avaliação, ficou suscetível de uma nova reavaliação no ano de 2017. Em 22-09-2017 sujeito a essa nova reavaliação, declarada como definitiva desde essa data em 25% de incapacidade, conforme Atestado Médico de Incapacidade Multiuso que envio também em anexo. Nesse mesmo atestado é referido o seguinte pela Junta Médica de avaliação: “Declaro que o utente é portador de deficiência, que de acordo com os documentos arquivados neste Serviço lhe conferiram em 20-02-2013 pelo TNI, aprovado pelo Decreto-Lei 352/2007 de 28 de Outubro o grau de 60%”. Sou cliente da MEO, onde subscrevi o serviço TV+NET+VOZ 100, n.º 1170798218 com o n.º de conta 1467903003, desde 2019. No período da pandemia do Covid 19, sem conseguir precisar em concreto a data certa (entre MAR20 e DEZ23), tomei conhecimento que a MEO, efetuava descontos na fatura mensal aos seus subscritores que tivessem deficiência comprovada por Atestado Médico de Incapacidade Multiuso no âmbito do “Programa MEO Inclui”, assim por eles criado e designado. Apresentei os Atestados Médicos de Incapacidade Multiuso, penso que algures entre o ano 2022 e 2023 e foi-me atribuído esse desconto na fatura mensal no valor de 14,307 €. Durante o período em que fui abrangido pelo “Programa MEO Inclui”, houve necessidade de pelo menos em quatro ocasiões e após receber uma notificação da Empresa MEO, de me deslocar fisicamente a uma Loja da MEO, para requerer a renovação da adesão a esse “Programa”, entregando de todas as vezes e conforme o solicitado, fotocópia do Cartão de Cidadão e fotocópias dos Atestados Médicos de Incapacidade Multiuso. A última vez que essa solicitação aconteceu foi em agosto de 2025 e em 12-09-2025 desloquei-me à Loja MEO do Entroncamento, requeri a renovação e entreguei os documentos solicitados. Nas faturas de outubro 2025 e de novembro 2025, após requerer renovação da adesão ao “Programa” e tal como nas anteriores, constava esse desconto em todas as faturas mensais. Após receber a fatura de dezembro 2025, verifique que não constava esse desconto. Em 09-12-2025 contatei telefonicamente a MEO (Serviços de Faturação) que confirmaram a entrega dos documentos necessários em 12-09-2025, que havia sido cometido um erro e iriam proceder à retificação da fatura de imediato. Isso realmente aconteceu e a 24-12-2025, quando foi aplicado o débito direto, confirmei que o valor retirado da conta bancária correspondia aos valores anteriormente cobrados. Ao receber a fatura de janeiro de 2026, voltei a constatar que não tinha sido novamente aplicado o respetivo desconto correspondente ao “Programa”. Em 06-01-2026 voltei a contactar a Empresa MEO (Serviços de Faturação), Sra. Guilhermina Bandeira, referi que já no mês anterior (dezembro 2025) o valor faturado era superior ao habitual, tinham registado a minha reclamação e retificado o valor a cobrado. Foi-me respondido: “que assim tinha acontecido, mas por lapso da parte da MEO, pois a para beneficiar do “Programa MEO Inclui” a minha incapacidade deveria ser igual ou superior a 60% e como constava no meu Atestado Médico de Incapacidade Multiuso a minha incapacidade definitiva registada era de 25% e como tal tinha perdido o direito a esse desconto”. Respondi que apesar da minha incapacidade registada no Atestado a que se referia, ser inferior a 60%, de acordo com a Lei 352/2007, por ser uma reavaliação, confere-me um grau de incapacidade de 60%, tal como é exigido no “Pograma MEO Inclui” e esse averbamento consta no referido documento. A referida colaboradora da MEO manteve a sua interpretação e como tal reafirmou que o meu caso específico, não reunia as condições necessárias para continuar a usufruir desse desconto previsto no “Programa MEO Inclui” e teria de passar a pagar a importância faturada. Há que referir que sempre apresentei o atestado definitivo pois é o que se encontrava válido desde o ano de 2017 e este sempre foi considerado como válido pela Empresa MEO para poder beneficiar do “Programa MEO Inclui”, até à data em que esta colaboradora, Sra. Guilhermina Bandeira, da Empresa MEO resolveu fazer uma interpretação diferente do Atestado e da Lei. Face a esta tomada de posição por parte da Empresa MEO, venho por este meio solicitar o vosso apoio e assessoria na resolução deste impasse tendo em conta que: - O Atestado Médico de Incapacidade Multiuso que sempre apresentei e que foi alvo da aplicação do “Programa MEO Inclui” pela Empresa MEO, foi sempre o mesmo desde 2017, incapacidade definitiva de 25% que ao abrigo da Lei é considerado de 60%; - Ser minha opinião existir uma discriminação à interpretação e à aplicação da Lei, cuja argumentação não é baseada em dados concretos e objetivos, pois em anos anteriores foi válida para a mesma Empresa MEO, mas em dado momento, e sem que existisse qualquer alteração substancial, foi alvo de outra interpretação diferente à interpretação anterior da mesma Empresa. - Sejam esclarecidas as partes, consumidor (eu próprio) e Empresa MEO qual a interpretação correta da Lei no que concerne a esta reclamação apresentada, já que numa face inicial e durante três/quatro anos me encontrar abrangido pela Lei e posteriormente por uma outra interpretação, já não me encontrava abrangido por essa mesma Lei. Quase que me apetece sugerir à Empresa MEO a alteração do nome de “Programa MEO Inclui”, para ”Programa MEO Inclui...mas não tudo! “ Para fundamentar o que aqui apresento envio os seguintes documentos: - Cópia do Atestado Médico de Incapacidade Multiuso emitido em 20-09-2013; - Cópia do Atestado Médico de Incapacidade Multiuso emitido em 22-09-2017 (Avaliação definitiva); - Fatura MEO de novembro de 2025; - Fatura MEO de dezembro de 2025; - Cópia do desconto bancário da fatura MEO de dezembro 2025; - Fatura MEO de janeiro de 2026. Agradeço desde já a vossa atenção e que me mantenham informado da resolução deste assunto. Com os melhores cumprimentos, Carlos Adelino Duarte Pinheiro Sócio 51666-62
FACTURAÇÃO
Exmos Senhores, Há bastante mais de 10 anos que não sou cliente MEO, na altura em que deixei de ser cliente lembro-me de ter entregue todo o equipamento que tinha em meu poder na loja Meo do Continente da Guia (Albufeira) e ninguem me falar em dividas para com a empresa. Agora, passado todos estes anos comecei a receber SMS e telefonemas da empresa Intrum a exigir um pagamento á Meo , qie inicialmente era de 548.38 € e actualmente é de 894.37. Fiz queixa no Portal da queixa a invocar a prescrição dessa suposta divida e a Meo respondeu-me que a prescrição não se aplicava porque tinha iniciado um processo no Balcão Nacional de Injunções no Porto com o nº 172779/09.OYPRT. Entrei em contato com o provedor do cliente Meo e a Meo enviou-me um plano de pagamento para liquidar tres facturas que supostamente eu sou devedor. As facturas tem os nº 98402577937 de 19/01/2009 no alor de 90.52€, 95402577939 de 16/02/2009 no valor de 324.01€ e 95402577935 de 16/03/2009 novalor de 133.85€. Gostaria de ter a vossa ajuda para me informar se essas faturas são validas, não prescritas, ou se terei mesmo que aceitar o plano que me foi proposto . Neste momento estou a tratar da minha reforma pois devido a um acidente de trabalho fiquei com uma incapacidade de 80% em atestado multiusos passado pelo SNS.. Desde já agradeço a atenção.
Alteração de morada
No dia 1 de janeiro, entrei em contacto com a MEO para iniciar o processo de mudança de casa. Rapidamente recebi uma chamada, e juntamente com o comercial da MEO acertámos os detalhes relativamente ao novo contrato. Ficando apenas a faltar a marcação da instalação do serviço da nova morada, e as condições do contrato que seriam enviadas por email. No dia 2, ainda não tinha recebido qualquer informação (normalmente estas coisas são feitas quase instantaneamente por parte da MEO) e entrei novamente em contacto com a MEO. O comercial com quem falei, disse-me que não havia sido feito qualquer pedido e que a única solução era fazer o pedido novamente. O mesmo, apresentou exatamente as mesmas condições que o outro comercial, mas com um preço da mensalidade mais elevado. Não concordei, explicando que tinha sido acertado outro valor com as mesmas condições, e a resposta foi que não seria possível por parte deste comercial confirmar o outro valor. Não avancei com nada, e liguei novamente para a mesma linha, para falar com outra pessoa. A terceira pessoa com quem falei, disse-me que estava um pedido em andamento, e que como se tratava de uma questão de “preço especial”, que estava a aguardar confirmação por parte de um superior. E que, assim que possível, o colega entraria em contacto comigo para confirmar a data de instalação, e enviar as condições. Quatro dias passaram, e esta segunda feira (5 Jan), entrei novamente em contacto com a MEO, e atendeu-me o segundo comercial com quem falei no início. Expliquei a situação antes de sequer saber que era ele, ao que o mesmo voltou a vincar que não seria possível avançar com o outro valor oferecido pelo primeiro comercial. Eu disse, novamente, que não iria avançar com o valor que este me estava a oferecer, e que iria aguardar o contacto do primeiro comercial. De seguida, tentei novamente contato com a MEO, onde me foi dito que de facto já estava um pedido em andamento, e que o colega (o primeiro comercial com quem falei), estava a trabalhar e iria entrar em contacto comigo nos próximos minutos. Não aconteceu. Mais tarde, liguei novamente, e informaram que o pedido feito no dia 1 Jan, já tinha sido aceite com o “preço especial”, mas que estava um pré pedido feito posteriormente, a bloquear o avanço desse pedido. A forma que eu tinha de conseguir desbloquear esta situação, era ligar para outra linha, e pedir que fosse cancelado este pré pedido (feito pelo segundo comercial com quem nunca avancei ou aceitei qualquer condição), para que pudesse avançar com o primeiro. Assim fiz. Hoje (5 Jan), liguei para saber como estava o processo, disseram que tinha sido cancelado o pedido feito a 1 de Jan para o pré pedido feito posteriormente poder avançar. Completamente o oposto do que fiz, e do que me sugeriram fazer. Cancelaram um pedido feito a 1 de Jan, com condições acertadas, para avançar um pré pedido que, passe a redundância, não foi pedido. Esta pessoa, informou-me também que para reverter a situação tinha de esperar até 3 dias úteis, que tinha de esperar. Durante estes dias falei com várias pessoas, todas elas me deram notícias não satisfatórias mas sempre tiveram empatia e sensibilidade a explicar o que se estava a passar no lado da MEO. Hoje, para além de uma arrogância gigante por parte de quem me atendeu, estava também presente um tom de gozo e falta de empatia. Juntando a completa incapacidade de explicar quem poderia resolver este assunto, como é que eu poderia ajudar ou fazer com que isto avançasse. À incapacidade de resposta às perguntas, remeteu todas as respostas para a “política da empresa”. Algo que previamente foi resolvido no espaço de 1/2 dias, esta mudança de casa da MEO, já está quase numa semana. Tendo havido má fé do segundo comercial com quem falei, por ter mentido e ter dito que não havia nenhum processo a ser tratado, e por esta última funcionária da MEO que mostrou inadaptabilidade na função, e obvia incapacidade de lidar com a mesma.
Ausência de previsão para serviço fibra
Venho solicitar o apoio da DECO PROteste na mediação de um conflito com a MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., relativo a incumprimento contratual, falta de informação, ausência de previsibilidade e atendimento desrespeitoso. Enquadramento No dia 30 de outubro, celebrei contrato numa loja MEO (Fórum Montijo) para um serviço de fibra ótica, destinado a uma morada da qual já era titular de Contrato-Promessa de Compra e Venda, tendo ficado acordado que a instalação ocorreria no primeiro dia de residência efetiva. No dia 13 de dezembro, o técnico deslocado ao local informou que a morada não possuía ligação de fibra do exterior, situação que não me era possível conhecer previamente. Foi-me indicado que a resolução demoraria cerca de duas semanas. Desde essa data até ao presente, a MEO não apresenta qualquer previsão para a instalação da fibra, apesar dos múltiplos contactos efetuados. Problemas verificados Desde então, tenho sido confrontado com: Ausência total de prazo ou previsão concreta para instalação do serviço contratado; Demora injustificada na ativação de serviços adicionais (ex.: SPORT TV); Risco de perda de dois números móveis (portabilidade a partir da Vodafone), devido a informações contraditórias; Informações incoerentes e contraditórias entre loja física e apoio telefónico, inclusive em simultâneo; Chamadas pagas para apoio ao cliente, sem resolução efetiva, com sucessivas transferências; Uma chamada em que, enquanto expunha a reclamação, fui transferido sem aviso para um atendimento automático, situação que considero inadmissível. Todos estes factos são comprováveis através das gravações de chamadas e por testemunho dos colaboradores da loja MEO do Fórum Montijo. Impacto profissional Tanto eu como a minha esposa trabalhamos em regime de teletrabalho. Exerço funções de formador e terapeuta, recorrendo frequentemente a videochamadas com clientes. O serviço atualmente instalado (satélite, sugerido pela própria MEO) não garante qualidade mínima, tendo já sido obrigado a cancelar sessões profissionais, com prejuízo financeiro e reputacional. A situação é agravada pelo facto de a MEO deter exclusividade do serviço de fibra na zona, impossibilitando a mudança de operador. Pedido à DECO PROteste Solicito o apoio da DECO PROteste para: Intervir junto da MEO no sentido de obter uma previsão concreta e escrita para a instalação da fibra; Avaliar o incumprimento dos deveres legais de informação e de prestação do serviço; Apoiar a obtenção de compensação pelos prejuízos causados; Considero que a atuação da MEO demonstra uma falta grave de respeito pelo consumidor, especialmente numa situação de dependência do serviço para o exercício da atividade profissional. Agradeço o apoio da DECO PROteste na defesa dos meus direitos enquanto consumidor.
Mudança de morada para outro país/ cobrança INDEVIDA de fidelização
Exmos. Senhores, Sou cliente de serviço de internet residencial e pedi o cancelamento do serviço pois vou me mudar para outro país pois aceitei proposta de trabalho fora de Portugal, eu apresentei esse motivo para cancelar o contrato antes do fim da fidelização, e é um motivo aceito para não aplicar a multa da quebra da fidelização, de acordo com a lei, mas a MEO mesmo assim está a me cobrar multa. Face ao problema detetado, solicito a não aplicação da multa, e que o contrato seja cancelado de acordo com meus direitos. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Falha de rede movel
Exmos. Senhores, Em (DATA) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º (COLOCAR REFERÊNCIA). Sucede que até hoje, passados que são (N.º DE DIAS) dias, o serviço ainda se encontra ativo, mantendo-se os diversos problemas técnicos que têm sido reportados e são do conhecimento do vosso serviço de apoio ao cliente. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos.
Alteração de contrato ilegal sem informar ao cliente
Em Abril de 2025 fiz a alteração de Vodafone para MEO. Em loja me garantiram que seria possível posteriormente associar o serviço ao programa de parceria da Siemens, empresa em qual ao trabalho. Foi dito pelo colega da MEO de parcerias que essa informação era mentirosa e não poderia ser feito posteriormente. Foi me dito que o contrato deveria estar ativo a 6 meses para utilizar a loja e serviços de parcelamento (mesmo período que os concorrentes oferecem) Pois bem, fui hoje (janeiro/2026) a loja adquirir um novo telemóvel e me foi informado que recentemente foi alterado para 12 meses e não poderia realizar a compra. Bem, isso não foi o acordado quando a venda foi feita e eu adquiri o pacote MEO, em nenhum momento fui informado e não faz sentido uma mudança ser aplicada retroativamente dessa forma, o que denota um caráter ilegal e fraudulento da empresa. Estou extremamente insatisfeito com o serviço e o apoio ao cliente da MEO e me sinto profundamente lesado com as mentiras e enganacoes que a empresa pratica com o consumidor.
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