Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Serviço não ativado
Exmos. Senhores, Há mais de dois anos celebrei contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º 312603953. Sucede que neste corrente mês, precisamente desde o dia 05-12-2025 estou sem serviço nenhum a funcionar. Contactei varias vezes e informaram que existe um problema tecnico de sistema onde me incessa o serviço mas que vocês reportaram já e só no dia 17-12-2025 e brevemente tudo estaria a funcionar o que passados perto de 30dias praticamente, o serviço não se encontra a funcionar em conformidade, está inacessível ,foram feitas vários contactos ao qual não me resolvem o problema. Considerando o exposto, venho solicitar a resolução do problema reportado já vai longa a espera.caso relativizam irei em frente com apoio judicial indo até onde for preciso,mesmo mostrar a vossa má qualidade perante os consumidores. Cumprimentos.
Novo serviço, sem contrato
Exmos. senhores: Venho por este meio solicitar ajuda na resolução de um problema relativo a um contrato que desconhecia na totalidade e que nem sequer usei, por desconhecer a sua existência, contrato este, que a Vodafone colocou sem qualquer aviso prévio ou mesmo posterior. Na data de "28/09/2023" contratei por via telefone, um serviço em promoção da Vodafone (pacote: RED INGINITY CAMPANHA 24,90) que depois de fim de ano passou para os 25,98€, o que nunca me foi dito que poderia levar este aumento, na altura do contrato. Contrato este de 24 meses. (28/09/2023 a 28/09/2025) Findo este contrato, e sem que me tivesse sido avisado, terminou dentro do prazo, e foi assim cortado de imediato o serviço. Tendo por mim próprio descoberto por este ficar sem serviço, e assim descobrir que terminara, devido ao fim da data do contrato. A Vodafone, para alem de NUNCA ter avisado que o mesmo terminou, NUNCA me contactou para sequer apresentar um novo contrato, ou mesmo a continuação do mesmo. A Vodafone, por iniciativa própria, e sem o meu conhecimento, inseriu-me num novo contrato, bastante mais caro, utilizando o mesmo cartão e método do serviço anterior, mas desta vez com um valor de 44,75€, dando pelos vistos a abertura do serviço alguns dias depois. Como nunca soube da existência desse serviço, obviamente nunca o utilizei! Mas mesmo que soubesse, nunca o iria utilizar, devido ao valor exessivo do mesmo. Mesmo já avisando a Vodafone através do apoio ao cliente, nunca me foi resolvida esta situação. Hoje dia, 24 de Dezembro de 2025, recebi um e-mail avisando para pagar a dívida, para não ter de recorrer aos serviços judiciais. Obviamente, me estão a ignorar prepósitamente, e obviamente que NUNCA irei pagar tal quantia, que está nesta momento em 73,90€ Venho então pedir a vossa ajuda, para resolver este problema que a VODAFONE insiste em continuar a ter comigo, mesmo depois de toda a minha explicação. Obrigado.
Portabilidade
Estou desde dia 15 de Dezembro a aguardar a portabilidade de um número de telemóvel entre a NOS e o AMIGO, que cada vez que ligo a apenas me informam que existe um erro e que tenho de aguardar. A pessoa que usa o número está grávida não tendo qualquer possibilidade de efetuar chamadas na eventualidade de acontecer alguma coisa. É inadmissível que o processo de portabilidade demore assim tanto tempo quando recebemos a mensagem a dizer que o mesmo iria acontecer na segunda feira passada. Além de que cada vez que ligo todos me dão informações diferentes.
Cobrança indevida
Cancelei os serviços vodafone, efetuei os ultimos pagamentos do serviço que inclusive nem utilizei, pois migrei de servico e fiz a devolução dos equipamentos pelo menos 20 dias antes do ultimo dia de faturação e para minha surpresa me chegou uma cobrança na data de hoje. Solicito a solução desse problema e cancelamento dessa cobrança indevida.
Resolução por Justa Causa recusada: admitem erros no contrato, falha na portabilidade do fixo.
Exmos. Srs., Venho solicitar a intervenção da DECO neste processo de resolução contratual que a Vodafone recusa processar, apesar de ter admitido por escrito o seu próprio erro. Segue o histórico dos factos: 1. O Contrato Inicial e a Falha de Instalação Em 20/11/2025, contratei telefonicamente um pacote Vodafone (Net Fibra + Telefone Fixo + 3 cartões Móveis) com portabilidade de todos os números (fixo e móveis) da operadora anterior (MEO). O contrato foi erradamente registado pela Vodafone como "Empresarial", apesar de eu ser um consumidor final (ENI), privando-me de direitos essenciais. 2. Os Incumprimentos Graves Desde a instalação, verifiquei os seguintes erros críticos: Falta de Serviço Fixo: O telefone fixo nunca foi ativado nem portado. Falha no Cancelamento do Operador Anterior: Devido à não-portabilidade do fixo, o contrato com a MEO não foi cancelado automaticamente, gerando uma situação de dupla faturação e prejuízo financeiro contínuo. Gestão Caótica dos Móveis: Foram criados números "fantasma" (totalizando 6 registos em vez dos 3+1 contratados) e os cartões foram entregues sem identificação. 3. As Reclamações e a "Confissão" da Vodafone Apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico em 27/11/2025. A Vodafone respondeu (Ref.ª 2-2L1G7RO0) com um texto "padrão", onde admite expressamente o erro grosseiro na formação do contrato. Cito a resposta da Vodafone: "Apesar da documentação assinada, a proposta contratual aceite contempla exclusivamente os serviços de Internet Fixa e de Voz Móvel, não incluindo o serviço de Voz Fixa." A Vodafone admite que ativou um contrato sem voz fixa, quando o meu pedido explícito, comprovado pelo formulário de portabilidade que entreguei em Loja como indicado por telefone, incluía a portabilidade do fixo. 4. A Recusa de Solução e Má-Fé Após esta resposta, enviei nova reclamação exigindo a Resolução por Justa Causa (por erro no objeto do contrato e falta de prestação de serviço essencial). A Vodafone respondeu, dias depois, com exatamente o mesmo discurso da primeira resposta (novamente Ref.ª 2-2L1G7RO0), ignorando o meu pedido de rescisão e sugerindo uma "alteração contratual" (novo contrato) para resolver um erro que é deles. 5. Ações Tomadas e Estado Atual Face à inércia e má-fé da operadora: Iniciei a portabilidade de retorno dos números móveis para outras operadoras para não perder os meus contactos e estancar o prejuízo. Já submeti o caso ao Centro de Arbitragem (aguarda abertura de processo). Cancelei o Débito Direto. Pedido à DECO: Solicito a vossa mediação para exigir à Vodafone a confirmação imediata da anulação do contrato sem quaisquer penalizações ou fidelização, bem como a anulação de todas as faturas emitidas, dado que o serviço contratado (pacote completo com fixo e portabilidade) nunca foi prestado na sua plenitude. Anexos: Cópia das respostas da Vodafone (Ref. 2-2L1G7RO0).
Reclamação contra a Vodafone – Produto entregue com avarias e recusa de responsabilidade
Reclamação contra a Vodafone – Produto entregue com avarias e recusa de responsabilidade Venho por este meio apresentar reclamação contra a Vodafone Portugal, devido a problemas graves na compra de um produto e à recusa indevida de responsabilidade. No dia 08/11/2025, realizei a compra de uma televisão Samsung através da Vodafone. O produto foi entregue apenas no dia 17/12/2025. No momento da entrega e da primeira utilização, foi imediatamente possível constatar que a televisão apresentava avarias severas em toda a extensão do ecrã, tornando o equipamento impróprio para uso. Assim que identifiquei o problema, entrei em contacto com a Vodafone por email e também me desloquei presencialmente a uma loja. Em ambas as situações, fui informado de que a responsabilidade pela troca seria da Samsung, e não da Vodafone. No entanto, ao contactar diretamente a Samsung, fui esclarecido de que: • Avarias de fabrico são, de facto, tratadas pelo fabricante; • Danos resultantes do transporte ou da entrega são da responsabilidade do vendedor, neste caso, a Vodafone. Apesar disso, a Vodafone continua a transferir a responsabilidade para a Samsung, recusando-se a proceder à troca do equipamento ou à resolução do problema. Como consequência, encontro-me numa situação de prejuízo, com um produto defeituoso, inutilizável, e ainda obrigado a pagar as prestações mensais da televisão. Considero esta situação inadmissível e contrária à lei, solicitando a resolução imediata do problema, com a substituição do produto por um novo em perfeitas condições ou, em alternativa, a resolução do contrato com o respetivo reembolso dos valores pagos. Enquadramento legal – Direitos do consumidor em Portugal A situação descrita encontra respaldo claro na legislação portuguesa de defesa do consumidor, nomeadamente: 1. Responsabilidade do vendedor De acordo com o Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens: • O vendedor é o responsável pela conformidade do bem entregue ao consumidor, independentemente de o defeito ter origem no fabrico, transporte ou armazenamento. • O consumidor não tem de contactar o fabricante; a responsabilidade legal é sempre do vendedor. 2. Falta de conformidade Um bem não está conforme quando: • Não corresponde à descrição; • Não se encontra em condições adequadas para uso normal; • Apresenta defeitos ou avarias no momento da entrega. Uma televisão entregue com avarias visíveis no ecrã enquadra-se claramente como falta de conformidade. 3. Direitos do consumidor Perante a falta de conformidade, o consumidor tem direito a: • Reparação ou substituição do bem, sem custos; • Redução adequada do preço; ou • Resolução do contrato, com devolução do valor pago. A escolha deve respeitar a proporcionalidade, mas não pode ser recusada injustificadamente pelo vendedor. 4. Pagamentos e prestações Enquanto o problema não é resolvido, é considerado abusivo manter a cobrança de prestações por um produto defeituoso, podendo configurar prática comercial desleal
Recusa da VODAFONE
Exmºs Senhores No passado dia 26 de agosto de 2024, às 15:45, ao dirigir-me com a minha esposa ao Centro Comercial Colombo à loja oficial da Vodafone, a minha esposa expôs o pedido de cancelamento da subscrição do pacote TV/Internet/Telemóvel pelo facto de ter alugado a casa a um inquilino, de acordo com o Decreto Lei 16/2022 de 16 de agosto e para o qual apresentou uma cópia do contrato de arrendamento. O empregado que se disse gestor da loja respondeu que não estava autorizado a fazer esse cancelamento. A intenção era de cancelar o contrato e fazer um novo só para o telemóvel (914379225), na modalidade Red a que correspondia uma mensalidade de €20,00. Por esse facto, em virtude da negação do cumprimento do referido Decreto Lei, a minha esposa preencheu o livro de reclamações de que junto cópia. Até hoje nunca foi recebida qualquer resposta ou contacto e foi preciso esperar pelo fim da fidelização para o cancelamento e substituição pela atrás referida modalidade Red ainda a €20,00. O total do pacote era de €58,00 em números redondos, pelo que desde setembro de 2024 a 15 de setembro de 2025, foram 12 meses x 38 euros, o que corresponde a um total de €456,00 cobrados indevidamente. Venho assim solicitar a vossa assistência para repor a legalidade, não excluindo a hipótese desse montante ser descontado no pagamento da atual subscrição do telemóvel (quase dois anos). Com os melhores cumprimentos, Eng. Pedro Fiadeiro
Renovação não autorizada
Venho formalizar a minha reclamação referente à renovação não autorizada do meu tarifário de serviço fixo da Vodafone. No dia 8 de dezembro, desloquei-me à loja do Almada Forum para tratar do cancelamento ou renegociação do contrato, uma vez que deixei de ser colaboradora há quatro meses. Fui surpreendida com a notícia de que o contrato já tinha sido renovado automaticamente sem o meu consentimento. Não recebi qualquer aviso, pois estava fora do país (motivo do qual me levou a sair da empresa) e não fui contactada para tratar do assunto. Em nenhum momento foi me explicado que a renovação automática pudesse ocorrer sem autorização por ser funcionária. Antes do desligamento, eu perguntei as chefias responsáveis na loja no momento se era possível já tratar da situação do contrato pois iria me ausentar do país por quase 3 meses. Disseram que não seria possível pois os funcionários em loja não têm autorização para mexer em tarifário de colaborador e que teria que ser o departamento responsável. Inclusive, indicaram que demoraria meses até a resolução. O departamento responsável indica que tentou contatar, mas não conseguiu. Não recebi e-mail algum constando a mudança e nem ligação pois um dos meus números estava a receber ligação normal no Brasil. Sinto-me lesada, pois tentei tratar das coisas em loja com antecedência e fui informada que não poderia. E agora o departamento responsável indica que tenho que aceitar a fidelização pois são as regras. Poderiam me ajudar. Desde já agradeço.
Agem de má fé e roubam o cliente
Durante dois anos, estive fidelizado com 3 telemóveis na Vodafone com o tarifário red que começou por ser de 53 euros e já vem em faturações de 79. Ora, findo o contrato, dirigi-me à Vodafone para efetivar o fim deste serviço. Na loja, em Braga, a assistente disse-me que por ter ainda um telemóvel que foi adquirido com pontos do clube Viva (dinheiro que lá enfiei dentro durante dois anos) ainda tinha que pagar 57 euros para supostamente ficar livre do clube Viva. Na boa fé dela, ela sugere expor à vodafone esta questão mas por agora ficar com os 3 números em pré-pago no valor de 7.6 euros cada um. Pareceu-me tudo normal e efetuei o carregamento dos mesmos ontem, sendo que hoje recebo uma mensagem a dizer que tenho de carregar mais 10 euros para usufruir de comunicaçoes. Eu pergunto o que é isto, afinal?? O cliente está livre do contrato ao qual esteve obrigado durante dois anos e agora que terminou tem que pagar pela suposta liberdade?!! Estou a dirigir-me à loja no momento para saldar estes 57 euros e podem ter a certeza de que vou escrever no livro de reclamações também porque isto é roubo e burla. Em nenhum momento, a assistente explicou que tínhamos que efetuar mais 10 euros de carregamento sobre os 7.5 euros. De outra forma, eu estava pronto para pagar os 57 euros a pronto e não teria sido dissuadido! Como é possível este tipo de esquemas de tão baixo nível num país que supostamente não é de terceiro mundo? Isto é constitucional sequer, pergunto?
Falsa promoção
Venho por este meio fazer uma reclamação, a Vodafone. A Vodafone tem uma promoção no site ao qual não dá para realizar a compra da promoção. Mas sem promoção já permite. Derijime a uma loja física e disseram que não tinham acesso aquela promoção mesmo essa tando disponível em loja. Logo venho realizar esta reclamação por estarem a fazer promoções as quais não podem fazer
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
