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Cancelamento de Contrato nº734021
Exmos. Senhores, Pretendo rescindir o contrato celebrado no dia 22/09/22 com a Securitas Direct, com efeitos a partir de 1 de Dezembro de 2024 Após mail enviado no dia 29 de novembro de 2024 constatei que o meu contrato, que previa uma fidelização de 24 meses, se tinha renovado automaticamente em 22 de Setembro de 2024 com uma fidelização de mais um ano, A Securitas alega que o contrato tem uma clausula que refideliza automaticamente os clientes por 12 meses, podendo estes requerer a rescisão do contrato apenas nos 30 dias que antecedem a data de renovação, por escrito e através de carta registada. Ora de acordo com a legislação europeia, esta situação configura a aplicação de uma clausula potencialmente abusiva, uma vez que findo o período de fidelização obrigatória, o consumidor é condicionado a poder rescindir apenas num janela temporal muito curta, ficando sujeito a ter de pagar 12 meses de um produto de que não usufrui. Ou seja, trata-se de uma refidelização ilegal, que tenciono expor às instituições reguladoras do ramo, assim como no Portal do Cidadão/Portal do Consumidor, Centro Europeu do Consumidor e DECO. Exigem que esta comunicação de rescisão seja enviada por carta registada, com o intuito claro de criar entropia no processo e adiar o mais possível , apesar de todas as comunicações com a vossa empresa e outras dos mais variados sectores de actividades são feitas por email e telefone, sem ser menos válidas para efeitos contratuais. Por considerar ser uma fidelização abusiva , cancelei de imediato a autorização do pagamento das facturas por debito directo . No dia 6 de dezembro , através de mail a Securitas, foram-me apresentadas as seguintes opções para resolver o impasse: - Oferta da reinstalação num outro local (empresa ou particular) - Oferta da alteração de Titularidade e Cedência de equipamento e posição contratual - Deslocação de um técnico ao local para solucionar problemas técnicos - Ou ainda usufruir de uma redução de quota durante um determinado período de tempo. - Suspensão temporária do contrato – De referir que durante esse período será cobrado o valor de 2€ + iva e que os meses suspensos são acrescentados á data de termo de forma a que se cumpra a anuidade. Ou seja , na melhor das hipoteses propôem-me que aceite o pagamento de 20 € + Iva ( Fee mensal de 2 € - Dez 24 a Set 25 ) por um serviço que não desejo receber . Pelo em cima exposto solicito que aceitem a minha rescisão do contrato com efeitos retroactivos a 1 de dez 2024 . Cumprimentos
Fidelização anual ao fim de mais de 12 anos de contrato
Exmos. Senhores, Para: Securitas Direct Portugal, Unipessoal, Lda. 06/01/2025 Pretendia rescindir o contrato que tenho há cerca d 12 anos com a Securitas Direct Portugal, Lda. e que previa uma fidelização inicial de 3 ou 4 anos. Liguei para o serviço de apoio a clientes e fui informado de que estou novamente fidelizado por renovações anuais automáticas e sucessivas. A empresa invoca que os clientes só podem requerer a rescisão do contrato numa janela temporal de 30 dias prévios à data das renovações contratuais anuais,, cumprindo uma séria de formalidades processuais. Não sei se esta fidelização tem sustentação legal, no entanto, parece-me claramente abusiva e lesiva do interesse e vontade dos clientes. A fidelização é aceitável na celebração do primeiro contrato, agora numa renovação automática anual de contrato, sem que tenha havido qualquer alteração ao contrato inicial, parece-me ser uma prática abusiva da empresa. Cumprimentos. António Morais / Sócio DECO
Fidelização de contrato
Pretendo rescindir o contrato que tenho há 3 anos com a Securitas Direct, e que previa uma fidelização de 36 meses. Liguei para o serviço de apoio a clientes e fui informado de que estou novamente fidelizado por mais um ano. A empresa invoca uma clausula que fideliza automaticamente os clientes por 12 meses, podendo estes requerer a rescisão do contrato apenas nos 30 dias que antecedem a data de renovação, por escrito e em carta registada.Ora de acordo com a legislação europeia, esta situação configura a aplicação de uma clausula potencialmente abusiva, uma vez que findo o período de fidelização obrigatória, o consumidor é condicionado a poder rescindir apenas num janela temporal muito curta, ficando sujeito a ter de pagar 12 meses de um produto de que não usufrui. Vou vender a habitação onde me encontro e irei passar tempo em casa de familiares enquanto aguardo pela construção de uma nova casa, e estou obrigado a pagar por um serviço que não irei de todo usufruir. Ou seja, trata-se de uma refidelização ilegal, de acordo com o Decreto-Lei n.º 446/85 Artigo 22.º -(Regime jurídico das cláusulas contratuais gerais) que tenciono expor às instituições reguladoras do ramo, assim como no Portal do Cidadão/Portal do Consumidor, Centro Europeu do Consumidor e DECO. Durante a fase de angariação, com o BPI os comerciais apenas referiram a fidelização de 36 meses, sem nunca referirem uma fidelização suplementar anual, de renovação automática. Além de, juridicamente, ser uma fidelização abusiva, também é uma pratica eticamente reprovável por parte da empresa. Já para não falar no serviço pobre que estão a prestar. A fidelização é aceitável na celebração do primeiro contrato, agora uma renovação automática dessa fidelização sem ter havido uma única alteração ao contrato é uma prática abusiva da empresa. Fazia sentido em caso de ter havido uma alteração nos termos do contrato, se tudo de manteve igual desde o primeiro dia do contrato não faz sentido algum está política praticada pela empresa.
Rescisão de contrato por inoperância da Securitas
Exmos. Senhores, Tal como é do vosso conhecimento, houve um incidente que não teve qualquer resposta do vosso lado no dia 21/11 e ao qual solicitei informações por escrito de forma a avançar com a rescisão, no entanto desde o conhecimento da Securitas da minha intenção de rescisão que deixaram de enviar a informação requerida por escrito, conforme emails em anexo. Está em falta a seguinte informação: 1.º uma vez que fui eu, alertado via telefone por pessoas externas à Securitas e não pela Securitas, que desliguei o alarme às 6:54, a que horas os operadores acederam e comunicaram através da central cujo alarme disparou às 6:50? No vosso email de dia 27/11 apenas mencionam "Os operadores da CRMA acederam ao local e comunicando através da central, onde não se obteve qualquer resposta." 2.º Qual o tempo contratualizado a que se referem terem cumprido para um contato pela central e à qual não tiveram resposta? O anunciado pela Securit é de 20 segundos! Qual foi efetivamente o tempo de demora da Securitas à resposta do alarme? Na comunicação telefónica, foi-me indicado que não tinham recursos suficientes para as chamadas em curso! 3.º Neste momento, não estou a receber os e-mails de notificações do desligamento, quando antes da alteração pela Securitas era sempre quando o alarme era desligado. Porque deixei de ser notificado por e-mail dos desligamentos? 4º Qual a revisão da quota anual que propõem face à oferta existe no mercado e após este incidente? Proposta de revisão de preço enviado pela Securitas no dia 22/11. 5º Qual também seria o procedimento se tivesse sido uma ocorrência real de roubo? Que seguro a Securitas tem quando houve deficiência no serviço e que leva a perdas dos clientes? Questão colocada no email de 22/11 e que não teve qualquer resposta da securitas até ao momento. Agradeço que deem seguimento à reclamação. Cumprimentos.
Exigencia na Fidelização
Exmos. Senhores,; Fiz um contrato de aquisição e instalação de equipamento na Rua Elias Garcia, 205, em Queluz em 2016/17. Este ano, em 2024 a casa foi vendida em Junho e no inicio do ano pedi a rescisão do contrato e não foi aceite . Disseram-me que não era aceite porque tinha sido iniciado o contrato em fim desse ano e , logo, só deveria pedir a rescisão apenas 1 mês antes do final do ano, no caso, de 2024. Não é aceitável que me obriguem a continuar a pagar o serviço. como tem acontecido depois da cas ser vendida, portanto, não usufruo do serviço e, encontro-me de baixa desde 2021 e nem tenho condições para pagar. É inaceitável este comportamento por parte da empresa Securitas!!!! Peço o favor da vossa ajuda. Cumprimentos
Comportamento abusivo
Sou cliente da Securitas Direct há vários anos, com uma instalação bastante mais cara do que a do kit base, por ter bastantes sensores adicionais, pelos quais pago substancialmente mais. Por motivos de venda do imóvel vejo-me forçado a mudar de residência onde está contratado o serviço prestado pela Securitas Direct. Vou residir noutro local que já tem outro sistema de alarme instalado e onde é redundante assim a instalação. Pelos motivos citados anteriormente, contactei a Securitas Direct, para solicitar a rescisão/cancelamento de contrato. Fui informado que os pedidos de rescisão só podem ser efetuados até aos 30 dias que antecedem as renovações anuais, o que faria com que podia rescindir o contrato mas essa rescisão só vigoraria a partir do mês de julho de 2024, ou seja, por 1 mês antes da anuidade. A Securitas Direct quer obrigar-me a pagar 7 meses de serviço pelo qual não vou usufruir. Mais, como em qualquer contrato (seguros, eletricidade, água, gás, telefone, etc.) os contratos também renovam anualmente salvo denuncia de qualquer uma das partes, mas em qualquer altura podem ser cancelados. No fundo é no mínimo comercial, ética e moralmente questionável esta posição por parte da Securitas Direct, assim como o é quando alteram os contratos e os valores das MENSALIDADES unilateralmente sem dar conhecimento prévio nem questionar os clientes sobre a aceitação das novas condições.Por tudo o exposto anteriormente, para além de me sentir revoltado com este abuso de posição por parte da Securitas Direct, sinto-me agora também esbulhado por me quererem forçar a pagar 7 meses de serviço pelo qual não irei usufruir.Peço por isso a re-avaliação desta situação particular por parte da Securitas Direct de forma a cessar imediatamente o contrato supra já a partir do mês de Dezembro, contra entrega da cópia da escritura de venda do imóvel se for necessário para o efeito. Cumprimentos.
Cancelamento de contrato
Boa tarde. Contactei a empresa Securitas Direct em fevereiro de 2023. Quando os funcionários da empresa visitaram a minha propriedade pela primeira vez, disse-lhes imediatamente que a iria vender, pelo que fiquei preocupada com a segurança da minha propriedade. Os representantes da empresa garantiram-me que não houve problemas na assinatura do contrato e até chamaram de imediato uma imobiliária para ajudar a vender o meu imóvel. Na altura de instalar o equipamento perguntei porque não havia contrato, disseram-me que o contrato me seria enviado posteriormente por email, mais uma vez garantiram-me que não houve problemas, na era da tecnologia todos os problemas são resolvidos via na Internet e pediram-me para assinar no ecrã em branco do tablet. Em dezembro de 2023, liguei para a empresa e disse que estava a vender o meu imóvel, desliguei o equipamento e enviei por e-mail um contrato de compra digitalizado em janeiro. Liguei e expliquei que enviar-me uma carta pelo correio era muito problemático, pois sábado e domingo eram os meus dias de folga e todos os dias da semana depois do trabalho precisava de levar o meu filho doente para tratamento. Prometeram-me que iriam investigar a situação e que me ligariam de volta. Não devolveram a chamada, voltaram a levantar o dinheiro em fevereiro e eu desliguei o pagamento automático. Liguei várias vezes para falar com o responsável, com quem foi possível chegar a acordo sobre a situação atual. De março a julho, várias pessoas ligaram-me de diferentes números, exigiram pagamento, ameaçaram processar, aconselharam-me a procurar um advogado só porque não enviei carta registada pelo correio. Em julho, o advogado da empresa disse-me que eu poderia pagar metade do valor acumulado, enviar uma carta e o contrato seria rescindido. Estava muito cansada das chamadas, ameaças e chantagens, estava profundamente deprimida, de baixa médica, mas fui ao correio, enviei uma carta a solicitar a rescisão do contrato e uma cópia do contrato de venda e enviei o dinheiro. Tinha a certeza de que a minha relação com esta empresa nojenta acabaria para sempre. Mas em agosto, as chamadas a exigir pagamento recomeçaram. Disseram-me que o contrato comigo não seria rescindido. Em novembro ofereceram-se para pagar até ao final de outubro e rescindir o contrato, caso contrário teria de pagar até ao final de maio de 2025, uma vez que o meu contrato foi prolongado. Já não confio em ninguém, pedi que não me ligassem mais, que me pudessem escrever cartas, mas maliciosamente disseram-me que me incomodariam todos os dias e exigiriam pagamento. Tenho a certeza de que a situação atual não é culpa minha. Fui enganada desde o início. Os funcionários da empresa forneceram-me informações deliberadamente falsas sobre os serviços prestados. Mais tarde, os advogados da empresa voltaram a enganar-me, garantindo que bastava uma carta registada para fechar o contrato. Engano, mentiras, ameaças, chantagem, absoluta falta de vontade de compreender a situação. Agora dezenas de pessoas estão a ligar e a exigir pagamento. E nem uma única pessoa, nem uma única pessoa em quase um ano de ameaças intermináveis, que quisesse ajudar o seu cliente. Já paguei à empresa serviços inexistentes de dezembro a agosto, lamento tê-lo feito e não vou pagar mais. Espero que a empresa encontre uma solução rápida para o problema e cancele o contrato.
Fidelização até 12/11/2024
Exmos. Senhores, Estamos a escrever esta carta porque tentámos cancelar o serviço da Securitas Direct, e recebemos uma carta que diz que a rescisão será considerada a 12/11/2024. Nesta altura não temos possibilidade financeira para pagar este serviço. Podem por favor ajudar-nos? Agradecemos imenso a atenção. Cumprimentos.
Cancelamento de contrato inviabilizado pela Securitas
Exmos. Senhores, Fiz um contrato com a Securitas cuja fidelização termina dia 2 de dezembro de 2024. A instalação da Securitas que comprei e contratei situava-se numa loja que entretanto foi encerrada. Atempadamente contactei a Securitas para efetuar o cancelamento do contrato, visto que o local de instalação já não estava ativo pelo que não se justificava manter o sistema de vigilância e segurança em funcionamento. A Securitas respondeu que só poderia cancelar o contrato mediante a apresentação de declaração de cessação de atividade da empresa em sede de IVA e IRC. Ora, a empresa ainda não cessou atividade, pelo que não podia apresentar esses documentos. Nada disto me foi explicado pelo vendedor da Securitas, nem mesmo a existência de um período de fidelização. Neste momento, a Securitas recusa o cancelamento do contrato e está a cobrar mensalmente um serviço que não está efetivamente a prestar. Toda esta situação é profundamente lesiva dos interesses e direitos do consumidor e considero que não tenho o dever de pagar por um serviço não prestado e cujo cancelamento não me é permitido fazer pelas condições contratuais abusivas da Securitas. Solicito a atenção da Deco e da Securitas para esta situação profundamente injusta e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Cumprimentos.
Cessação de contrato
Exmos. Senhores, A minha mãe fez a instalação a 6 meses do vosso serviço sem consentimento meu e depois de várias ameaças que se matava por eu não aceitar o serviço acabei por o colocar e assinar o vosso contrato. Neste momento encontro me já noutra casa e neste momento não tenho possibilidades financeiras para manter o serviço. Visto que não o posso mudar de titular porque estou em tribunal com ela por agressões e ela não me faz o pagamento do serviço também. Não tendo assim como pagar. A única solução que a Securitas me deu foi que me tinha de desenrascar. Eu não tenho possibilidades nem consigo fazer os pagamentos. Luís Monteiro Cumprimentos.
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