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Cancelar contrato sin respuesta de Securitas Direct
Hola Nos gustaría cancelar el contrato 774825 David Nichols solicitando la rescisión por cambio de residencia. Ver carta certificada adjunta que le enviamos el 5 de noviembre, la cual no fue reclamada. Ya no queremos la alarma. Agradecería la confirmación de este correo electrónico y la solicitud de cancelación adjunta. We would like to cancel the contract 774825 David Nichols requesting termination due to change of residence. See. registered letter attached we sent to you on November 5th which was left unclaimed. We no longer want the alarm. I would appreciate confirmation of this email and cancellation letter request attached.
Encerramento de contrato
Eu compri o contrato de 2 anos de fidelização com a Securitas, porém foi renovado automaticamente, já mandei email para cancelar, eles alegam que foi renovado por mais 12 meses, me obrigando a ficar com mais 12 meses.
Pagamento indevido
Portalegre, 11 Novembro 2025. Excelentíssimos Senhores Meu nome. Joaquim Fernando Silva Canário Cartão Deco + Associado Nº 4797694-74 Meu nome no cartão Joaquim Canário Venho por este meio reclamar, a seguinte situação com em causa, a Securitas Direct, tenho um contrato assinado, de prestação de serviços, assinado em 20 Outubro 2020, e porque tenho a minha propriedade á venda, participei á Securitas, a minha intenção de cancelar o nosso contrato em 27 Outubro do corrente ano, por conversação telefónica, com a ( Fidelização ) onde me foi dito que a Securitas, tinha renovado, sem meu conhecimento (automaticamente) o meu contrato Mesmo assim enviei, em 9 deste mês de Novembro um mail, com pedido com pedido de cancelamento, e rescisão, do meu contrato ( posso mandar cópia ). No dia 3 deste mês de Novembro, foi pela Securitas retirada, a quantia de 51.70 euros, da minha conta bancária, depois de eu ter bloqueado, o Débito Direto num Multi Banco, foi depois de uma visita ao meu banco, que fui informado de que a Securitas, tinha a possibilidade de desbloquear, a minha interdição de pagamento, por (Débito Direto) e assim encaixar a mensalidade de Outubro deste ano. Depois de eu ter pedido a anulação do meu contrato, que abusivamente, e, sem que a Securitas me tenha informado, de que é feita anualmente uma ( RENOVAÇÂO AUTOMATICA ) à data, dia, e mês, do ano, em que foi feito, o contrato inicial. Sendo assim, certamente que a Securitas, vai desbloquear outra vez, o meu (Débito direto) e, ficarei na obrigação de pagar cada mês, ao dia 3, a quantia de 51.70 euros, até enviar a carta registada 1 mês, antes de acabar este ( RENOVO AUTOMÁTICO ) com a duração de 1 ano, ou seja, até 20 de Setembro, do próximo ano. Peço encarecido, que tenham em atenção, a ajuda, e, solução, deste caso. Agradecido. Joaquim Fernando Silva Canário.
Sistema de alarme comprometido há mais de 2 meses - Empresa recusa rescisão
DESCRIÇÃO DO PROBLEMA: CONTEXTO: Cliente desde janeiro 2023 com contrato de monitorização de alarme doméstico. PROBLEMAS IDENTIFICADOS: 1. Falha de Segurança: – Sensor de abertura de janela não funciona há mais de 2 meses – Zona da habitação fica desprotegida – Sistema não detecta nem reporta a avaria 2. Incumprimento de Serviços Contratados: – Revisões trimestrais não enviadas conforme suposto – Apenas 2 emails recebidos em quase 2 anos de contrato – Ausência de manutenção preventiva 3. Falha na Monitorização: – Teste: remoção de sensor durante +24h sem contacto da central – Questiona eficácia real do sistema de monitorização – Sistema permite armar alarme com equipamento removido 4. Padrão de Resposta Seletiva: – Contacto imediato para questões de pagamento – Ausência de resposta para problemas técnicos – Priorização de cobrança vs. prestação de serviço TENTATIVA DE RESOLUÇÃO: - Carta de rescisão enviada a 4 novembro 2025 - Empresa nega rescisão alegando cláusula de 30 dias antes renovação QUESTÕES LEGAIS: - Possível incumprimento contratual por prestação defeituosa - Cláusula de renovação automática potencialmente restritiva - Direito à rescisão por falha na prestação do serviço PEDIDO À DECO: 1. Análise da legalidade da cláusula de renovação automática 2. Avaliação se existe fundamento para rescisão por incumprimento 3. Orientação sobre procedimentos a seguir 4. Apoio na resolução do conflito
Venda enganosa e má instalação
Exmos. Senhores, Chamo-me Paula Pinheirinho Jacinto e Nicolau, titular do contrato n.º 846888, relativo à instalação de alarme na morada no Bairro da Encarnação– Olivais, Lisboa. Venho apresentar reclamação formal devido a incumprimento contratual, informação comercial falsa e pressão indevida na instalação do vosso sistema de segurança. 1. Proposta comercial e compromissos assumidos Durante a visita comercial, foi-me garantido e repetido várias vezes que: O andar superior teria sensores individuais em todos os vãos e janelas; O pátio traseiro, fachada do rés-do-chão e a minha garagem, ficariam totalmente protegidos pelo sensor perimetral exterior, o que dispensava a colocação de sensores nas janelas traseiras do rc; Seria instalada uma câmara na fachada principal frontal, voltada para baixo, que não filmaria a via pública, e cuja instalação foi confirmada como viável de imediato. O conjunto da proposta foi o motivo determinante para a minha adesão imediata e marcação da instalação com pagamento imediato de um sinal e total no dia da instalação. 2. Situação real e irregularidades Após a instalação , e por coincidência por ter ido ao pátio, e agora com verificação técnica pelo piquete: O sensor perimetral não dispara — testado com o apoio telefónico do vosso atendimento e posteriormente confirmado por um técnico de piquete; A cobertura real ( se trabalhasse ) é muito inferior à prometida, abrangendo no máximo cerca de 6 metros dos 16–18 metros garantidos; A célula fotosensível acende o LED vermelho, mas não ativa o alarme; As janelas do rés-do-chão (da futura casa da minha irmã) não estão protegidas, ao contrário do que foi garantido na venda; No relatório técnico nº 8970057 (20/10/2025) está registado que o “detetor não protege o espaço pedido pela cliente (cerca de 16 metros)”, o que comprova a falha de cobertura; No dia da montagem, os vossos técnicos insistiram em instalar sensores dentro da casa da minha irmã no rc, mesmo depois de eu explicar que a casa vai entrar em obras — insistência que considero inaceitável e motivada apenas pelo facto de quererem o pagamento; Finalmente, a câmara frontal prometida não foi instalada, com a justificação de que o muro “era baixo”, o que contradiz as informações dadas na venda 3. Direito de resolução O contrato foi celebrado fora do estabelecimento comercial e pago no momento da venda, pelo que me encontro dentro do prazo legal de 14 dias para exercer o direito de livre resolução, conforme o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro. Assim, reservo-me o direito de resolver o contrato e exigir o reembolso integral caso a situação não seja corrigida de forma imediata e satisfatória. 4. Pedido formal Solicito: 1. Intervenção urgente de um supervisor técnico, para avaliar a instalação e garantir a cobertura integral prometida; 2. Esclarecimento sobre a conduta do vendedor e equipa de instalação, incluindo as falsas garantias dadas sobre o alcance do sensor perimetral e a tentativa de instalação indevida na casa da minha irmã; 3. Proposta de compensação adequada, considerando a gravidade da situação, o tempo perdido e o prejuízo moral de ter confiado numa empresa que se apresentou como líder em segurança e agiu com falta de transparência. Aguardo resposta formal até 24 de outubro de 2025, findo o qual exercerei o direito de resolução e apresentarei queixa à DECO, ASAE e no Livro de Reclamações Eletrónico. Anexo: Participação de Serviço / Ampliação nº 8970057 (20/10/2025) Com os melhores cumprimentos, Paula Pinheirinho Jacinto e Nicolau pjnicolau@gmail.com
Sem resolucao
Prezados Senhores, Venho, por meio deste, formalizar uma reclamação em relação ao comportamento inadequado da Securitas Direct para comigo, devido ao contínuo recebimento de telefonemas, e-mails e SMS em massa com ameaças de processos judiciais. Tais comunicações referem-se a um término contratual, ao qual enviei por carta registada, o meu interesse em terminar o contrato com mais de 2 anos de serviço. Gostaria de relembrar os factos: 1. Rescisão do Contrato: em fevereiro 2025 foi enviada carta registada à Securitas solicitando a rescisão do serviço. 2. Mudança de Fornecedor: Após a troca de fornecedor, recebi propostas da Securitas para reduzir drasticamente o valor mensal, as quais não foram aceites. Já o tinha tentado antes e nunca ninguém me deu resposta ao pedido. 3. Alegação de Fidelização: A Securitas alega que o contrato inicial, firmado em 2022, foi renovado automaticamente e que o período de fidelização foi estendido. Questionei a legalidade desta prática. Desde então, solicitei por diversas vezes o bom senso e enviei vários emails com justificação no meu entender, este comportamento abusivo. Enquanto isso, o assédio e as ameaças persistem, ainda a data de hoje recebi um telefonema com ameaça de injuncao de dívida de 6 meses, o que consideramos um comportamento não só imoral, mas também abusivo e prejudicial. Como tal, invoco o Decreto-Lei n.° 24/2014, a Diretiva Europeia 93/13/CEE e a Lei n.° 24/96, que defendem os direitos do consumidor contra práticas que Limitam a liberdade de escolha e impõem cláusulas que favorecem apenas o prestador do serviço. Solicito que esta comunicação seja suficiente para a rescisão do contrato e que seja tratado sem mais entraves, sob pena de ter de recorrer a instituições competentes, incluindo o Portal do Consumidor, Portal do Cidadão, Centro Europeu do Consumidor e DECO. Com base no exposto, exijo: A cessação imediata de qualquer contato abusivo, incluindo telefonemas, e-mails e SMS. Esclarecimentos quanto à suposta legalidade da renovação automática com período de fidelização, considerando os parâmetros legais vigentes. Ressalto que, na ausência de uma resolução satisfatória, reserva-me no direito de reportar o caso às autoridades competentes, incluindo organismos de defesa do consumidor e entidades reguladoras, a fim de cessar este comportamento abusivo. Adicionalmente, enfatizo que o comportamento adoptado pela Securitas contribui para reforçar a decisão de rescindir o contrato em carácter definitivo, sem intenção de retorno no futuro, uma vez que tal conduta não condiz com os princípios éticos esperados de uma empresa. Ressalto também que a situação será amplamente compartilhada entre os meus contactos, o que poderá impactar a reputação da empresa. Aguardo uma resposta formal e imediata. Atenciosamente, Sandra Pereira
Rescisão de Contrato
Exmos senhores Pretendo rescindir o contrato aue tenho há 4 anos e 3 meses com a Securitas Direct, e que previa uma fidelização de 24 meses. Liguei para o serviço de apoio a clientes e fui informada que estou novamente fidelizada por mais um ano. A empresa invoca uma cláusula que fideliza automaticamente os clientes por 12 meses, podendo estes requerer a rescisão do contrato apenas nos 30 dias que antecedem a data de renovação, por escrito e em carta registada. Ora de acordo com a legislação europeia, esta situação configura a aplicação de uma cláusula potencialmente abusiva, uma vez que findo o período de fidelização obrigatória, o consumidor é condicionado a poder rescindir apenas numa janela temporal muito curta, ficando sujeito a ter de pagar 12 meses de um produto que não usufrui.
não querem meter o seguro em casa da pessoa
Boa tarde, Hoje entrei em contacto para solicitar uma simulação relativamente a um alarme para casa. Em breves instantes ligaram logo para combinar a hora para se deslocarem a casa para simular o seguro. Ficou tudo combinado, até que recebo outra chamada a qual dizem que nao irão meter qualquer seguro na casa, porque desde de 2022 que tentam entrar em contacto e nada. Primeiro não me recordo de qualquer situação dessas e segundo mesmo caso isso tenha acontecido, o cliente informou da vez que foi contactado que não iria meter o seguro. Acho lamentável uma empresa deste género ser assim, podem acabar com as falsas publicidades de 50% de desconto se não querem colocar os seguros em casa das pessoas....
Tentativa de cessação do contrato falhada!!
Exmo(a). Senhor(a), Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Securitas, relativamente ao contrato de segurança/videovigilância que celebrei em [mês/ano do contrato]. 1. Situação inicial • No ato da celebração do contrato, paguei integralmente os custos de instalação e material (cerca de 700 €). • O contrato previa um período de fidelização de 24 meses, o qual cumpri integralmente, tendo já decorrido 2 anos e 2 meses. 2. Situação atual • Após o cumprimento da fidelização, comuniquei por escrito (carta registada com aviso de receção) a minha intenção de denunciar o contrato, respeitando o prazo de aviso prévio contratualmente previsto. • A empresa respondeu alegando que, por não ter comunicado a denúncia 30 dias antes do termo da fidelização inicial, o contrato teria sido automaticamente renovado por mais 12 meses e que, por isso, estou obrigado a permanecer vinculado até ao final desse novo período. • Mesmo após nova insistência da minha parte, a empresa continua a recusar a cessação do contrato. 3. Fundamentação legal • O artigo 432.º do Código Civil permite a denúncia de contratos de execução continuada após o prazo inicial, desde que cumprido aviso prévio. • O DL n.º 446/85 (Lei das Cláusulas Contratuais Gerais), no artigo 19.º, alínea c), considera abusivas e nulas as cláusulas que criem um desequilíbrio significativo entre as partes. • A Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho, art. 15.º) proíbe igualmente cláusulas que imponham obrigações desproporcionadas ao consumidor. • Após o fim da fidelização, a renovação automática não pode ser equiparada a uma nova fidelização de 12 meses, devendo o consumidor poder denunciar o contrato a qualquer momento, mediante aviso prévio. Tenho ainda emails comprovativos desta prática e da insistência da empresa em querer obrigar o cliente a permanecer, inclusive uma carta com aviso de receção a recusar a cessação do contrato. 4. Pedido • Solicito a intervenção da DECO para que a empresa seja obrigada a reconhecer a validade da minha denúncia e a proceder à cessação do contrato, sem imposição de permanência adicional de 12 meses. • Solicito ainda que seja analisada a cláusula de renovação automática utilizada pela empresa, a qual considero abusiva e lesiva dos direitos dos consumidores. Sem outro assunto, agradeço desde já a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos, [Carlos Alberto Jesus Rodrigues ]
Cessação Contratual e Atendimento ao Cliente
Exmos. Senhores, No ano de 2024, tendo colocado o imóvel à venda, eu e o meu marido contactámos a Securitas Direct com o objetivo de não renovar o contrato por mais 12 meses, por receio de que a venda do imóvel fosse concretizada antes de terminado esse novo período de fidelização. Nesse contexto, fomos contactados pela Sra. Ana Relvas, Gestora de Clientes do departamento de Fidelização, que nos apresentou uma proposta com redução da mensalidade e nos garantiu explicitamente que, em caso de venda do imóvel, o contrato poderia ser cessado sem penalizações, desde que não fosse possível transferi-lo para o novo proprietário ou para outro imóvel — bastando, para tal, apresentar o contrato-promessa ou a escritura da venda. Esta garantia clara e inequívoca, aliada ao bom relacionamento que sempre mantivemos com a Securitas, levou-nos a aceitar a renovação do contrato com base na confiança. Essa confiança foi agora gravemente abalada. ❗ Resposta da Securitas – Quebra de Compromisso e Desalinhamento com os Princípios da Marca No passado dia 1 de setembro, contactei a Securitas por e-mail para confirmar o procedimento de cessação contratual, uma vez que a venda do imóvel se encontra em fase de conclusão. A resposta que recebi da Sra. Ivania Pina foi a seguinte: "Informamos mais uma vez que o contrato celebrado com a Securitas Direct na cláusula 3 refere o seguinte: 'A duração inicial do presente contrato será de dois anos. Decorrido esse tempo, o contrato será prorrogado por anuidades sucessivas, salvo se uma das duas partes notificar a outra por correio registado e com um mês de antecedência a contar da data do seu termo, a decisão de rescisão do contrato.' (...) Não deixamos de referir que existem outras possibilidades de resolução da situação, podendo proceder-se à reinstalação do sistema num outro local, cedência de posição contratual a terceiros ou a deslocação de um técnico ao local." Esta resposta demonstra uma postura inflexível, que ignora o compromisso assumido pela própria Securitas em 2024 através da sua gestora de fidelização. Adicionalmente, a forma como a Sra. Ivania Pina se dirigiu a mim no contacto telefónico foi, no mínimo, pouco cordial, chegando mesmo a insinuar que, por não ser a titular formal do contrato, não teria legitimidade para intervir — o que considero profundamente desrespeitoso e em nada compatível com os valores que a Securitas Direct afirma defender. Para além da falta de cumprimento do compromisso e da inflexibilidade relativamente à cessação contratual ou negociação (uma vez que, naturalmente, não me dei conta que estava a chegar ao final dos 12 meses, voltaram a debitar-me o valor inicial, não havendo lugar a qualquer proposta a ou a margem de negociação.
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