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Recusa do Direito de Rejeição na devolução de iPhone 15 recondicionado com defeito
Venho por este meio apresentar reclamação por falta de conformidade do equipamento adquirido e formalizar o exercício do meu Direito de Rejeição, nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021. No passado dia 28/07/2026, levantei na loja da Rádio Popular de Portimão um iPhone 15 recondicionado. No entanto, desde o primeiro dia de utilização que o telemóvel apresenta problemas graves. Por um lado, sofre de falhas constantes e aleatórias de rede móvel, ficando subitamente sem serviço durante períodos que variam entre 1 minuto e cerca de 1 hora, o que me deixa incontactável. Por outro lado, o equipamento foi-me vendido e etiquetado com a indicação de 100% de saúde de bateria. Embora viesse visualmente indicado a 100%, notei desde logo que a bateria descarregava mais rapidamente do que seria expectável e, após mais um ciclo de carga, a indicação desceu para 99% nas próprias definições do iOS. Adicionalmente, o equipamento regista 756 ciclos de carregamento nas definições do sistema e, através de uma verificação de telemetria via computador (software coconutBattery), aponta para uma capacidade real de apenas ~89%. Trata-se de um indício claro de que a informação de "100%" prestada no momento da venda não corresponde ao estado real do componente. No dia 29/07/2026, liguei para a linha de apoio a relatar esta situação e foi-me dito por telefone que poderia deslocar-me a uma loja para efetuar a devolução. Contudo, quando me desloquei no dia 30/07/2026 à loja de Faro, recusaram aceitar a devolução ou troca, insistindo que o telemóvel teria de ir obrigatoriamente para análise/reparação técnica. Quero deixar claro que não estou a pedir uma devolução por mero arrependimento comercial. Estou a acionar o meu Direito de Rejeição ao abrigo do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021. A lei estabelece que, quando uma falta de conformidade se manifesta nos primeiros 30 dias após a entrega, o consumidor pode optar diretamente pela imediata substituição do bem ou pela resolução do contrato, não devendo ser-lhe imposta a reparação como única solução. Exerço, assim, expressamente a opção pela resolução do contrato de compra e venda, solicitando a devolução integral do valor pago. Não aceito que a reparação seja imposta como única solução e aguardo uma resposta formal a esta reclamação.
garantia recusada
No dia 14/06/24 comprei uma maquina de cafe delonghi rivellia ( factura nº FS 2860a / 134787 ) a maquina comecou a dar problemas em novembro de 2025. os problemas sao os seguites : A maquina desligava e ligava sozinha sem ninguem tocar no botao e ligar e desligar, ao tentar ligar a maquina no ecra tactil a maquina nao ligava e por vezes demorava varios minutos para ligar e as vezes so no outro dia e no ecra tactil na escolha do cafe comecava a piscar os produtos constantemente ( o sensor num loop ) . Levei a maquina a radio popular onde comprei em MONCAO e informei da avaria e mostri videos dos problemas ( nota de servico nº 131000535 datada 19/11/25 ) a maquina foi entregue no dia 05/01/26 e ao principio comecou a trabalhar bem mas no mes de Fevereiro 2026 comecou a dar os mesmos problemas ate que nao ligava. Levei a maquina outra vez a radio popular no dia 26/02/26 ( nota servico nº 131021267 ) . recebi resposta por escrito datada 08/04/26 a informar que nao aceitavam a garantia e tinha que pagar 316.22 euros para arranjar a maquina . eu enviei uma carta registada a com aviso de recepcao a nao aceitar o ormamento ( 316.22 euros ) porque ainda estava sobre garantia. fiz reclamacao no livro de reclamacoes online e a delonghi sobre o sucedido e que tinha video das avarias onde a radio popular nunca quis ver sem ser a loja de moncao quando levei la a maquina para ser reparada. Tenho video das avarias attentamente
Recusa de garantia legal de 3 anos - PS5
Para os devidos efeitos, informo que esta situação já foi alvo de queixa formal no Livro de Reclamações Eletrónico com o número ROR000000000045671869. Venho reclamar formalmente contra a Rádio Popular relativamente à assistência técnica do equipamento PlayStation 5, deixado para reparação na loja Rádio Popular do Fórum Montijo, no dia 04/07/2026 (conforme talão de depósito em anexo). O equipamento foi adquirido em 26/11/2023 (Fatura em anexo), pelo que se encontra plenamente abrangido pela garantia legal de 3 anos estipulada pelo Decreto-Lei n.º 84/2021, em vigor em Portugal. O aparelho apresenta uma desconformidade interna de hardware (desliga-se sozinho), tratando-se de um defeito de fabrico e não de mau uso. No entanto, recebi um contacto telefónico por parte da Rádio Popular a apresentar um orçamento verbal para substituição por uma consola recondicionada, alegando erradamente que o produto "já não tem garantia porque a marca só dá 2 anos". Sublinho que a Rádio Popular não me enviou qualquer orçamento, relatório técnico ou resposta formal por escrito, limitando-se a fazer esta comunicação por via telefónica. Esta atuação viola frontalmente a legislação de consumo portuguesa e o próprio texto impresso na vossa fatura, que assegura os 3 anos de garantia. Relembro que, nos termos do Artigo 18.º do DL 84/2021, a Rádio Popular dispõe de um prazo máximo de 30 dias seguidos para proceder à reparação gratuita do bem, prazo este que termina no dia 03/08/2026. Recuso o orçamento e exijo o cumprimento da lei. Cumprimentos, Tânia Raquel Filipe D' Assunção
Máquina de lavar avariada à entrega – Pedido de resolução do contrato e reembolso sem resposta
Venho apresentar reclamação formal contra a Rádio Popular relativamente à compra online de uma máquina de lavar roupa que apresentou uma avaria, situação que comuniquei atempadamente à empresa. Desde a comunicação da avaria, tenho efetuado sucessivos contactos na tentativa de resolver a situação. No entanto, sou constantemente encaminhada entre diferentes departamentos, sem que nenhum assuma efetivamente a resolução do problema. Foi-me indicado que seria contactada por um técnico, mas, apesar das minhas várias insistências, continuo sem uma solução concreta. Não pude atender algumas chamadas por me encontrar no meu horário de trabalho, mas continuo contactável e já manifestei expressamente a minha intenção de resolver o contrato e devolver o equipamento. Dirigi-me inclusivamente a uma loja física, onde me foi informado que não poderiam receber o artigo nem resolver a situação por se tratar de uma compra online. Considero inadmissível encontrar-me sem o dinheiro que paguei e, simultaneamente, com uma máquina de lavar avariada e sem qualquer solução, apesar de ter comunicado o problema dentro do prazo legal. Nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, tendo a falta de conformidade ocorrido e sido comunicada nos primeiros 30 dias após a entrega do bem, venho exercer formalmente o meu DIREITO DE REJEIÇÃO, solicitando a RESOLUÇÃO DO CONTRATO, a RECOLHA DO EQUIPAMENTO e o REEMBOLSO INTEGRAL DO VALOR PAGO. Não pretendo continuar indefinidamente a aguardar contactos entre departamentos ou a intervenção de um técnico para que seja reconhecido um direito que exerci atempadamente. Os atrasos internos da empresa não podem ser utilizados para me prejudicar nem para fazer decorrer os prazos enquanto aguardo uma solução que nunca chega. Solicito a intervenção urgente da Rádio Popular e a resolução definitiva desta situação, com a recolha da máquina avariada e restituição integral do valor pago, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e aos meios legais disponíveis caso a situação permaneça sem resolução. Possuo registos das minhas tentativas de contacto e de todo o processo, que poderão ser apresentados como prova, caso necessário.
garantia nao aceite
Tenho uma trotinete Segway ZT3 que ainda está dentro da garantia e, de repente, deixou de funcionar, apresentando o erro 18. Enviei para a garantia e informaram-me que não seria coberto por considerado mau uso, devido à peça 'hub motor assy650w zt3' estar avariada. Não percebo como é possível ser considerado mau uso, já que a única coisa que faço com a trotinete é andar normalmente. Além disso, nunca me comunicaram nada. Só quando me dirigi à loja, ao fim de 30 dias, é que vi lá os papéis com o orçamento para pagar a reparação. Sinto-me completamente desiludido com esta situação, pois a garantia acaba por não servir para nada. A avaria é interna à roda de trás e não é sequer possível mexer nessa zona. Gostava de saber como chegaram à conclusão de que o problema é causador por mau uso e não defeito de fabrico, quando a trotinete tem apenas um ano de utilização.
Adesão a seguro sem informação clara ao consumidor – recusa de reembolso após cancelamento
Em março de 2026, a minha mãe, atualmente com 94 anos de idade, adquiriu um fogão numa loja Radio Popular. Aquando da compra, não lhe foi explicado de forma clara e inequívoca que estaria a aderir a um contrato de seguro com pagamentos mensais subsequentes. Da fatura emitida não consta qualquer referência expressa a "Seguro" ou "Apólice", surgindo apenas a designação "MG DM COZINHA COMPLETA 1+1", que não permite a um consumidor comum identificar claramente a contratação de um seguro. Posteriormente foram efetuados três débitos mensais de 9,99 €, correspondentes aos meses de abril, maio e junho de 2026, no valor total de 29,97 €. Logo que a situação foi detetada, solicitei à Domestic & General o cancelamento da apólice, invocando a insuficiência da informação prestada no momento da venda. A seguradora procedeu ao cancelamento, mas recusou o reembolso das quantias cobradas, alegando que o equipamento esteve coberto durante esse período. Contudo, entendo que a questão fundamental não é a existência de cobertura, mas sim a falta de informação clara e transparente no momento da adesão, circunstância que impediu a consumidora de prestar um consentimento informado relativamente à contratação do seguro. Solicito, por isso, a apreciação desta situação e a intervenção no sentido de ser analisada a devolução das quantias cobradas, no valor total de 29,97 €, bem como a conformidade dos procedimentos de comercialização deste tipo de seguros associados à venda de eletrodomésticos. Anexo : a factura acima mencionada, de 20/3/2026
Garantia recusada ou troca de televisão
Exma. Equipa Jurídica da DECO PROTESTE,Venho por este meio solicitar a vossa intervenção e apoio jurídico num litígio com a loja Rádio Popular, referente à compra de uma televisão de 58 polegadas, realizada no dia 1 de julho de 2026.No dia 7 de julho de 2026 (apenas 6 dias após a compra), desloquei-me à loja para reportar uma desconformidade no equipamento (manchas pretas no ecrã após a instalação). Na mesma data, a televisão ficou na posse da loja para ser avaliada pela marca, contra a minha vontade, pois exigi a substituição imediata do artigo.Face à postura da loja, procedi de imediato ao registo de duas reclamações formais no Livro de Reclamações físico da loja, cujos duplicados guardo comigo.Invoquei formalmente o meu Direito de Rejeição, previsto no Artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021 (Lei das Garantias), que confere ao consumidor o direito de escolher a substituição do produto ou o reembolso se o defeito manifestar-se nos primeiros 30 dias.A Rádio Popular alega que tem de aguardar pela resposta da marca e recusa-se a entregar um equipamento novo. Relembro que, nos termos do Artigo 13.º do mesmo decreto, o ónus da prova cabe à loja e à marca, que teriam de provar cientificamente um mau uso, o que não aconteceu.Atendendo a que já formalizei as queixas no Livro de Reclamações e o artigo foi devolvido na primeira semana, solicito o apoio da DECO para exigir junto da Rádio Popular a entrega de uma televisão nova igual ou, em alternativa, a resolução do contrato com o reembolso integral do valor pago.Anexo a esta queixa os comprovativos de compra, a guia de entrega do aparelho e os duplicados das reclamações feitas na loja.Melhores cumprimentos,Hugo Miguel Butes Pereira número de telefone 912595745 e email pereira3dmsn7580@outlook.pt Envio esta queixa apenas com o texto, pois estou com dificuldades técnicas em anexar as imagens devido ao tamanho dos ficheiros. Enviarei as fotografias assim que me responderem a este e-mail."
Devolução no prazo de 15 dias
Exmos. Senhores, Em 03-07-2026 comprei-vos, através da vossa loja em Tondela, 2 ar condicionados portáteis por (702,97) A referência da encomenda é (500674205). Em (05-07-2026), portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato ou trocar os respetivos por um ar condicionado fixo. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou trocas dos mesmos terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Ressalto aqui o mau atendimento do gerente da loja de Tondela. Cumprimentos.
Reparações sem efeito
Exmos. Senhores, Em 9 de dezembro de 2023 adquiri um computador de secretária HP Victus TG02-0050NP por 699,99€, com a fatura FS 0260A/498372, através da loja online da Rádio Popular. Recebi o produto, mas sucede que este apresentava defeitos de funcionamento recorrentes, nomeadamente anomalias que comprometiam o uso normal do equipamento. Comuniquei o problema à Rádio Popular, tendo o artigo dado entrada na primeira reparação em janeiro de 2024, na sequência da qual foi substituído por um equipamento de substituição em 30 de janeiro de 2024. Contudo, o equipamento substituto manteve os mesmos problemas. Entre julho de 2024 e setembro de 2025, o PC foi submetido a mais quatro reparações documentadas, com substituição da placa mãe, do recetor sem fios e dos microprocessadores, e reinstalação do sistema operativo, sem que qualquer uma das intervenções tenha resolvido os defeitos. Em face desta situação, enviei à Rádio Popular uma carta registada, formalmente a exigir a resolução do contrato e o reembolso integral do valor pago, ao abrigo do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021. A Rádio Popular acusou a receção da carta mas não tomou qualquer medida concreta, limitando-se a considerar o caso encerrado com base numa das reparações intermédias, ignorando as intervenções subsequentes e o facto de o equipamento continuar a não funcionar adequadamente. Cinco reparações sem resolução efetiva constituem fundamento mais que suficiente para a resolução do contrato. Exijo, por isso, que se pronunciem no prazo máximo de 15 dias úteis, procedendo à devolução integral dos 699,99€ pagos ou à substituição do equipamento por outro equivalente em perfeito estado de funcionamento. Caso tal não aconteça, considerarei o contrato incumprido, reservando-me o direito de recorrer a todos os meios legais ao meu alcance para fazer valer os meus direitos, incluindo a participação às entidades competentes. Cumprimentos, Ana Sofia Barata Caldas
Site com problema/ encomenda paga. Não entregue
Na tarde da sexta-feiras. Fui até o site de compras Rádio Popular e fiz uma compra de um Trotinete da Xiaomi. Porém na hora de realizar o cadastro do meu cartão na financiadora Floa no próprio site da Rádio Popular. O site travou. O pagamento foi feito pra Floa. 799,99 divido em 3 vezes. Porém ao consultar a encomenda no site da Rádio Popular não havia nenhuma encomenda preparada. Eu fiquei com a dívida. Já tentei ligar mais de 20 vezes no número 220 403 040. Dentre essas 20 × 3 vezes foram atendidas. Dentre as 3 × 1 só foi me dito o seguinte isso na sexta-feira. A parte de compras on-line da Rádio Popular entrará em contacto com o senhor. Paralelamente a isso eu liguei na Floa e a Flora falou que a compra foi feita com sucesso. Já paga a primeira parcela de 266,66. Paralelo a isso também encaminhei três e-mails com comprovativo de pagamento do meu banco para os e-mails lojas@radiopopular.pt cliente@radiopopular.pt. Encaminhei na sexta no sábado e na segunda de manhã. E nem uma resposta por eles. Liguei na segunda-feira para Floa uma senhorita muito agradável me respondeu senhor entraremos em contacto com a Rádio Popular para informar que o pagamento foi feito e para entender o que aconteceu com o produto. E agora são 13h47 minutos. E nem uma resposta desse lixo de site. Lixo de loja. Pois também foi na loja. E a resposta que tive é senhor compras on-line só resolve on-line.
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