Reclamações públicas

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éssima experiência com a Generali Seguradora (via ACP)

ive um acidente com minha motocicleta, segurada com cobertura completa pela Generali. A seguradora não possui oficinas credenciadas para motos, e por isso tive que pagar pela perícia do meu próprio bolso, além da franquia. Mesmo após várias reclamações, a Generali se recusou a reembolsar ou explicar legalmente o motivo dessa cobrança. Além disso, quando o veículo foi declarado perda total, a Generali simplesmente transferiu toda a responsabilidade para o segurado, me obrigando a lidar com toda a burocracia: contato com a empresa de reciclagem (scrap), documentação, transporte e prazos — sem qualquer apoio da seguradora. Após anos com seguros em vários países, esta foi a pior experiência que já tive. A Generali mostra falta de transparência, descaso e ausência total de suporte ao cliente. Na renovacao do seguro da minha segunda motocicleta, nao sera escolhida a Generalli. Não recomendo a Generali Seguradora.

Encerrada

Não substituição cadeira auto infantil em acidente rodoviário

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa ao comportamento da seguradora C. S. Generali Tranquilidade, no âmbito do sinistro ocorrido no dia 20 de junho de 2025. No dia mencionado, o meu marido conduzia o veículo (de empresa), no qual eu seguia como passageira e a nossa filha de 3 anos viajava devidamente instalada numa cadeirinha da marca CYBEX. O acidente consistiu num embate traseiro provocado por outro veículo, sendo o impacto significativo, ainda que sem danos visíveis imediatos na carroçaria apenas sensores traseiros. O veículo foi alvo de peritagem pela seguradora, tendo sido substituído o para-choque e reparados os sensores de estacionamento (podem averiguar justo da peritagem se necessário refutar informação). Na declaração amigável consta expressamente a menção de que seguia uma bebé a bordo. Após acidente, questionámos a marca da cadeira de transporte de criança qual o procedimento a seguir para garantir segurança rodoviária da nossa filha. A resposta da marca CYBEX é clara nas suas instruções: qualquer cadeira envolvida num acidente perde automaticamente a garantia e os seus níveis de segurança, devendo ser substituída de imediato para garantir a proteção da criança. Existe, inclusive, declaração oficial da CYBEX, identificando os números de série da base e da cadeirinha, confirmando o abate e a necessidade de substituição imediata. Apesar disto, a seguradora responsável pelo condutor culpado recusou-se a assumir a despesa da substituição da cadeirinha e da respetiva base ou a sua peritagem para verificar segurança, contrariando o que está previsto na lei relativamente à reposição dos bens danificados e à segurança dos ocupantes, especialmente quando se trata de menores. Face ao exposto, solicitei a intervenção da ASF que aconselhou-me a submeter a reclamação junto do provedor do cliente Generali para que seja garantido o cumprimento das obrigações legais e que a seguradora em causa assuma a substituição integral da cadeirinha e da base danificadas ou assuma todos os custos inerentes á peritagem da caseira e base junto da marca CYBEX. Obtive a seguinte resposta do provedor do cliente Generali: submeter uma reclamação junto do departamento de reclamações da seguradora que já submeti. Por estar a ser um processo muito demorado e muito dificultado pela seguradora, submeto agora na entidade DECO. Alerto que continuo a usar uma cadeira auto infantil diariamente sem condições de segurança segundo a Marca CYBEX e ninguém se responsabiliza. Submeto em anexo declaração oficial da marca e a declaração amigavel.

Encerrada

Cancelamento de apólice de seguro

Exmos. Senhores da DECO PROTeste, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a seguradora Tranquilidade, referente à apólice n.º 0009702176. No dia [inserir data], solicitei o cancelamento da apólice por venda/alteração de propriedade do veículo, tendo enviado, conforme solicitado pela própria seguradora, o comprovativo retirado do portal das Finanças, que demonstra claramente que já não sou o proprietário da viatura. Contudo, mesmo após o envio desse comprovativo, a seguradora insiste em exigir um “comprovativo de venda” adicional, documento que não existe nem é exigido legalmente para comprovar a alteração de propriedade, uma vez que a informação oficial do registo automóvel consta das Finanças. Esta situação está a causar-me prejuízos, uma vez que continuam a cobrar um seguro de um veículo que já não me pertence. Considero que a seguradora está a recusar indevidamente o cancelamento da apólice e o respetivo estorno dos meses não utilizados, contrariando o dever de boa-fé contratual e as normas aplicáveis do setor segurador. Solicito, portanto, o apoio da DECO PROTeste para que: A seguradora proceda ao cancelamento imediato da apólice n.º 0009702176; Seja efetuado o reembolso dos meses pagos e não utilizados; E sejam avaliadas eventuais infrações às normas de conduta comercial e de proteção do consumidor. Anexo a esta reclamação: Cópia do e-mail da seguradora (assinada por Leticia Cavalcante); A minha resposta formal com a confirmação do pedido de anulação; E a captura de ecrã das Finanças comprovando a ausência de propriedade do veículo. Agradeço desde já a atenção dispensada e fico a aguardar o acompanhamento do processo.

Encerrada

Sinistro

Assunto: Reclamação – Atraso e bloqueio de processo de sinistro Prezados(as) Senhores(as), Venho, por meio deste, manifestar a minha insatisfação e apresentar uma reclamação formal relativamente ao processo de sinistro associado à minha apólice com a Generali Tranquilidade, que se encontra pendente há mais de três meses sem resolução. O veículo ficou de ser reparado na Honda de Coimbra, onde foi inicialmente encaminhado para a reparação. No entanto, a oficina informou que não possui as peças necessárias para realizar o serviço, impossibilitando a conclusão do reparo em prazo razoável. Diante disso, solicitei o cancelamento do serviço junto à Honda, com a intenção de transferir o reparo para outra oficina que dispõe das peças e pode executar o serviço de imediato. Ocorre que a Honda de Coimbra recusa-se a entregar o documento de cancelamento do serviço, alegando motivos que desconheço. Essa situação está a bloquear o pagamento do sinistro por parte da Generali, uma vez que o documento é exigido pela seguradora. Ressalto que o meu contrato é com a Generali, e não com a oficina, e não considero justo ser penalizado por uma situação que está fora do meu controlo e que não resulta de qualquer ação ou omissão minha. Dessa forma, solicito uma intervenção urgente da Generali Tranquilidade para: 1. Providenciar a emissão do documento de cancelamento do serviço junto à Honda de Coimbra, ou 2. Autorizar formalmente a transferência do sinistro para outra oficina à minha escolha, de modo a concluir o reparo do veículo sem mais atrasos. Agradeço desde já pela atenção e peço uma resposta com urgência, pois já decorreu um prazo excessivo para a resolução deste processo. Atenciosamente, Dagoberto de andrade Nif: 331.899.167 Número de sinistro: 0026584792

Encerrada

Reclamação dirigida à Generali Tranquilidade

Sou cliente da Generali Tranquilidade, onde tenho o meu seguro de habitação. Ontem tive filtrações de água em casa, e, como qualquer pessoa faria, contactei de imediato o meu seguro para pedir assistência. A partir desse momento começou uma autêntica maratona de transferências entre departamentos — de siniestros para assistência em casa, e de volta para siniestros. Muito diálogo, muitas promessas, mas soluções concretas: nenhuma. O desfecho foi, no mínimo, insólito: a seguradora não está disposta a fazer absolutamente nada, nem sequer a enviar um perito para avaliar os danos — a menos que seja eu a pagar. Ou seja, o cliente paga o seguro, mas quando precisa, paga também o perito, a reparação e, possivelmente, a paciência. Esta situação deixa o segurado completamente indefeso perante um problema urgente, como são as infiltrações de água, que requerem intervenção imediata para evitar agravamento dos danos. Não posso ficar dias e dias a lutar com diferentes departamentos sem que ninguém assuma responsabilidade. Em resumo, trata-se de uma companhia que não protege, não cobre, nem resolve nada. Para este tipo de “assistência”, mais vale não ter seguro nenhum — pelo menos assim já sei que as despesas são minhas desde o início. Obviamente, assim que a minha apólice terminar, mudarei de companhia, porque a Generali Tranquilidade, infelizmente, de tranquilidade tem muito pouco.

Encerrada

Recusa da generali em cumprir o contrato

Contesto integralmente a resposta dada pela geberali a respeito da situação que já ocorre há meses sem qualquer solução. A seguradora volta a invocar a existência de uma "rede bem estar" para justificar o valor muito acima do que consta em contrato para sessões de Terapia da Fala. Essa cláusula não tem qualquer relação com a Terapia da Fala, muito menos define valores distintos para esta especialidade. Além disso, o próprio texto da cláusula afirma que esta "só se aplica quando prevista nas condições particulares", o que não sucedeu em meu contrato, em eus documentos contratuais consta a informação clara e inequívoca de sessão de Terapia da Fala dentro da rede: 16€ , Fora da rede: sem comparticipação. Sem qualquer menção a subredes ou a distinções regionais. A generali reconheceu o erro e reembolsou algumas sessões, o que comprova erro da empresa, mas se recusa a reembolsar as demais, o que caracteriza vlara violação de contrato e da Lwi do consumidor. Somente venho solicitar que se cumpra a lei, mas parece ser algo muito difícil para a generali.

Encerrada

Recusa da generali em cumprir o contrato

A generali continua a recusar o cumprimento integral da apólice de saúde do meu filho. Apesar de sucessivas reclamações e provas documentais. A apólice é inequívoca: Terapia da Fala 16€ por sessão em Rede, Fora da rede - sem comparticipação. Continuo a ser cobrada em 27,59€ a sessão, com base em uma alegada "rede de bem estar". Essa expressão surge nas Condições Gerais apenas como cláusula genérica, sem qualquer relação com a Terapia da Fala, nem de previsão de valores diferenciados. Ou seja, a generalu está a usar uma cláusula vaga e sem aplicabilidade prática para se eximir de suas responsabilidades. Trata-se de uma prática abusiva, sem respaldo nas condições particulares, que expressamente definem o valor fixo de 16€. A própria Advancecare reconheceu interpretações incorretas e reembolsou algumas das sessões já feitasue prova que houve falha das empresas e tais falhas não podem prejudicar o cliente, conforme Lei do consumidor. Porém a generali recusa-se a reembolsar as sessões fururas, que ibclusive estão a decorrer e isso viola a Lei do consumidor, pois se trata de erro da empresa, devido a má gestão interna e eu como cliente estou a ser prejudicada, tendo que arcar com um valor superior ao previsto em contrato. Mediante a isso, solicito novamente que a generali cumpra com suas responsabilidades contratuais. O comportamento da Generali é eticamente reprovável e vergonhoso.

Encerrada

Falta de Fundamentação na Recusa de Responsabilidade

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a seguradora Generali, com relação ao sinistro ocorrido em 16 de setembro de 2025, entre o meu veículo Nissan Juke e o veículo pesado, que teve lugar na Rua Salgueiro Maia, em Lisboa, no cruzamento com a Av. Dr. Alfredo Bensaude. O objetivo desta reclamação é solicitar a vossa intervenção para assegurar o cumprimento dos meus direitos legais e proteger os meus interesses como lesado. Em 21 de setembro de 2025, apresentei uma reclamação formal à seguradora Generali, exigindo que fossem analisadas as circunstâncias do acidente e a responsabilidade do condutor do camião. No entanto, a resposta que recebi foi vaga e completamente desprovida de qualquer fundamentação técnica ou jurídica, limitando-se a afirmar que “não provam a responsabilidade do nosso cliente”, sem apresentar qualquer explicação ou justificação para essa decisão. Esta resposta é, claramente, insuficiente e contraria os deveres legais da seguradora em termos de boa-fé contratual e de fundamentação das decisões. Falta de Fundamentação e Análise das Provas O que torna a resposta da seguradora ainda mais inaceitável é o facto de ela desconsiderar as provas objetivas que apresentei. Entre essas provas estão: Fotografias que mostram danos visíveis no meu veículo, nomeadamente na porta traseira e no espelho retrovisor, com tinta branca que coincide claramente com a cor do camião envolvido no acidente. Registo áudio em que o próprio condutor do camião, após inicialmente negar o embate, admite ter causado o impacto, referindo que foi “trancado/fechado” por outros veículos, incluindo o meu, o que corrobora a minha versão de que o camião invadiu a minha faixa de trânsito. Além disso, a seguradora Generali não considerou a descrição factual do acidente: o meu veículo seguia corretamente na faixa de trânsito destinada a veículos que circulam em frente, em trânsito lento, enquanto o veículo pesado se encontrava na faixa de viragem obrigatória para a esquerda, mas, em vez de virar, avançou em frente, invadindo a minha faixa de circulação e causando o embate lateral. Violação dos Deveres Legais e Falha no Cumprimento das Obrigações de Boa-fé A falha da seguradora em fundamentar adequadamente a sua recusa de responsabilidade viola de forma clara os direitos do lesado e os deveres legais que as seguradoras têm, nomeadamente: O artigo 342.º do Código Civil – que estabelece que o ónus da prova recai sobre quem alega os factos. Ao afirmar que não prova a responsabilidade, a seguradora deve demonstrar claramente os motivos pelos quais considera que o condutor do camião não é responsável. O artigo 487.º do Código Civil – que estipula que a prova da culpa está perfeitamente evidenciada pelas fotografias, registo áudio e pela descrição do acidente, mas a seguradora não levou esses elementos em consideração. O artigo 13.º do Código da Estrada – que define as responsabilidades dos condutores, sendo o camião claramente culpado por invadir a minha faixa e causar o impacto lateral. O artigo 25.º do Código da Estrada – que obriga os condutores a manterem-se na sua via e não invadir a faixa destinada a outros veículos. A recusa em fundamentar a sua decisão e a desconsideração das provas apresentadas constituem uma violação das obrigações de boa-fé e das recomendações da Autoridade de Supervisão de Seguros (ASF), que exige das seguradoras a comunicação de respostas claras e fundamentadas, sempre que haja contestação da responsabilidade em acidentes. Comportamento do Condutor do Camião e Tentativas de Manipulação O comportamento do condutor do camião é ainda mais grave, uma vez que ele se recusou a preencher a Declaração Amigável de Acidente e tentou, inclusive, apagar as marcas de tinta deixadas pelo impacto. Essa tentativa de manipulação evidencia a má-fé da parte do segurado e contribui para a minha convicção de que a responsabilidade é exclusivamente do condutor do camião. Em face da recusa da seguradora Generali em assumir a responsabilidade pelo acidente e a falta de uma resposta clara e fundamentada, não posso deixar de considerar que a seguradora está a atuar de forma irresponsável e prejudicial aos meus direitos. A recusa em reconhecer a responsabilidade é não só injustificada, mas também prejudica diretamente os meus interesses como lesado. Exigências e Medidas a Serem Tomadas Diante da recusa da seguradora em tomar uma posição responsável, exijo que a Generali forneça, no prazo máximo de 48 horas, uma resposta detalhada e fundamentada, explicando quais elementos foram analisados, quais desconsideraram e qual a base legal que sustenta a recusa de responsabilidade. Além disso, solicito que me seja apresentada uma análise clara das provas que foram entregues. Caso a seguradora não tome as devidas providências, tomarei as seguintes medidas: Reclamação formal junto da Autoridade de Supervisão de Seguros (ASF), denunciando o comportamento da seguradora. Queixa no Livro de Reclamações Eletrónico. Ação judicial para reparação integral dos danos materiais, morais e perdas de rendimentos, incluindo os custos adicionais e a perda de um dia de trabalho devido à resolução do sinistro. Esta reclamação é feita com base nos meus direitos legais e não será retirada até que a seguradora tome uma posição clara e justa em relação a este acidente. Conclusão Solicito que esta reclamação seja analisada com urgência e que sejam tomadas as medidas adequadas para garantir que a seguradora cumpra com as suas obrigações legais. Não aceitarei respostas vagas ou desconsideração das provas apresentadas. Reforço que todos os meus direitos legais estão em jogo e que tomarei todas as providências legais necessárias para que a justiça seja feita. Agradeço desde já a atenção e a seriedade com que esta reclamação será tratada. Com os melhores cumprimentos, João Carlos Roque

Encerrada

Negligência

Continuo com o mesmo problema com a generali. Conferi meus documentos do seguro, antes mesmo de registar a primeira reclamação e, em minhas condições gerais, particulares e apólice vos informo que a cláusula que a generali citou (rede bem estar) só se aplica "quando prevista nas condiçoes particulares", entretanto nas condiçoes particulares não há qualquer menç$ao/informação que coloque a Terapia da Fala na rede bem estar, muito menos que preveja preços diferenciados para esta rede. Logo, não há base contratual para cobrar os 27,50€ por sessão: o que consta na apólice é Terapia da Fala 16€ sessão em Rede, e é o que deve ser aplicado. O facto de que a generali e a advancecare terem reconhecido o erro e reembolsado apenas algumas sessões, não corrige o incumprimento enquanto o tratamento continua e eu estou a ter de pagar um valor superior ao que consta em minha apólice, ou seja, continuo a ser prejudicada. Mediante a isto e a vossa resposta à essa situação, peço que me enviem com referência expressa, o nª de cláusula e página onde consta nas minhas Condições Particulares que a Terapia da Fala integra a rede bem estar ou que a rede beme star aplica valores diferentes dos constantes em apólice. Inclusive ao pesquisar no site da advancecare dentro da rede global, a terapia da fala aparece normalmente e tenho como provar. Como tal indicação não existe em meu contrato, solicito que procedam o reembolso integral da diferença indevidamente cobrada de todas as sessões de Terapia da Fala ao valor contratual de 16€ a sessão, pois o tratamento ainda não acabou. A generali enquanto seguradora, é legalmente responsável pelo cumprimento integral da apólice (DL nª72/2008 art 18ª e 24ª)e n$ao pode transferir para o consumidor as consequeências de lapsos ou classificaçoes internas da gestora da rede. A recusa em garantir as comparticipações futuras, quando o erro já foi reconhecido, constitui incumprimento contratual e prática lesiva para o consumidor (Lei 24/96, art 6ª e 8ª).

Encerrada

pagamento indevido

EFETUEI ERRONEAMENTE UM PAGAMENTO DA PARCELA DO SEGURO POIS NAO PERCEBI QUE ERA APENAS UMA PARCELA, PENSEI SER O VALOR TOTAL , E NÃO ESTOU A CONSEGUIR CANCELAR POIS ME INFORMAM QUE PRECISO POR LEI, ESPERAR O TERMINO DO CONTRATO, ENVIEI O PEDIDO DE CANCELAMENTO NO MESMO DIA, E NÃO USUFRUI DO SEGURO, RECONHECI O ERRO DA MINHA PARTE E AINDA ASSIM DIZEM QUE NÃO PODEM FAZER. O VALOR AUMENTOU DESPROPORCIONALMENTE E NÃO TIVE NENHUM SINISTRO DESDE O PRIMEIRO DIA DE SEGURO. A MÁ FÉ NÃO ESTA DO LADO DE CÁ ISSO EU TENHO CERTEZA. OBRIGADO

Encerrada

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