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Reclamação sobre demora na regularização de seguro de vida associado a crédito automóvel
Assunto: Reclamação sobre demora na regularização de seguro de vida associado a crédito automóvel Venho apresentar uma reclamação relativamente à atuação da seguradora responsável pelo seguro de vida associado ao crédito automóvel do meu falecido marido. O seguro foi celebrado em 2018 e prevê a liquidação do capital em dívida em caso de morte da pessoa segura. O meu marido faleceu em março de 2026 e o sinistro foi participado de imediato. Desde então, tenho entregue toda a documentação solicitada, incluindo relatórios médicos. Quase quatro meses depois, a seguradora continua a informar apenas que o processo está em análise e veio agora solicitar registos clínicos desde 2018, documentação que poderá nem ser possível obter. Considero que esta demora e os sucessivos pedidos de documentação são desproporcionais e estão a atrasar injustificadamente a decisão do processo. Entretanto, continuo a suportar o pagamento do crédito, apesar de viver apenas com uma pensão de viuvez reduzida e ter a cargo o nosso filho de 18 anos, o que me coloca numa situação de grande dificuldade financeira. Solicito, por isso, a intervenção da Deco para apreciar a atuação da seguradora e verificar se esta está a cumprir os seus deveres legais e contratuais, promovendo uma resolução célere deste processo. Cumprimentos, Dina Ferreira
Venda abusiva de veículo à revelia do cliente, falta de transparência e cobrança indevida de saldo r
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a instituição financeira BNP Paribas Personal Finance, S.A. (Cetelem) devido a uma conduta assente na total falta de transparência, omissão de informação e manifesta má-fé na gestão do meu contrato de crédito automóvel n.º CRE 9687247. 1. O Histórico e a Proposta de Dação em Pagamento Em janeiro de 2026, por motivos de força maior decorrentes de dificuldades financeiras e impossibilidade de suportar os encargos mensais sem comprometer a subsistência do meu agregado familiar, submeti à Cetelem uma proposta formal de Dação em Pagamento. Nessa proposta, estabeleci uma condição clara: a entrega voluntária do veículo seria feita em troca da quitação integral e definitiva do saldo devedor. Na sequência deste contacto, e sem nunca recusar formalmente as condições por mim apresentadas, a financeira agendou a recolha do veículo. O carro — um Fiat Tipo SW Diesel de 2022 (Matrícula AV-76-AA) — foi efetivamente recolhido no dia 30 de março de 2026 através do vosso responsável, o Sr. Rui. O veículo encontrava-se parado, em perfeito estado de conservação, rigorosamente imaculado e com baixa quilometragem. O seu valor real e justo de mercado estimava-se em, pelo menos, 15.000 €. 2. A Omissão de Informação e a Exigência de Devolução Durante mais de dois meses, a Cetelem manteve o bem na sua posse sem emitir qualquer resposta formal à minha proposta. Perante este silêncio e a continuação da cobrança indevida de prestações e juros de mora referentes a meses em que o carro já não estava comigo, enviei uma nova comunicação escrita a 11 de junho de 2026. Nesse e-mail, fui perentório: se a Cetelem não aceitasse os termos da dação em pagamento, exigia a devolução imediata do veículo. Caso o devolvessem, eu próprio procederia à venda do bem pelos meus próprios meios para liquidar de forma autónoma e justa o financiamento, protegendo o meu património. 3. A Atuação Abusiva e a Venda à Revelia Ignorando por completo as minhas comunicações e agindo em claro abuso de direito (Artigo 334.º do Código Civil), a Cetelem alienou o veículo a 23 de junho de 2026. Para meu total espanto e indignação, recebi uma carta datada de 29 de junho de 2026 informando que o carro foi vendido pelo valor ridículo de 6.900 € — menos de metade do seu valor real de mercado. Com esta venda opaca, realizada em leilões internos sem qualquer aviso prévio ou transparência sobre as condições, a Cetelem imputa-me agora um saldo residual abusivo de cerca de 11.000 €, pretendendo que pague por um bem que já não possuo e cuja venda autónoma me foi vedada pela própria instituição. Para agravar o cenário, a linha de apoio ao cliente contactou-me telefonicamente sugerindo, como "única solução", o refinanciamento deste saldo residual. Recuso-me categoricamente a assinar um novo contrato de crédito para branquear uma atuação abusiva por parte da financeira. 4. Impacto Social e Erro na Central de Responsabilidades de Crédito Esta situação ganha contornos dramáticos uma vez que o meu agregado familiar inclui uma filha pequena. Não tenho, de todo, condições financeiras para suportar uma prestação mensal de cerca de 200 € até ao ano de 2032 por um veículo que a Cetelem decidiu liquidar ao desbarato. Adicionalmente, verifico com gravidade que a instituição mantém o meu nome registado na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal em situação de incumprimento puro desde janeiro, ignorando que o bem foi entregue em março e que a dívida se encontra sob profundo litígio. Pedidos Formais à DECO e à Cetelem: Face ao manifesto desrespeito pelos deveres de informação, transparência e boa-fé contratual, exijo: A intervenção da DECO junto da Cetelem para a anulação total do saldo residual de 11.000 € que me está a ser imputado, face à recusa da devolução do bem que inviabilizou a sua venda por um preço justo de mercado; A retificação urgente do meu registo na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, devendo o contrato constar com a menção de "Em Litígio". Melhores cumprimentos, Carlos Eduardo da Rosa
Não pagam
Venho por este meio reclamar que tenho crédito na Cetelem e um cartão de crédito com seguro cardiff em caso de baixa ou desemprego me pagavam a prestações pois já me encontro de baixa a mais de 4meses já activei o seguro e continuo em receber o dinheiro do seguro tamos a falar de mais de 1.500 euros eu estando de baixa a pagar 300 de crédito e de cartão a pagar casa já não consigo arcar com as despesas . Já mandei as folhas das baixas medidas já mandei os exames a desculpa que me dão é que querem a última folha de vencimento antes da baixa para provar que estava a trabalhar . Toda a gente sabe que se não se trabalhar não se ganha baixa médica já expliquei que não consigo a folha de vencimento porque recebia por email e o email já não é o mesmo que não consigo a folha . Então nunca vou receber do seguro por me pedirem um papel que não tem lógica nenhuma a meu ver já que é só para provar que estava a trabalhar como me dizeram. Até dá vontade de rir porque se não tivesse a trabalhar não tinha direito a baixa médica renumerada .
Falecimento do meu pai/ credito
Boa tarde No passado dia 19/12/2025 o meu pai faleceu , ele tinha dois créditos com a Cetelem , nos quais pagava um seguro cuja seguradora é a Cardiff. Entrei em contacto com a Cetelem e posteriormente com a Cardiff , foi me pedido uma série de documentação , documentação essa que enviei . Entre essa documentação seguiu a habilitação de herdeiros , o relatório do médico legista que indica a causa de morte , cancro. Posteriormente pedi um relatório médico á médica de familia no qual se lê que lhe foi diagnosticado o mesmo em 2025 bastante posterior á celebração dos créditos, no mesmo relatório indicava mais um ou outro problema irrelevante para a causa de morte . Neste momento estão me a pedir um relatório médico relevante para a causa de morte . Ora se o médico legista indica causa de morte cancro e no relatório o cancro foi diagnosticado em 2025 isto não seria suficiente para fechar o processo sem magoar mais as pessoas envolvidas ? Ando numa ansiendade com isto tudo , a minha mãe que tem um principio de demência anda muito pior , para além do luto sermos expostos a estas artimanhas para fugir a uma responsabilidade inequivoca é legal? não seria suficiente tudo o que enviei? agradecia um esclarecimento sff obrigado
Mau atendimento e falta de esclarecimento.
Exmos. Senhores; O meu nome é Margarida Mourão, número de contribuinte: 191861960. Sou uma pessoa de vem, tendo pago sempre a minha prestação à Cetelem na data que esta fixou! Entretanto encontro-me de baixa médica por acidente de trabalho, e por este motivo recorri ao seguro para pagamento da minha prestação à Cetelem. Prestação essa que eu sempre paguei no dia 2 de cada mês, entretanto, a seguradora bnp paribas, tem avançado com a data de pagamento durante o mês, isto não me parece correcto e sinto-me insegura, até porque mesmo enviando as cópias da baixa médica assim que ela é renovada, sinto-me tratada como uma má pagadora, coisa que não sou!! Para além deste assunto que me preocupa bastante, todas as vezes que tenho telefonado para a D. Amanda para me esclarecer do assunto exposto em cima, essa Senhora, atropela-me enquanto estou a falar não deixando que eu termine a minha exposição, é uma Senhora é mal educada que não tem formação para o atendimento! Com os melhores cumprimentos; Margarida Mourão
Seguro Saúde essencial
Exmo(a). Senhor(a), Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a seguradora Cardif relativamente ao seguro de saúde por mim contratado, com cobertura anunciada de internamento e convalescença. No dia 17 Junho , o meu marido foi submetido a uma cirurgia ao apêndice, tendo permanecido um dia internado e posteriormente em período de convalescença. Foi efetuado o pedido de ativação da cobertura, o qual foi recusado pela Cardif, com a justificação de que apenas existe direito a essa proteção caso o internamento seja de, pelo menos, três dias consecutivos. Compreendo que não haja lugar ao subsídio de internamento em caso de hospitalização inferior a 3 dias. Todavia, considero abusivo e desproporcionado que a seguradora também recuse a cobertura da convalescença, quando a situação de recuperação clínica efetivamente ocorreu e foi precisamente essa a motivação para a contratação da apólice. Adicionalmente, o contacto com o apoio ao cliente, através da assistente Júlia de Oliveira, revelou-se insatisfatório: respostas vagas, ausência de clareza e total falta de acompanhamento. Assim, entendo que a atuação da Cardif fere os direitos do consumidor, esvazia a utilidade do seguro contratado e configura prática enganosa e lesiva.
Recusa do Seguro de Rendimento
Venho por este meio manifestar a minha insatisfação relativamente à recusa do Seguro de Rendimento que subscrevi junto da Celetem. Foi-me comunicado que o motivo da não aceitação se deve ao facto de já ter reportado anteriormente a minha situação de saúde. No entanto, considero inaceitável que, após a vossa aceitação do Seguro de Proteção, não tenham sido claros e transparentes quanto às condições específicas que levaram à recusa do seguro em questão. Tenho plena consciência de que reúno todos os requisitos necessários para a contratação deste seguro, pelo que não compreendo como é possível existir tal disparidade de critérios. A forma como todo este processo foi conduzido transmite a sensação de falta de respeito e consideração para com o cliente, ficando a ideia de que se estão a “brincar com a cara das pessoas”. Assim, solicito que me seja prestado um esclarecimento detalhado e fundamentado sobre: O motivo concreto da recusa do Seguro de Rendimento. A razão pela qual foi aceite o Seguro de Proteção e não este. Que medidas a Celetem irá tomar para corrigir esta situação de forma justa. Aguardo a vossa resposta por escrito, com a maior brevidade possível, sob pena de avançar com reclamação junto das entidades competentes. Com os melhores cumprimentos, Adriana Ameixa
Recusa de acionar credito consumo por certificado multiusos 80%
Exmos. Senhores, Em 2023 fiz um credito voa cetelem com seguro. Em 2024 tive de fazer cataterismo e sentime muito cansado. Em meados de 2024 colsultei pneumalogista que me mandou fazer varios exames onde detetou dpoc . Como temho a vertente cardiaca fui dar os elementos ao medico familia no centro saude. Resolveram envoar exames para a junta medica que me deu incapacidade em 2025 Depois de 4 meses a espera e amandar sempre os mesmos documentos,hole,diz em que nao esta coberto por apolice uma vez que e dienca preexistente e oferecem apoio para limpezas,fisioterapia,enfermagem,etc Cumprimentos.
Escusa de pagamento/
Exmos. Senhores, No dia 09/10/2024 fui vitima de fraude nos meus carões de crédito que tenho contratados com a Cetelem. No próprio dia e assim que me apercebi da fraude, contactei telefonicamente a Cetelem informando da situação e solicitei que me fossem bloqueados os cartões, app e homebanking. Nesse mesmo dia apresentei queixa na policia Judiciária. A pós este tempo todo e após a solicitação de vários documentos por parte da Cardif, seguradora dos cartões, esta vem com a informação de que eu não informei a Cetelem no prazo de 24h para se livrar das suas responsabilidades como seguradora. Esta informa por parte da Cardif é completamente errada pois eu tenho provas que informei a Cetelem antes das 24h do ocorrido. venho por este meio solicitar a vossa ajuda. Cumprimentos. Sérgio Fernandes
Comunicação
Exmos. Senhores, Ao contactar a Cardif falei com a Sra. Júlia Tavares, segundo a mesma conhecida na empresa por Júlia Oliveira. Solicitei esclarecimento do sinistro, que foi negativo. Ao solicitar falar com alguém para me esclarecer mais detalhadamente o motivo pelo qual consideravam negativo, a mesma negou, alegando não ter autorização para passar a chamada (nem para responsável, nem para a parte dos sinistros, nem para alguém que me soubesse responder à questão). Ao questionar, uma vez que a última vez tinha sido possível pelo meu contacto à Cetelem, porque diretamente para a Cardif não era possível, ao qual a mesma disse que eles tinham mais acessos. E desta forma liguei pela Cetelem, que encaminhou a chamada e aí sim, deram-me soluções para comunicar o meu esclarecimento ao sinistro. Cumprimentos. Filipa Tavares
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