Reclamações públicas

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C. D.
13/09/2018

Alteração do preçário e imposição de custos

Recebi uma carta registada do Banco BPI, datada de 20/07/2018, com o assunto de “Alteração de Preçário”, obrigando-me a ter custos de manutenção de conta a partir de 01 de Outubro, que até agora não acontecia. Dirigi-me no dia 05/09 ao meu balcão de Arcada – Aveiro, onde me transmitiram que não tenho alternativa, ou seja, tenho de pagar estes custos no mínimo 3,5€/mês + imp. selo.Sou cliente do Banco há vários anos, nunca tendo qualquer custo de manutenção da conta, agora vêm com esta imposição de preçário de conta à ordem, que na minha opinião é ilegal, porque não deixam alternativa aos clientes com crédito à habitação, como é o meu caso, não posso fechar a conta à ordem senão entro em incumprimento com o as condições do crédito à habitação. Claro que existe a possibilidade de mudar o crédito à habitação de banco, no entanto, esta opção acrescenta ainda mais custos pela penalidade do regaste e porque não existem atualmente no mercado spreads equivalentes. Quando celebrei o contrato de credito à habitação com o BPI em 21/12/2016, foi necessário domiciliar o ordenado na conta à ordem, contratar o seguro do banco, fazer o pagamento de 2 débitos diretos, mas à data a conta à ordem não tinha qualquer custo associado. Se agora o BPI pretende alterar o seu preçário e honorar as contas à ordem, está a alterar as condições do contrato celebrado comigo, o que minha opinião é ilegal. Solicito esclarecimentos.

Resolvida
P. F.
21/08/2018

Encerramento de conta no Banco BPI

Venho do presente modo formalizar uma reclamação relativamente à cobrança da comissão de manutenção ABR-JUN e do imposto do selo ABR-JUN por parte do Banco BPI.No dia 29 de junho desloquei-me ao balcão do BPI da Costa da Caparica acompanhado da minha mãe (segunda titular da conta) de modo a proceder ao encerramento da minha conta. Foi tudo processado e o meu cartão foi destruído ficando apenas pendente que realizasse a transferência do valor total constante na conta no dia útil seguinte, após a receção da devolução da anuidade do cartão, de modo a zerar a conta.No dia útil seguinte, dia 02 de julho, já após a devolução acima indicada, procedi à transferência do saldo para outra conta através do portal BPI NET, como combinado com o agente do balcão da Costa da Caparica. Tudo foi processado normalmente pelo que pensei que o assunto já estava resolvido.No dia 16 de julho recebi uma chamada do meu Gestor de Conta, do balcão de Torres Vedras, a informar-me que tinha recebido a indicação para encerramento da minha conta, mas que não podia dar continuidade dado a conta ainda possuir saldo. Disse-lhe que ia averiguar a situação.No dia seguinte acedi ao BPI NET e constatei que de facto ainda possuía o saldo na conta (aquele que pensava já ter transferido). Efetuei nova transferência e como tudo foi processado com normalidade pensei que o assunto estava resolvido.No dia 26 de julho, por curiosidade, volto a aceder ao BPI NET e constato que continuo com o acesso ao portal ativo e que o saldo não foi transferido para outra conta. Efetuei nova tentativa de transferência.Como a situação continuou sem resolução, no dia 30 de julho envio um e-mail através do BPI NET reclamando duas coisas: (1) a incapacidade de transferir o meu saldo e (2) ter reparado que me tinha sido cobrada, no dia 6 de julho, a comissão de manutenção ABR-JUN e do imposto do selo ABR-JUN. No dia seguinte fui contactado por uma trabalhadora do BPI, a senhora Rita Maria Meireles, que apenas respondeu-me ao primeiro assunto (explicou que as transferências não tinham sido processadas por insuficiência de saldo teria que deixar na conta 1€ mais o valor correspondente ao imposto selo). No dia 02 de agosto volto a recorrer a esta forma de comunicação perguntando qual o valor do imposto selo e voltando a reclamar a questão da cobrança da comissão de manutenção ABR-JUN e do imposto do selo ABR-JUN. Reitero que as instruções que me foram dadas no balcão do BPI da Costa da Caparica foi de transferir TODO o saldo da minha conta de modo a zerá-la. Foi precisamente isso que fiz e não creio que seja justo acarretar com o valor dessa comissão e desse imposto selo que apenas me foram cobrados por não ter conseguido encerrar a minha conta no dia 02 de julho por me terem dado instruções erradas...No dia seguinte a senhora Rita Maria Meireles responde-me informando o valor do imposto selo, 4 cêntimos. Relativamente ao pedido de devolução ignorou-me novamente. Pouco depois volto a enviar um e-mail para a senhora Meireles a agradecer as informações prestadas e a solicitar 1 resposta ao segundo assunto. Até hoje, não obtive qualquer resposta... Se a situação do encerramento da conta já está a ser bastante desagradável o desrespeito demonstrado pela não resposta a este assunto é totalmente incompreensível e inadmissível! Não creio que esta seja forma digna de tratamento de (ainda) clientes...Sem novidades, no dia 9 de agosto telefono para o meu gestor de conta expondo a situação e solicitando ajuda. Disse-me que ligaria no período da tarde desse dia. Não o fez. Apenas no dia seguinte fui contactado por ele que me disse que relativamente à devolução nada podia fazer. Questiono-me como é que o meu gestor de conta não me consegue ajudar... A chamada não foi muito produtiva dado que o Sr. Sérgio me aconselhou a realizar uma reclamação, algo que já fiz três vezes e onde fui ignorado...Mesmo assim, no dia 12 de agosto envio um email para o gestao.reclamacoes@bancobpi.pt expondo o aqui escrito.Nesse email aleguei (1) que cumpri todas as instruções que me foram fornecidas por funcionários do Balcão do BPI da Costa da Caparica em tempo útil (2) que me foram dadas informações erradas no balcão acima indicado que levaram a impossibilidade da realização da transferência do saldo e sucessivamente ao não encerramento da conta no dia 2 de julho (3) que me foi cobrada a comissão de manutenção ABR-JUN e do imposto do selo ABR-JUN totalizando um valor de 15,60€ no dia 6 de julho. Posto isto, solicitei que me fosse devolvido o valor correspondente à comissão de manutenção ABR-JUN e ao imposto do selo ABR-JUN, assim como futuras cobranças à conta, caso elas ocorram, até ao desfecho desta situação. Comprometi-me a, após me ser restituído o valor relativamente às cobranças acima indicadas (e que a mesma devolução me seja informada através de contacto telefónico ou de correio eletrónico), realizar a transferência da quantia correspondente ao saldo menos 1.04€ o mais célere possível.Até hoje não obtive qualquer resposta...

Encerrada
M. D.
04/07/2018

Atualização Dados Pessoais

Motivos da queixa: Pedido de comprovação dos meus dados pessoais quando os mesmos estão corretos na minha informação individual.Consequências: pré-aviso por parte do banco para cancelamento dos meus meios de pagamento e acessos digitaiso que fiz para resolver - vou quebrar o meu relacionamento com o banco, já que não merece a minha confiança.

Resolvida
A. C.
28/05/2018

Conta cartão Premio-BPI com erro

Cobrança indevida duma quantia (24,49€) que não corresponde a nenhuma compra feita por mim à AVG

Resolvida
J. T.
22/05/2018

Autorização de Burla Informática

Quando o estabelecimento Come Inn Lisbon me fez a burla informática, contactei o BPI Direto.Escusado será dizer que não resolveram a situação. Desviaram as culpas para mim ainda e disseram que pensaram que tinha sido eu. Se um banco funciona por pensamentos, acho que deviam ver se utilizei a app, MB, ou algo nesse dia antes de autorizarem a retirada de valores.Foi-me informado de mais 3 tentativas, valores e horas, mas que não sabiam a origem.Disseram para cancelar o cartão pelos dados comprometidos, mas para pedir outro. Cartão esse que teria o valor de 10 euros e 40 cêntimos e que nunca me devolveriam. E continuaria com os dados comprometidos pelo que cancelei o cartão e, visto não cancelarem a conta, eu mesma fui ao vosso balcão da Póvoa de Santo Adrião cancelar a mesma.

Encerrada
A. T.
17/03/2018

Atendimento no BPI deposito de cheques

Os Balcões do BPI de Telheiras e do Lumiar não aceitaram tratar cheques a não ser na maquina automática, operada pelo cliente. A mesma não aceita notas de 500€. Em Telheiras o caixa só funciona das 13 ás 15 apesar de estar no posto de caixa. Fiz reclamação. Acerca do Lumiar a resposta do BPI foi esclarecedora e mudou as coisas, acerca do Balcão de Telheiras nada mudou. O Banco de Portugal diz que não é da sua competência???? Resumo: no Lumiar tudo ok, em Telheiras, depósitos de cheques só na caixa automática ou no balcão das 13 ás 15, notas de 500€ só na caixa das 13 ás 15 apesar de existir uma caixa e um funcionário lá. Querem obrigar as pessoas a fazer o trabalho que lhes compete.

Encerrada
I. S.
07/12/2017

Estorno de seguros associados ao crédito de habitação

Em Agosto de 2017, solicitamos, ao balção do BPI em Ílhavo, o estorno do seguro de vida e do seguro multirriscos associados ao empréstimo de seguro habitação que temos no banco BPI, o qual nos foi cobrado indevidamente no mês de Julho de 2017, na sequência de teremos transferido os seguros da seguradora do BPI Allianz para a Zurich, voltei a reiterar este pedido via email a 7 novembro e até agora nenhuma resposta da parte do BPI

Resolvida
I. R.
15/04/2016

seguro de vida fiador

venho por este meio mais uma vez pedir que não me seja descontado o seguro de vida do fiador contrato n.0800500 adesão n 0621018 em nome de joaquim jóse da silva pereira rosas o pedido foi feito no balcão já a bastantes meses por escrito depois de examinado a escritura, os /as senhoras tendem em ignorar o meu pedido e como é de conhecimento comum é contra a lei em vigor , por isso considero isto uma falta de respeito como os dados que recebi por maill nada tem a ver com assunto , o meu seguro de vida é n 200384357 e na minha escritura nada me impede de cancelar o seguro de fiador como diz no respectivo papel de cancelamento /)email,, enviado varias vezes ao bpi a que me pedem para cancelamento do seguro de vida irs assinaturas fiador e minha e meus rendimentos e por ai fora , e ainda por cima engana se sempre no numero da apólice a cancelar obrigado

Encerrada
A. C.
16/08/2015

Reclamação Processo Credito Habitação

Escrevo esta reclamação, pois tinha de vós a ideia de serem um Banco Rigoroso, credível e fiável, que faz e tudo para ajudar os clientes. Senti isso pela maneira de me tratarem, e por tudo o que fizeram para ajudar em alguns casos de que tenho conhecimento.Das vezes que trabalhei convosco, nunca tive razão de queixa. Absolutamente nada a apontar.Nada, até decidir trocar de casa. Neste processo, senti desinteresse, desleixo, e até me atrevo a dizer, desmazelo e negligência por parte da vossa instituição.Não era de todo esta a ideia que tinha de vós, não é de todo a ideia com que quero ficar, mas para ser sincera estou profundamente desiludida com todo este processo.Senão, vejamos:O nosso processo foi submetido a análise no banco de Almada a 09/06/2015Sempre que nos foi pedida alguma documentação, a mesma foi sempre disponibilizada quase sempre de imediato, salvo raras exceções em que enviamos umas horas depois. Contudo, ainda assim no próprio diaSempre foi do conhecimento do banco que o processo devia ser célere, uma vez que a casa onde agora moramos ia ser arrendada, e teríamos de sair até 27/07 (praticamente 2 meses depois, o que no nosso entender ia dar mais que tempo)O processo ficou imenso tempo em análise, e só após muita insistência fomos informados que estava difícil devido a taxa de esforço.Fomos ao balcão no dia imediatamente a seguir para tentar resolver a questão. Nessa visita ao balcão, foi-nos proposto fazer um crédito consolidado que abatesse os créditos mais pequenos e dessa forma, juntamente com o valor do arrendamento já daria margem para o crédito ser aprovado.Posto isto, mais uma eternidade até marcar a Avaliação. Avaliações que de resto, permitam-me o comentário, foi muito mal feita mas já lá vamos.O imóvel foi avaliado em 138.800€ e como tal o banco só podia emprestar 80% do valor. Foi então proposto que a divida mais alta não fosse liquidada e para colmatar a diferença do valor do credito á habitação em relação ao valor da compra da casa.Até aqui tudo mais ou menos normal, mas entretanto já estávamos em Julho!!!Finalmente o crédito é aprovado a 23/07/2015 após mais uma quantidade inqualificável de dias, mas eis senão que afinal ainda faltavam as cartas finais.Cartas essas que demoraram 7 dias uteis a serem emitidas. 7 Dias úteis, para trocarem o nome, o nº de processo e os prazos (sim porque pode claramente verificar-se que as cartas finais são cartas tipo em que se alteram apenas dos dados do clientes)Durante este período o Investidor anunciou que vai de férias a dia 15/08/2015 pelo que é necessário que a escritura seja feita antes dessa data.Entretanto passou o dia 27/07/2015 que já antes tinha referido, e por acaso pude ficar mais uns dias na casa, mas após tanta engonhice, se de facto tivéssemos que sair da nossa casa mais cedo, quem iria pagar os custos acrescidos???Assim que o crédito pessoal entrou na nossa conta, a 23/07/2015, procedemos de imediato a liquidação de todos os créditos que era suposto liquidar, como podem facilmente comprovar pelos movimentos de conta.Ainda assim, tivemos de enviar os comprovativos que ainda não temos para que se possa marcar a escritura, pois foi condição para que o crédito habitação fosse aprovado. Eram quase 17h00 e mais uma vez como nos é característico, enviamos toda a documentação de imediato.Considero que se eu cumpro rapidamente com tudo o que me é pedido, estou no direito de exigir o mesmo tratamento em relação à minha pessoa.Compreendo que haja muito trabalho, compreendo que estamos no período de férias, compreendo que as análises levem o seu tempo, e compreendo que quando atingido o objetivo do mês queiram garantir alguns processos para o mês seguinte. Compreendo isso tudo. Compreendo mas que fique claro que apesar de compreender, não aceito.O que eu não compreendo, é que se deixe andar, que não se trate logo e sobretudo que não haja sinceridade com o cliente, de forma a que o mesmo não seja obrigado a sentir-se apenas mais um.Toda a gente sabe que para as empresas/instituições, cada cliente é de facto apenas mais um. O problema é que a empresa ou instituição não deve deixar que o cliente se sinta assim. Porque hoje, sou eu que estou a reclamar e a ponderar transferir o crédito para o Santander, amanhã podem ser os meus pais, o meu irmão, os meus sogros e outras pessoas que conheço…Falei à pouco acerca da Avaliação do Imóvel que adquiri. Nem sei como descrever o sucedido. Talvez comece pela descrição da casa e da zona onde se insere, e depois passo as minhas observações.Trata-se de um T3, contruído em 2009, com 120m2, 2 wc (um deles com banheira de hidromassagem), parqueamento, porta blindada e pré-instalação de ar condicionado. Já para não falar na varanda com barbecue, e que casa e garagem têm sistema de alarme instalado.Alem disso é uma urbanização nova, com áreas verdes, comércio e transportes, igreja, escolas e infantários, farmácia, clínicas e piscinas municipais, o que não pode de todo ser deixado de ser tido em conta. Nas redondezas existem bares nocturnos, hipermercados, e bombas de combustível.Quando falo em comércio refiro-me a Churrasqueiras, minimercado, centros de estética, cabeleireiros, Cafés, florista, centros de estudo, talho, loja de vestuário, e até loja de chineses há.Além disso no dia da avaliação, o dito profissional dentro do imóvel afirmou que a casa nunca iria valer os 160.000€ como já havia sido avaliada anteriormente, porque se tratava de um T2 (!!!!)Tive, mais tarde, oportunidade de consultar o relatório de peritagem, e houve alguns pontos que me chamaram a atenção:- Alarme da casa não foi considerado- Comercio e serviços foi considerado Razoável! Razoável? A sério? Uma urbanização que tem TUDO, até maquina de multibanco, é razoável a nível de comercio e serviços???Posto isto, tenho a dizer que fui em muito prejudicada pelo PÉSSIMO desempenho do Avaliador que foi contratado.Além de atrasar em muito o processo, alterou as taxas de Spread e ainda tive de adquirir uma Televisão nem sei bem porquê!Quem é que me vai compensar pelos “prejuízos” que tive? Como o vão fazer? Vão rever as taxas? Rever o crédito? Seria bom, mas acho que estou a sonhar alto de mais.Tenho consciência que em relação a meu processo, o mais certo é ficar como está e eu ficar com o prejuízo, contudo, não posso, não quero e não devo deixar toda esta situação em branco, para que de futuro outras pessoas não tenham de passar pelo mesmo.2 Meses para um processo de crédito habitação que tinha tudo para correr bem, é demasiado tempo.Apesar de tudo isto, há algo de bom que tenho a dizer. Quero dar os parabéns à Gestora do nosso Processo, Guida Domingues, e à Ana Franco, pelo empenho e profissionalismo de ambas.São de facto boas profissionais.

Resolvida

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