Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
Saiba como funciona a plataforma Reclamar e conheça as suas vantagens
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1. Envie diretamente a sua reclamação à empresa.
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2. Receba um email assim que a empresa responder.
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3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu? Entre em contacto connosco, os nossos juristas podem ajudar (serviço reservado a subscritores).
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Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Se pretender pode tornar a reclamação visível para todos (opcional)
Reclamações recentes
Descrição falsa, alterada após reclamação, e incumprimento da política publicada
Compra de 25 de agosto de 2026. Referência 12125-25-12, 300 pratos brancos Ø22 cm, no valor de 45,51 €. Entrega efetuada a 27 de agosto de 2026. Reclamação apresentada por email a 28 de agosto de 2026, no dia seguinte à entrega. Comprei estes pratos porque a ficha do produto em monouso.pt afirmava: "Fabricados em plástico poliestireno, são surpreendentemente fortes e rígidos, permitindo-lhe esquecer as quebras e as dobras" "Prato redondo e raso reutilizável feito de plástico PS rígido" "Prato rígido e leve, ideal para alimentos quentes e frios" "Prato resistente e reutilizável, resiste até 20 lavagens mantendo as suas propriedades" A fotografia do produto mostrava um prato branco e opaco. Os pratos entregues são transparentes, dobram sob o peso de uma refeição normal e não seguram os alimentos. Não correspondem à descrição nem à imagem publicadas. Reclamei no dia seguinte à entrega, sem ter utilizado nem danificado o produto. Abri uma única embalagem para verificar um prato, fotografei e repus no lugar. As restantes 299 unidades estão fechadas e intactas. A empresa recusou a devolução alegando que a embalagem tinha sido aberta, e impôs que os custos de transporte ficassem a meu cargo por se tratar de compra profissional. Ambas as posições contrariam a política de devoluções publicada no site deles. Ponto 3: "no caso de produtos destinados ao contacto com alimentos (...) não poderemos aceitar devoluções se o produto tiver sido aberto, utilizado, manuseado ou desselado, salvo em caso de defeito, erro no envio ou ocorrência imputável à GREENUSO S.L." Ao invocarem esta regra contra mim, omitiram a exceção final, que é precisamente a situação em causa. Ponto 7: o cliente só responde pela desvalorização resultante de "um manuseamento diferente do necessário para verificar a sua natureza, características ou funcionamento". Abrir uma embalagem e retirar um prato é o mínimo indispensável para verificar se o produto corresponde ao anunciado. Ponto 4: os custos da devolução ficam a cargo do cliente "salvo quando a devolução se deva a um erro da GREENUSO S.L., a um produto defeituoso ou a uma ocorrência imputável à empresa". Ponto 5: nesses casos, "assumiremos os custos de devolução" e será oferecido reembolso ou substituição. Publicar uma descrição que não corresponde ao produto é, por definição, uma ocorrência imputável à empresa. Recusam-se a cumprir as condições que eles próprios publicaram. A Monouso reconheceu por escrito que a ficha do artigo "enfatiza a rigidez" e anunciou que a iria rever. Reveu: essas palavras já não constam do site. Conservo a versão arquivada pelo Internet Archive de 15 de outubro de 2025 e o mesmo texto continua publicado pela Monouso no marketplace da Makro. O endereço da página continua a conter a designação "prato-rigido". Depois da minha insistência, responderam que a devolução seria processada "de acordo com as condições aplicáveis às devoluções B2B, que estabelecem que requerem autorização expressa e que os custos de transporte são da responsabilidade do comprador", e que "uma vez recebidas as 300 unidades será verificado o seu estado antes de determinar o valor correspondente a reembolsar". Noutra comunicação acrescentaram que "para empresas ou profissionais, poderão ser deduzidos os custos do transporte inicial, especialmente quando o envio foi gratuito", e que "assim que a devolução for recebida e verificada, será confirmado o montante final a reembolsar". Ou seja: teria de pagar o envio de 300 pratos para Valência, sem qualquer garantia prévia de reembolso e sem saber de que montante. O transporte custa praticamente o mesmo que a mercadoria, o que esvazia na prática o direito que invoco. Ao longo do processo recebi respostas alternadas, umas geradas por inteligência artificial e outras assinadas pela equipa, contraditórias entre si. Uma das automáticas reconheceu que a ficha enfatizava a rigidez e que, nestes casos, a empresa assume os custos de devolução. Duas semanas depois disseram-me que essa resposta "não devia ser tida em consideração" por ter sido gerada por inteligência artificial. O cliente nunca sabe qual das comunicações vale. Cheguei a enviar todos os dados que uma dessas respostas me pediu para organizar a recolha, e só depois me disseram que não era válida. Passaram mais de 30 dias e nove comunicações minhas, sem solução. Solução pretendida: Recolha das 300 unidades na morada de entrega, sem custos para mim, e reembolso integral de 45,51 €, sem deduções.
Conduta de Ma-fé em situação de reembolso
Lamentavelmente a empresa Monouso está agindo de ma-fé para negar um reembolso de 15,93€ referente a dois produtos que foram devolvidos exatamente no mesmo dia em que os recebi, em perfeitas condições.Tive um custo extra de envio de 9,84€, segui o procedimento de reembolso descrito por eles perfeitamente e os mesmos demoraram 2 semanas para dar uma resposta. Quando o fizeram, alegaram que um dos produtos não poderia ser reembolsado pois estava aberto. E mesmo assim, ainda continuam negando o reembolso do outro produto, que foi enviado exatamente da mesma maneira.Uma conduta lamentável de uma empresa tão grande com um cliente frequente.
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