Que empresa merece a sua reclamação?
Envie já a sua queixa
Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa
Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Reclamação e Pedido de Reapreciação do Processo de Renovação de Autorização de Residência CPLP – NIE
Exmo. Senhor Presidente da AIMA – Agência para a Integração, Migrações e Asilo, Eu, AMÉLIA SANITA SITOE, nascida em 16 de janeiro de 1979, nacional de Moçambique, titular do Passaporte n.º AB1458502, válido até 12/11/2028, portadora do NIF n.º 328297160, NISS n.º 12178383286 e NIE n.º 6116894, venho apresentar reclamação e solicitar a reapreciação urgente do meu processo de renovação da Autorização de Residência CPLP. Apresentei o respetivo pedido de renovação junto da AIMA, tendo sido emitido o comprovativo em 24/07/2025. Contudo, até à presente data, continuo sem uma decisão final. Ao consultar o estado do processo, fui informada de que existe uma proposta de decisão de indeferimento sujeita a controlo de qualidade para eventual reapreciação, sem que me tenham sido comunicados os fundamentos concretos que sustentam essa proposta. Considero importante referir que me encontro plenamente integrada em Portugal, possuindo residência estável, atividade profissional regular, rendimentos próprios, NIF ativo, NISS ativo e cumprindo integralmente as minhas obrigações fiscais e contributivas. Atualmente resido na Avenida da Liberdade n.º 292, 3.º Esquerdo, 4560-383 Paço de Sousa, Penafiel, e exerço atividade laboral remunerada, auferindo um rendimento mensal aproximado de €1.092,47, o que demonstra a minha autonomia económica e integração na sociedade portuguesa. Face ao exposto, venho respeitosamente solicitar: 1. A reapreciação integral e cuidada do meu processo; 2. A indicação dos fundamentos concretos que sustentam a eventual proposta de indeferimento; 3. A consideração dos elementos comprovativos da minha integração social, laboral e económica em Portugal; 4. O respeito pelo meu direito de audiência prévia antes de qualquer eventual decisão desfavorável; 5. A emissão de uma decisão definitiva com a maior brevidade possível. A presente exposição tem como único objetivo assegurar que todos os factos relevantes sejam devidamente apreciados antes da tomada de qualquer decisão final. Agradeço antecipadamente a atenção dispensada e fico a aguardar uma resposta. Com os melhores cumprimentos, AMÉLIA SANITA SITOE NIE: 6116894 NIF: 328297160 NISS: 12178383286 Email: nsitoe173@gmail.com
SHEIN - Grave Violação do Dever de Informação ao Consumidor e Recusa de Reembolso Integral
Efetuei uma compra na SHEIN utilizando um cupão de desconto. Posteriormente, solicitei a devolução de alguns artigos da encomenda. Antes de proceder à devolução, contactei o serviço de apoio ao cliente da SHEIN para confirmar qual seria o valor do reembolso a receber. Foi-me expressamente indicado que receberia um reembolso no valor de 34 €. Com base nessa informação, avancei com a devolução dos artigos. Após a receção da devolução, a shein reembolsou apenas cerca de 16 €, alegando que, devido à devolução parcial da encomenda, o valor remanescente deixou de cumprir o montante mínimo exigido para a utilização do cupão aplicado na compra. Contesto esta decisão por dois motivos. Em primeiro lugar, porque tomei a decisão de devolver os artigos com base na informação fornecida pelo próprio apoio ao cliente da SHEIN, que me confirmou um valor de reembolso de 34 €. Se não, não teria efetuado a devolução. Em segundo lugar, porque considero a própria política aplicada pela empresa injusta e potencialmente lesiva dos direitos do consumidor. Os artigos devolvidos foram efetivamente pagos por mim e não considero razoável que, após a devolução, sejam efetuadas deduções que resultem num reembolso muito inferior ao valor efetivamente pago pelos produtos devolvidos. Na prática, a empresa ficou com os artigos devolvidos e recusou reembolsar uma parte significativa do valor correspondente aos mesmos. Apesar dos meus contactos posteriores, a SHEIN recusou corrigir a situação e limitou-se a invocar a sua política interna de cupões, sem apresentar uma solução adequada para o prejuízo causado. Pretendo que a empresa proceda ao pagamento dos 18 € em falta, correspondentes à diferença entre o valor de reembolso que me foi confirmado e o valor efetivamente recebido. Em alternativa, pretendo a devolução dos artigos enviados, uma vez que a devolução foi efetuada com base em informações incorretas prestadas pela própria empresa. Anexo os comprovativos das comunicações mantidas com o apoio ao cliente, bem como os documentos relativos à encomenda, devolução e reembolso.
Segurança Social mantém dados incorretos após correção efetuada pela Autoridade Tributária
Apesar de múltiplas reclamações e da entrega de documentação comprovativa, a Segurança Social continua a manter no meu processo um rendimento predial anual de 52,25 € associado ao meu NIF. A Autoridade Tributária já corrigiu a divergência que esteve na origem deste erro, tendo confirmado que não possuo imóveis, património predial nem rendimentos prediais em meu nome. Foram enviados aos serviços da Segurança Social o IRS, nota de liquidação, declarações do senhorio e demais comprovativos, mas o registo continua visível na Segurança Social Direta. Solicito a eliminação imediata deste rendimento indevidamente associado ao meu NIF Esta situação tem potencial impacto na atribuição e cálculo de prestações sociais destinadas a agregados economicamente vulneráveis.
Pagamento não realizado
Assunto: Pedido de pagamento pelas horas trabalhadas Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à falta de pagamento das horas de trabalho que prestei à empresa. Desempenhei as funções que me foram atribuídas durante três dias, cumprindo integralmente o trabalho solicitado. No entanto, até à presente data, ainda não recebi qualquer pagamento pelas horas efetivamente trabalhadas, nem obtive uma informação concreta sobre quando esse pagamento será efetuado. Solicito que a empresa proceda ao pagamento do valor correspondente ao trabalho realizado, dentro do mais curto prazo possível, respeitando o princípio da boa-fé e o cumprimento das obrigações assumidas. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resolução célere desta situação.. Trabalhei na dominós pizza de Amora Meu nome:Dalton dos Santos Martins correia
Recusa de assistência em garantia e falsas informações do apoio ao cliente
Exmos. Senhores da DECO PROteste e Apoio ao Cliente da Sport Zone,Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Sport Zone devido à recusa indevida de assistência técnica/processamento de reclamação, à prestação de falsas informações por parte do vosso apoio ao cliente e à retenção ilegal de uma folha do Livro de Reclamações físico.No dia 31 de dezembro de 2025, dirigi-me pessoalmente a uma loja física da Sport Zone para acionar a garantia legal e apresentar uma reclamação de um produto. No entanto, a receção do artigo e a respetiva resolução gratuita foram liminarmente recusadas no local, sem qualquer motivo válido ou justificação legal.Nessa mesma data (31/12/2025), exigi e preenchi a respetiva folha no Livro de Reclamações físico da loja. Contudo, até à data, esta reclamação não foi devidamente encaminhada nem processada pela empresa, o que constitui uma grave infração à lei portuguesa. Posteriormente, tentei resolver a situação através do apoio ao cliente, mas recebi uma nova recusa de processamento gratuito da reclamação por e-mail, acompanhada de informações falsas e contraditórias.Esta conduta viola flagrantemente os direitos do consumidor previstos no Decreto-Lei n.º 84/2021, que obriga o vendedor a suportar todos os custos de reparação ou devolução de bens não conformes, bem como o Decreto-Lei n.º 156/2005, que regula o uso e o envio obrigatório das folhas do Livro de Reclamações.O que exijo:A aceitação imediata do artigo para análise e resolução gratuita do problema (reparação, substituição ou reembolso).O esclarecimento imediato sobre o paradeiro da queixa apresentada no Livro de Reclamações físico no dia 31/12/2025.Caso a situação não seja resolvida com a máxima brevidade, avançarei com uma denúncia formal diretamente à ASAE (Autoridade da Segurança Alimentar e Económica) por retenção do Livro de Reclamações e negação de direitos de garantia.Fico a aguardar a vossa resposta.Com os melhores cumprimentos, Jamal Jawando
