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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Devolução não foi feita
Devolvi um artigo e recebi mensagem dia 14.07.2026 que artigo já está no armazem,e nunca mais disseram nada ,devolução do dinheiro também não foi feito.
Falta de transparência no cálculo da taxa de serviço e atendimento inadequado
Reclamo da falta de transparência no cálculo da taxa de serviço aplicada à minha atividade como motorista TVDE. Solicitei por diversas vezes um esclarecimento concreto sobre o cálculo efetuado numa viagem específica, mas recebi apenas respostas genéricas e contraditórias, sem demonstração dos valores aplicados. Pretendo que a empresa esclareça detalhadamente o cálculo da taxa de serviço e verifique se o mesmo está em conformidade com a legislação aplicável.
Ecrã partido
Exmos. Senhores da DECO Proteste, Sou a Paula Cristina Antunes Ferreira, associada n.º 7387986-78, e venho por este meio solicitar a vossa intervenção jurídica urgente junto da loja FNAC. Ofereci o valor para a aquisição de um ecrã no montante de 440 €, tendo a compra sido efetuada pelo meu genro, Lucas José Laranjo Salvador, através da loja online da FNAC (Encomenda n.º 0UMAEH6HM5VZG). O artigo foi levantado na loja FNAC de Loulé. Ao abrir a embalagem selada em casa, verificou-se que o painel interno se encontrava estilhaçado, embora todas as películas protetoras e plásticos de fábrica estivessem intactos. A situação foi reportada no próprio dia por e-mail com fotografias. Hoje a Fnac enviou a seguinte resposta: "Após análise do seu pedido, verificamos que o artigo foi levantado em loja e que a situação apenas foi comunicada após o mesmo ter sido transportado e manuseado fora das nossas instalações. Nestas circunstâncias, não nos é possível determinar em que momento ocorreu o dano reportado, nem validar a sua origem." Hoje, levamos o ecrã á loja de loulé para devolução do artigo com defeito/dano de origem, a FNAC recusou a troca ou o reembolso imediato, pretendendo reter o equipamento até 30 dias para uma "análise técnica". Recusamos este procedimento ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021 relativo aos direitos do consumidor na venda de bens com defeito. Como financiadora/dadora deste bem oferecido à família, solicito o apoio dos vossos serviços jurídicos para exigir à FNAC a imediata resolução do contrato com devolução dos 440 € ou o envio de um equipamento novo em conformidade. Agradeço a vossa ajuda neste assunto. Paula Ferreira
Cobrança indevida/abusiva
Boa tarde, Fiz cirurgia dia 27/05 no hospital da Luz Lisboa. Paguei na totalidade no check in o valor do orçamento. Posteriormente à cirurgia recebi uma fatura com valor diferente do combinado (e que constava no orçamento). O hospital já sabia que eu não queria passar lá a noite, expliquei que tenho uma bebê em casa e nao tinha com quem a deixar, por isso precisava sair no mesmo dia. Por isso a Sra Ana Antunes adiantou o horário da cirurgia para 13h30. Acontece que a cirurgia atrasou e muito. Eu cheguei antes do horário combinado, 11h16 eu já tinha check in e pagamento feitos. 11h40 eu já estava vestida para entrar no bloco operatório. Mas tive que esperar até 15h52 para entrar. Devido a isso me fizeram pernoitar no hospital contra minha vontade. E agora cobraram por esta noite, o que é obviamente um abuso. Além de cobrarem por um erro deles, me enviaram uma carta ameaçando ação judicial. Enviei emails, formulário ewhatsapp sobre o assunto. Eles reconhecem que houve erro, que atrasaram muito a cirurgia, que me obrigaram a ficar no hospital quando eu não podia - pois como mae tenho a responsabilidade de cuidar do meu bebé - MAS ainda assim têm a arrogância de manter a fatura ativa como se eu tivesse uma dívida??? Aguardo que anulem esta fatura já que o valor da cirurgia já foi pago, e como todos sabem, cirurgias no setor privado sem plano de saúde são muito caras. Obrigada. Cumprimentos Suzana Nunes
Pagamento de indeminização
No dia 15 de março de 2026 tive uma rotura de um cano de água na minha habitação, que causou uma inundação e consequentemente danos na habitação e no recheio da mesma. Fiz participação do sinistro à companhia de seguros (Fidelidade) e acionei os seguros multirriscos e recheio. O processo decorreu passando pela fase de peritagem, envio de orçamento, aprovação deste e aprovação de pagamento de indeminização. No dia 26 de maio, recebi um e-mail da D.ª Ana Rego (gestora do caso), para eu enviar o comprovativo de IBAN, para ser realizada a transferência da indeminização, para o e-mail sinistros.dnp@fidelidade.pt, procedi ao envio do comprovativo para o referido e-mail. No dia 8 de junho recebi novamente um e-mail da D.ª Ana Rego que passo a citar, "solicita-se o envio de comprovativo bancário referente a conta conjunta titulada por ambas as entidades recebedoras/proprietárias da fração", enviei o comprovativo de IBAN com o meu nome e o comprovativo de IBAN com o nome do meu marido, provando que ambos somos titulares da conta. No dia 10 de junho, foi-me transferido o valor da indeminização referente aos estragos no recheio. Até ao dia de hoje, continuo sem receber a indemnização referente aos danos no imóvel, estou desde dia 22 de junho a contactar a fidelidade via telefone, os operadores informam que a gestora Ana Rego deu ordem para o pagamento ser por caixa (levantamento numa agência) mas que realmente um valor destes não faz sentido ser esta a forma de pagamento (e eu nunca solicitei que fosse), tentam sempre contactar a gestora durante a chamada mas esta nunca atende, já fizeram diversas vezes um pedido interno para que a gestora me contacte mas ainda não recebi nenhum contacto e não conseguem arranjar nenhuma alternativa para que a transferência da indemnização seja efetivada. No dia 13 de julho, contactei a Deco no sentido de ter apoio na resolução do caso e foi-me indicado que fizesse uma reclamação no livro de reclamações, nesse mesmo dia, fiz uma reclamação no livro de reclamações online da Fidelidade. No dia 14 recebi um email a dizer “Estimado(a) Senhor(a), Tomámos devida nota da sua comunicação, a qual mereceu a nossa atenção. Informamos que abrimos o processo de reclamação AGIR 120086/2026, ao qual daremos resposta com a maior brevidade.” E até ao dia de hoje continuo sem uma resposta. Solicito o vosso apoio para a resolução do processo. Melhores cumprimentos Vanessa Freitas
