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SERVDEBT
Boa tarde, No dia de hoje 19/10, já recebi 5 chamadas ( ou mais) desta Entidade, a mesma que nunca me enviou e-mail, carta registada, o que quer que fosse! Não reconheço não sei do que se trata, e sendo uma entidade o número de contato deveria ser o fixo, mas não... é de um telemóvel, ao qual exponho aqui : 934000829 ! Grata
Carro de substituição em falta
Assunto: Reclamação contra Generali Tranquilidade Tranquilidade Seguros falta de veículo de substituição Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Generali Tranquilidade , relativamente ao serviço com o número de referência Ocorrência n.º 0027488307, .sinistro n.º 0030806977, Apólice 0009841284 No dia 24/09/2026, bateram -me no carro, tendo a companhia que por sinal é a mesma ter assumido os danos causados no meu veículo, até agora dia 15/10/2026, não me providenciaram carro de substituição, argumentando que tenho que esperar pelo relatório do perito, para ter esse direito, teria de escolhido uma oficina com contrato a com a mesma seguradora, o que me daria direito ao um carro de cortesia. 3. Já tentei resolver o diferendo diretamente com o apoio ao cliente da empresa no dia, tendo enviado vários e-mails sem sucesso. Fico a aguardar a vossa resposta e a resolução deste problema com a brevidade possível. Melhores cumprimentos, Maria Emília Neves emilianeves1969@gmail.com
Cobranças após comunicação encerramento contrato de credito
Exmos. Senhores da Montepio Crédito, Venho apresentar reclamação relativamente ao contrato de crédito n.º 484064, associado a um tratamento na Medicapilar, devido à persistência de cobranças e à falta de esclarecimento definitivo sobre a situação contratual. O financiamento destinava-se a um tratamento que não realizei nem usufruí, tendo o montante sido entregue diretamente à Medicapilar. Comuniquei que não pretendia avançar com o tratamento e solicitei o cancelamento e a regularização da situação. Apesar dos meus sucessivos contactos, continuo a receber pedidos de pagamento, incluindo comunicações em contexto de pré-contencioso. Recebi também uma comunicação a informar que o contrato se encontrava encerrado. Por esse motivo, solicito que expliquem por escrito o significado desse encerramento e por que razão continuam a exigir pagamentos. Pretendo obter uma resposta completa e fundamentada sobre os seguintes pontos: 1. Estado atual do contrato e data do eventual encerramento; 2. Discriminação dos montantes alegadamente em dívida, identificando capital, juros, comissões e outros encargos; 3. Fundamentação das cobranças posteriores à comunicação de encerramento; 4. Confirmação de eventual devolução de valores pela Medicapilar e do respetivo efeito no financiamento; 5. Análise dos meus pedidos de cancelamento e dos efeitos do cancelamento do tratamento sobre o crédito associado. Solicito ainda a suspensão das diligências de cobrança enquanto esta reclamação e os valores contestados são analisados. Caso se confirme que não existem valores devidos, solicito a anulação das cobranças e a emissão de uma declaração escrita de inexistência de dívida. Esta reclamação não constitui reconhecimento dos valores exigidos. Pretendo que a situação seja esclarecida com base nos documentos e nas comunicações trocadas, evitando a continuação de cobranças sem uma resposta fundamentada às questões apresentadas. Com os melhores cumprimentos, João Ricardo Fernandes luis
Fidelidade - Danos agravados por fuga de água não resolvida após intervenção inicial
Venho manifestar publicamente a minha insatisfação com a atuação da Fidelidade numa situação de fuga de água proveniente da habitação do vizinho do primeiro andar, que está a causar danos cada vez mais graves na minha casa, situada no rés-do-chão. A situação foi comunicada ao vizinho a 29 de agosto, tendo ele contactado a Fidelidade nessa mesma semana. No dia 3 de setembro, foi feita uma vistoria técnica pela Fidelidade à minha casa, onde foram tiradas fotografias, nomeadamente às casas de banho, devido à água a cair do piso superior. No dia 21 de setembro, foi realizada uma intervenção na casa do vizinho, onde se encontra a origem da fuga. No entanto, essa intervenção não resolveu o problema, pois a água continuou a infiltrar-se na minha habitação, agravando significativamente os prejuízos ao longo do tempo. Inicialmente, apenas as casas de banho estavam afetadas, mas atualmente a situação já atingiu também a cozinha e a garagem. Neste momento, os danos são preocupantes: Casa de banho da suíte: infiltrações intensas, água a escorrer pelos azulejos e do teto, começando já a danificar os móveis. Quarto: durante o dia e noite não consigo controlar a quantidade de água que entra, o que tem provocado levantamentos e danos no soalho. Casa de banho principal: teto a pingar, água a escorrer pelos azulejos e azulejos manchados. Cozinha: presença de água e infiltrações visíveis. Bens pessoais: várias toalhas ficaram completamente encharcadas e danificadas. Garagem: a água já chegou à garagem, formando uma poça que causou danos em dois veículos. Considero inadmissível que, desde 21 de setembro, a situação se mantenha sem uma solução eficaz, permitindo o agravamento constante dos danos. Até ao momento, a única resposta por parte da Fidelidade tem sido que o processo está "em análise". Gostaria de salientar que também sou cliente da Fidelidade, mas nesta situação estou na posição de terceiro lesado, pois não fui eu a acionar o meu seguro. Os danos resultam de uma fuga originada na casa do vizinho, situação que já foi participada à Fidelidade. Tendo em conta a gravidade e evolução dos prejuízos, exijo uma intervenção urgente para eliminar definitivamente a origem da fuga, uma avaliação completa dos danos já ocorridos e uma resposta concreta sobre a reparação necessária. Espero que a Fidelidade assuma responsabilidade na gestão deste processo, apresentando uma solução rápida e eficaz, para evitar o agravamento de uma situação já insustentável.
Falta de resposta e ausência de esclarecimentos sobre a candidatura ao Porta 65 Jovem 1362837
Venho apresentar uma reclamação relativa à atuação do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), devido à falta de resposta aos meus sucessivos contactos e à ausência de esclarecimentos sobre o resultado da minha candidatura ao programa Porta 65 Jovem, com o n.º 1362837. No âmbito da análise da minha candidatura, em 23/08/2026, foi-me solicitado um esclarecimento relativamente à tipologia da habitação, uma vez que a caderneta predial identifica o imóvel como T1, apesar de este possuir dois quartos, sendo que um deles não dispõe de janela para o exterior. Respondi ao pedido em 26/08/2026, dentro do prazo estabelecido, explicando a situação e anexando a caderneta predial, conforme solicitado. Esclareci igualmente que desconhecia essa classificação até ter solicitado o documento ao senhorio. Não me foi possível apresentar a planta da habitação dentro do prazo, uma vez que o senhorio informou que se encontrava de férias e que só poderia disponibilizá-la cerca de duas semanas depois. Posteriormente, em 26/08/2026, recebi uma comunicação no portal a informar que tinha sido atribuída uma pontuação e calculado um valor de subvenção para a minha candidatura. Na área de avaliação constavam os seguintes valores: * Seriação: 60,95; * Pontuação total: 146,22; * Subvenção prevista: 247,50 €. No entanto, a lista de resultados publicada em 08/10/2026 passou a apresentar a minha candidatura com o estado «Sem Subvenção». Além disso, o portal não disponibiliza qualquer candidatura para autorizar a transição para o mês seguinte. Perante esta situação, procurei obter esclarecimentos junto do IHRU, através de mensagens na plataforma e de vários emails, incluindo contactos dirigidos à gestora do processo. Apesar das minhas insistências, continuo sem receber qualquer resposta ou explicação concreta que me permita compreender o motivo desta decisão. Esta falta de comunicação é particularmente preocupante, uma vez que não sei se o resultado decorre da falta de dotação orçamental, da ordenação das candidaturas, de uma questão relacionada com a elegibilidade ou tipologia da habitação, ou de um eventual erro na análise do processo. Considero inaceitável ficar sem esclarecimentos sobre uma decisão com impacto direto na minha situação financeira e na minha capacidade de suportar os encargos com a habitação, sobretudo depois de ter respondido ao pedido de informação dentro do prazo e de o próprio portal ter indicado a atribuição de uma pontuação e o cálculo de uma subvenção. Assim, solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de obter do IHRU: 1. Uma resposta formal e fundamentada sobre o motivo pelo qual a candidatura foi classificada como «Sem Subvenção»; 2. O esclarecimento sobre se a decisão resulta da falta de dotação orçamental, da seriação ou de uma questão de elegibilidade relacionada com a tipologia da habitação; 3. Caso esteja em causa a tipologia do imóvel, a indicação concreta dos fundamentos e das normas aplicadas; 4. A explicação para a atribuição inicial de uma pontuação e de uma subvenção prevista de 247,50 €, seguida de um resultado final desfavorável; 5. A reapreciação da candidatura, caso se verifique algum erro ou irregularidade na sua análise; 6. A indicação dos meios e dos prazos disponíveis para contestar a decisão e exercer os meus direitos. O meu objetivo é obter uma resposta clara, fundamentada e atempada, bem como garantir que a minha candidatura foi analisada de forma correta e transparente. Até à data, os meus contactos continuam sem resposta, pelo que recorro à DECO PROteste para procurar uma solução para esta situação.
Reclamação formal contra a Multicare – Cancelamento abusivo sem aviso prévio
Exmos. Senhores(as) da DECO Proteste, Venho por este meio solicitar a vossa intervenção urgente e apoio na mediação junto da seguradora Multicare – Seguros de Saúde, S.A., em virtude do cancelamento unilateral, ilegal e desprovido de qualquer aviso prévio da minha apólice de saúde, consubstanciando um atentado aos princípios da boa-fé e uma grave violação ética e legal dos direitos das pessoas com incapacidade. 1. Histórico Contratual e Agravamento Tarifário Mantenho vínculo contratual ininterrupto com a Multicare desde 2020, inicialmente contratado em nome da minha empresa (Altiproject) enquanto residia na Noruega, mantendo a continuidade do seguro após o regresso a Portugal em julho de 2021. Na génese do contrato, o prémio mensal rondava os 50 € a 60 €. Desde então, registaram-se aumentos sucessivos e cumulativos na ordem dos 90%, encontrando-se a mensalidade fixada em 84 € até ao final de 2025. 2. A Situação de Vulnerabilidade: Incapacidade Atestada de 73% Ao longo dos últimos anos, a minha condição clínica evoluiu, tendo a minha incapacidade vindo a agravar-se progressivamente, encontrando-se atualmente atestada em 73%. É evidente que, para a seguradora, "dar muito jeito" rescindir unilateralmente um contrato com um cliente com 73% de incapacidade livra-a de encargos futuros. Contudo, para mim, o cancelamento forçado desta apólice tem consequências devastadoras: recomeçar um seguro de saúde aos dias de hoje significa ver todas as minhas patologias excluídas como "doenças pré-existentes" ou ser liminarmente rejeitada pelo mercado. Este cancelamento arbitrário representa uma falta grave aos códigos deontológicos e éticos do setor segurador e colide frontalmente com a legislação que proíbe práticas discriminatórias contra pessoas com deficiência ou incapacidade (Lei n.º 46/2006). 3. A Gestão dos Tetos de Débito Direto e a Omissão Reiterada de Avisos Como medida de prudência financeira, mantenho tetos máximos configurados no Débito Direto (SDD). À medida que a seguradora aumentava os valores, fui adaptando esse limite bancário, tendo em janeiro de 2026 fixado o teto em 90 € para acomodar margens de inflação. A Multicare tem a prática reiterada de aplicar aumentos sem qualquer notificação prévia do novo montante. Na anuidade de abril de 2026, a mensalidade saltou sem aviso de 84 € para 95 €. Excedendo o teto de 90 €, a cobrança automática foi rejeitada pelo banco. Realço expressamente que a autorização de débito direto nunca foi revogada por mim e continua ativa na conta bancária até à data de hoje. 4. Emissão de Referências MB até Junho e Ruptura Arbitrária a Partir do Fim de Julho Ciente da recusa bancária, a própria Multicare emitiu e disponibilizou referências de Multibanco para pagamento, as quais foram pontualmente liquidadas até ao mês de junho. Todavia, a partir do final de julho, a seguradora cortou unilateralmente o envio de qualquer meio de pagamento, aviso de liquidação ou correspondência. Nunca recebi carta registada, interpelação com prazo legal de regularização ou comunicação formal de anulação, violando grosseiramente o Regime Jurídico do Contrato de Seguro (Decreto-Lei n.º 72/2008, artigo 61.º e seguintes), que proíbe anulações sem pré-aviso admonitório formal. 5. Bloqueio de Acesso à App e Total Desprezo aos Pedidos de Contacto Paralelamente, o meu acesso à aplicação móvel foi cortado, deixando-me incapacitada de gerir o seguro e consultar a rede convencionada. Solicitei insistente e repetidamente que a Multicare entrasse em contacto comigo para prestar os devidos esclarecimentos e regularizar a cobrança, mas a seguradora remeteu-se ao silêncio mais absoluto, ignorando ostensivamente o cliente. 6. Empobrecimento das Coberturas (Check-up Anual) A par de toda a instabilidade, registou-se uma degradação qualitativa: o protocolo do check-up anual efetuado no início deste ano foi manifestamente esvaziado de valências clínicas essenciais em relação àquilo que constava na apólice original. Pedido / Exigências à DECO Proteste Não posso aceitar perder 6 anos de antiguidade e ficar desprotegida numa fase de saúde de elevada vulnerabilidade (73% de incapacidade) por exclusiva inércia, negligência e má-fé da seguradora. Solicito o firme apoio da DECO para exigir: A anulação imediata do cancelamento e a reativação integral da apólice, com plenos efeitos retroativos, salvaguarda de todos os direitos adquiridos e sem aplicação de novos períodos de carência ou exclusão de pré-existências; A emissão imediata de referência Multibanco para regularização dos montantes devidos desde a interrupção injustificada das cobranças; A reposição do pleno acesso à aplicação móvel e aos serviços da seguradora; O compromisso formal de aviso prévio e discriminado antes de qualquer futuro aumento de prémio; O esclarecimento do motivo da degradação das valências do check-up anual e a reposição das suas condições contratuais originais.
Mora Inaceitável 75 dias de imobilização forçada de viatura por inércia da Generali
Apresento reclamação pela demora na regularização do sinistro n.º 0030360321, relativo à minha viatura, matrícula BE-83-SC. A viatura encontra-se imobilizada na oficina oficial Madeira Motores desde 29/07/2026(75dias). A seguradora assumiu a cobertura dos danos próprios em 10/09 e, em 24/09, informou que a peritagem era definitiva e que a viatura era reparável, após informações contraditórias quanto à possibilidade de perda total. Contudo, o relatório só foi submetido em 29/09, 41 dias após a última observação no dia 18-08 dos danos inferiores na viatura pelo perito. O orçamento apresentado, de 8.184,82 € com IVA, antes da franquia de 500 €, contém omissões de danos e peças necessárias à reparação, incluindo danos na lateral esquerda, cuja exclusão foi confirmada por escrito pela oficina. Assim, apesar de ter sido declarada definitiva, a peritagem revelou-se incompleta, sendo necessária uma avaliação suplementar. A seguradora informou posteriormente que encaminhara o assunto com urgência para a supervisão, prometendo autorizar a reparação em dois dias úteis. Esse prazo terminou sem autorização ou justificação concreta. Segundo a oficina, o perito ainda não realizou a visita necessária ao aditamento. Já enviei fotografias do acidente, documentação e uma lista dos danos visíveis em falta, incluindo o relatório que a própria seguradora alegava não ter recebido. Continuo a ser remetido entre seguradora, perito e oficina, sem resolução efetiva. Considero esta demora e a falta de informação consistente incompatíveis com os deveres de diligência, prontidão e informação previstos no artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 291/2007.
Abuso da fragilidade monetária
Empresa Go bravo apodera sebda fragilidade da pessoa com problemas, sinto me mal por confiar. Ajuda nenhuma, há três meses que fiz um erro. Pedir ajuda nesta fase difícil da minha vida e sinto me acorralada com as duas credoras. A go bravo recebe o dinheiro e não faz nada. Estou a pagar á três meses 202€ e não negociaram com as entidades. Preciso da devolução das mensalidades , por favor .
Unificacao de pensoes, Centro Nacional de Pensoes
EU sou reformada e recebo uma pensao de 25 anos de sevico na Alemanha mais 11 anos de servico descontando para a Caixa geral de Aposentacoes. Desde há um ano, que pedi ao Centro Nacional de Pensoes, a unificacao de pensoes com a Caixa Geral de Aposentacoes. Até agora só responderam a dizer que nao haviam registos das minhas contribuicoes. Como podem ver em anexo, eu fiz contribuicoes entre 1996 e 1998. Já fiz um pedido diretamente na Seguranca Social em Abril 2026. Como após 6 meses o pedido expirou o tempo, fiz um novo pedido em Outubro com o número: 2026-10/24596. Como sempre, quando vou ao portal da seguranca social direta, aparece a declaracao: pedido em análise. Isto aconteceu nos últimos 6 meses, até expirar o tempo. Já contactei o Provedor de Justica há 6 meses e também nao obtive resposta até à data.
Seguro burlista
Tenho seguro na LOGO à cerca 2 meses porque não conseguia fazer em outra companhia porque de certo nesta não faria, tenho a viatura avariada que eu próprio levei à oficina para reparação do turbo havendo mais situações a reparar mas no entanto só ía reparar o mais urgente neste caso o turbo, enviei a folha de relatório como solicitado e atribuíram viatura para dia 9/10/2026 das 16h até dia 10/10/2026 às 12h, entretanto falei com a oficina para ter direito aos 5 dias pedi novo relatório já fazendo todas as reparações necessárias daí o seguro contactar a comunicar que só tinha direito a viatura de substituição se chamasse o reboque. Ou seja nem 1 dia de aluguer de viatura tinha direito como novo relatório dava 5 dias de aluguer já tinha que chamar reboque.
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