Reclamações públicas

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N. G.
08/10/2026
Conservatória do Registo Predial de Rio Maior

Pedido de certidão permanente feito há mais de 90 dias

Boa tarde, No dia 06-07-2026 foi feito um pedido de alteração de registo predial por parte do agente de execução. Esse pedido foi parar à Conservatória de Rio Maior com o nº 2137182026. Acontece que decorridos três meses sobre o pedido, o mesmo ainda não se encontra processado. Esta demora é inadmissível e como tal solicito urgente resolução. Com os melhores cumprimentos, Nuno Gonçalves

Em curso
T. A.
08/10/2026

Go Bravo – Retenção indevida de valores e ausência de reembolso após cancelamento

No passado dia 29 de setembro de 2026, procedi ao pedido formal de cancelamento do meu contrato com a Go Bravo (PT Bravo Debtech, Unipessoal Lda.) e exigi a devolução imediata do montante de que se encontra retido na vossa posse. Passados 7 dias, continuo sem receber o reembolso na minha conta bancária e sem qualquer comprovativo técnico que comprove a vossa intenção de devolver o meu dinheiro. As tentativas de contacto têm sido ignoradas ou adiadas com respostas vagas. Esta situação ganha especial gravidade tendo em conta o alerta público emitido pelo Banco de Portugal, que clarifica expressamente que a vossa entidade não está habilitada a prestar serviços de pagamento nem a movimentar fundos em território nacional. A retenção do meu dinheiro sem prestação do serviço contratado constitui uma prática abusiva. Exijo a restituição integral e imediata dos meus fundos na conta bancária cujo IBAN já vos foi facultado por e-mail. Caso o reembolso não seja processado nas próximas 24 horas, irei formalizar uma queixa-crime por apropriação indevida e burla junto da PSP/GNR, além de submeter uma denúncia detalhada diretamente ao Banco de Portugal e ao Livro de Reclamações Eletrónico. Fico a aguardar a resolução urgente do processo.

Em curso

Resulusao do problema

Ola pedi uma acistencia na italia na sexta feira a noite, nos deixarao no hotel e a carrinha ia para a oficina reparar ficaria pronta na segunda feira, e ate agora nao esta pronta deixarao xe pagar o hotel temos que pagar nos, me sinto aqui abandonado sem saber que fazer

Em curso
B. C.
02/10/2026

Apólice n.º AB60102669: Resolvam Celermente

Tenho uma apólice da Domestic & General (n.º AB60102669), contratada na Worten em fevereiro de 2023 para o meu iPhone 14 Pro Max (1599€). A 8 de setembro acionei o seguro e paguei 100€ de franquia. No levantamento, liguei o telemóvel na presença do técnico da Worten e vimos logo que a reparação foi mal feita: reinicia constantemente, o ecrã fica com várias cores, aparecem notificações constantes de que o ecrã e a bateria não são originais, os botões chocalham lá dentro e deixou de ser resistente à água. Desde então não consigo usá-lo. Reclamei por email e responderam apenas que a apólice permite peças não originais. Apresentei reclamação formal e recebi só um aviso de que têm até 20 dias úteis para responder. Já paguei cerca de 945€ de seguro mais 100€ de franquia, e continuo a pagar todos os meses por um telemóvel que não funciona. Estou há quase um mês sem ele e preciso dele para trabalhar. Receio ficar mais 20 dias úteis à espera para depois me pedirem o telemóvel para outra reparação: mais semanas sem ele, mais seguro pago e nenhuma garantia de que volte bom. Sinto que o processo está a ser arrastado até o cliente desistir. A apólice está perto do fim e tenho medo que isto se arraste até lá. Peço resolução urgente, com a substituição por um iPhone 14 Pro Max recondicionado ou superior, como prevê a alínea (ii) da cláusula "Reparação ou Substituição do Equipamento Segurado". A alínea (iii) prevê ainda a cobertura dos custos de substituição por equipamento igual. Era isto que devia ter sido feito quando perceberam que não conseguiam reparar corretamente, em vez de arrastar o processo às minhas custas. Já tive uma apólice convosco para o meu MacBook e nunca a acionei. Não sou um cliente abusivo. Ponderava renová-la, mas até agora não o farei. Ainda têm oportunidade de remediar a situação.

Em curso
C. C.
30/09/2026
Adminlux, Unipessoal Lda

Falta de livro de reclamações e de transparência

Sou condómino de um prédio em Lisboa administrado pela ADMINLUX, UNIPESSOAL, LDA. (NIF 518 696 766), empresa gerida pelo Sr. Tiago Alonso. Relato apenas factos que posso documentar. Não consigo apresentar reclamação visto que a empresa não aparece na Plataforma Digital do Livro de Reclamações. Na morada que publicita como sede (Rua Cidade de Tete, n.º 21, Lisboa), existe apenas uma porta de garagem, sem identificação nem atendimento. A empresa confirmou por escrito que não tem instalações para atendimento ao público. A AdminLux convocou às 23h57 do dia 1 de maio uma assembleia para o dia 12 de maio de 2026 com vista a “Análise e aprovação de orçamentos para obras urgentes” sem ter enviado os respectivos orçamentos para análise e sem especificar que tipo de obras seriam debatidas. No dia 2 questionei imediatamente quais os orçamentos a serem votados, e enviei um relatório técnico a comprovar a origem das infiltrações no telhado. O senhor Tiago Alonso respondeu que a assembleia teria “como objetivo avaliar outras obras de caráter urgente, tal como a porta de entrada”. Os orçamentos só chegaram depois da 01h00 do próprio dia da reunião, e alguns tinham datas de janeiro e abril. Nenhum dos orçamentos apresentados dizia respeito à reparação do telhado. Em vez disso, foram apresentados como obras urgentes a porta de entrada, a coluna elétrica e um videoporteiro, equipamento que o prédio nem tem. Durante a assembleia, o Sr. Tiago Alonso foi questionado várias vezes sobre quais os critérios utilizados para determinar a urgência das intervenções propostas, sem que o mesmo tenha respondido. Questionou–se ainda: - Quem definiu os trabalhos constantes dos orçamentos; - Porque motivo foi omitida referência ao relatório técnico anteriormente enviado à Administração relativamente às infiltrações; - Qual a fundamentação técnica para a priorização de intervenções como videoporteiro ou substituição da porta de entrada em detrimento da resolução das patologias associadas ao telhado e às infiltrações; - O enquadramento urbanístico de algumas das soluções propostas, sendo necessário especial cautela em intervenções com impacto exterior num imóvel situado em zona histórica protegida. Apesar de especificamente solicitado que estas questões fossem incluídas como declaração de voto, a acta não refletiu isso. Durante a assembleia, a administração mencionou que não tinha capacidade técnica para efectuar a gravação, tendo depois sido recusado que um dos condóminos o fizesse. Dias depois é apresentada a primeira versão da ata, constando como votante um condómino que ainda não estava presente na altura da votação e atribuiu votos errados a outros condóminos. Só foi corrigida depois de estes erros serem assinalados pelo secretário da mesa, e a acta colocada a assinatura foi a terceira versão da mesma, contudo as declarações de voto escritas, lidas durante a reunião, e enviadas por email na íntegra, foram excluídas da ata. Até hoje, a empresa recusa explicar porquê. Em junho, a empresa comunicou que a sua recondução seria votada na assembleia seguinte, no email que enviou esta semana afirma que afinal tal não irá acontecer. Comunicou também que a ata passaria a ser redigida durante a reunião. Peço à ADMINLUX que: - indique publicamente o link do seu Livro de Reclamações Eletrónico; - inclua na ata as declarações de voto ou explique por escrito porque se recusa a fazê-lo; - explique os critérios que usou para considerar urgente a instalação de um videoporteiro em detrimento da reparação da origem das infiltrações do telhado - passe a enviar os documentos das assembleias com antecedência; - cumpra os compromissos que assumiu por escrito.

Em curso
L. N.
29/09/2026

encomeda nao recibo

Got message that delivery will be done 29.09?2026 frrom 9;0à till 13:30 Nothing happened. Then i contacted them, thehy confirmed new delivery time the same day at 18:00. I was from 17:20 outside waiting for delivery, no one delivery truck stoped! I recontacted again - they cannot confirm any date and time of new delivery. It's abusing of clients! Lea Noormets

Em curso

Reclamação Resolução Sinistro

NIF: 265152500 Data nascimento: 13/07/1996 Cód. Postal: 4990-655 Apólice Nº: MR66328376 Boa tarde, Venho por este meio expressar o meu descontentamento com o tratamento que está a ser dado ao sinistro que abrimos no dia 24/08/2026. Foi feita peritagem no dia 28/08/2026 e após isso NUNCA mais recebemos atualizações do sinistro. Todas as semanas sou eu que ligo uma ou duas vezes por semana com a linha de apoio para tentar perceber se há novidades sobre o sinistro e a resposta é SEMPRE A MESMA: os gestores não estão a atender, não estão a dar resposta aos sinistros e eu continuo sem placa e forno para cozinha. Neste momento o que me tem safado, a mim e ao meu noivo, é a boa vontade de familiares que nos têm ajudado. Esta situação está completamente insustentável. Todos os meses é cobrado certinho o valor do seguro para que exatamente quando temos infelicidades como a que nos acontecem termos uma alternativa para nos ajudar a resolver a situação. Neste momento está exatamente a acontecer o contrário, não está a ser ajuda nenhuma, mas o seguro continua a ser cobrado. Solicito ajuda na resolução deste problema pois já esgotei todas as minhas opções de reclamação viáveis. Obrigada.

Em curso

Cálculo errado de indemnização e ausência de respostas às reclamações

Excelentíssimos senhores Sou Jorge Pires da Conceição, com a referência DECO nº 55775-97. Conforme me indicaram no contacto telefónico feito esta tarde, venho enviar a documentação trocada com a Companhia de Seguros Lusitânia, feita na sequência da participação de sinistro ocorrido na nossa (minha e da minha mulher Maria Emília martins da Conceição) segunda habitação, situada na Rua Casal dos Ninhos, 6-H, Casais do Baleal, 2520-053 Ferrel, que constitui a moradia H do Condomínio da Avenida do Mar, 93, Ferrel. O documento anexo reúne a quase totalidade da correspondência escrita entre a segurada, a minha mulher e a Lusitânia. A excepção foi a do envio do orçamento para o endereço da caixa de correio temporária fornecido pelo perito designado pela Companhia, por já não ser acessível. Embora tivesse havido a preocupação de arrumar essa correspondência numa sequência de datas, poderá ter ocorrido alguma falha, para a qual peço a vossa compreensão. A carta final de 7 de Julho passado, incluída no documento anexo, identifica o que foi por nós contestado, na sequência da "Regularização do Processo" comunicada em 17 de Junho último. Em resumo: na sequência da tempestade Kristin, os danos ocorridos no condomínio (constituído por 9 moradias geminadas agrupadas em dois grupos, separados pelo acesso às garagens subterrâneas), destruiu as partes envidraçadas das divisórias dos terraços de 4 das moradias, ou seja 3 divisórias, e uma pequena chaminé na área de serviço. O perito, antes da visita ao local em Março, pediu orçamentos, tendo sido obtido orçamento para as divisórias, com o preço unitário, que se inclui no documento anexo. O perito disse que esse documento chegava para avaliar o valor total das divisórias destruídas, pois bastava multiplicar por 3. Ficou-se a aguardar o orçamento para a recuperação da chaminé, o que nunca foi conseguido, pois os empreiteiros contactados, devido ao seu baixo custo, se recusaram a apresentar um documento escrito. Isso foi comunicado ao perito também. Como poderá ser confirmado na documentação em anexo, a Lusitânia, na sua Regularização do sinistro, considerou apenas uma das três divisórias e aplicou-lhe indevidamente o valor da permilagem, ignorando a totalidade de divisórias e a chaminé e também não teve em conta o valor legal do IVA. Desde a recepção do e-mail de 17 de Junho e após a nossa resposta, pela mesma via, de 18 de Junho, tentei por telefonemas semanais saber quando me seria dada uma resposta, sem resultado, até que escrevemos a carta de 7 de Julho. A partir daí, quase todas as semanas temos telefonado obtendo como informação que a documentação tinha sido recebida e estava em análise, umas vezes pela administração e outras pela coordenação do processo. O último contacto telefónico ocorreu no passado dia 18 de Setembro, tendo obtido como resposta do funcionário que me atendeu que não havia nada a responder, pois o processo do sinistro estava regularizado. Comuniquei-lhe então que iria apresentar à DECO uma reclamação pelo modo como foi conduzido este processo de sinistro, salientando terem-me sido recusadas as respostas devidas aos meus contactos. Com os melhores cumprimentos, Jorge Pires da Conceição

Em curso
A. M.
24/09/2026

"Recusa de rescisão de contrato por escrito e devolução de 435€"

Solicitei a rescisão do meu contrato com a Bravo por via escrita no dia 22 de setembro de 2026, rejeitando o contacto telefónico de retenção. Até ao momento, a empresa recusa-se a responder por e-mail e a oficializar o cancelamento, exigindo chamadas telefónicas obrigatórias. Exijo a confirmação imediata da rescisão do contrato por escrito e o extrato detalhado dos 435€ transferidos ao longo destes 4 meses, com a respetiva devolução do saldo que não tenha sido devidamente utilizado para liquidação de credores (uma vez que não houve qualquer negociação efetiva).

Encerrada
S. S.
22/09/2026

Não Cumprimento da Apólice Contratada

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento do sinistro referente ao telemóvel Samsung S21, participado no dia 20 de agosto de 2026. 1. Falha na realização da recuperação e cópia de segurança dos dados No dia 20 de agosto de 2026, aquando da participação do sinistro, solicitei a realização de uma recuperação e cópia de segurança dos dados armazenados no equipamento, pedido que ficou registado no processo. Importa referir que a “Cópia de Segurança em Cloud” e a "Recuperação dos dados" fazem parte das coberturas contratadas. No dia 4 de setembro de 2026, ao contactar o apoio ao cliente para obter informações sobre o estado do processo, fui informada de que o pedido estava registado, mas não tinha sido executado e que já não seria possível recuperar os dados. Estamos perante a perda definitiva de dados pessoais acumulados ao longo de cinco anos, que se encontravam armazenados no equipamento. Considero, por isso, que deverá ser apresentada uma proposta concreta de compensação pela perda definitiva dos dados. Considero igualmente adequado que seja efetuada a devolução dos valores pagos pela cobertura de cópia de segurança e recuperação de dados, uma vez que se trata de uma proteção que foi contratada e paga ao longo dos 5 anos de cobertura, mas que não foi prestada quando dela efetivamente necessitei e quando a sua execução foi expressamente solicitada. A devolução desses valores não deverá, no entanto, prejudicar a análise de uma compensação adicional pelos prejuízos decorrentes da perda definitiva dos dados. 2. Estado em que o equipamento foi devolvido A entrega do equipamento foi realizada na semana passada e de forma que considero inadequada, uma vez que o telemóvel foi simplesmente deixado na caixa de correio, sem qualquer contacto ou tentativa de entrega em mãos por parte da transportadora. Quando regressei esta semana e tive oportunidade de abrir e verificar o equipamento, constatei ainda diversas situações que considero incompatíveis com uma reparação realizada de forma profissional e cuidada. Nomeadamente: o ecrã apresenta diversos riscos, com um aspeto que sugere utilização/ou descuido no manuseamento; o equipamento foi entregue sem qualquer película ou proteção de segurança no ecrã; a parte traseira/estrutura do equipamento foi substituída, mas são visíveis diversos pontos de cola ao longo de toda a moldura do telemóvel; existe pó visível no interior da zona da câmara; a estrutura da câmara não se encontra corretamente centrada relativamente à posição das lentes do equipamento. Considero que um equipamento devolvido na sequência de uma reparação ao abrigo de uma apólice de seguro deveria ser entregue em condições adequadas, com um nível de acabamento compatível com um serviço profissional. 3. Recolha agendada e não realizada Na sequência da reclamação do estado do equipamento efetuada a 21/09, fui hoje contactada para proceder à recolha do equipamento, tendo ficado agendada a recolha para hoje, dia 22 de setembro de 2026, entre as 15h00 e as 17h00. Mais uma vez, o procedimento não foi cumprido. Durante o período indicado, permaneci disponível e aguardei pela recolha, tendo inclusivamente organizado o meu dia e alterado compromissos que já tinha previstos para garantir que estaria presente. Contudo, ninguém compareceu para efetuar a recolha e não fui contactada para informar de qualquer alteração ou justificar a ausência. Considero esta situação particularmente frustrante, uma vez que, depois de todo o processo já descrito, é novamente o cliente que suporta as consequências das falhas de organização e comunicação. Pedido de resolução e compensação Face ao exposto, esta reclamação deve ser analisada como um todo, e não como um conjunto de situações isoladas, uma vez que todos estes acontecimentos evidenciam sucessivas falhas na prestação do serviço. Nesse sentido, solicito uma resposta formal, escrita e fundamentada relativamente a todos os pontos acima identificados, incluindo uma proposta concreta de resolução e compensação pelos prejuízos e transtornos causados, nomeadamente: Uma proposta concreta de compensação pela perda definitiva dos dados, tendo em consideração que estão em causa cinco anos de informação; A devolução dos valores pagos relativamente à cobertura de Cópia de Segurança em Cloud e Recuperação de dados; Uma solução adequada relativamente ao estado do equipamento, garantindo que o mesmo seja devidamente reparado e devolvido em perfeitas condições, sem riscos, resíduos de cola, pó no interior da câmara ou qualquer outro defeito resultante da intervenção. Na impossibilidade de repor o equipamento no estado de novo em que se encontrava antes do sinistro e da reparação, solicito a devolução do respetivo valor de aquisição ou a sua substituição por um equipamento com características equivalentes. Aguardo uma resposta célere e uma resolução adequada da situação.

Em curso

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