Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
L. P.
06/06/2025

Qualidade no serviço

Exmos. Senhores, Eu estou tentando fazer análises clínicas há alguns dias e não consigo, as clínicas “parceiras” quando entro em contato dizem que não fazem análises pela Medicare (Redlab, Affidea, Germano de Sousa entre outras) fora o constrangimento que passei onde entrei em contato com um número que estava na aplicação de vocês e o senhor que atendeu foi muito arrogante, e com toda razão, pois, o número dele era pessoal e vocês colocaram de forma equívoca na aplicação. Estou totalmente insatisfeito com esse plano e quero cancelar. Cumprimentos.

Encerrada

Reclamação urgente – condições e conduta médica inaceitáveis no HVFX

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação urgente e formal relativa à situação vivida pelo meu avô, no Hospital de Vila Franca de Xira desde o dia 23 de maio de 2024. Desde a data de internamento, a nossa família tem enfrentado uma total falta de comunicação, apoio e transparência. Tentámos, desde 24 de maio, falar com um médico ou elemento da direção para entender o estado de saúde do meu avô - sem qualquer sucesso até ao dia 27, altura em que, após inúmeras súplicas e insistência, nos permitiram falar com um profissional de saúde. Durante este período, o meu avô foi colocado numa cave sem luz natural, trancado, e sem direito a acompanhante, algo que está previsto por lei. Só no dia 26 nos foi concedida uma visita de 30 minutos, na qual encontrámos o meu avô em condições degradantes: sacos de soro e antibiótico vazios, saco de urina cheio, sem higiene, apesar de ter uma infeção urinária grave e uma bactéria ativa desde novembro de 2024, nunca devidamente tratada, nessa mesma unidade. A maca onde se encontra é extremamente estreita, impedindo-o de se virar ou movimentar, não tendo sequer direito a uma cama digna e adequada às suas necessidades clínicas. Durante a madrugada de 26 para 27, o meu avô terá sido medicado sem que fosse possível acender a luz no quarto. O medicamento foi entornado, deixando-o completamente molhado até à manhã seguinte, sem qualquer intervenção por parte da equipa de enfermagem. Durante vários dias, o meu avô tem feito chamadas à família, implorando para ser retirado daquela unidade hospitalar, dizendo que não tem condições e que, caso ali permaneça, vai morrer. O seu desespero é constante e absolutamente angustiante para todos nós. No dia 27 dirigimo-nos novamente ao hospital, pelas 08h30, com o objetivo de solicitar os relatórios clínicos necessários à sua transferência para outra unidade. Foi-nos dito que o sistema estava indisponível e que não poderiam facultar qualquer documento, alegando que o sistema informático também tinha estado em baixo no dia da admissão. Apesar disso, encaminharam-nos para a CUF de Santarém. Quando lá chegámos, informaram-nos que teria de ser o hospital de Vila Franca a enviar toda a documentação para que a CUF pudesse analisar o caso e verificar se reunia condições para receber o doente. Voltámos a Vila Franca e, apenas após insistência firme e várias súplicas, fomos finalmente encaminhados para o médico. Foi então que nos informaram que o estado clínico do meu avô é instável e crítico, com o rim a parar, febre persistente e um diagnóstico de septicemia. O risco de paragem cardiorrespiratória é elevado. Disseram-nos ainda que, sem os relatórios clínicos (que nos tinham recusado até então), qualquer tentativa de transferência seria altamente perigosa e poderia levar à morte imediata. Além disso, só no dia 27 é que nos foi finalmente comunicado que o meu avô estava com septicemia, e que esta era precisamente a razão pela qual não o poderíamos transferir com segurança, informação esta que deveria ter sido prestada muito antes. No único dia em que nos foi permitido vê-lo, dia 26, durante apenas 30 minutos, deparámo-nos com outras famílias em situação semelhante, em lágrimas e em desespero por não conseguirem ver os seus familiares nem obter qualquer tipo de esclarecimento. É visível que esta não é uma situação isolada, mas sim uma falha estrutural que se repete. Informo ainda que foi registada uma reclamação formal no Livro de Reclamações do hospital, pela minha prima, com todos os pontos relatados, e reiteramos que este email serve para reforçar a urgência e a gravidade da situação junto das autoridades competentes. Esta realidade levanta sérias preocupações sobre: - As condições clínicas e humanas oferecidas aos doentes; - O cumprimento dos direitos dos utentes e respetivos familiares; - A gestão da informação clínica e o funcionamento do sistema informático hospitalar. Solicitamos que esta situação seja urgentemente apurada, que sejam tomadas medidas imediatas e que os responsáveis por esta grave negligência sejam responsabilizados. A vida do meu avô está em risco, e nada nos garante que amanhã estará vivo. Pergunto: se ele falecer nestas condições, quem se responsabiliza? Cumprimentos.

Encerrada
P. R.
28/05/2025

Prestação de Serviço

Exmos. Senhores, O meu nome é Pedro Rafael Pázeiro Correia, hoje dia 28/05/2025, por volta das 13:30, eu Pedro Correia, usufrui dos serviços SNS24, derivado á minha esposa Elizabete Mendes Indanhe Correia, estar gravida de nove semanas e queixar-se com diversas dores no corpo e com outros sintomas, a primeira chamada correu maravilhosamente bem, sendo que foi encaminhada para o centro de saúde laranjeiro/feijo almada, ás 15:32 no dia 28/05/2025 e orientaram-nos a ligar novamente caso que as dores continuassem ou caso que a consulta não tivesse uma solução, comparecemos ao local para a minha esposa ser observada por um(a) profissional, onde deram a resposta que não poderiam fazer grande coisa porque tem que ser com a medica de família. Saímos do local (centro de saúde Laranjeiro/Feijó), eu Pedro Correia, liguei a solicitar orientações ao serviço nacional de saúde 24, na qual a enfermeira que prestou o serviço foi bastante incorreta conosco, não deixou momento algum falar sobre o problema, quando falou com a minha esposa não ouviu a minha esposa de forma profissional, tivemos um atendimento péssimo, não humano, fomos tratados como "lixo" sentimo-nos completamente constrangidos com a situação, inclusive a minha esposa gravida de nove semanas, enervou-se, sentiu-se mal em via publica e no momento de passar a chamada para o INEM a enfermeira desligou a chamada na nossa cara, peço a vossa intervenção sobre este problema que é um problema delicado e sensível. Desejo os melhores cumprimentos. Pedro Correia

Encerrada
N. L.
21/05/2025

EFEITO COLATERAL GRAVE LIBRELA

AINDA SEM RESPOSTA! À Zoetis Portugal, Em junho de 2024 minha cadela tomou uma injeção do LIBRELA, medicacao dita para artrose/artrite em cães. Em gatos se chama SOLENSIA. Em outros locais se chama BERANSA. Na bula de outros países constam diversos efeitos colaterais graves, dentre os quais minha cadela apresentou vários logo após a administração da injeção. Dias após o uso, ela teve convulsões , ataxia (desequilíbrio /incoordenacao motora), poluiria (fazia muito xixi), polidipsia ( bebia muita água), arfava constantemente e agitação noturna. Depois ficou cega e com insuficiência renal. Todos esses efeitos DANOSOS E GRAVES DO LIBRELA estão descritos em bula da própria empresa. Apesar disso, quase um ano após nossa luta para mantê-la viva com vários tipos de medicações e terapias alternativas como acupuntura, ozônio, medicações para fígado, rim, cérebro, e anticonvulsivantes, com gastos enormes ao longo desses meses que já somam em torno de 4000 euros, a Zoetis até hoje não me forneceu nenhuma resposta com relação a esses gastos. Enviei e-mail para empresa e dizem que vão entrar em contacto, que o caso foi passado ao setor responsável , MAS SEM NENHUMA RESPOSTA NA PRÁTICA! Com relação ao medicamento, após muitos tutores se queixarem de efeitos gravíssimos, inclusive com grupos no Facebook como LIBRELA THE TRUTH e quase 30.000 reportes na base de dados europeia (https://www.adrreports.eu/pt/) de animais com efeitos colaterais dessa droga, ela ainda continua em circulação. Aguardo uma posição da empresa em relação aos gastos que tive para tentar sanar/diminuir os efeitos graves que impactaram na qualidade de vida da minha cadela, que hoje LUTA PELA VIDA após DANOS PERMANENTES provocados pelo LIBRELA. Cumprimentos.

Encerrada
H. B.
18/05/2025
Clínica Del Duque – Reabilitação Oral e Estética Dentária, U

Qualide do Serviço

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar queixa formal contra a clínica dentária Del duque, Unipessoal , localizada em [Rua 11 de Julho 4815-645 Caldas De Vizela,], relativamente a diversos episódios de conduta clínica que considero inaceitáveis, e que colocaram em causa não só a minha saúde oral como também os meus direitos enquanto utente. Em fevereiro de 2024, iniciei um tratamento com o objetivo de realizar uma reabilitação oral funcional, após uma avaliação inicial. No entanto, ao longo do processo ocorreram várias situações irregulares e inadmissíveis: 1. Ausência de plano de tratamento e orçamento detalhado, contrariando as obrigações de informação ao utente. Quando solicitado, foi-me dito que tal não seria possível. 2. Problemas físicos causados pelo aparelho ortodôntico, com feridas constantes devido ao mau posicionamento dos arames. Apesar das queixas, a situação foi desvalorizada. 3. Restauro e inutilização injustificada de um molar, o qual foi restaurado e cobrado três vezes, acabando por ser inutilizado, mesmo estando funcional antes das intervenções. 4. Prescrição inválida para medicação, nomeadamente antibióticos, sendo necessária a minha deslocação com a assistente à farmácia para comprovar a falha. A receita foi substituída posteriormente. 5. Deslocações repetidas por falhas na técnica ortodôntica, nomeadamente colocação do arame fora dos brackets e esquecimento de pontas cortadas dentro da boca. 6. Alteração de conduta clínica sem explicação prévia, nomeadamente na última consulta, quando foi recusada a continuação do tratamento quando questionei a súbita mudança na realização do molde para as coroas devido ao aparelho — apesar de este já estar colocado quando se decidiu avançar com os implantes. 7. Comportamento hostil da profissional de saúde, após eu questionar essa mudança de abordagem, terminando com a recusa de continuar o meu tratamento e a negação de acesso aos meus exames e documentos clínicos. Atualmente, encontro-me com aparelho fixo (colocado em março de 2024), dois implantes colocados, e um bracket solto que a médica disse não ser necessário recolocar. A única documentação na minha posse é a carteira com o modelo dos implantes. Considero que a atuação da clínica e da médica responsável fere gravemente os princípios de ética, transparência e respeito pelo utente. Solicito a vossa intervenção no sentido de: • Avaliar a conduta clínica e ética da profissional em causa; • Garantir o meu acesso a todos os registos e exames realizados durante o tratamento; • Assegurar que situações semelhantes não se repitam com outros utentes. Agradeço desde já a atenção dispensada. Cumprimentos.

Resolvida
C. V.
14/05/2025

Médico Perigoso Medicare ao Domicilio

Exmos. Senhores, Ora bem, esta reclamação enviei no 01/04/2025, vim verificar á plataforma da "resolve tudo" DecoPROteste, e está como "Encerrada". Pergunta; Como cidadã Portuguesa que paga os seus impostos, não mereço uma resposta vossa ou da Medicare? Perdi tempo convosco para quê? É preciso pagar pela resposta? Têm esta app, para quê, se nem á fava mandam as pessoas! A minha mãe á data, continua hospitalizada, e esse Sr. Doutor a exercer funções duvidosas. Fico á espera que mostrem dignidade humana, e resolvam alguma coisa. No dia 20/03/2025, recorri aos serviços da "tão bem falada" Medicare e porque no fundo estou a pagar as prestações é para usufruir dos serviços. Todos os meses 29,90€. Meu nome é Carla Vitorino e estou agregada ao processo da minha mãe n. cartão 021839553. Logo aí, foi um inferno para chamar o médico, pois teria de ser a minha a mãe a chamar e fartei-me de explicar, que ela não estava a falar com clareza. Depois de uma hora, de passar de assistente para assistente, lá consegui que me enviassem o médico a casa. Lógico que pedi de manhã e só apareceu á tarde, mesmo sabendo o quadro da mãe. Expliquei na ligação, que a mãe, estava com demasiados e intensos suores, não conseguia andar, pois tinha tonturas, não falava com nexo, não estava a comer nada , tinha tido febre e tossiu sangue. Aparece este Senhor Domingos Jalô, dizendo que era uma virose, sem fazer nem mandar fazer uma única análise, medicou com o antibiótico que envio em anexo. Provocou o pior, tenho a mãe internada, pois este antibiótico retirou-lhe todo o pouco que havia. Foi diagnosticado pelos médicos Leucemia. O problema podia existir, mas o antibiótico, dito pelos médicos deu cabo de tudo. Este senhor quer salvar vidas? Estará na profissão certa?

Encerrada
P. B.
04/05/2025
Hospital Cuf na Circunvalação no Porto

Infeção

Exmos. Senhores, Sou a filha de um paciente operado ao colo do fémur duas vezes no hospital Cuf na Circunvalação no Porto. A primeira cirurgia foi de urgência na sequência de queda. O paciente ficou com dor, o que não era suposto. Durante a permanência no hospital teve infeção urinária e pneumonia. O que denota baixo nível de controlo de infeções. Tive de assinar para que saísse do internamento. Já em casa e sempre com muita dor, a perna do lado da prótese esticava às sacudidelas com o fisioterapeuta. Voltou ao hospital para confirmarem que havia componentes da prótese soltos. Como? Fiquei perplexa. Agendada nova cirurgia. De novo em casa. As úlceras de pressão eram graves. A enfermeira do Centro de Saúde ficou alarmada. Fotografou e passou à equipa especializada. O doente tinha temperatura. Voltou ao hospital Cuf na Circunvalação no Porto e foi transferido para o hospital de Sto António, no Porto onde confirmam infeção da prótese e luxação da prótese! Só agora? Andaram a brincar aos médicos e enfermeiros? Quanto fingimento....e a família sempre por perto. Mas, nada... Lançaram-se numa aventura de amadorismo? Certamente. Mas lidam com seres humanos e não bonecos. Só estão a fazer currículo, isso é certo. E que currículo... Importa registar só o que interessa, o resto omite-se. Bravo!?... Mas uma vida está em risco e o paciente faleceu. Só mais um como tantos outros - dirão eles. Alto aí! Já é de mais! Irresponsabilidade, negligência. Quanto sofrimento! Em pleno séc. XXI, quem me dera que o tempo voltasse para trás, para o séc. XX, o dos MEDICOS com maiúscula, como foi o caso do meu padrinho também CIRURGIAO. Cumprimentos. P

Encerrada
M. C.
27/04/2025
Ikon sleep

Colchão

Exmos. Senhores, Recebi a vossa resposta relativamente à reclamação submetida em 11/04/2025, referente ao colchão adquirido em 05/04/2024. No entanto, venho por este meio manifestar a minha discordância em relação à decisão comunicada. Conforme informado, o colchão adquirido possui garantia de três anos, e a situação apresentada claramente demonstra uma possível falha na qualidade do produto, ainda que não se tenha manifestado nos primeiros dias ou semanas de uso. Vale ressaltar que nem todos os defeitos de fabrico ou problemas estruturais manifestam-se imediatamente, sendo comum que algumas falhas surjam apenas após algum tempo de uso regular. Além disso, a política mencionada de devolução em até 14 dias aplica-se ao direito de arrependimento ou devolução do produto intacto, e não à cobertura de garantia, que deve assegurar o consumidor contra defeitos de fabrico durante o prazo estipulado – neste caso, três anos. Assim, solicito esclarecimento detalhado sobre o que exatamente está coberto pela garantia do colchão, visto que o problema reportado evidencia a possível falta de qualidade ou durabilidade do produto. Dessa forma, reitero o meu pedido para que a situação seja reavaliada à luz dos direitos do consumidor e da garantia oferecida, a fim de que se encontre uma solução justa e adequada. Aguardo retorno com a devida atenção e celeridade. Atenciosamente, Márcia Costa Cumprimentos.

Encerrada
J. P.
18/04/2025

Arrogância, prepotência e mau atendimento

Exmos. Senhores, No passado dia 17 de abril, do ano corrente, dirige-me ás urgências do Hospital Lusiadas Amadora, como já é habitual a nossa familia fazê-lo, em sequência de uma recorrencia de urgencia. O meu marido, que agora sabermos ter deverticulite aguda intestinal, num estado grave de dor, obstipação, desconforto e mau estar, fomos triados por uma senhora chamada Lucinda Lopes que assim que dissemos que traziamos uma carta de caracter de urgência, passada pela gastroenterologista que tinha acabado de ver o meu marido, onde a mesma solicitava uma tac com contraste por achar que se podia tratar de uma pancreatite aguda, fomos tratados com arrogância, prepotência e inclusive desprezo, tendo sido atribuida uma pulseira verde a um homem que para alem de todo o quadro descrito, aprezentada cor bacilenta e amarelada. "Essa carta vale de nada. Quem decide se faz ou não TAC é a DRa que o vir. Por isso pode guardar isso e esperar que vai ter de fazer muitas coisas e se calhar nem faz nenhuma TAC. Para além disso, se for pancreatite, vai já ficar internado, por isso é bom que nem queira ter isso." Estamos onde? Pagamos um hospital privado para isto? Uma enfermeira desrespeita e passa por cima de uma carta de uma Dra de especialidade, opinando o que não lhe foi pedido nem é expectavel? Em conclusão, a Dra de urgÊncia, a Dra. Tatiana, encaminhou o meu marido para as urgências dos Lusiadas Lisboa, por falta de recursos apos as 22h e por consideração à carta lida que traziamos da médica de gastro, tendo em atenção e respeitando a sua colega, com a consciencia da gravidade de situação, e ao chegarmos aos Lusiadas Lisboa, automaticamente foi atribuida pulseira amarela e em 15 minutos estavam feitas analises, medicação na veia e a caminho de uma tac de contraste, que foi feita logo após. Mexe-se com vidas. Não com poderzinho, numa altura e lugar em que isso não devia ser sequer colocado em questão. Lamentável e arrisco-me até a dizer desumana esta experiência, estando numa situação de debilidade gigante e estando num hospital privado. A experiência Lusiadas Lisboa, receção Amadora e as Dra. Tatiana e outra Dra. que estava na urgência, foram o que no meio de tudo isto não nos fez eliminar por completo o uso desta cadeia, pelos habituais 5 elementos de familia que o o costumam fazer. A avaliar ainda, outros tramites e repercussões desta situação. Cumprimentos.

Resolvida
P. F.
16/04/2025

Reclamação contra a Impress – Tratamento ortodôntico prolongado e com falhas nos alinhadores

Exmos. Senhores, O meu nome é Patrícia Ferreira, residente em Alcácer do Sal, e venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Impress, responsável pelo meu tratamento com alinhadores dentários invisíveis. Em 2023, contratei um plano de tratamento com duração estimada de 6 meses, com o objetivo de corrigir a posição dos dentes através do uso de alinhadores invisíveis, tendo pago o valor total de 3.000€. No entanto, o tratamento já ultrapassou 1 ano, sem que tenha sido concluído ou demonstrado um progresso satisfatório. Para além do atraso injustificado, tenho enfrentado múltiplos problemas com os alinhadores fornecidos. Atualmente: Não me foi entregue um novo alinhador inferior número 6, por mais que o tivesse solicitado inúmeras vezes. O alinhador inferior número 5 encontra-se danificado, não encaixa corretamente e causa dor na língua e lábios. Fui aconselhada a prosseguir para o alinhador número 5, mas como o mesmo está inutilizável, tive de passar diretamente para o número 7, o que considero impróprio e desajustado ao plano e sendo que paguei pelo produto, exigi a sua substituição, a qual não foi feita. Esta situação foi reportada presencialmente em consulta, mas a única resposta que recebo por parte da equipa médica é para "usar e depois logo se vê". Esta resposta banaliza a minha preocupação, ignora o contrato estabelecido e desrespeita o investimento que fiz. Sinto-me prejudicada e desamparada por parte da Impress, visto que tenho manifestado desagrado e solicitado soluções desde as primeiras fases do tratamento — sem qualquer ação eficaz por parte da empresa. O serviço prestado não está em conformidade com as condições inicialmente contratadas. Assim, solicito o apoio da DECO na mediação deste conflito e, se necessário, no encaminhamento para os meios legais adequados, ao abrigo do Artigo 4.º da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho), que assegura ao consumidor o direito à substituição, reparação ou devolução do montante pago, sempre que o produto ou serviço fornecido apresentar defeitos ou não corresponder ao acordado. Agradeço a vossa atenção e colaboração. Com os melhores cumprimentos, Patrícia Ferreira

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.