Reclamações públicas
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Cancelamento do seguro negado
Exmos. Senhores! Boa tarde! Venho por meio desta, formalizar a minha reclamação, entrei em contato com a Agilidade com o intuito de pedir o cancelamento do meu plano, devido ao mal atendimento que tive , na verdade, não houve atendimento médico em uma especialidade a qual necessito acompanhamento devido a atraso do médicos em outros atendimentos. Minha consulta foi agendada com quase 2 meses de antecedência na unidade Sams Odivelas com o psiquiatra, cheguei a clínica com antecedência de mais de 1hora, aguardei o horário possível para fazer o check in , quando fui chamada a recepção, fui informada que o médico não conseguiria me atender devido ao seu atraso nas consultas com pacientes anteriores amim. Achei isso um absurdo, visto que , necessito do acompanhamento, faço uso de remédio controlado e não podia ficar sem os medicamentos os quais só consigo comprar com receita médica, consegui que a recepcionista me enviasse a receita por email para assim não ficar sem a medicação. Porém é um absurdo porque o médico deveria avaliar se a dosagem precisaria de alguma alteração e por fim não tive esse acompanhamento . Quero cancelar o meu plano e a atendente me informou que eu só posso cancelar daqui a doze meses. Não sou obrigada a cumprir com as cláusulas do contrato visto que o plano não cumpre com seu dever de fornecer aos pacientes os atendimentos que necessitam. Aguardo o retorno. E irei cancelar de uma forma ou de outra.
Atendimento
Exmos Senhores, Simplesmente nunca ninguém atende o telefone na receção. Dirigi me ao local e indicam que para marcar consulta tenho que ligar por telefone 20min, 30min etcc sempre em espera e nunca ninguém atende. Certamente já não tentarei realizar qualquer ato médico com este hospital. Obrigado
Falta de médico, mau atendimento etc
Assunto: Reclamação – Falta de médico de família, impossibilidade de marcação e atendimento deficiente Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha insatisfação relativamente ao funcionamento do Centro de Saúde de Santa Catarina, Caldas da Rainha. Apesar de ser utente deste centro, verifico que: Nunca me foi atribuído médico de família, situação que compromete seriamente o acompanhamento necessário e contínuo da minha saúde; As tentativas de marcação de consulta são invariavelmente infrutíferas, mesmo em casos de maior urgência, não sendo disponibilizadas alternativas viáveis para o utente; O atendimento prestado carece de organização, cordialidade e eficácia, revelando uma falta de consideração pelo direito dos cidadãos a cuidados de saúde dignos. Esta realidade é inadmissível e profundamente preocupante, uma vez que coloca em risco a saúde e o bem-estar dos utentes, que ficam desprotegidos e sem acesso adequado ao Serviço Nacional de Saúde, ao qual contribuem e têm direito. Solicito, assim, que esta situação seja revista com a máxima urgência, garantindo-se: 1. A atribuição de médico de família a todos os utentes; 2. A melhoria na acessibilidade às marcações, em especial nos casos urgentes; 3. Um atendimento mais eficaz, humanizado e respeitador. Na expectativa de uma resposta célere e de medidas concretas, subscrevo-me, Com os melhores cumprimentos, [O seu nome completo] [Nº de Utente do SNS] [Contacto telefónico / email]
Procedimento estético ilegal, danos físicos e mentais irreversíveis, ausência de fatura e profission
Fui vítima de um procedimento de harmonização facial realizado pela marca Noage, operando sob a empresa Paradoxo Gracioso Lda (NIF 516193813), com sede declarada na Rua da Guiné 11, 2685-336 Prior Velho e local de atendimento presencial em Av. da República 6, 1050-191 Lisboa, onde fui atendida no dia 31/10/2022. Paguei 1.450€ por transferência bancária (fora os valores em dinheiro não contabilizados) e não recebi qualquer fatura, recibo, garantia, ou contrato. O procedimento foi executado por Amanda Priscila Almeida, sem registo na Ordem dos Médicos para exercer medicina estética em Portugal — o que infringe as leis de saúde pública e segurança do consumidor. Não houve consentimento informado, não foi realizada triagem clínica nem exames prévios, e fui submetida a substâncias e técnicas invasivas sem supervisão médica adequada. Como consequência, sofri deformações faciais, inflamações crónicas, dores neurológicas, desenvolvimento de medos e traumas psicológicos severos, episódios de emergência hospitalar, ganho de 52kg devido a tratamentos com corticoides, e perda total da minha autoestima e da minha empresa na área de estética. Hoje tenho indicação cirúrgica urgente na coluna vertebral. Fui diagnosticada com quadro grave de stress pós-traumático, que afetou minha vida pessoal, profissional e afetiva, quase me levando ao suicídio. Esta empresa continua a operar e a fazer vítimas silenciosas. Peço apoio urgente da DECO na exposição pública e aviso legal para outros consumidores, e que se apure a legalidade de funcionamento da empresa Paradoxo Gracioso Lda, que atua com nome fantasia “Noage”, utilizando espaços comerciais e clínicos não autorizados para práticas de medicina estética. Apelo também a que este caso seja compartilhado com entidades como ASAE, Ordem dos Médicos, ERS, DIAP, CNPD e Autoridade Tributária, com os seguintes processos em curso: ERS – Entidade Reguladora da Saúde | Processo: 56022/25 DIAP – Ministério Público | Processo: NUIPC 3162/25.0T9LSB Ordem dos Médicos / PGR | Processo: 12958/25 Deixo este alerta como forma de proteger outras vítimas e de responsabilizar juridicamente todos os envolvidos por danos permanentes causados à minha saúde, dignidade e vida.
Reclamação formal sobre práticas clínicas e comerciais – Clínica Diogo Cunha, Guimarães
Gostaria de esclarecer que este relato já foi apresentado presentemente no site oficial da Deco, e é apresentado aqui quase dois anos após a consulta, em virtude de uma resposta hostil, provocadora e descredibilizadora recebida da gerência da clínica, em que, após minha avaliação de uma estrela no Google Maps, me foi dito de forma enfática: "O senhor não é cliente da clínica!". Esta resposta motivou a necessidade de tornar pública e rcorrer a instÂncias apropriadas a experiência de forma detalhada e objetiva. Fui paciente da Clínica Diogo Cunha, em Guimarães, numa consulta periodontal, e a minha experiência foi extremamente negativa. Durante a consulta, a assistente dentária revelou inexperiência e falta de foco, obrigando-me a intervir de forma colaborativa e consciente para garantir que a aspiração de água e sangue fosse feita corretamente, prevenindo engasgamento e sufoco. Solicitei à médica interrupções temporárias quando necessário e conduzi a mão da assistente em zonas críticas para que o procedimento fosse seguro, especialmente nas áreas de maior sangramento gengival. Esta intervenção foi feita com postura amiga, firme e colaborativa, demonstrando atenção à segurança e eficácia do procedimento sem comprometer a ética ou profissionalismo durante a consulta. Durante o mesmo procedimento, expus à médica que tinha feito uma destartarização em outra clínica dois meses antes, mas que sofria de retração gengival e sangramento contínuo. Apesar disso, os sintomas foram desvalorizados e o mesmo procedimento foi repetido, com força excessiva sobre as gengivas, provocando lesão interdentária e perda de substância gengival, que ainda me causa dor. A única solução apresentada foi anestesia para mascarar a dor, em vez de rever a técnica aplicada. Houve ainda falhas graves na receção: a fatura com os meus dados pessoais foi enviada duas vezes para um e-mail errado, sem qualquer validação prévia. A situação só foi corrigida por intervenção de um funcionário da contabilidade que atendeu a chamada em substituição da rececionista.. Curiosamente, após atribuir a minha única estrela no Google Maps, a gerência respondeu afirmando que eu não sou cliente desta clínica. Ainda que atualmente não seja cliente, esta resposta parece uma tentativa de descredibilizar a minha experiência legítima e a mim como pessoa. Tal conduta reforça a percepção pública de que a clínica privilegia estratégias de marketing agressivas e proteção da própria imagem, em vez de assumir responsabilidades e corrigir falhas. Quero deixar claro que inicialmente não tinha qualquer intenção de expor esta experiência publicamente wm várias instãncias. No entanto, a postura hostil e descredibilizadora da gerência acabou por me obrigar a fazê-lo. Em vez de assumirem falhas e procurar melhorar, atacam clientes e ex-clientes que partilham opiniões legítimas. Ao optar por este caminho, escolheram confrontar-se com "a pessoa certa". Outro ponto relevante é a forma como a clínica organiza o acesso aos seus serviços. O check-up inicial é anunciado como gratuito, mas se o paciente desejar que o exame seja realizado pelo médico dono da clínica, já é cobrado um valor adicional. Esta diferenciação cria uma hierarquia de acesso e revela que o marketing e o lucro estão à frente da transparência e do cuidado com o paciente. Este relato é consequência da postura provocadora da gerência, que tentou descredibilizar a minha pessoa, avaliação e experiência. Assim, considero necessário que o meu testemunho seja conhecido em múltiplas plataformas para refletir a realidade de forma objetiva e completa. Este testemunho reflete a minha experiência pessoal, objetiva e concreta, e não será apagado por justificações posteriores. Adicionalmente, sou membro ativo no partido político LIVRE, e este tipo de técnicas comerciais agressivas, incluindo a continuidade destas tentativas de descredibilização de clientes, poderá eventualmente ser objeto de exposição pública, em instâncias apropriadas, incluindo a Assembleia da República. É, portanto, interessante — e até irónico — que a provocação e a tentativa de descredibilização ao meu voto de uma estrela e à minha pessoa tenha sido feita, pois só reforça a necessidade de transparência e responsabilidade ética neste setor. Seguirei a recomendação da Deco Proteste e não colocarei, aqui, a minha identificação. Mas, nos orgãos oficiais de denúncia do Estado e privados estará bem presente. Atentamente, P.C.
MÁ FÉ CONTRATUAL
Assinei de boa fé um contrato com Holmes place de Cascais Contudo o clube agiu de MÁ FÉ pois não refere os sete dias de período de reflexão Como a qualidade do ar é péssima nas salas quisemos desistir e foi nos dito que tínhamos de respeitar os 30 dias pré aviso - isto foi dito na assinatura mas esqueceram de referir os SETE DIAS???
Negligencia médica
Bom dia, Eu, Cristóvão Afonso Macedo, residente em Mont-sur-Lausanne, Súcia, filho de Nair da Costa ( 15.01.1945) venho desta forma denunciar uma situação ocorrida na semana passada nas urgências da Unidade Hospitalar de Bragança. Segunda-feira da semana passada ( 11 de Agosto de 2025) a minha mãe dá entrada nas urgências com dores de cabeça, febre e vómitos. Após consulta foi-lhe dito que era uma virose e foi para casa medicada. No dia seguinte, e com febres cada vez mais altas e fortes dores de estômago e mostrando já momentos de desorientação voltou às urgências e após ter passado toda a noite num cadeirão foi de novo enviada para casa com mais medicação. Dois dias depois e estando sempre com 39 e 40 graus de temperatura corporal volta às mesmas urgências ( acompanhada pela minha irmã).Nesse momento era notório que para além das febres altas e dores, a minha mãe tinha momentos de lucidez e noutros mostrava uma forte desorientação com conversas sem nenhuma coerência, além de ter muita sonolência. A minha irmã referiu isso mesmo ao médico que a atendeu ( Doutor Jorge Quintas) e pediu que fossem realizados exames neurológicos para descartar possíveis problemas ou mesmo um A.V.C.. O dito médico mostrou uma falta de respeito e de compreensão/humanidade tendo mandado calar a minha mãe várias vezes e recusando os exames pedidos. Chegou a dizer que se a minha mãe tivesse algum problema não falava tanto e que fosse para casa que não andasse a ir às urgências todos os dias a chatear as pessoas. Além de ter mostrado falta de competência médica não sabendo ler corretamente um caso clinico, mostrou uma enorme falta de ética profissional não possuindo qualquer capacidade humana para um trabalho com tanta importância e responsabilidade. Sábado passado a minha mãe começou a fazer convulsões e após nova ida imediata às urgências nada mais pode ser feito a não ser a sua colocação em estado de coma e transferências para a unidade dos cuidados intensivos do hospital. Neste momentos os exames confirmam que sofre de uma encefalite (infeção viral no cérebro) tendo terminado também por fazer um A.V.C.. Se nas primeiras visitas às urgências tivessem feito um simples TAC tinha-se evitado essa infeção generalizada no cérebro e o A.V.C. Tudo isto devido a negligência da parte dos médicos de serviço. Como filho sinto-me revoltado, pois a minha mãe pedia ajuda e ninguém a levou a sério. Segundo eles, por ter 80 anos e porque estava muito calor devia era de estar em casa. Nada que se poderá fazer agora mudará a situação atual da minha mãe mas considero importante denunciar parar que estes casos não se repitam com tanta facilidade. Espero que esta minha revolta seja ouvida e denunciada. Obrigado Cristóvão Macedo 0041788163111 cristovaobgc.80@hotmail.com
Condições Trabalho
Exmos Senhores. Venho por este meio comunicar várias situações recorrentes, desde falta de higiene a falta de condições de trabalho. Desde ratos (incluindo excrementos dos mesmos), baratas e entre outros. Convém referir também a falta de condições de trabalho e para o pessoal voluntário, devido a falta de conforto no quartel. Tenho conhecimento destas situações, devido a ser ex trabalhador da casa, e só agora estou a relatar estas mesmas situações, devido a ameaças constantes de despedimento pela entidade patronal, que refere vezes sucessivas, que se encontram em condições de demitir a qualquer altura, qualquer funcionário. Situações de pressão psicológica acontecem constantemente, e relativamente a qualquer assunto. Inclusivo quando os trabalhadores se queixam da falta de condições de higiente e de conforto. Incluindo, houve sucessivas agressões verbais e até mesmo físicas contra os trabalhadores. E nunca houve qualquer atitude tomada por parte da entidade patronal na resolução de todos os problemas aqui descritos. Dou como informação extra, que nos Incêndios de Setembro de 2024, foram oferecidos ao Corpo de Bombeiros, vários meios alimentares e águas, bens estes que sao colocados no lixo por falta de validade, pois nao foram entregues aos bombeiros. Numa altura em que Portugal precisa cada vez mais dos bombeiros, os mesmos não são tratados com dignidade pelas suas entidades com dignidade. Envio algumas fotos em anexo, que sao facilmente comprovadas por qualquer fiscalização ou abordagem a qualquer bombeiro da corporação em questão.
Diagnóstico incorreto
Cheguei lá com sintomas muito maus, senti-me como se estivesse a morrer. O médico disse que eu estava com uma constipação ligeira, nessa noite fui às urgências por causa de uma pneumonia muito forte, mas o médico da manhã riu-se de mim e disse-me para não fazer tanto alarido. Tinha a certeza de que algo estava errado. Nas urgências, fui o último a ser atendido devido a problemas de comunicação (mesmo quase tendo caído da cadeira), porque sou estrangeiro, e o médico repreendeu-me, perguntando o que tinha feito, estava com pneumonia. Depois, no sistema CUF, consultei 3 ou 4 pneumologistas diferentes nas semanas seguintes, que prescreveram antibióticos diferentes porque nenhum deles funcionou. Ninguém se mostrou interessado quando pedi um exame de sangue para verificar o antibiótico certo. Assim, fiquei doente com os efeitos secundários da medicação.
Rescisão de contrato com justa causa
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Medicare – Serviços de Saúde S.A. Contactei a Medicare subscrevendo então o plano Platinium mais vida, em que me foram transmitidas condições que motivaram a minha aceitação, nomeadamente o facto de ter médico ao domicílio o que facilitava muitas vezes a logística de deslocação com o meu filho de 2 anos. Contudo, após a adesão, verifiquei que tinha recebido um email onde constavam os números dos 3 cartões, ou seja o meu, do meu filho e do meu marido, inclusive recebi os cartões, no entanto cada vez que tentava contactar não conseguia porque a chamada estava como se estivesse bloqueada, após várias tentativas do telemóvel do meu marido, conseguia contactar no entanto, quando fornecia o número do cartão diziam sempre que estava errado passando “ a bola “ uns para os outros, ou seja, mandam tratar no apoio cliente e o apoio cliente dizia que não eram eles que solucionavam. Para além desta questão, fiz algumas consultas em que constantemente tinha de ficar em espera, uma delas estive em espera 1h e depois foi me inclusive atribuído outro médico porque aquela estava atrasada e não sabia quando iria conseguir fazer a consulta. Ainda assim dei o benefício da dúvida, então pedi novamente medico, na altura era necessário para mim e para o meu filho, em que para duas pessoas diferentes informaram que teria de contactar 2 vezes, então marcaram a minha e informaram que quando desligasse teria de marcar a do meu filho, no entanto estive a tentar toda a noite e não obtive resposta. Entretanto solicitei que o médico que me vinha ver pudesse ver o meu filho e foi me negado. Outra questão, tentei várias vezes marcar várias consultas, em que contactava, faziam o pedido, diziam que eu ia ser contactada e passava dias e ninguém dizia nada, a última vez que aconteceu, passou 1 semana e eu liguei a efetuar a reclamação pois por esse motivo o meu filho não teve consulta. Com o meu marido, também houve uma situação em que não quiseram enviar médico ao domicílio, preferiram fazer vídeo chamada em que ele estava com manchas no corpo e com febre e a médica que o viu por vídeo chamada deu o diagnóstico errado. O meu filho teve algum tempo em que pedi várias consultas ao domicílio porque a otite não passava, teve 3 consultas com 3 médicos diferentes, em que todos receitavam medicações diferentes e diziam que o médico anterior tinha feito mal o diagnóstico e receitado mal a medicação. Contactei a Medicare para tentar resolver a situação, mas sem sucesso. Só me contactaram por falta de pagamento, porque quando os contactei a reclamar, informei que não iria continuar a pagar um serviço na qual não estou a ser bem servida e queria rescindir contrato com justa causa. Considero que fui induzida em erro, e que a conduta da empresa configura publicidade enganosa e prática comercial desleal, lesando os meus direitos enquanto consumidora Assim, venho solicitar o apoio da DECO PROTESTE para a resolução deste problema, nomeadamente cancelamento imediato sem penalizações.
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