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Fraude via Session Hijacking – Falha de Segurança da Klarna e Violação da Diretiva PSD2
Venho por este meio expor uma situação de fraude informática e a subsequente postura negligente da entidade Klarna Bank AB, que se recusa a reconhecer uma transação indevida apesar de todas as evidências técnicas apresentadas. Fui alvo de um ataque informático (malware Infostealer) que resultou na exfiltração de tokens de sessão do meu browser. Utilizando estes dados, terceiros usurparam a minha identidade para realizar uma compra fraudulenta no valor de €"41,85"eur (Fatura 680VTM5L - 1) junto do comerciante ShopTo.Net. Apresento os seguintes factos que demonstram a responsabilidade da Klarna: Diferença de Localização (IP): O comerciante confirmou que a transação foi realizada a partir do IP 188.82.255.159. No entanto, os meus acessos legítimos (domésticos e móveis) ocorrem sob gamas de IP totalmente distintas, facto que prova que a operação foi executada por terceiros a partir de uma ligação externa. Incumprimento da Diretiva PSD2 (Falta de SCA): Apesar de ter a autenticação por SMS ativa, a Klarna processou este crédito sem me solicitar ou enviar qualquer código de verificação. Segundo a Diretiva de Serviços de Pagamento (PSD2), a responsabilidade por transações efetuadas sem a devida Autenticação Forte (SCA) recai sobre a instituição financeira. Admissão de Fraude pelo Comerciante: O próprio vendedor já reconheceu a natureza criminosa da operação e bloqueou a conta por fraude. Contudo, a Klarna insiste em cobrar o valor ao consumidor. Diligência do Consumidor: Reportei a situação de imediato, apresentei queixa-crime na Polícia Judiciária e forneci todos os dados técnicos. Em resposta, a Klarna limitou-se a enviar uma comunicação genérica afirmando que sou "obrigado a pagar", sem qualquer fundamentação ou análise dos IPs envolvidos. É inaceitável que uma instituição financeira permita que um "Session Token" roubado contorne todas as camadas de segurança e, após ser alertada com provas técnicas e policiais, tente transferir o prejuízo do crime para a vítima. Exijo o cancelamento imediato deste plano de pagamentos e o estorno da quantia de €13,95eur já debitada indevidamente na minha conta bancária. Aguardo uma resposta célere e adequada à gravidade dos factos.
Faturação
Boa tarde, preciso de ajuda eu tenho estado com dificuldade de pagar cento e setenta e tal euros a oney e já por dois meses combino um dia para fazer o pagamento e eles antes da data combinada vão a minha conta de dois em dois dias tirar perto de 50€ de cada vez chegam a tirar uns 400€ por mês de irem a conta e não haver lá dinheiro e dizem que são débitos que já tinham previstos antes de combinarem um dia comigo. Precisava muito da vossa ajuda obrigado.
Estou farto
Estou a 1 ano a entrar em contacto com o universo e parece que estão a gozar, eu quero pagar a minha divida de 800 euros e não me enviam entidade e referência , já tive possibilidades para pagar e não me facultaram a entidade e referência, ora dizem k está com a imtrum eu ligo para a imtrum e dizem k está com o universo, tive de ser operado no estado pois não pude fazer crédito para ser operado no particular, e nem me dizem nada e não para de crescer a divida no banco de Portugal ....
Pagamentos em duplicado
Exmos. Srs. Esta reclamação é feita por esta via por ser mais expedita; no entanto, de seguida, fá-la-ei via ASF. Fiz o pagamento dos meus seguros no app porque recebi um alerta de que estavam em vias de vencer. Contudo, após alguns dias, esses mesmos valores foram debitados na minha conta bancária, como se ainda não tivessem sido pagos. Não percebo como tal pode acontecer. Menos percebo por que, tendo transmitido essa irregularidade por contacto telefónico, para reaver esses valores, poderia ter de esperar entre 6 e 8 meses; quando esse processo deveria ser, num tempo razoável, de menos de uma semana. De um modo muito pragmático, a partir do momento em que alertei para essa falha, a própria empresa Fidelidade deveria por sua iniciativa analisar a duplicação de pagamentos e avançar celeremente com a respetiva correção no sentido de que os clientes não sejam prejudicados, como é o meu caso, aqui descrito.
Cobrança de Desalfandegamento
Venho expor a situação em que me encontro relativamente a uma dívida de desalfandegamento. Recebi uma comunicação de pagamento por carta, no entanto, a mesma não incluía qualquer informação clara sobre a origem ou detalhe da dívida. Em momento algum fui previamente informado de que teria sido pago um valor de desalfandegamento em meu nome, nem de que existiria posteriormente um valor a liquidar. Tendo em conta também que esta dívida diz respeito a um envio efetuado há cerca de 2 a 3 meses, assumi que a comunicação poderia tratar-se de uma tentativa de fraude, motivo pelo qual não procedi ao pagamento. Deparo-me agora com um valor significativamente superior para pagamento, o que considero inadequado, uma vez que não foi prestada informação clara e atempada sobre a situação. Considero que é responsabilidade da empresa garantir que os clientes recebem informação detalhada e transparente relativamente a quaisquer valores em dívida, de forma a evitar situações como esta. Adicionalmente, este tipo de comunicação contribui para aumentar o risco de os clientes desconsiderarem notificações legítimas, precisamente pela falta de clareza, o que pode facilitar a ocorrência de esquemas fraudulentos.
Cobranças indevidas
Boa tarde, venho por este meio comunicar que foi efetuada uma cobrança indevida pela empresa Domestic and General Insurance PLC na minha conta bancária. O extrato foi feito hoje, 01/04/2024. Nunca ouvi falar nesta empresa até o presente momento e gostava de ser reembolsada no valor cobrado, equivalente a 14,99€ + 2.49 . Sendo que já esta feito o cancelamento do débito directo .Aguardo o feedback das medidas que serão tomadas mediante a esta situação
Liquidação antecipada
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao contrato de crédito automóvel celebrado com a vossa entidade. No âmbito da atividade da minha empresa, recorri a um crédito junto da Cetelem para aquisição de uma viatura, tendo tomado essa decisão com base na informação prestada de que poderia, a qualquer momento, proceder à liquidação antecipada do crédito sem qualquer problema relevante. Decorridos cerca de 7 meses, decidi proceder à liquidação total do referido crédito. Para meu espanto, foi-me apresentado um valor em dívida de 55.293,00€, ao qual acrescem juros no montante de 355,32€. Contudo, o que considero absolutamente inadmissível é a aplicação de uma penalização por pagamento antecipado no valor de 12.470,16€. Perante esta situação, entrei em contacto com os vossos serviços, nomeadamente através da linha de apoio, tendo sido atendido pela Senhora Vânia Gonçalves. Infelizmente, não me foi dada uma explicação clara, objetiva e fundamentada. As respostas fornecidas foram inconsistentes e sem base concreta. Solicitei esclarecimentos adicionais, nomeadamente: • Onde se encontra prevista, no contrato, a referida penalização; • Qual o enquadramento legal que justifica a aplicação deste valor. Até à presente data, não obtive qualquer resposta esclarecedora. Fui apenas encaminhado para o stand que procedeu à venda da viatura, o que considero totalmente inadequado, uma vez que o contrato de crédito foi celebrado com a vossa entidade. Assim, venho por este meio exigir: 1. A identificação clara da cláusula contratual que sustenta a penalização aplicada; 2. A indicação do respetivo enquadramento legal que legitima tal cobrança; 3. A revisão urgente dos valores apresentados, que considero manifestamente abusivos. Mais informo que, caso esta situação não seja devidamente esclarecida e corrigida com a maior brevidade, irei apresentar reclamação junto de todas as entidades competentes, incluindo o Banco de Portugal e entidades de defesa do consumidor. Adicionalmente, reservo-me o direito de expor esta situação junto dos meios de comunicação social, nomeadamente televisão e imprensa, por considerar que estamos perante uma prática que carece de total transparência e legalidade. Aguardo uma resposta célere e devidamente fundamentada. Com os melhores cumprimentos,
Débito direto não autorizado
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar a existência de débitos diretos na minha conta bancária, iniciados em 2fevereiro de 2022, (8,99 por mês) por uma entidade que não reconheço e à qual nunca concedi qualquer autorização. Solicito: O cancelamento imediato do débito direto O bloqueio de futuras cobranças dessa entidade O reembolso de todos os valores indevidamente debitados Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.
Débito indevido
Domestic and General insurance estava debitando há quase um ano €5.99 de minha conta sem minha autorização. Vou consultar um advogado para resolver tal questão
Reembolso não realizado
Venho por este meio demonstrar o meu mais profundo desagrado para com uma situação que já vem a arrastar-se há pelo menos três meses. No ano de 2024, em novembro, adquiri um telemóvel na Radio Popular e efetuei um seguro do mesmo em que tirariam por débito direto mensalmente o valor de 13.49€. A seguradora com a qual foi realizado o seguro é a Domestic and General. No entanto, no dia 8 de janeiro de 2025 decidi cancelar esse seguro e contactei a seguradora para que rescindisse esse mesmo contrato. Mandaram-me um formulário para digitalizar com o meu cartão de cidadão e assinatura para efetuar o cancelamento do mesmo, tendo eu ainda em minha posse esse mesmo e-mail que comprova a anulação. Posteriormente, voltei a adquirir outros produtos na mesma loja, criei de novo um seguro a mesma seguradora, Domestic and General, a mesma do seguro efetuado anteriormente. No entanto quando quis dar baixa desse mesmo seguro informam-me que o primeiro seguro ainda estava ativo e que todas as prestações tinham sido realizadas, 11 meses depois de ter feito o cancelamento do mesmo. Aqui até pode ter sido erro meu, por mesmo passando algum tempo, nunca ter dado conta de que esse debito era realizado, mas como a conta de onde a mensalidade era retirada não era a minha principal conta, visto que comprei casa e tive que criar outra conta no banco que se tornou a minha principal, tendo inclusive desativado essa mesma primeira conta, não tendo nenhum acesso à mesma. Na altura, disseram-me que iriam fazer o reembolso de todas as prestações que foram retiradas depois da secessão do contrato, contudo avisei logo de que se iriam fazer o reembolso para a conta que estava associada esta já não existia porque eu já a tinha desativada e disseram-me então que facultasse o novo IBAN. Assim o fiz e aguardei. Qual é o meu espanto quando recebo o e-mail a avisar de que a transferência tinha sido, de facto, realizada mas para o cartão desativado. Entrei em contacto com o apoio ao cliente da seguradora contei de novo a situação e disseram que iriam então de novo voltar a fazer a transferência. Contudo, o mesmo voltou a acontecer, a transferência foi sim realizada, mas para o cartão antigo. Entrei de novo em contacto, enviei inclusive o comprovativo do meu banco de que a minha conta tinha sido inativada e que eu não tive acesso a nenhuma transferência, é-me sempre garantido que iriam tomar conta da situação, mas o que é quase anedótico é que esta situação já se sucedeu mais de 4 vezes, entre varias ligações, e-mails e vários comprovativos em que insistem em fazer a devolução para uma conta que não existe. Tentei sempre ser paciente e cordial, mas ao fim de quase mais de três meses, como se diz e bem a paciência tem limites. o único contacto telefônico que existe dizem que não trabalham diretamente com o departamento financeiro e que não podem solucionar o problema, mas que a informação é passada. Quanto à troca de e-mails parece mesmo que ninguém se designa a ler convenientemente os meus e-mails que dizem explicitamente com documentos em anexo de que a transferência não pode ser realizada para um cartão que já não existe. Cheguei assim, ao meu limite e venho por este meio reclamar e demonstrar o meu descontentamento, em que não bastava continuarem a fazer débitos de um seguro que já tinha sido inativado, bem como quando deviam solucionar o problema, transformam esta situação nesta parábola em que que só mesmo contado porque ninguém acredita, como é que é possível uma situação se alastrar durante tanto tempo em que a solução era simplesmente compreenderem de que aquela conta já não existe e que a transferência tem que ser realizada para o novo IBAN já facultado. Aguardo desde o dia 23 de março por uma resposta desde a ultima vez que entrei em contacto com a seguradora e até hoje dia 12 de abril não foi feita nenhuma transação em entraram em contacto comigo. Espero que assim, tendo chegado ao limite e depois de várias vezes avisar de que iria de facto fazer a reclamação uma solução seja encontrada finalmente.
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