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Encomenda não recebida
Após compra datada a 27/09/2026 às 9:31 de um termoacumulador Ariston VELIS Dune 80L no site selovita.com foi-me informada a entrega prevista de 12 a 17 de Outubro. A encomenda ainda não chegou e não consigo encontrar forma de seguir encomenda ou falar com vendedor. Creio ter sido burlado. O pagamento foi em MBway e tem o ID transação: s2dbHeDFRmHG5KT3vgTa Gostava de ter informações sobre este assunto e maneira de reaver o dinheiro ou receber o produto.
Cobrança duplicada após pagamento à cobrança (COD)
Exmos. Senhores, A encomenda AWB 873052226673 foi integralmente paga no ato da entrega, por cobrança à entrega (COD), no valor de 158,35€ (fatura FTFE 2026 126802), que já inclui IVA/direitos de importação (139,90€) e honorários de desalfandegamento (15,00€ + IVA). Posteriormente, a FedEx emitiu a fatura 723119241 (FT 040/114302), de 39,87€, tipo "EXPD", sem qualquer descrição do serviço a que corresponde. Trata-se de uma cobrança duplicada e não fundamentada. Pedi esclarecimentos por escrito em 10/08, 29/08 e 14/10/2026 (refs. CQL 48810837, 49279792 e 50283045) e recebi apenas respostas automáticas. Em vez de responder, a FedEx enviou o valor para a empresa de cobranças Intrum (processo 227356535), que já o aumentou para 40,25€. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico (n.º ROR00000000045767703, remetida à ANACOM) e abri o ticket FedEx SFC47271776. Solicito a anulação da fatura 723119241, a retirada imediata do processo da Intrum e a confirmação escrita do arquivamento. Com os melhores cumprimentos, Mafalda Amado
Aviso de pagamento recebido 5 dias depois do limite.
A referência de pagamento do seguro do carro foi enviado 5 dias depois do limite de pagamento. O último dia era 9 oct. O documento foi emitido 5 Setembro. Mas foi so enviado por gmail a 14 de Outubro. O próprio pdf mandado pela empresa no email dez 14 de Outubro. Pelo que foi multado por falta de seguro pela gnr no dia 10 de Outubro. No pode pagar o seguro sem referência de pagamento. Tambem gostaria saber quando mandar-me o primeiro aviso? Generali tranquilidade
Imobiliária Pioledo Vila Real
📌 A MINHA EXPERIÊNCIA COM A IMOBILIÁRIA PIOLEDO Quero partilhar a minha experiência porque não desejo que outras pessoas passem por uma situação semelhante. • 🏠 Dois anos de arrendamento — Vivi no imóvel durante dois anos. • 📅 Cumpri os 90 dias de aviso prévio — Respeitei o prazo e continuei a cumprir as minhas obrigações durante esse período. • 🔑 Entrega das chaves — A entrega foi feita dentro do prazo estabelecido apesar que teve muita dificuldade para essa chave ser entregue dentro do prazo . • 🧹 Estado da casa — Tenho vídeos e fotografias que registam o estado do imóvel. • 📱 Tenho provas — Guardei mensagens, documentos, fotografias e vídeos relacionados com todo o processo. • 💶 Cobranças após a entrega — Depois da entrega começaram a surgir valores que considero muito elevados e que, na minha perspetiva, precisam de ser esclarecidos. • ⚠️ Questões anteriores — Algumas das situações apontadas já apresentavam, segundo a minha experiência, sinais de desgaste ou problemas anteriores. • 📂 Vou apresentar tudo — Pretendo mostrar os vídeos, fotografias, mensagens e documentos para que a situação possa ser analisada com base nos registos. Não quero que ninguém acredite apenas na minha palavra. Quero que conheçam os factos e tirem as suas próprias conclusões. Se aconteceu comigo, espero que este relato possa servir de alerta para outras pessoas. Tudo começou quando eu estava disposta a fazer a entrega das chaves dentro do prazo, mesmo estando a viajar. Eu já tinha uma pessoa de confiança preparada para fazer a entrega por mim. No grupo de e-mail estavam o proprietário, a esposa e o Ricardo, que acompanhava a situação. Tentei resolver tudo através do diálogo e chegar a um acordo, mas, além da pintura e limpeza, começaram a surgir outras cobranças por itens que, segundo os registos que tenho, já apresentavam danos ou desgaste. Já comecei a enviar vídeos, fotografias e prints das conversas para mostrar o que realmente aconteceu. A única coisa que não consegui fazer antes da entrega foi retirar o adesivo das janelas, que servia para controlar a entrada de luz. Tenho uma criança de 9 anos, portanto é normal existirem algumas marcas de uso numa casa onde se viveu durante dois anos. Quanto à pintura, embora eu entenda que o desgaste normal de utilização não significa automaticamente que tenha de entregar a casa pintada, aceitei assumir a pintura e a limpeza, justamente porque a casa ficou cerca de dois meses fechada durante a minha viagem. Antes de sair, porém, a casa já tinha sido limpa e deixada organizada. Tenho vídeos que comprovam isso. O facto de ter ficado fechada durante dois meses naturalmente fez com que acumulasse algum pó e sujidade. Agora vou mostrar também a foto da parede e da sujidade que está a ser apontada. Com a retirada dos adesivos das janelas, ficaram algumas marcas de cola, e no banheiro havia também alguns pontos de ferrugem. Eu aceitei assumir novamente os custos da limpeza e da pintura, numa tentativa de resolver a situação de forma amigável. O problema começou quando percebi que estavam a ser incluídas outras cobranças, referentes a coisas que, segundo os registos que tenho, já apresentavam problemas anteriores e que eu não considero da minha responsabilidade. Na casa, deixei 1.300 € de caução, valor que está agora em causa. Por isso, considero importante mostrar tudo o que aconteceu e apresentar as provas que tenho. Para finalizar, eu só estou aqui para mostrar o que está acontecendo comigo e o que estou tendo que passar para tentar receber minha caução de volta. É dinheiro conquistado com muito trabalho, e eu acredito que, tendo cumprido com as minhas responsabilidades, tenho o direito de receber aquilo que é meu. Não estou aqui para dizer que estou certa ou errada. Estou aqui para mostrar as provas e buscar os meus direitos. Só quero que tudo seja resolvido de forma justa e receber aquilo a que tenho direito.
Generali Tranquilidade debito sem a minha autorizaçao e sem assinatura de contrato
Ex.mos senhores, Venho apresentar um pedido de reembolso à Generali Seguros (Tranquilidade) por ter debitado, ontem, 86 euros da minha conta sem a minha autorização. Pedi informações sobre o seguro, e me foi assegurado pelo gestor Rui Cardiga que não haveria período de carência por ter passado de um seguro para o outro. Ao receber o contrato e o pedido de débito direto, vi que havia um período de carência e avisei de imediato que não queria o seguro — nunca assinei nada, nem o contrato nem a autorização de débito direto. No entanto, ontem, dia 12 de outubro, foi efetuado um débito automático de 86,10 € na minha conta, referente à apólice da Tranquilidade. Esta operação foi efetuada por débito direto, modalidade que nunca autorizei formalmente, pois nunca assinei nem devolvi qualquer mandato para débito direto, com base em um contrato que nunca assinei. Ao perceber esta cobrança antecipada e não autorizada, solicito o reembolso, para evitar queixa junto às autoridades competentes. Obrigada Catherine
Mayker
Exm.sr. Venho submeter uma queixa sobre cobrança da dívida da empresa MEO por intermédio da empresa intrum Portugal, dívida este que já se encontra prescrita a mais de 5 anos e a empresa intrum continua a enviar me e-mail com ameaças de penhoras. Já enviei email em respostas e estes email e continuam a mandar. Isso é legal visto que as dividas das empresas de telecomunicações prescrevem após 6 meses de acordo com a lei portuguesa.
Cobrança de €67,65 a título de “custos administrativos de gestão de cobrança” – FACILIS / JP Fiães
Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa intervenção e apreciação relativamente a uma situação de cobrança de dívida que considero, no mínimo, de duvidosa legalidade. O meu constituinte, Daniel Filipe Alves da Costa, celebrou um contrato de prestação de serviços com o ginásio JP Fiães, tendo posteriormente solicitado o seu cancelamento. Na sequência do cancelamento, foram-lhe reclamados valores correspondentes aos meses de abril e maio de 2025, no montante de €32,00 por mês, acrescidos de €5,00 a título de penalização por atraso, num total de €69,00. O meu constituinte não contesta, nesta fase, a regularização desses €69,00, tendo inclusive manifestado disponibilidade para proceder ao respetivo pagamento. O problema prende-se com a cobrança adicional de €67,65, apresentada pela entidade FACILIS como “taxa administrativa de gestão de cobrança”. Inicialmente, a FACILIS apresentou esta quantia como um custo administrativo associado à cobrança. Quando questionei expressamente qual a base contratual da mesma, a própria entidade reconheceu, por escrito, que: “este valor não decorre diretamente do contrato celebrado entre o cliente e o ginásio, mas sim da tramitação do processo após o seu encaminhamento para a entidade Facilis”. Posteriormente, perante a contestação apresentada, a FACILIS alterou a fundamentação, passando a afirmar que os €67,65 correspondem a uma indemnização por mora, alegadamente ao abrigo dos artigos 798.º e 804.º do Código Civil. Mais recentemente, esclareceu que os €67,65 correspondem a uma “quantificação padronizada dos custos médios associados à gestão de processos de incumprimento”, incluindo análise contratual, registos, contatos, acompanhamento, sistemas informáticos e procedimentos internos. Ou seja, a própria entidade reconhece que: o valor não está previsto no contrato celebrado com o consumidor; corresponde a um valor padronizado; é aplicado de forma uniforme aos processos de incumprimento; e resulta da intervenção da própria empresa de cobrança. Apesar disso, continua a exigir o pagamento dos €67,65, juntamente com os €69,00, perfazendo €136,65. Considero particularmente questionável que uma empresa possa, na sequência da contratação dos seus próprios serviços pelo credor, criar ou imputar ao consumidor um encargo adicional que não resulta do contrato celebrado com este, qualificando posteriormente esse encargo como “indemnização”. Acresce que a entidade de cobrança foi formalmente contactada por mim, na qualidade de mandatária do consumidor, tendo sido expressamente contestada a exigibilidade dos €67,65 e apresentada disponibilidade para pagamento dos €69,00. Apesar disso, não respondeu ao meu primeiro contacto e posteriormente enviou diretamente ao consumidor uma comunicação na qual afirmou que “não obtivemos qualquer resposta nem proposta de regularização”, afirmação que não corresponde à realidade, uma vez que havia sido apresentada resposta e proposta de regularização pela sua mandatária. Nessa comunicação, a FACILIS voltou a exigir o pagamento integral de €136,65 e advertiu o consumidor de que, caso não procedesse ao pagamento, seriam desencadeadas diligências judiciais, fazendo referência a penhoras de IRS, pensão/vencimentos e bens na residência. A situação suscita-me, assim, várias dúvidas enquanto profissional que acompanha o consumidor, designadamente: Se é legalmente admissível exigir ao consumidor uma quantia de €67,65 que não está prevista no contrato celebrado com o ginásio; Se a simples existência de custos administrativos internos de uma empresa de cobrança permite transferir esses custos para o consumidor; Se uma quantia fixa e padronizada pode ser apresentada como “indemnização” sem demonstração do dano concreto alegadamente causado pelo consumidor; Se a forma de comunicação utilizada pela FACILIS, nomeadamente as referências a eventuais penhoras de vencimentos, IRS e bens, é adequada e conforme às regras de proteção do consumidor; E se a atuação descrita poderá configurar uma prática comercial suscetível de ser objeto de fiscalização. O consumidor mantém-se disponível para pagar os €69,00 que não contesta, mas pretende não pagar os €67,65 cuja exigibilidade continua expressamente contestada. Assim, solicito à DECO PROteste que analise esta situação e me esclareça: se a cobrança dos €67,65 encontra fundamento legal; se uma entidade de cobrança pode imputar ao consumidor custos administrativos próprios quando estes não estão previstos no contrato; e quais os meios de reclamação ou atuação que deverão ser utilizados perante esta entidade. Tenho disponíveis e posso juntar o contrato celebrado com o ginásio, as comunicações da FACILIS, a correspondência trocada enquanto mandatária e a comunicação onde a própria FACILIS reconhece que os €67,65 não decorrem diretamente do contrato. Agradeço, desde já, a vossa análise e orientação. Com os melhores cumprimentos, Margarida Silva Solicitadora Em representação de Daniel Filipe Alves da Costa
informação incorreta
Exmos. Senhores, Venho, apresentar uma reclamação relativamente à cobrança reiterada de valores alegadamente em dívida associados ao Cartão Universo, cuja origem me continua a ser desconhecida, apesar das várias tentativas de esclarecimento da minha parte. No passado mês de julho, fui contactada telefonicamente e informada de que existiam valores em dívida relativos a seguros associados ao Cartão Universo, cuja existência desconhecia. Na sequência dessa chamada, e após conversa com a colaboradora, foram-me facultados os dados necessários para proceder ao respetivo pagamento, tendo sido igualmente informada de que deveria contactar a linha de apoio para solicitar o cancelamento das apólices em causa, ficando, dessa forma, a situação regularizada. Assim, conforme comprovam os documentos anexados, procedi à liquidação dos valores que me foram indicados e, posteriormente, ao cancelamento das respetivas apólices. Contudo, no dia 31 de agosto, voltei a ser contactada, desta vez com a indicação de que existiam novamente valores em dívida. Desde então, tenho sido alvo de contactos telefónicos e mensagens frequentes a solicitar pagamentos, sem que me tenha sido apresentada uma explicação clara, concreta e fundamentada para a alegada existência de novos montantes em dívida. Em todas as ocasiões, tenho reiterado que os procedimentos anteriormente indicados foram cumpridos. Mais recentemente, no decorrer desta semana, fui novamente contactada e confrontada com a possibilidade de, caso não procedesse ao pagamento, vir a ter dívidas registadas em meu nome. Perante esta situação, e mantendo uma postura cordial, voltei a explicar todo o sucedido à colaboradora que me contactou, a qual me sugeriu o envio, por email, de todos os comprovativos disponíveis, com o objetivo de permitir a análise e resolução da situação. No entanto, para meu espanto, a resposta que recebi limitou-se a reiterar a existência de valores em dívida, sem qualquer discriminação dos montantes, indicação da sua origem ou esclarecimento sobre o motivo pelo qual continuam a ser exigidos pagamentos, apesar de ter cumprido as instruções que me foram transmitidas. Solicitei expressamente que fosse ouvida a gravação da chamada telefónica realizada no dia 27 de julho, na qual me foi transmitida a informação de que, após o pagamento dos valores indicados e o cancelamento das apólices, a situação ficaria regularizada. Até ao momento, continuo sem obter uma resposta concreta e satisfatória, que esclareça a origem dos valores agora reclamados. Considero esta situação inadmissível e reveladora de uma preocupante falta de profissionalismo, transparência e consideração pelo cliente. Não é aceitável que, após ter cumprido os procedimentos que me foram indicados, continue a receber diariamente chamadas e mensagens de cobrança, acompanhadas de referências a possíveis consequências financeiras, sem que me seja apresentada uma justificação devidamente fundamentada.
Reajuste de 78% da mensalidade
Caros, Boa tarde. Sou cliente Fidelidade Pets há vários anos e, ao longo desse período, os reajustes anuais da minha apólice nunca ultrapassaram os 3 € mensais. Por esse motivo, fiquei extremamente surpreendida ao verificar que, este ano, o valor da mensalidade sofreu um aumento de aproximadamente 78%, passando de 28 € para 50,61 € por mês. Perante esta situação, entrei em contacto telefonicamente com a Fidelidade para obter esclarecimentos. No entanto, a colaboradora que me atendeu não soube apresentar uma justificação clara ou fundamentada para um aumento tão expressivo. Face à falta de esclarecimentos, apresentei de imediato uma reclamação através do Livro de Reclamações. A resposta recebida revelou-se pouco clara e insuficiente. Solicitei esclarecimentos adicionais, mas desde 11/09/2026, apesar dos vários contactos e follow-ups efetuados, continuo sem qualquer resposta por parte da Fidelidade, conforme pode ser comprovado pelo histórico de emails anexado. Adicionalmente, importa referir que, ao contrário do que foi indicado na resposta recebida, nunca me foi enviado qualquer aviso ou comunicação prévia relativamente a este aumento de 78%, nem por email nem através da área de comunicações da aplicação Fidelidade. Em anexo segue igualmente um screenshot da minha área de cliente, onde se pode verificar a inexistência de qualquer comunicação nesse sentido. Considero este aumento manifestamente desproporcional e potencialmente abusivo, sobretudo tendo em conta a sua dimensão e a ausência de uma comunicação prévia clara e transparente. Apesar de permanecer sem explicações satisfatórias, fui entretanto obrigada a suportar o pagamento do novo valor da mensalidade. Acresce ainda que o apoio ao cliente da Fidelidade tem sido extremamente insatisfatório, quer por telefone quer por email. Sempre que necessito de solicitar reembolsos, os tempos de espera rondam, em média, os 10 dias, e em diversas situações ultrapassam esse prazo. Desta forma, solicito a vossa intervenção no sentido de avaliar se este aumento é devidamente fundamentado e compatível com as obrigações legais e contratuais aplicáveis, bem como de confirmar a sua legitimidade. Com os melhores cumprimentos, Carolina Bueno
ENCOMENDA
Venho proceder à reclamação contra a Fedex devido à situação em que me encontro relativamente a uma dívida de desalfandegamento que não me foi informada. Apenas chegou ao meu endereço uma carta informando um montando em atraso no meu nome de uma encomenda que eu nem fiz na FEDEX. A data foi 24/09/2026 e so hoje no dia 09/10 que recebi essa carta dizendo isso. Preciso que tenha mais detalhes sobre isso, nao veio dizendo absolutamente nada na carta. Apenas a divida em questão.
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