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Irregularidades na Fundação Vítor Reis Morais – Apartamento de Autonomia "Passos em Volta"
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma denúncia anónima relativamente a várias situações irregulares e preocupantes que têm vindo a ocorrer no âmbito da atuação da Fundação Vítor Reis Morais, mais concretamente no funcionamento do apartamento de autonomia denominado "Passos em Volta", destinado a jovens que saem de contextos institucionais. Este apartamento tem como objetivo apoiar a transição para a vida adulta, promovendo a autonomia das jovens, permitindo-lhes poupar dinheiro, concluir os estudos e iniciar um percurso de inserção social e profissional. No entanto, a realidade vivida pelas jovens ali residentes encontra-se muito distante destes princípios, sendo marcada por desorganização, falta de transparência, e desrespeito pelas condições básicas de dignidade. Apresentam-se, de seguida, os principais pontos de preocupação: Valor da mesada instável e ausência de critérios claros As jovens não recebem uma mesada fixa nem existe qualquer critério definido ou transparente para a sua atribuição. O valor é alterado frequentemente, sem explicação, e de forma arbitrária, o que impede qualquer tipo de planeamento ou gestão financeira por parte das residentes. Inexistência de referência ao valor da mesada no regulamento interno O regulamento interno não contempla qualquer informação sobre o valor da mesada nem sobre os direitos financeiros das jovens. Sempre que este tema é levantado, as jovens são silenciadas com ameaças indiretas ou comentários como: "se têm onde ficar, podem sair daqui", o que demonstra uma postura repressiva e completamente desalinhada com os princípios de proteção e inclusão. Falta de transparência na entrega das mesadas O pagamento das mesadas é feito unicamente em numerário, sem qualquer tipo de recibo, registo ou comprovativo. Não são realizadas transferências bancárias nem levantamentos documentados, o que levanta fortes dúvidas quanto à legalidade e à rastreabilidade destes pagamentos. Falta de resposta e responsabilização por parte da direção Apesar das diversas tentativas das jovens em dialogar com a diretora responsável, todas as abordagens são infrutíferas. A diretora alega apenas estar a cumprir ordens do presidente da Fundação, recusando qualquer responsabilidade ou iniciativa para solucionar os problemas. Respostas desrespeitosas e ambiente hostil por parte das profissionais É recorrente que as jovens sejam alvo de respostas grosseiras, desmotivadoras e humilhantes por parte das profissionais que ali exercem funções. Tal comportamento contribui para um ambiente emocionalmente instável e nada acolhedor, totalmente incompatível com os objetivos de um apartamento de autonomia. Más condições habitacionais e ocultação de problemas em inspeções A casa apresenta várias carências e deficiências que demoram muito tempo a ser resolvidas. Exemplo disso são os colchões utilizados pelas jovens, que não são adequados para dormir – são, na verdade, colchões de ginásio já bastante degradados. No entanto, sempre que há uma visita da Segurança Social ou de qualquer entidade fiscalizadora, as diretoras instruem as jovens a limparem tudo e a esconderem os sinais de degradação, de forma a criar uma aparência enganadora da realidade do espaço. Face a todos estes factos, é urgente que esta situação seja devidamente investigada pelas entidades competentes. Trata-se de um cenário que compromete os direitos, a dignidade e o futuro de jovens em situação de vulnerabilidade, e que exige uma resposta firme, célere e transparente. Esta denúncia é feita de forma anónima, por razões de segurança, mas com a firme convicção de que a verdade deve ser apurada e que as jovens merecem ser tratadas com respeito, justiça e humanidade. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida
Quinta do Conde, 06 de agosto de 2025. Venho por meio desta carta, expressar a minha indignação com a empresa de telefonia MEO. Minha conta de telemóvel está em debito direto, por esse motivo não havia me atentado que desde do mês 03/2024 até hoje, estavam me debitando o valor em dobro da minha conta. Percebi somente na semana passada, fui até uma loja da MEO para saber do que se tratava e me deram a informação de que haviam ativado uma assinado de algo em que eu não tinha conhecimento do mesmo. Me deram a informação também de que o valor de agosto que havia sido descontado naquele momento seria ressarcido, porém o restante dos valores mandariam para analise para saber se iriam ressarcir também. Hoje recebi um e-mail da MEO dizendo o seguinte: “Caro Eduardo Santos, Em resposta ao seu pedido, informamos que tal como foi falado telefonicamente, relativamente aos conteúdos digitais de subscrição apenas foi possível a correção da fatura 583620891 (08/25) e crédito na para valores faturados em setembro. Informamos que apesar dos conteúdos estarem ativos desde 03/24 não será possível a correção desde essa data. Agradecemos a preferência.” Simplesmente me pergunto: Qualquer um pode ativar na minha conta de telemóvel e me levarem dinheiro a mais da minha conta e eu ficar no prejuízo sem nenhum auxilio da empresa que me presta serviço de telefone? O débito direto serve para isso? Por que para mim parecia serventia para eu não me preocupar em atrasar o pagamento, mas me parece que da outra parte pode ser usado para esse tipo de coisas. Vim tornar publica a minha questão pra que outras pessoas também se atentem e não sejam lesadas assim como eu estou sendo. Melhores cumprimentos, Eduardo Felipe Santos.
Cobro duplicado
Bom dia. Ontem liguei ao serviço para comunicar um cobro em duplicado o dia 04/08/2025. Também escrevi ao apoio ao cliente pelo mail de reclamações. Ainda não tive resposta é não devolveram o dinheiro cobrado indevidamente. Peço a devolução dos 16.32 euros. Obrigada
Faturação - MEO
Recebi a fatura FT MV/583014473 com data limite de pagamento de 27/06/2025. Efetuei o pagamento no dia 27 de junho às 09H, conforme anexo. Recebi a fatura de junho com novo Penalizações e Indemnizações. Deveria pagar 10€.
Assunto: Débitos indevidos sem conclusão de compra e ausência de reembolso
Assunto: Débitos indevidos sem conclusão de compra e ausência de reembolso Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à atuação da empresa Klarna Bank AB, na sequência de três débitos efetuados no meu cartão bancário, sem que nenhuma compra tenha sido concluída ou validada. No dia 21 de julho de 2025, pelas 19:21, tentei efetuar uma compra no valor de 15,95€ na loja Tradeinn, utilizando a aplicação da Klarna como método de pagamento. No entanto, após a autorização do pagamento, a aplicação apresentou um erro, informando que o valor seria cobrado e que eu poderia voltar à página inicial. A compra não foi finalizada, e não recebi qualquer confirmação ou número de encomenda. Ainda assim, o valor foi debitado da minha conta bancária e, até ao momento, não foi restituído. Situação idêntica ocorreu no dia 23 de julho de 2025, com duas novas tentativas de compra na mesma loja (Tradeinn), no valor de 27,65€ cada, às 14:43 e às 14:56, respetivamente. Ambas resultaram em erro após o débito, sem que tenha sido finalizada qualquer compra, mas os valores foram novamente retirados da minha conta. Contactei o apoio ao cliente da Klarna, que inicialmente me indicou um prazo de 7 dias úteis para devolução dos montantes cobrados. Posteriormente, esse prazo foi alterado para 14 dias corridos. No entanto, mesmo após o decurso desse período, fui informado de que teria de aguardar até ao dia 7 de agosto de 2025, sem qualquer fundamentação ou justificação formal para o novo adiamento. Trata-se de um total de 71,25€ cobrados indevidamente, sem prestação de qualquer serviço ou entrega de produto. Tendo em conta que os montantes foram debitados sem conclusão de compra, e que já se passaram mais de 14 dias, considero esta situação inaceitável e prejudicial enquanto consumidora. Face ao exposto, venho solicitar o apoio do Centro Europeu do Consumidor para: A obtenção do reembolso integral dos valores cobrados; Uma análise à conduta da Klarna neste processo, nomeadamente no que diz respeito ao prolongamento injustificado dos prazos de resolução; A mediação junto da empresa reclamada para que a situação seja resolvida com urgência. Fico ao dispor para fornecer comprovativos bancários, capturas de ecrã da aplicação, bem como o histórico de comunicações com a Klarna. Agradeço, desde já, a vossa atenção e colaboração. Com os melhores cumprimentos, [Seu nome completo] [Email e/ou telefone de contacto]
Cobrança abusica
No dia 4/05/2025, realizei uma subscrição no vosso site para criação de currículo, com o valor anunciado de 1,99 € por um plano de 4 semanas. No entanto, no dia 18/05/2025, foi retirado 24,99 € da minha conta bancária, antes mesmo de completar as 4 semanas contratadas, e sem qualquer notificação ou aviso prévio sobre mudança de valor ou cobrança automática. Foi novamente indevidamente debitado: -15/06/2025 o valor de 24,99, - 13/07/2025 o valor de 24,99 Efetuei o cancelamento hoje (05/08/2025) justamente por ter notado essa cobrança abusiva e antes de utilizar todo o período prometido. Solicito o estorno imediato do valor de 74,97 €, visto que: • O valor não foi comunicado de forma clara; • A cobrança representa uma prática abusiva, incompatível com a transparência exigida ao abrigo da legislação de proteção ao consumidor em Portugal. Informações relevantes: • Nome: Abel Gomes • Data da subscrição: 04/05/2025 • Valor inicial: 1,99 € • Valor cobrado sem autorização: 74,97€ • Data da cobrança: 18 maio, 15 de junho e 13 de julho de 2025. • Data do cancelamento: 05/08/2025 Agradeço desde já a atenção e aguardo a devolução do valor cobrado indevidamente. Com os melhores cumprimentos, Abel Gomes
FATURAÇÃO ERRADA
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços com o nº de Cliente acima mencionado. Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas – (Incumprimento do Contrato em vigor a partir de 28/05/25) Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cobrança de fatura indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha reclamação referente ao serviço TV, Net e Voz da Vodafone. Dia 23 de janeiro assinei a escritura e tornei-me proprietária de um apartamento. Uma vez que já tinha o serviço de TV, Net e Voz da Vodafone, contactei-os no sentido de alterar a morada. Quando o operador verificou a minha morada atual, informou-me que não tinha cobertura Vodafone, pelo que teria de optar por outra operadora. Perguntei quais eram os procedimentos e o operador com quem falei referiu que necessitaria de entregar todos os equipamentos numa loja Vodafone. Assim o fiz. Dia 09 de fevereiro dirigi-me a uma loja da Vodafone e entreguei tudo. Perguntei, mais uma vez, se seria necessário mais alguma coisa e o operador disse que ia colocar no sistema e estava tudo certo da minha parte. Dia 10 de fevereiro recebi a fatura eletrónica referente ao mês de janeiro e paguei-a. A partir daí, todos os meses, continuei a receber as faturas referentes à conta que, supostamente, já não existia. Depois de várias chamadas, com diferentes operadores, que me garantiam que estaria tudo bem, a conta continuava a aumentar. Por fim, dia 26 de abril dirigi-me, mais uma vez, a uma loja da Vodafone, expliquei a situação e o operador verificou que faltava entregar a escritura ou um documento comprovativo da morada atual. Assim o fiz. No entanto, continuo a receber a fatura, que a cada mês que passa aumenta o valor a pagar e após alguns e-mails trocados com a Vodafone, referiram que o serviço só terminou no final de maio. Acho inadmissível que, depois de entregar todos os equipamentos, ainda cobrarem um comprovativo de morada e continuarem a enviar valores absurdos para pagamento, sendo que, certamente, terão no sistema que já não beneficio de nada disso.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº ( C963546824). Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas – (no valor de 31,83 sendo que o acordo foi no valor de 14,99). Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos. Vinicius camilo
Reclamação sobre cobrança indevida de comissões "Quasi Cash" – Wizink
Ao analisar o extrato mais recente do meu cartão de crédito Wizink, verifiquei a cobrança de comissões identificadas como "Quasi Cash". De acordo com a última atualização do preçário, compreendo que tais comissões se aplicam a transações em casas de apostas, carregamentos de cartões pré-pagos, ordens de pagamento em plataformas de investimento financeiro ou não financeiro, e compras de moeda ou criptomoeda. No entanto, no meu caso específico, essas comissões foram cobradas em pagamentos comuns via MBWay para compras de bens e serviços que nada têm a ver com as categorias mencionadas no preçário. Exemplos concretos: Bolt: pagamento de serviço de transporte (mobilidade urbana); Klarna: compra parcelada de produto físico através de loja online parceira; Beliane: compra de mobiliário através de uma loja online em Portugal. Em nenhum destes casos houve qualquer transação de natureza especulativa, de transferência financeira ou ligada ao tipo de operação definida como “Quasi Cash” pelo banco. A cobrança dessas comissões, chegando em alguns casos a valores consideráveis, é injustificada e abusiva. Caso eu tivesse utilizado o cartão para os fins explicitamente indicados no preçário, compreenderia a cobrança. Mas cobrar comissões adicionais por compras legítimas de produtos e serviços é inaceitável e injustificável. Assim, exijo a devolução imediata dos valores cobrados indevidamente e a cessação desta prática lesiva aos consumidores.
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