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Faturas não enviadas
Exmos. Senhores, Na qualidade de cliente do serviço de recolha de resíduos sólidos ref. CI 1242717 comuniquei-vos já em momento anterior o facto de não receber faturas desde janeiro 2021. Comuniquei já esta situação repetidamente mas em particular a 26/03/2025 - como podem verificar pelas mensagens de email que anexo - onde sugeri até um endereço de email alternativo para usarem como 2ª via de modo a ter acesso às faturas eletrónicas como é requisito legal para que possa proceder à respetiva liquidação. Esta minha comunicação a 26/03/2025 foi ignorada e lamentavelmente não obtive nenhuma resposta dos vossos servicos e mais uma vez nenhuma fatura mensal me foi enviada apenas continuaram a usar o débito direto para retirarem valores da minha conta sem qualquer comunicação relativamente à faturação. Quando contatei por telefone a empresa emitente das faturas - que apesar da falta de transparência não é as Águas do Norte a Câmara de Santo Tirso - foi-me comunicado que as mesmas iriam para o portal das finanças e que por conseguinte não deveria ficar surpreendida por receber de quando a quando citações de processos de execução fiscal para pagar valores em dívida mais juros e custos do processo. É um verdadeiro absurdo e uma ilegalidade que não tenha acesso direto a faturas, apenas via portal das finanças. Esta situação voltou a repetir-se quando a 10/12/2025 recebi uma carta da Câmara de Santo Tirso notificando-me do processo de execução fiscal 9757/25 que devido ao não pagamento de uma dívida de 3,66 euros (imagine-se!) me cobram um valor de 9,10 euros. Recorrendo ao portal das finanças verifiquei de facto que existia uma fatura do emitente Câmara Municipal de Santo Tirso do mês de maio no valor de 3,66 euros. Ora, como esta fatura não me foi enviada, não tinha conhecimento deste valor nem de como puderia liquidá-lo já que a ausência de envio de faturas significa também que não tenho acesso a referências de multibanco para pagamento. Posto isto, solicito que comuniquem aos serviços de contabilidade da Câmara Municipal de Santo Tirso para procederem à anulação do processo de execução fiscal pois por lapso vosso a fatura não chegou a ser enviada ao cliente. Quanto ao valor de 3,66 euros irei liquidar este valor prontamente logo que me enviem a respetiva fatura para o mesmo email que utilizam desde junho 2025 para enviar as faturas de saneamento e resíduos sólidos para o cliente nº 02056267. Acrescento que caso não efetuem os procedimentos necessários para que o processo de execução fiscal 9757/25 seja anulado, irei recorrer judicialmente contestando a imposição de processo de execução fiscal sobre valores que não foram cobrados via envio de fatura eletrónica ao cliente. Cumprimentos. M C
Falta de Faturas
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º 90046810, comuniquei-vos já em momento anterior o facto de receber as faturas sempre em atraso, e apenas depois de eu ligar e insistir e até deslocar-me à loja de cidadão é que me deram uma referência para pagar sem sequer receber qualquer fatura em casa. Já são meses consecutivos com este problema e ainda aguardo faturas até hoje. Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses, caso tal seja aplicável. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem a possibilidade de um plano de pagamentos, por forma a minimizar os efeitos no meu orçamento familiar. Cumprimentos.
Faturas em atraso
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º 1510607, comuniquei-vos já em momento anterior (via telefone) o facto de não receber faturas desde setembro de 2025. Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses, caso tal seja aplicável. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem a possibilidade de um plano de pagamentos, por forma a minimizar os efeitos no meu orçamento familiar. Cumprimentos.
Cobrança Indevida
Venho por este meio apresentar a minha reclamação respetiva a cobrança indevida por parte da CV Maker. Após ter feito um currículo no valor de 1,99, pago com a Apple Pay e nunca ter subscrito qualquer outro serviço pago, e sem ter fornecido o meu IBAN ou dados do meu cartão, me tem cobrado todos os meses 19.99€ sem nenhuma autorização para tal. Exigo que me seja devolvido na totalidade o montante até à data cobrado individamente por esta empresa, que conta com centenas de queixas a reportar a mesma situação em que me encontro.
COBRANÇA INDEVIDA DE SERVIÇO
O ginásio está a fazer 6 cobranças indevidas de consultas nutricionais online, sendo que a última agendada e feita com a nutricionista, foi 26/06/2025. Após esta data, além de nunca mais ter havido consultas, a nutricionista NÃO mais entrou em contacto para agendar e muito menos prestou serviços. O ginásio nunca ligou para saber deste encerramento em momento algum e agora não atende ligações. Já cancelaram o débito direto, mas, ainda não reembolsaram as cobranças indevidas e já faz mais de 10 dias que já os notifiquei. Não atendem ligações nem Whatsapp. Peço encarecidamente rever minha solicitação. Já encaminhei ao WhatsApp da empresa TODAS informações pertinentes e comprovativos destas cobranças. Aguardo resposta urgente e fico à disposição para quaisquer dúvidas e esclarecimentos.
Fui cobrada em 49.90€ sem autorização. A empresa não apresenta solução
Fui cobrada em 49,90€ pelo serviço PDF GO após ter autorizado apenas um pagamento de 0,10€ para converter um ficheiro imagem em PDF Nunca subscrevi qualquer plano, nunca fui informada claramente sobre esta cobrança e não autorizei esta transação. Recebi uma notificação e tinham-me tirado 49,90€ sem ter sido informada do plano e sem qualquer aviso prévio. Trata-se de um comportamento enganoso, que já afetou muitas pessoas, conforme vários relatos públicos. Solicito ajuda para obter o reembolso total e para impedir que esta prática continue a prejudicar outros consumidores. Já contactei o suporte, porém o mesmo só responde dizendo que cancelou a subscrição e não responde sobre o reembolso do valor.
Crédito de automóvel
Venho por este meio reclamar uma situação de 2004 que na altura ficou resolvido, passados 20 anos , continuam afirmar que tenho dívida com esta empresa, tenho o meu nome no banco de Portugal, em que não posso fazer empréstimos , descobri esta situação porque queria fazer um empréstimo e que me foi negado, contactei a empresa via telefone, a que me atendeu super desagradável, arrogante, tentei explicar que a situação ficou resolvida a 20 anos atrás , fartou se de gritar comigo ao telefone mandei email com provas que eu não tenho nada haver com isso mesmo assim afirmam que tenho que pagar a dívida
Anulação de contrato
Exmos senhores Venho por este meio pedir a anulação do contrato que tenho convosco não estou interessado no vosso serviço nem tenho interesse em continuar por isso mais uma vez peço a anulação do contrato pois ao longo destes anos está-me a sair o meu dinheiro da conta sem que haja algum benefício para a minha parte Sem mais mui atenciosamente Vitor Martins
Cobrança Indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação referente a uma situação ocorrida com o serviço Tigo Fitness, contratado recentemente através da modalidade de pagamento CofidisPay. No momento da subscrição, não me foi dada a opção de efetuar o pagamento integral, sendo apenas possível recorrer ao CofidisPay. Dentro do prazo legal de 14 dias após a subscrição, decidi cancelar o serviço devido a uma lesão no joelho que me impede de o utilizar. De acordo com os termos da Tigo Fitness, o cancelamento dentro deste período implica o pagamento de uma taxa de serviço de 55€, à qual manifestei expressamente o meu acordo através do chat de atendimento. Foi-me ainda garantido que o valor remanescente pago seria reembolsado por transferência bancária. Contudo, até à data da presente reclamação: • Não foi efetuada qualquer devolução do valor devido; • Foi-me debitada uma prestação de 41,67€ pela Cofidis, referente ao serviço que pedi para cancelar; • Após insistência da minha parte, a Tigo Fitness informou-me que a situação estaria resolvida e transferida para a Cofidis; • No entanto, a Cofidis afirma não ter recebido qualquer comunicação da Tigo Fitness sobre o cancelamento. Esta situação está a causar-me prejuízo financeiro e falta de clareza quanto às responsabilidades de ambas as entidades envolvidas. Solicito, por isso, a intervenção da DECO no sentido de: 1. Ser efetuado o cancelamento formal do contrato; 2. Serem restituídos os valores indevidamente cobrados, deduzindo apenas a taxa de 55€ acordada; 3. Serem apuradas as responsabilidades pela falha na comunicação entre a Tigo Fitness e a Cofidis. Em anexo junto comprovativos das comunicações realizadas, das cobranças e do pedido de cancelamento. Com os meus melhores cumprimentos,
Agem de má fé e roubam o cliente
Durante dois anos, estive fidelizado com 3 telemóveis na Vodafone com o tarifário red que começou por ser de 53 euros e já vem em faturações de 79. Ora, findo o contrato, dirigi-me à Vodafone para efetivar o fim deste serviço. Na loja, em Braga, a assistente disse-me que por ter ainda um telemóvel que foi adquirido com pontos do clube Viva (dinheiro que lá enfiei dentro durante dois anos) ainda tinha que pagar 57 euros para supostamente ficar livre do clube Viva. Na boa fé dela, ela sugere expor à vodafone esta questão mas por agora ficar com os 3 números em pré-pago no valor de 7.6 euros cada um. Pareceu-me tudo normal e efetuei o carregamento dos mesmos ontem, sendo que hoje recebo uma mensagem a dizer que tenho de carregar mais 10 euros para usufruir de comunicaçoes. Eu pergunto o que é isto, afinal?? O cliente está livre do contrato ao qual esteve obrigado durante dois anos e agora que terminou tem que pagar pela suposta liberdade?!! Estou a dirigir-me à loja no momento para saldar estes 57 euros e podem ter a certeza de que vou escrever no livro de reclamações também porque isto é roubo e burla. Em nenhum momento, a assistente explicou que tínhamos que efetuar mais 10 euros de carregamento sobre os 7.5 euros. De outra forma, eu estava pronto para pagar os 57 euros a pronto e não teria sido dissuadido! Como é possível este tipo de esquemas de tão baixo nível num país que supostamente não é de terceiro mundo? Isto é constitucional sequer, pergunto?
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