Reclamações públicas

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B. G.
14/05/2025

Cobrança indevida

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação ocorrida no Hospital CUF Tejo, no âmbito de uma consulta médica que realizei recentemente. Agendei a referida consulta através do acordo existente com a minha seguradora, sendo o número do meu cartão de seguro 9322958. No entanto, no final da consulta foi-me cobrado o valor de 190€, tendo sido a fatura emitida como se eu fosse um cliente sem seguro. Procedi ao pagamento de boa-fé, assumindo que o valor estava correto. Contudo, ao dirigir-me posteriormente à receção para confirmar se tudo estava regularizado, fui informado que se tinha verificado um erro de faturação. A colaboradora informou-me ainda que, nestes casos, o procedimento correto seria apresentar reclamação antes do pagamento, referindo que, uma vez pago, “não haveria nada a fazer”. Não posso deixar de expressar o meu desagrado com esta prática. Enquanto utente, cumpri com todas as minhas obrigações e segui as diretrizes do hospital. Ainda assim, fui penalizado com um prejuízo de cerca de 171€, sendo que, segundo a rececionista, o valor correto a pagar com seguro seria cerca de 19€. Considero inaceitável que um erro interno e alheio à minha responsabilidade resulte numa perda financeira para mim, sem qualquer possibilidade de correção após o pagamento. Assim, solicito a reparação imediata desta situação, com o respetivo reembolso do montante indevidamente cobrado, e que sejam adotadas medidas para evitar que casos semelhantes se repitam. Aguardo uma resposta célere e agradeço, desde já, a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos, Cumprimentos.

Encerrada
P. M.
12/05/2025

cancelamento contrato

Exmos. Senhores, no passado dia 30 de Abril desloquei-me a Clinica Depilconcept Lamaçães em Braga para fazer uma avaliaçao para possivel tratamento de depilação a laser, foi-me proposto um tratamento que consistia em 6 sessões , disseram que era uma campanha de aniversario que terminava naquele dia e que para usufruir de um desconto eu teria que formalizar contrato naquele dia, vi-me pressionado a aceitar e assim o fiz. Consistia em 6 sessões cada uma delas com um valor de 63.60€,formalizando um total de 381.60€ . Achei um pouco elevado o valor mas acabei por ceder não querendo perder a promoção . Não me foi possível escolher a forma de pagamento, impingiram um contrato com a Cofidis através da modalidade Pay, pediram o cartão de dedito e o cartão de cidadão, foi tudo feito pela funcionaria no telemóvel dela , sendo que eu apenas confirmava os passos . Não me foi sequer possível escolher a forma de pagamento, impingiram o contrato com a Cofidis. Não me foi fornecido qualquer copia do contrato. No dia seguinte (01 Maio ) debati o assunto com a minha esposa e em conjunto achamos que seria um valor muito alto pelo tratamento e com base na nossa atual situação seria um encargo financeiro muito elevado e optamos por não avançar com as sessões. No seguinte dia ( 02 Maio ) tentei por varias vezes contactar a clinica telefonicamente para comunicar a minha vontade de não avançar com as sessões e não obtive qualquer resposta. No dia 3 voltei a tentar por varias vezes mas nunca ninguém atendeu nem retribui qualquer chamada. Nesse dia optei por enviar e-mail ao Grupo Concept a manifestar a minha vontade de não avançar com as sessões e cancelamento do respetivo contrato. Por fim consegui que me retribuíssem a chamada na segunda feira dia 5 de Maio onde manifestei o meu desejo de não avançar com as sessões e respetivo cancelamento, foi me dito que não fazem devoluções totais nem parciais, não me parecendo justo visto que não iniciei qualquer tratamento e tentei o cancelamento dentro de um prazo que me parece legal. Cumprimentos.

Encerrada
A. S.
09/05/2025
Clinica Dentária Vitória, Lda

Cobrança de valores não informados previamente

Exmos. Senhores, No passado dia 30/04/2025 acompanhei um familiar a esta clinica dentista, na qual a mesma fez procedimentos em dois dentes: Pulpectomia de 1 canal; Obstrução de 1 canal; Restauração compósito 2 faces. Além de não nos ter sido informado os valores previamente, alegadamente, foi mais caro pois tiveram que chamar um cirurgião. Na fatura que nos foi dada não consta em lado algum um discrepância de valores por terem que chamar um "especialista". O valor cobrado por duas desvitalizações foi nada mais nada menos que 640 euros. Tendo em conta o valor elevado, ficamos sem reação e apenas pagamos e viemos embora. Ficamos surpresos com o valor, que mais uma vez, não nos foi informado. Gostaria pelo menos de uma explicação plausível do porquê de nos ter sido cobrado este valor, que foi simplesmente ridículo, e do porquê de uma clínica tão "séria" não ser capaz de nos informar que vai cobrar isto por um procedimento simples. Cumprimentos.

Encerrada
F. V.
08/05/2025
ORALPLAN MEDICINA DENTARIA DIGITAL

pagamento adiantado por conta tratamentos não devolvido

Exmos. Senhores, Em 07/10/2024 foi efetuado o pagamento adiantado de 12.848€ nesta clínica para um tratamento de implantes dentários. Contudo, devido a sucessivos obstáculos administrativos e clínicos, o tratamento não foi realizado até março de 2025. Durante esse período, a paciente foi diagnosticada com uma condição de saúde grave, tendo sido submetida, com caráter de urgência, a uma cirurgia à coluna lombar a 21/04/2025, perante o risco de paralisia dos membros inferiores. Face à nova realidade clínica e à impossibilidade de dar continuidade ao plano de tratamento inicial, foi solicitada a devolução do valor pago, de forma a ajudar a suportar as despesas médicas urgentes relacionadas com a cirurgia. Após várias tentativas e insistência, a clínica procedeu apenas à devolução parcial de 9.000€, permanecendo por reembolsar o montante de 3.848€. Acresce que fui pressionado a assinar uma nota de crédito no valor de 3.000€, sendo que a quantia remanescente, referente a 848€ pagos por conta de anestesia geral não realizada, continua sem qualquer quitação formal nem devolução. Reclamo, por isso, contra esta clínica pela retenção indevida deste montante, considerando que o tratamento acordado não foi prestado e que a situação de saúde que motivou o cancelamento foi devidamente comunicada e justificada. Solicito a devolução integral dos 3.848€ em falta, com a maior brevidade possível, a fim de repor a legalidade da situação e compensar os encargos acrescidos que esta retenção injustificada nos causou.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
L. S.
08/05/2025

Cancelamento do plano

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Medicare, relativamente a um contrato de plano de saúde no valor de 49,90€/mês, com início a 27/08/2023. Desde essa data, venho efetuando pagamentos mensais. Ao tentar cancelar o contrato, fui informada de que existe uma cláusula de fidelização obrigatória até dezembro de 2026, impedindo o cancelamento antecipado. Situação essa que não ficou claro no ato da contratação do plano. Embora essa cláusula conste no contrato, considero esta situação desproporcional e lesiva, uma vez que: ; • A empresa não oferece flexibilidade para consumidores insatisfeitos; • A permanência obrigatória, mesmo sem uso efetivo, viola os princípios da boa-fé contratual e do equilíbrio entre as partes; • A explicação inicial sobre a fidelização foi feita de forma pouco clara, dificultando a compreensão plena dos compromissos assumidos. Solicito, por isso, a intervenção da DECO para mediação com a Medicare, com o objetivo de: • Cancelar o contrato de forma imediata; • Ou, no mínimo, permitir o cancelamento mediante pagamento de uma penalização proporcional e justa. Estou disponível para fornecer cópia do contrato, comprovativos de pagamento e comunicações trocadas com a empresa. Agradeço desde já a atenção e apoio na resolução deste caso. Cumprimentos.

Encerrada
D. L.
07/05/2025

Cobrança indevida de ecografia

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao atendimento recebido na Clínica Joaquim Chaves – Alegro Sintra, no âmbito de uma ecografia obstétrica de 2.º trimestre marcada para o dia de hoje, 7 de maio de 2025. Encontro-me grávida de 22 semanas e, no dia 5 de março, realizei na vossa clínica a ecografia do primeiro trimestre, tendo sido devidamente atendida e utilizando, nessa data, o meu seguro de saúde Multicare, conforme o acordo então em vigor. No final desse exame, foi-me agendada a ecografia seguinte (2.º trimestre) para o dia 7 de maio, tendo-me sido informado no balcão que o valor seria igualmente de 60€, com cobertura do referido seguro. Esta confirmação foi clara e inequívoca. Contudo, ao comparecer hoje na clínica, fui surpreendida com a informação de que o acordo com a seguradora Multicare teria cessado e que, por isso, teria de pagar o valor integral de 153€. Reforço que nunca fui informada, por qualquer meio (telefone, e-mail ou mensagem), da cessação desse acordo ou de qualquer alteração no valor a pagar. A falta de comunicação por parte da vossa instituição é inadmissível, sobretudo tratando-se de um exame com data específica e fundamental para o seguimento da gravidez. Fui ainda confrontada com a alegação de que a marcação tinha sido feita como “particular”, o que é falso, uma vez que a marcação foi feita imediatamente após a primeira ecografia, com uso do seguro Multicare – condição essencial para a escolha da vossa clínica. Caso tivesse sido informada de que o acordo cessaria, teria tido tempo suficiente (dois meses) para procurar uma alternativa dentro da rede convencionada. Considero esta situação vergonhosa e demonstrativa de uma falta de responsabilidade por parte da vossa instituição, que não só falhou na comunicação como também apresentou um atendimento desrespeitoso e pouco empático num momento particularmente sensível da vida de qualquer mulher. Dado que: • o acordo com a Multicare estava em vigor na data da marcação; • me foi garantido o valor com base nesse acordo; • e não foi feita qualquer comunicação da cessação do mesmo; Exijo o reembolso da diferença paga (93€), bem como um pedido de desculpas formal. Adicionalmente, apelo a que situações como esta não voltem a ocorrer, para que outras grávidas não sejam sujeitas ao mesmo tipo de stress e tratamento inadequado. Sem outro assunto de momento, e aguardando a vossa resposta com a máxima brevidade, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,

Encerrada

Enganada

Exmos. Senhores, Fui contactada no dia 12/04, através da minha página do instagram de gatos a perguntar se tinha interesse em colaborar com os mesmos. Enviaram-me o guia de direitos e deveres ainda acrescentaram por escrito que ofereceriam a consulta com check-up e ver se precisam de vacina ou desparasitação. Fui hoje, dia e hora indicada, fizeram análises (check-up) e ainda puseram um chip a um dos meus gatos (sendo que levei 2 dos 4). Durante a consulta levaram os gatos para dentro e tiveram a “gritar” desesperados o tempo todo para cortar unhas e tirar sangue, não me deixaram estar presente. No final cobraram-me 142,50€. Já falei com outra “influencer” que me disse chocada que os serviços não eram cobrados e não lhes foram cobrados a ela. Fui ao Google e as queixas são negativissimas, só lamento não ter visto antes. Estou desiludida e sinto-me altamente enganada. Cumprimentos.

Encerrada
C. N.
02/05/2025

Cobrança sem contrato

Exmos. Senhores, Bom dia, Fui cliente da MEDICARE, mas nunca assinei nenhum contrato, nem SMS de confirmação. Agora pedi a cessação e querem me obrigar a pagar mais um ano. Cumprimentos.

Encerrada
I. B.
30/04/2025

Reclamação contra a Medicare – Fidelização excessiva e recusa de cancelamento

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Medicare, relativamente a um contrato de plano de saúde no valor de 49,90€/mês, com início a 19/12/2024. Desde essa data, venho efetuando pagamentos mensais sem ter utilizado qualquer serviço associado ao plano. Ao tentar cancelar o contrato, fui informado de que existe uma cláusula de fidelização obrigatória até dezembro de 2025, impedindo o cancelamento antecipado. Embora essa cláusula conste no contrato, considero esta situação desproporcional e lesiva, uma vez que: • Não usufruí de qualquer benefício ou utilização do plano; • A empresa não oferece flexibilidade para consumidores insatisfeitos; • A permanência obrigatória, mesmo sem uso efetivo, viola os princípios da boa-fé contratual e do equilíbrio entre as partes; • A explicação inicial sobre a fidelização foi feita de forma pouco clara, dificultando a compreensão plena dos compromissos assumidos. Solicito, por isso, a intervenção da DECO para mediação com a Medicare, com o objetivo de: • Cancelar o contrato de forma imediata; • Ou, no mínimo, permitir o cancelamento mediante pagamento de uma penalização proporcional e justa. Estou disponível para fornecer cópia do contrato, comprovativos de pagamento e comunicações trocadas com a empresa. Agradeço desde já a atenção e apoio na resolução deste caso.

Encerrada
S. S.
30/04/2025

Cobrança indevida com base em cláusula de renovação nula – Holmes Place

Exmos. Senhores, Apresento reclamação contra o Holmes Place Active Portugal, que está a tentar cobrar duas mensalidades após o término do meu contrato anual. O contrato em causa foi celebrado com pagamento integral no ato da inscrição, na modalidade de anuidade. Após o seu término, não reconheci qualquer valor em dívida, nem utilizei o serviço. Ainda assim, fui contactado com uma comunicação em que se afirmava que, caso não pagasse as mensalidades exigidas, “seriam tomadas vias legais”. Considero esta comunicação uma tentativa de coação comercial e pressão psicológica, sobretudo quando a cobrança se baseia numa cláusula de renovação automática que nunca me foi comunicada. Tal cláusula é, nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 446/85, nula se não for previamente comunicada ao consumidor com a devida antecedência. Além disso, a cobrança de serviços não utilizados ou não solicitados está proibida pelo artigo 10.º, n.º 4 da Lei n.º 24/96 (Lei do Consumidor). Solicito a vossa intervenção para impedir esta prática e proteger os meus direitos enquanto consumidor. Em anexo, envio a comunicação recebida como prova. Com os melhores cumprimentos, Sergii Siryk

Encerrada

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