Reclamações públicas
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Recusam-se a devolver dinheiro e/ ou fazer qualquer contacto telefonico
Exmos. Senhores, No dia 26 de maio fiz a incrição da minha filha no campo de férias da Escola Bosque dos Pirilampos. O local é longe e a escola diz disponibilizar transporte. Para inscrição era preciso depositar o valor. Fiz o deposito e depois comecei a tentar contacto tanto com a escola quanto com o sr. Hernani, para confirmar a o transporte. O telefone da sra. Joana Neves, unico disponibilizado pela escola não atende nunca. (liguei diversas vezes ao longo de dias e em diferentes horários). Quando consegui falar com o sr. Hernani soube que não havia outras crinaças para transporte na data escolhida, o que impossibilitaria a participação da minha filha, visto que não tenho carro. Tentei ligar, falar conversar com a sra. Joana para saber se poderia ainda aguardar para a possibilidade de transporte e / ou , caso não fosse possivel, cancelar a compra e receber o dinheiro de volta. 2 dias depois a sra Joana Neves respondeu a um SMS dizendo que eu devia esperar, que não tinham telefonista. Enviei meu IBAN. MAs desde entao nem tenho resposta de SMS, nem atendem o telefone, nem respondem email nem, obviamente, devolveram o dinheiro. Preciso desse dinheiro para pagar outro campo de ferias para minha filha, fiz tudo direito, avisei com menos de 24h apos a transferencia que tinha questões. nao é justo ser tratada com tanto desrespeito. Ainda mais numa escola que se diz sustentavel, a meio da floresta respeitando a natureza. Estou a me sentir muito desrespeitada. Além de que preciso receber o dinheiro que me é de direito. Cumprimentos.
COBRANÇA INDEVIDA
Quero informações, ou quiçá, dar prosseguimento ao meu caso, via administrativa e/ou judicial., uma vez que agora eu sou associado. Transcrevo a minha solicitação. Caso precise de mais alguma documentação é só entrar em contato comigo. "Alenquer, 09/07/2025Recebi duas contas de energia da Goldenergy (CPE PT0002000118135211XS) de valores astronômicos que eu não tenho condições financeiras para pagar. A uma, porque não consumimos o que está sendo cobrado. A minha morada são só três pessoas adultas (eu, mulher e filha). Não usamos máquina de lavar loiça. Não temos ar condicionado. Quase não utilizamos ferro de passar roupa. A duas, que o consumo cobrado se trata de valores irreais, seja por erro do medidor ou seja por erro de cálculo da fatura. Hoje, depois de reclamar por diversas vezes com a empresa e também fazer a denúncia no Livro Vermelho, a E-Redes esteve pessoalmente na minha morada e instalou um Roter no medidor para envio das futuras leituras corretas.A título de informação a conta de abril, cujo vencimento foi em 02/05/2025, consta um valor a pagar de 255,79 euros e a conta de maio, com vencimento em 01/06/2025 veio um valor de 299,39 euros.Solicitei esta semana a transferência de serviços para a Repsol. Entretanto, não paguei as contas acima descritas, por não serem reais e estar fora da minha realidade econômica.Consultei 3 profissionais da área elétrica e todos foram unânimes em dizer que essas contas não retratam a realidade do consumo.Eu não vou pagar essas contas absurdas e gostaria do apoio da DecoProteste de quais os procedimentos que eu devo seguir.Muito obrigadoGil Rodrigues"
Encomenda Não Recebida
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº Order ID 811744836547946438. Face ao problema detetado, Encomenda Não Recebida, solicito o reembolso da quantia em causa. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cobrança de operação não autorizada – WiZink / Cartão Visa
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o WiZink Bank, S.A.U. – Sucursal em Portugal, enquanto consumidor, devido à sua recusa em reembolsar uma transação bancária não autorizada no valor de €4.242,00, efetuada no dia 14/05/2025 através do meu cartão de crédito Visa. A operação foi imediatamente reportada por mim como fraude, tendo sido apresentada queixa formal na Polícia Judiciária. Apesar disso, e após inicialmente me creditarem provisoriamente o valor, a WiZink: Encerrou o processo e atribuiu-me responsabilidade total; Alegou que houve “autenticação forte” via aplicação móvel e biometria; Não apresentou qualquer prova de que a operação foi autorizada conscientemente por mim; Ignorou o disposto no Decreto-Lei n.º 91/2018, artigos 115.º e 116.º, que exige reembolso imediato ao consumidor, exceto em caso de culpa ou negligência grosseira, o que não se verificou. Encontro-me, portanto, a ser cobrado por uma operação que denunciei como fraudulenta, sem qualquer meio de defesa ou transparência no processo, o que configura, na minha opinião, uma violação grave dos meus direitos como consumidor e utilizador de serviços de pagamento. Solicito o apoio da DECO na mediação desta situação e na exigência do cumprimento dos meus direitos legais por parte da entidade bancária. Fico à disposição para fornecer documentação de suporte: cartas da WiZink, prova da transação, contacto com Visa, queixa à PJ e reguladores. Com os melhores cumprimentos, Nuno Barros
Dinheiro retirado
Exmos. Senhores, Boa tarde. Em 2022 cancelei os serviços da Medicare e no mês passado verifiquei que nas minha minha conta foram retirados 5 vezes prestações no mesmo mês. Como é possível a Medicare passado anos retirar dinheiro de um serviço cancelado sem qualquer aviso ou autorização passado 3 anos ? Após várias tentativas de email com a Medicare eles simplesmente ignoraram e não ajudam de nenhuma maneira a entender o sucedido. Cumprimentos.
Falso período de fidelização, burla
Assunto: Reclamação da Vodafone SA, por: 1. ausência de resposta a 2 reclamações apresentadas em Maio de 2025 sobre a Factura FT101/093130215, por inexistência de qualquer dívida, 2. comunicação dos meus dados à sociedade Intrum, não obstante o prazo para pagamento em curso e as 2 reclamações por mim apresentadas, e que não tiveram resposta; 3. remoção ilícita da queixa apresentada no Livro de Reclamações Electrónico existente no site da Vodafone em 18/02/2025, pelas 08h55m; 4. alegação da existência de um novo contrato com período de fidelização, factos que são inverídicos e integram uma falsificação de documentos e burla. Notificada pela Vodafone para pagar a factura com a referência FT101/093130215, no valor de 177,93€, até 23 de Maio de 2025, apresentei reclamação por carta registada com aviso de recepção, em 22/05/2025 e em 25/05/2025. Ainda não houve qualquer resposta. Contactei a Vodafone em 20/05/2025, às 11hs, para obter esclarecimentos sobre o que seria o “incumprimento contratual” mencionado na factura supra referenciada, tendo sido informada que o valor da factura respeita a uma penalidade por incumprimento contratual devido ao período de fidelização que estava em curso. Também fui informada que me contactavam no mesmo dia – 20/05/2025 - sobre a resolução deste problema, o que não aconteceu até hoje. Por não ter havido qualquer resposta, em 22/05/2025 enviei uma Carta Registada com AR à Vodafone , que não mereceu qualquer resposta. Não obstante a falta de resposta, em 23/05/2025, pelas 19h24m, por sms, fuinotificada para pagar a quantia em dívida e em 26/05/2025, recebi novo e-mail para pagar a factura no prazo de 15 dias, ameaçando avançar com a acção judicial para cobrança da factura, sem que houvesse qualquer resposta da Vodafone sobre a reclamação apresentada. Por tal motivo, enviei em 28/05/2025 nova carta registada com aviso de recepção à Vodafone, com nova reclamação e, em 30/05/2025, pelas 14h24m, enviei um e-mail para suportecredito@vodafone.com, informando ter impugnado através de duas cartas registadas com aviso de recepção a existência de qualquer dívida, e solicitando que, sem uma decisão sobre tal reclamação, não voltassem a exigir tal pagamento, o que ficou registado sob o nº 6205731. Sem surpresa, e sem que tenha havido qualquer decisão sobre as 2 reclamações por mim apresentadas, no mesmo dia 30/05/2025, pelas 16h47m, estando a decorrer o prazo de 15 dias para pagamento voluntário e sem que tenha havido qualquer decisão sobre as duas reclamações apresentadas, eis que sou “notificada” pela Intrum Portugal para proceder ao pagamento da dívida e no dia 31/05/2025, pelas 13h55m, por sms para o meu telemóvel e pelas 16h32m (Sábado), por e-mail, volto a ser “notificada” pela Intrum para proceder ao pagamento imediato da dívida. Ora, isto é muito expressivo da má-fé da Vodafone, que não respondeu nunca às 2 reclamações e à reclamação electrónica, nem respeitou o prazo de 15 dias concedido para pagamento voluntário, tendo transmitido a outrem os meus dados pessoais – nº de telemóvel, nome, endereço de e-mail – com vista a ser ameaçada de instauração de acção judicial caso não pague. Contudo, não tenho qualquer dívida e nada vou pagar, por não ter qualquer período de fidelização em vigor. Contratei o serviço tv net voz telemóvel em Outubro de 2022 com a Vodafone, por ter mudado de residência, e o período de fidelização era de 24 meses. Em Fevereiro de 2025, pedi a portabilidade do telemóvel, a qual foi feita no dia 16 e, em 18 de Fevereiro de 2025, pelas 07h18m, fui surpreendida com um e-mail da Vodafone, do endereço noreply@vodafone.pt, alegando uma adesão que não ocorreu e juntando um contrato que não foi celebrado nem solicitado “Obrigada pela sua adesão. Na sequência da sua adesão (…)”. Com efeito, só pedi a portabilidade do telemóvel para outra operadora, nada solicitei à Vodafone nem aderi a nenhum contrato, muito menos com período de fidelização. Por esse motivo, nesse mesmo dia submeti uma queixa electrónica no Livro de Reclamações Electrónico da Vodafone, em 18/02/2025, pelas 09h55m, que foi retirada de seguida, abusivamente, pela Vodafone, e onde explicava que não queria qualquer novo contrato, que não aceitava qualquer novo contrato ou fidelização, e que qualquer referência a um novo contrato, adesão ou fidelização se tratava de fraude, burla e falsificação de documentos por parte da Vodafone, pois nenhum novo contrato tinha sido celebrado ou aceite. Esta reclamação foi ilicitamente retirada pela Vodafone e nunca mereceu qualquer resposta nem fui informada do número de registo respectivo. Pelas 09h26m desse dia 18/02/2025, através de contacto telefónico com a Vodafone, frisei repetidamente que não queria qualquer fidelização, tendo a funcionária dito que sem fidelização o valor mensal seria 52,90€, tendo sido frisado que não pretendia qualquer fidelização, pois queria rescindir todos os serviços. Tal telefonema foi gravado pela Vodafone, sendo todos os telefonemas sempre gravados. Voltei a frisar que não havia fidelização nem a queria em 24/03/2025, pelas 13h17m, em novo contacto mantido com a Vodafone, tendo solicitado a rescisão imediata de todos os serviços. Em 24/04/2025, pelas 14hs, tive de contactar novamente a Vodafone, pois, por “lapso”, fouinotificada para pagar a quantia de 120,15€, tendo a funcionária dito que se tratou de “lapso”, que era só 61,58€. Estou francamente cansada destes lapsos e desta má-fé, dirigidos a cobrar dinheiro indevidamente aos clientes. Não tenho qualquer contrato com período de fidelização em vigor e não tem qualquer dívida para com a Vodafone, tendo sim um crédito no valor de 58,57€, a NC 201/003246465 e outro no valor de 17,58€, a NC 201/003246484,. Um contrato é celebrado entre duas partes e não celebroei qualquer novo contrato, apenas fiz a portabilidade do telemóvel e rescindi depois todos os serviços. Qualquer alusão a um período de fidelização em curso consubstanciará uma burla, uma fraude e uma falsificação de documentos - como é evidente se ouvirem as gravações dos telefonemas que os vossos próprios serviços fazem, porquanto recusei expressamente qualquer período de fidelização - , e que implicará a apresentação da correspondente queixa crime. Requeiro que seja dada sem efeito a factura emitida e creditadas as quantias correspondentes às notas de crédito emitidas. Requeiro que a Vodafone me entregue as gravações integrais dos telefonemas mantidos entre mim e a Vodafone, nos dias 18/02/2025, 24/03/2025, 24/04/2025, contactos efectuados com os números de apoio ao cliente da Vodafone. Requeiro que me informem sobre o local e a data e hora para proceder ao levantamento das gravações em causa. Requeiro que toda e qualquer comunicação sobre este assunto seja doravante efectuada por e-mail ou por carta, e não por telemóvel, pretendendo que fique por suporte escrito qualquer comunicação efectuada. Requeiro que contactem a Intrum, com vista à suspensão de contactos com a minha pessoa. A reclamante, AO
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, No dia 22 de Abril de 2024, fiz um pagamento de 2€ para consultar um comparativo de aspiradores automaticos existente no site da DECO PROTESTE. Posteriormente recebi uma chamada da DECO PROTESTE a perguntar se eu queria subscrever a vossa revista e onde eu disse explicitamente que não queria subscrever pois apenas quis fazer a consulta pontual dos aspiradores. Hoje detetei que me debitaram 8,60€ com a seguinte descrição na minha conta, que envio em anexo: DD DECO PROTESTE EDITORES, LDA 100001203427 Assim sendo quero que cancelem a débito direto e me devolvam o dinheiro associado pois eu disse explicitamente que não quero subscrever qualquer revista da PROTESTE. Caso não o façam, vou colocar uma queixa no portal do consumidor! Cumps Manuel Dias TEL 918047308
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Fui pesquisar um modelo de CV, encontrei o site do CV need, fiz and currículo e foi-me cobrado já não me recordo bem, mas penso que à volta de 7€. Hoje, dia 1/6/28 deparo-me com menos 58.20€ que me retiraram da conta com nome beneficiário CV NEED B! Como posso resolver esta situação? Cumprimentos.
FATURA DE COBRANÇAS DE VALORES DE MAIS DE 6 MESES
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato com nº CPE PT0002000130315773WF e recebi a fatura nº DR 2404043627. Como podem facilmente verificar, a fatura não está correta porque estão a faturar consumos com mais de 6 meses. Como será do vosso conhecimento, a lei determina que o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação, pelo que solicito a correção da fatura em causa. Encaminho anexo a minha declaração de desemprego e também a declaração de escalão dos meus filhos para que confirmem e renovem o desconto e a tarifa social. Assim, aguardo emissão da fatura corrigida. Cumprimentos.
Cobranças Irregulares e Discrepâncias no Consumo: Solicitação Urgente de Verificação do Medidor de Á
Venho por meio desta expressar minha extrema indignação e solicitar urgentemente a presença de um técnico para verificar o medidor de água da minha residência. Nos últimos meses, temos sido surpreendidos com valores de consumo extremamente elevados e absolutamente desconexos com o que efetivamente utilizamos, o que configura uma situação de total desrespeito com o consumidor. Em primeiro lugar, gostaria de destacar que o valor das faturas de água tem variado de forma absolutamente absurda, com variações mensais entre 45 a 67 euros, sem qualquer justificativa plausível. Em nenhum momento houve aumento significativo no nosso consumo ou alterações que pudessem justificar tal disparidade. Pelo contrário, o consumo de água na residência permaneceu constante, sem qualquer desperdício, como comprovado pela nossa vigilância e controle de uso diário. Em relação à leitura do consumo, gostaria de ressaltar a confusão gerada pela falta de clareza nas datas e informações sobre a leitura do medidor. No mês passado, realizamos a leitura da conta, mas a fatura não indicava a data exata da leitura, o que gerou uma grande dúvida quanto à sua precisão. Além disso, no mês passado foi solicitado que a leitura fosse realizada entre os dias 14 e 17, enquanto neste mês solicitei que fosse feita entre os dias 13 e 16. Contudo, apesar de termos enviado a leitura, a fatura chegou com o valor de 67,89 euros, um aumento de quase três vezes em relação à fatura anterior, que foi de 27,83 euros, sem qualquer explicação plausível para tal discrepância. Vale ressaltar que os valores de fatura variam mês após mês de maneira extremamente irregular e sem qualquer padrão, com valores que vão de 12,50 euros a 54,38 euros, o que é uma clara evidência de que o sistema de medição ou de faturamento está falho e precisa de uma verificação urgente. Em nenhum momento tivemos qualquer aumento de consumo que justifique tais oscilações absurdas. Em face disso, venho solicitar, com a máxima urgência, a verificação e análise do medidor de água instalado em minha residência. O consumo de água tem sido mantido em níveis baixos e consistentes, sem qualquer alteração que justifique os valores elevados e desproporcionais das faturas. Não podemos continuar sendo vítimas de cobranças indevidas e irracionais. Gostaria de lembrar que, de acordo com o Decreto-Lei nº 67/2007, que regula os direitos dos consumidores em Portugal, é de responsabilidade da concessionária garantir que os serviços prestados sejam transparentes, justos e corretos, sendo obrigação da empresa zelar pela precisão das medições e das faturas emitidas. A prática de cobrar valores aleatórios, sem explicação plausível ou justificativa, configura uma violação clara dos direitos do consumidor, podendo resultar em ações legais. Diante disso, exigimos que um técnico compareça à nossa residência o mais breve possível para verificar o funcionamento do medidor de água e corrigir quaisquer irregularidades que estejam ocorrendo. Caso contrário, tomaremos todas as medidas legais cabíveis, incluindo a formalização de uma queixa junto às autoridades competentes e, se necessário, a busca de reparação judicial. Reitero a urgência dessa solicitação e aguardo uma resposta imediata, com a confirmação do agendamento da visita técnica, pois não podemos mais arcar com o ônus de cobranças indevidas e sem qualquer justificativa. Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
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