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Corte agua ilegal e sem resposta
Exmos Senhores No ano 2017 apareceu-me uma factura de água com valor 400 e tal euros com a casa desabitada há 3 anos, foi reclamado não se chegou ao porquê do excessivo consumo. Os anos passaram e no passado mês de Julho fizeram um corte de água na minha habitação , não tenho água há quase três meses, depois de muito reclamar, inclusive msg ao Exmo Presidente aoenas recebi uma resposta, sem assinatura com a resposta muito resumindo quero água pago a factura mais juros e mais activação do contador. Já invoquei a prescrição da factura e já enviei várias msgs ao sr presidente e não há mais respostas.
Incêndio no quadro dos painéis solares
Excelentíssimo senhores! Fiz um contrato de instalação de painéis solares com a EDP , os quais foram instalados no dia 24 de junho 2026, a instalação e a garantia foi me dito que era da responsabilidade da EDP até ao final do contrato, no dia 5 de agosto 2026 ardeu os quadrados elétricos instalados para a energia solar o que causou um incêndio na minha casa e como consequência disso vários prejuízos. No dia 10 de agosto vieram vários representantes e peritos para averiguar o que se tinha passado, foram embora com a indicação de que iríamos receber um email, até hoje não recebemos qualquer resposta, eu já contactei várias vezes sem resultado algum , a última vez foi há duas semanas porque além de não ter qualquer resposta foi me enviado a fatura da luz com a cobrança dos painéis solares, serviço de que eu não estou a usufruir, foi me dito que iriam anular a fatura e até ao dia de hoje continua tudo na mesma. Tenho uma janela partida e várias objetos estragados, não posso realizar limpeza, pintura e arranjo da janela e do portão porque não tenho uma resposta, chove para dentro de casa e estou sujeita a ser assaltada porque a janela esta aberta e não consigo resposta por parte da EDP.
Power cut to house. All refrigeration cut off
Can you help with this problem please Summary of the incident: E-Redes carried out digging work outside my house while reconnecting permanent power after a fire caused by an electrical fault. During this work, they cut through a wire, which caused a power outage in the house. E-Redes has already acknowledged responsibility for the original issue. Timing: We were away at the time. We returned home four days after the event. My neighbour told me by WhatsApp that E-Redes was digging outside the house four days before we came back. Damage: The outage caused food in the fridge and freezer to spoil. Proof: I have airline tickets showing we were away, photographs of the damaged wire, photographs of the spoiled food, and the WhatsApp message from my neighbour. What I want: Compensation for the damaged food and any other losses caused by the outage.
Reembolso por pneu danificado em estrada com buraco
No passado dia 8 de fevereiro de 2026 rebentei um pneu ao passar num buraco na estrada. Fiz a participação do incidente à câmara de Lisboa, e passados 5 meses foi-me dito que a responsabilidade era da EPAL. Há praticamente 3 meses que tento contactar a EPAL. Inicialmente reenviei o processo para o email indicado pela câmara de Lisboa, sem sucesso. Ao ligar para a EPAL, disseram-me que tinha de ser por email, mas que o email era outro. Deste então já enviei várias vezes o processo para o email em questão e nunca obtive resposta. Voltei a tentar ligar, nunca consigo.
Smart packs EDP
Exmos Senhores Venho por este meio expor uma situação de duplicação de serviços que acredito tratar-se de um mal-entendido técnico, solicitando a vossa habitual atenção para a sua correção.Recentemente mudei de residência devido ao fim do meu contrato de arrendamento de 6 meses, que cessou formalmente a 31 de maio de 2026. Mas continuei a receber facturas referentes a serviços Smart Pack que nem sabia que eu pagava juntamente com o consumo mensal, embora me dei conta nas facturas após a verificação, achei que fosse algo referente ao contrato de luz. Usei linha de cliente para perceber do que se tratava e pedi cancelamento, e acabei indo a atendimento presencial onde me foi informada que o serviço 'Smart Pack' ter-me-á sido proposto através de uma chamada telefónica de cortesia. Contudo, não tinha consciência de ter contratado um serviço com fidelização obrigatória de 1 ano, até porque, sabendo antecipadamente que o meu contrato de arrendamento naquela casa era de apenas 6 meses, nunca teria aderido a um compromisso anual por livre vontade. Fui inclusivamente verificar as minhas mensagens escritas após a indicação da atendente e não encontrei nenhuma resposta minha a validar ou a confirmar conscientemente essa contratação com custos mensais associados. Adicionalmente, gostaria de esclarecer que a alteração de titularidade da casa antiga para o nome da senhoria ocorreu apenas a 12 de junho de 2026 por culpa da senhoria, pois no dia 1 de Junho, eu quis fazer a alteração e a senhoria se recusou a fornecer um dado que faltava. Compreendo que este atraso administrativo influencie a última fatura da luz (relativa ao período de 26 de maio a 12 de junho), pelo que me disponho a pagar honestamente o acerto da eletricidade que consumi até ao dia da minha saída (31 de maio). No entanto, não acho que haja justificação para a manutenção e cobrança duplicada do 'Smart Pack' da morada antiga, uma vez que já me encontro a pagar o mesmo serviço na minha morada atual. Sendo evidente que não faria sentido contratualizar uma fidelização de 1 ano para uma habitação temporária de 6 meses, peço encarecidamente que analisem o meu caso com sensibilidade. Solicito a retificação da última fatura de energia para o período em que efetivamente residi no imóvel (até 31 de maio), o cancelamento do 'Smart Pack' associado à morada antiga e, por uma questão de justiça, o acerto ou devolução com efeitos retroativos dos valores que tenham sido cobrados por este serviço da casa antiga após o dia 31 de maio. Anexo o meu contrato de arrendamento cessado e as mensagens com a senhoria para vossa conferência. as fotos com imagem da plataforma da EDP, enviei para a senhoria para explicar e pedir a leitura do ponto 183 que faltou nas minhas fotos feitas a 31 de Maio, e ela se recusou a enviar. Agradeço desde já a vossa compreensão e ajuda para solucionar este problema."
Esclarecimento possível coação
Rua engenheiro Duarte Pacheco n14 Lousã Vim por este meio apresentar uma reclamação e solicitar o devido esclarecimento relativo à conduta de um indivíduo que se identificou verbalmente como funcionário da E-REDES, sob o nome Ricardo Mota. Resumo dos Factos: Abordagens sem Identificação Formal: O referido indivíduo dirigiu-se à nossa residência, no endereço acima indicado em Lousã, em duas ocasiões distintas, fazendo ameaças verbais relativas ao corte do fornecimento de eletricidade e à aplicação de multas no valor de milhares de euros porque estávamos a carregar nossa moto eletrica por uma extensão vinda de dentro de casa, uma vez que não possuímos garagem na residência. Datas, Horários e Perturbação do Descanso: A primeira abordagem ocorreu no dia 17/09/2026. A segunda abordagem ocorreu no dia 25/09/2026, por volta das 11h00 da manhã. Destaco que nessa semana eu me encontrava a cumprir turno noturno de trabalho, chegando a casa por volta das 08h30 para descansar. A abordagem abusiva à nossa porta interrompeu e prejudicou gravemente o meu período de descanso essencial entre jornadas de trabalho. Ausência de Protocolo, Identificação e Ameaças ao Senhorio: Em nenhuma das abordagens o indivíduo apresentou credencial, crachá, documento formal ou notificação por escrito da E-REDES. Na primeira abordagem, apresentava-se em trajes civis e de bicicleta; na segunda (no dia 25/09/2026), deslocou-se numa carrinha com o logotipo da empresa, contudo sem farda ou identificação pessoal visível. Foi também nesta visita do dia 25/09 que a mesma ameaça de corte de energia e de aplicação de multas superiores a mil euros foi estendida e dirigida ao nosso senhorio. Ficou evidente o uso do nome e da imagem da E-REDES para exercer coação e intimidação pessoal na nossa porta e junto do nosso senhorio. Fundamentação e Solicitação de Esclarecimentos: Nos termos da lei e dos regulamentos do setor elétrico, o corte de fornecimento ou a aplicação de sanções financeiras obedecem a procedimentos formais estritos, notificações prévias por escrito e prazos legais, não podendo ser utilizados por colaboradores como instrumento de coação ou intimidação interpessoal. Face ao exposto, solicitamos à E-REDES que apure urgentemente: Se existe algum processo formal, administrativo, técnico ou de fiscalização aberto pela E-REDES relativamente à nossa morada ou ao nosso contrato de energia que tenha originado a deslocação deste indivíduo; Se o Sr. Ricardo Mota é efetivamente colaborador ou prestador de serviços autorizado da E-REDES; Se existia alguma ordem de serviço, agendamento interno ou instrução superior para a realização dessas abordagens na nossa morada nas referidas datas; Quais as medidas disciplinares e legais que a E-REDES adotará perante os atos de intimidação, perturbação do sossego. Aguardamos uma resposta formal por esta via.
Remoção de Caixa de Eletricidade EDP
Exmos EDP, venho por este meio exigir a remoção imediata de uma Caixa de eletricidade EDP,que foi colocada de forma indevida sem nenhuma autorização prévia Envio em anexo a imagem a comprovar a caixa colocada na minha casa Morada: Rua de Angola N7 Peniche Vila Maria Peniche Código postal: 2520-361
Reclamação formal à E-Redes
Exmos. Senhores, No dia 26 de setembro de 2024, pelas 08h30, ocorreu uma anomalia no fornecimento de energia elétrica da E-Redes, tendo a tensão elétrica sofrido um aumento anormal, passando dos habituais 230 V para aproximadamente 420 V. Esta sobretensão provocou a avaria e/ou destruição de diversos aparelhos elétricos e eletrónicos existentes na habitação, causando prejuízos materiais consideráveis. Os equipamentos danificados, bem como os respetivos prejuízos, encontram-se discriminados nas reclamações e documentos que serão anexados ao presente processo. Perante esta situação, apresentei uma primeira reclamação junto da E-Redes no dia 30 de setembro de 2024. Posteriormente, no dia 21 de outubro de 2024, apresentei uma segunda reclamação, como complemento da primeira, na qual comuniquei e acrescentei outros prejuízos entretanto identificados. Importa ainda salientar que esta não foi a primeira ocorrência desta natureza. Em abril de 2024 já tinha ocorrido uma situação semelhante, igualmente relacionada com uma anomalia na tensão elétrica, tendo esse processo sido posteriormente resolvido pela E-Redes. No entanto, apesar da situação ter sido tratada, a E-Redes não procedeu à reparação efetiva da causa que estava na origem da sobretensão, nomeadamente da anomalia existente no poste/rede elétrica que estava a provocar a sobrecarga de tensão. Assim, a situação não ficou efetivamente solucionada na sua origem. Como consequência, alguns meses mais tarde, em setembro de 2024, voltou a ocorrer uma sobretensão, desta vez de 230 V para cerca de 420 V, provocando novamente elevados prejuízos materiais. Considero particularmente relevante esta circunstância, uma vez que a ocorrência de abril já era do conhecimento da E-Redes e, apesar disso, a situação voltou a verificar-se em setembro do mesmo ano. Após as reclamações apresentadas, troquei vários e-mails com a E-Redes, tendo-me sido solicitada a apresentação de diversas faturas e outros documentos comprovativos relativos aos equipamentos danificados e aos prejuízos sofridos. Algumas dessas faturas só puderam ser adquiridas e/ou apresentadas posteriormente, uma vez que, na altura, não dispunha de capacidade financeira para proceder imediatamente à substituição de todos os equipamentos danificados. Esta situação foi comunicada à E-Redes. Importa salientar que a impossibilidade financeira de adquirir imediatamente determinados equipamentos não significa que esses equipamentos não tenham sido efetivamente danificados pela sobretensão, nem deverá ser utilizada como fundamento para desconsiderar os respetivos prejuízos. No âmbito do processo, ocorreram diferentes momentos de avaliação dos prejuízos. Numa primeira fase, um perito deslocou-se à minha habitação, tendo procedido à verificação dos diferentes locais onde se encontravam os equipamentos danificados. Durante essa visita, o perito teve oportunidade de verificar os aparelhos existentes nas várias divisões da habitação. Além disso, alguns dos equipamentos já tinham sido entretanto encaminhados para uma loja de eletrodomésticos, onde se encontravam para avaliação da possibilidade de reparação. O referido perito deslocou-se também à loja, tendo aí verificado os equipamentos que já se encontravam nesse local. Esta primeira avaliação permitiu, portanto, verificar não apenas os equipamentos que permaneciam na habitação, mas também aqueles que, por se encontrarem danificados e necessitarem de avaliação/reparação, já tinham sido encaminhados para a loja. Num segundo momento, recebi a visita de um técnico da E-Redes. No entanto, esta segunda visita foi marcada por limitações que considero relevantes para a correta avaliação dos prejuízos. Ao contrário do primeiro perito, o técnico não visitou todas as divisões da habitação onde existiam aparelhos avariados, deixando, por esse motivo, equipamentos sem a devida verificação presencial. Para além disso, o técnico recusou-se a deslocar-se à loja de eletrodomésticos onde se encontravam outros equipamentos danificados, apesar de essa mesma loja já ter sido visitada anteriormente pelo perito no âmbito do processo. Quando lhe foi solicitado que se deslocasse à referida loja para verificar os equipamentos, o técnico limitou-se a alegar que "não podia fazê-lo", não tendo, assim, procedido à verificação dos equipamentos que ali se encontravam. Posteriormente, a E-Redes veio alegar que alguns dos equipamentos indicados na reclamação não se encontravam nos seus locais "normais" ou nos locais onde, alegadamente, deveriam estar, utilizando essa circunstância para colocar em causa a existência ou a avaliação de determinados danos. Esta conclusão não corresponde à realidade dos factos. Os equipamentos encontravam-se efetivamente na habitação ou tinham sido encaminhados para a loja de eletrodomésticos precisamente por se encontrarem danificados e necessitarem de avaliação/reparação. Assim, considero injusto que sejam desconsiderados determinados equipamentos ou prejuízos com fundamento na ausência dos mesmos dos seus locais habituais, quando o próprio técnico não procedeu à verificação de todas as divisões da habitação e recusou expressamente deslocar-se à loja que já tinha sido visitada pelo perito. No dia 1 de abril de 2025, recebi uma comunicação da E-Redes na qual me informavam que iriam proceder ao pagamento de uma indemnização no valor de 2.814,65 €. No entanto, não concordei com esse valor, por considerar que não corresponde à totalidade dos prejuízos efetivamente causados pela sobretensão. Respondi à E-Redes, manifestando expressamente a minha discordância, nomeadamente relativamente aos seguintes pontos: * Existem equipamentos danificados que não foram analisados pelo segundo técnico, não por falta de colaboração da minha parte, mas porque este não se deslocou a todas as divisões da habitação onde se encontravam equipamentos danificados; * O técnico recusou-se a deslocar-se à loja de eletrodomésticos onde se encontravam outros equipamentos danificados, apesar de essa mesma loja já ter sido visitada pelo primeiro perito; * Alguns equipamentos foram considerados sem a respetiva fatura de substituição, quando a razão pela qual ainda não tinha sido possível proceder à sua aquisição era a falta de meios financeiros para suportar esses custos; * Não considero razoável que a falta de capacidade financeira para substituir imediatamente os equipamentos danificados seja utilizada para reduzir ou excluir a consideração dos respetivos prejuízos; * O valor de 2.814,65 € fica muito aquém do valor global dos danos efetivamente sofridos, conforme resulta da documentação e da lista de equipamentos anexadas. Apesar da minha discordância relativamente ao valor proposto pela E-Redes, continuei a colaborar na tentativa de resolução do processo e na apresentação da documentação comprovativa dos prejuízos. Assim, no dia 5 de setembro de 2025, voltei a contactar a E-Redes por e-mail, através do qual enviei mais duas faturas relativas aos prejuízos/equipamentos em causa. Nesse contacto, manifestei novamente a minha expectativa de que a documentação apresentada fosse devidamente considerada e indiquei que aguardava uma resposta da E-Redes e uma justa indemnização pelos prejuízos efetivamente sofridos. Este contacto demonstra, uma vez mais, que procurei colaborar com a E-Redes e fornecer toda a documentação que me foi possível obter, apesar das dificuldades financeiras que enfrentei para proceder à substituição dos equipamentos danificados. Apesar das reclamações apresentadas, da documentação enviada, das várias trocas de correspondência, das avaliações realizadas e do envio de documentação adicional em 5 de setembro de 2025, a situação permanece sem uma resolução que considere justa e adequada. A E-Redes pretende limitar a indemnização a um valor que não corresponde à totalidade dos prejuízos que resultaram da sobretensão. Mesmo após a apresentação de documentação adicional, continuo sem resposta e sem uma solução que considere adequada.
Preço abusivo de gás (42,50€) e recusa de devolução no posto Galp em Samora Correia
No dia 06/09/2026, adquiri uma garrafa de gás propano de 11kg (GAS 11P) no posto revendedor da Galp (F.A. Cordeiro, Lda), em Samora Correia, pela qual me cobraram o valor exorbitante de 42,50 € (Doc. N.º: FT 012010015679CFAA00000190442026/000125761). Este valor está totalmente desfasado do mercado local (onde o preço médio ronda os 26€ a 35€). Ao perceber o abuso, regressei ao posto menos de 30 minutos após a compra para solicitar a devolução do produto intacto e o reembolso. Os funcionários recusaram peremptoriamente a devolução, alegando apenas que "o preço já tinha sido informado". Foi preenchida a Folha do Livro de Reclamações (N.º 33166472). Contactado o Serviço de Apoio ao Cliente da Galp, a marca lavou as mãos, invocando a "liberdade de preços" e ignorando a recusa de devolução no local. Considero uma conduta abusiva, violadora dos direitos do consumidor e uma exploração da confiança dos clientes habituais. Pretendo o reembolso da diferença cobrada em excesso face ao preço justo de mercado ou a aceitação da devolução do produto, além do devido esclarecimento por parte da Galp relativamente às práticas do seu revendedor.
AGERE Braga: Agendamentos "fantasmas" ou fuga de informação interna? O meu frigorífico desapareceu
Exma. Equipa da DECO Proteste e Administração da AGERE, Venho por este meio expor uma situação inadmissível que levanta sérias dúvidas sobre a segurança e a confidencialidade dos dados dos utentes na AGERE. No passado dia 05/09/2026, agendei através do site oficial da AGERE a recolha de um frigorífico (resíduo de grande formato/monstro) à porta da minha habitação. Seguindo as instruções, desloquei o equipamento para a entrada às 20h00 da noite anterior do dia 9/09/2026. Às 07h30 da manhã seguinte, ao sair de casa, o frigorífico já tinha desaparecido. Mais tarde, a AGERE contactou-me a informar que não conseguiu efetuar a recolha porque o local estava vazio, sugerindo que o equipamento tinha sido "extraviado". A minha pergunta é simples e direta: como é que um terceiro sabe, ao minuto, que estaria ali um eletrodoméstico para recolha no dia seguinte? Isto não é uma coincidência. Existe uma clara e grave suspeita de fuga de informação interna ou de monitorização indevida dos dados de agendamento da AGERE. Alguém com acesso ao sistema está a passar informações para circuitos paralelos de recolha e tráfico de resíduos. Exijo uma auditoria interna urgente aos acessos do sistema de agendamentos e uma resposta clara sobre como a AGERE protege os dados e a segurança dos seus utilizadores. Se não conseguem garantir a recolha têm de fazer a recolha a horas marcadas. Relembro que este tipo de equipamentos contém gases poluentes. Aguardo a resolução e clarificação pública deste caso.
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