Reclamações públicas

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A. C.
10/04/2026

Exigido pagamento de Reparação em período de Garantia

Exmos. Senhores, Em setembro de 2024 adquiri um esquentador modelo WTD11-4 KME, da marca Vulcano numa loja Leroy Merlin, sob o código de fatura FT 20240036501/006670, acima referido. No dia 3 de abril de 2026 o equipamento deixou de funcionar. Uma vez que estava ao abrigo da garantia da marca por um período de 3 anos, acionei a garantia através do serviço pós-venda da referida loja, em vez de recorrer ao nosso habitual técnico de manutenção/instalação de equipamentos. Em 8/04/2026, perante a ausência de notícias, entrei em contato com o apoio ao cliente da Vulcano. Minutos depois telefonou um técnico com o qual acertei a hora da intervenção. Informando-me este repetidamente que, caso a avaria não estivesse coberta pela garantia, teria de pagar €77 da deslocação e €18 da peça (?), acrescidos do respetivo IVA. Naquele momento: • Achei algo estranha a forma como a informação foi avançada - como se a exclusão fosse a norma e não a exceção e me estivesse a preparar para o inevitável. • Perguntei-me como saberia ele com tanta certeza qual a peça avariada e o preço desta, • Achei exorbitante o valor cobrado pela deslocação (longe dos 20/30 euros habituais). Mas, como estava em garantia e não havia quaisquer sinais de má utilização ou espaço para alegar ausência de manutenção num equipamento instalado há ano e meio, na ausência de alternativa e perante a situação crítica em que nos encontrávamos, decidimos avançar, • Preparando-me, no entanto, para estar presente no momento da intervenção e atento a quaisquer manobras conducentes à malfadada conclusão. No local, o técnico informou-me que a avaria não estava incluída no âmbito da garantia porque a turbina evidenciava uma cor amarelada. Razão pela qual a reparação teria de ser paga. Solicitei que me mostrasse a peça avariada e a água residual drenada do equipamento. A turbina (cujo rotor o técnico afirmou ser originalmente de cor branca) apresentava de facto uma cor amarelada, sem sinais de entupimento ou desgaste nas respectivas pás e, a água drenada do esquentador, tinha ligeiros vestígios de caliça ou areia, os quais julgo terem caído do tubo de escape dos gases da caldeira (junto fotos de uma e de outros). Insatisfeito com a explicação do técnico - a mudança de cor de um rotor dificilmente provocaria o colapso da turbina, nem constitui prova que esteve sujeito a uma tração inusitada, mas tão só que as águas da rede não são quimicamente puras ou que o material das pás é demasiado poroso e frágil para o efeito ali em vista - apelei para o apoio ao cliente para obter instruções sobre como atuar em semelhante situação. A pedido do operador, passei o telefone ao técnico que manteve a posição inicial. Como estavam de acordo quanto à conclusão, perguntei ao operador do apoio ao cliente como poderia reclamar daquela decisão unilateral e absurda, remetendo-me este para o email do apoio técnico da marca (assistencia.tecnica@pt.bosch.com). Paguei e assinei de boa-fé a quitação devolvida pelo técnico sem colocar, como provavelmente deveria, qualquer referência à minha discordância ou protesto quanto a tão infeliz desfecho. Dirigi-me à DECO de cujos serviços sou subscritor, onde fui aconselhado a apresentar a presente reclamação. Com esta pretendo, em primeiro lugar: 1. Ser ressarcido dos valores pagos, porque não considero provada qualquer má utilização, por alegada incúria ou falta de manutenção do equipamento. À vista desarmada a água abastecida não evidencia colorações que possam indiciar a existência de rupturas na rede pública ou o transporte de matérias que provoquem entupimento, cujo impacto seria imediatamente notado na redução do fluxo de água quente ou fria. Em segundo e último lugar, gostaria de; 2. Ser esclarecido sobre se existe alguma alínea da lista de exclusões que refira a cor das pás da turbina. Ou se foi entre os técnicos no terreno e os agentes do apoio ao cliente que foi acordado excluir as turbinas “amareladas” das reparações em garantia, criando jurisprudência assente na multidão de clientes desesperados que acabaram por calar a sua indignação e pagar em silêncio o exorbitante preço da deslocação e a substituição das aparentemente frágeis turbinas. Num mundo no qual as percepções tantas vezes se substituem à crua realidade dos factos, estranharia que uma marca que, arrisco afirmar, tem uma elevadíssima quota de mercado possa estar desatenta quanto às consequências que casos como o que aqui acabo de descrever têm na sua reputação. Ainda assim, permito-me o atrevimento de vos colocar as três questões/sugestões que seguem: • Se, dos processos de melhoria interna, faz parte a recolha do número de turbinas avariadas dentro do período de garantia e se esse elemento de alarme é divulgado às áreas de desenho técnico e fabrico de equipamentos ou dos seus componentes (turbinas, neste caso)? • Pergunto-me ainda se é recolhido e objeto de análise o volume de reparações que são negadas, apesar de ao abrigo de uma garantia válida, e a identidade dos agentes da Vulcano e das empresas contratadas, que nelas intervieram. A bem de uma certa transparência e da defesa da boa imagem da Marca, seria interessante que estes dados fossem cruzados. • E que a existência desse mecanismo de auditoria interna fosse divulgada aos agentes como elemento dissuasor de eventuais, ainda que raras, “solidariedades” com os agentes no terreno. Não pretendo insinuar que os dois agentes aqui envolvidos e cuja identidade me esforcei por ocultar, tenham agido de má-fé. Não sei. Baseio-me na firme convicção de que estes instrumentos não colocam em risco a reputação dos agentes, antes os defendem de eventuais processos de intenção e reduzem o risco de que se instalem no seio da estrutura ou do sistema processos que a parasitam e o corrompem. Incluo cópia das faturas de compra do equipamento e da reparação, imagens da turbina avariada (que continua na minha posse) e das águas residuais drenadas do esquentador. Cumprimentos

Em curso
M. B.
10/04/2026

Impossibilidade de acesso à área de cliente e desaparecimento de contrato

Exmos. Senhores, Tinha acesso à área de cliente da EDP e, de um momento para o outro, deixei de o ter, sem qualquer explicação. Desde então, tenho passado os últimos 2 dias a contactar a EDP Empresas, uma vez que se trata do condomínio do prédio onde habito e do qual sou administrador, tentando perceber a origem do problema e solicitar o restabelecimento do acesso. Após vários contactos telefónicos (já falei com 3 ou 4 colaboradores), a situação é, no mínimo, preocupante: nenhum dos operadores consegue encontrar o contrato associado ao fornecimento. Foi-me inclusive transmitido que o contrato “não aparece” no sistema. No entanto, possuo uma fatura de janeiro de 2026 com todos os dados do contrato, o que comprova inequivocamente a sua existência. Ainda assim, o contrato não é localizado através de qualquer elemento: NIPC, e-mail, morada, nome do condomínio, CPE ou número de contrato. Adicionalmente, ao tentar aceder à área de cliente, recebo um código de validação no e-mail, mas, após a sua introdução, o sistema não permite avançar. Isto reforça que o contrato existe, apesar de não estar acessível. O atendimento prestado tem sido extremamente insatisfatório: após longos períodos em espera, a única resposta obtida é que o assunto será “reportado”, sem qualquer resolução concreta ou prazo de resposta. Importa referir que assumi recentemente a administração do condomínio, herdada de uma empresa de gestão anterior que deixou pagamentos em atraso à EDP. A minha intenção é regularizar todas as faturas pendentes com a maior brevidade, evitando a acumulação de juros ou outras penalizações. No entanto, estou impossibilitado de o fazer devido à falta de acesso à área de cliente e à inexistência de suporte eficaz por parte da EDP. Considero esta situação grave e demonstrativa de uma total falta de organização e de respeito pelo cliente. Solicito a resolução urgente deste problema, com: • Restabelecimento imediato do acesso à área de cliente; • Identificação e recuperação do contrato; • Disponibilização de todas as faturas em dívida para regularização. Aguardo uma resposta célere e uma solução definitiva para esta situação.

Em curso
F. A.
09/04/2026

Pico de Corrente

Exmos. Senhores, No passado dia 11/02/2026 fiz uma reclamação no balcão digital da E-Redes a comunicar um pico de corrente na minha instalação ocorrido no dia 09/02/2026 às 20:00H, em que ouvi um barulho a ocorrer na cozinha, como se alguma coisa estivesse a estoirar, corri rapidamente para o quadro elétrico e desliguei tudo, esperei um pouco e quando voltei a ligar os equipamentos seguinte estavam queimados: - Máquina de Lavar Loiça Siemens; - Máquina de Café Nespresso; - Despertador Philips. No dia 05/03/2026 recebi uma comunicação da E-Redes a dizer que não podiam assumir a responsabilidade pelos danos porque no dia 09-02-2026 não tinham nenhum conhecimento de qualquer anomalia na rede que tenha afetado o fornecimento de eletricidade à sua minha instalação. No dia 24/03/2026 pelas 22:00H, ouvi exatamente o mesmo barulho, estava no quarto e corri para a cozinha quando cheguei, estava uma televisão a deitar fumo e tive a mesma reaccão, fui a correr desligar o quadro elétrico. Passado um pouco voltei a ligar e novamente os seguintes equipamentos estavam queimados: - Máquina de lavar loiça Siemens; - Máquina Café Nespresso; - Televisão Samsung. Como a máquina de café estava em garantia, enviei para a assistência, mas nada me disseram sobre o sucedido. Fiz o mesmo com a máquina da loiça e o técnicos da siemens ao virem efetuar a reparação disseram que tinha sido um pico de corrente. Com a televisão como já tem 10 anos nada fiz. Na altura destes acontecimentos não tinha seguro na minha habitação e só o fiz no dia seguinte pois tenho medo que volte a acontecer outra situação do género e o prejuízo seja muito maior. Enquanto o técnico da siemens esteve no local fez a medição da corrente elétrica e esta estava dentro dos parâmetros, mas com várias oscilações e com vários equipamentos a funcionar no momento e esta estava nos valores máximos. Hoje dia 09/04/2026 voltei a comunicar esta situação à E-Redes, mas temo que voltem a dizer exatamente o mesmo. Será que me podem ajudar com esta situação? Cumprimentos, Fátima Almeida

Em curso
J. J.
07/04/2026

Sunenergy HA 2 MESES QUE NAO RESOLVE 30 DIAS DE GARANTIA DE EQUIPAMENTO

*Ja vos tinha mandado isto por email (para Sunenergy), agora o apoio juridico ja consegue perceber que ha 2 meses que a Sunenergy nao resolve nada, fazem se de esquecidos. Exmos. Senhores, João Jorge, residente em Ribeira da Folga – Pardieiro, Marmelete, vem por este meio notificar formalmente a SunEnergy – Original SunEnergy, Lda., relativamente ao incumprimento das obrigações legais decorrentes da garantia do inversor adquirido em 07/03/2025. 1. Factos O equipamento deixou de funcionar no dia 06/02/2026. A avaria foi confirmada pelo técnico da SunEnergy em 07/02/2026. Até à presente data (07/04/2026) não foi apresentada solução efetiva. 2MESES Foi alegada ausência de resposta do fornecedor, circunstância que não exonera a responsabilidade do vendedor. A inoperacionalidade do equipamento deixou a habitação sem fornecimento elétrico, afetando um agregado familiar com dois menores, situação que constitui grave inconveniente. 2. Enquadramento Legal Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021: O prazo de garantia legal é de 3 anos; O vendedor é integralmente responsável pela reposição da conformidade do bem; A reparação ou substituição deve ocorrer: Sem custos para o consumidor; Dentro de prazo razoável; Sem grave inconveniente. A relação contratual do consumidor é exclusivamente com o vendedor, não podendo este transferir ou suspender a sua responsabilidade com fundamento em demoras do fornecedor. 3. Danos já suportados Face à ausência de resolução célere, fui forçado a: Adquirir novo inversor no valor de 1.017,93€; Suportar custos de embalagem no valor de 11,93€; Suportar custos de envio do equipamento avariado para a vossa sede no valor de 20,45€. Total de despesas adicionais: 1.050,31€. O equipamento avariado encontra-se já enviado para a vossa sede para efeitos de verificação. 4. Notificação Assim, notifico formalmente a SunEnergy para que, no prazo máximo de 5 dias úteis a contar da receção desta comunicação: Confirme por escrito o acionamento da garantia; Proceda à substituição do equipamento ou restituição integral do valor pago; Reembolse os custos adicionais suportados. *****ATE AGORA (2MESES DE ESPERA) NADA RESOLVIDO DA PARTE DA SUNENERGY! *************

Em curso
M. M.
06/04/2026

Reclamação formal por incumprimento contratual – pedido de resolução e indemnização

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a GALP, no âmbito do contrato de fornecimento e instalação de equipamento de carregamento elétrico (Wallbox), associado ao NIF 226660761. No dia 27 de março de 2026, apresentei uma reclamação diretamente à entidade, a qual até à presente data não mereceu qualquer resposta ou resolução, apesar de diversos contactos adicionais efetuados por via telefónica. Antes desta data já havia comunicado diversas vezes por telefone a pedir apoio e resolucao do problema. Após a instalação do equipamento pelos técnicos da GALP, verificou-se que o sistema não se encontra em condições de funcionamento. Concretamente, foi apenas instalada a Wallbox, tendo os técnicos indicado que o balanceador de carga — incluído no contrato — não seria necessário. No entanto, tal decisão revelou-se tecnicamente inadequada, uma vez que o sistema provoca falhas constantes na instalação elétrica da habitação sempre que é iniciado o carregamento do veículo. Atualmente, a situação mantém-se sem resolução, verificando-se que: • Não é possível proceder ao carregamento do veículo elétrico; • A instalação elétrica da habitação sofre interrupções constantes; • Já ocorreram danos em equipamentos domésticos, nomeadamente uma arca congeladora, resultantes das sucessivas quebras de energia. Adicionalmente, salienta-se a ausência total de assistência técnica eficaz, bem como a falta de resposta da entidade reclamada, configurando uma violação clara das obrigações contratuais assumidas, nomeadamente no que respeita à garantia de funcionamento do equipamento e ao dever de assistência ao cliente. Face ao exposto, venho por este meio exigir: • A resolução imediata do contrato por incumprimento imputável à GALP; • A desinstalação do equipamento instalado, sem qualquer custo para o consumidor; • A devida compensação pelos danos causados, incluindo os prejuízos materiais decorrentes das avarias em equipamentos domésticos. Mais informo que, caso não seja apresentada uma solução no prazo máximo de 5 dias úteis a contar da presente reclamação, irei recorrer às entidades competentes, incluindo meios judiciais, para defesa dos meus direitos. A presente reclamação é igualmente submetida às entidades de defesa do consumidor para os devidos efeitos. Com os melhores cumprimentos, Marta Munhoz NIF: 226660761 Contacto: +351935780026 Email: martinha.munoz.dls@gmail.com

Em curso

Caminho municipal

Bom dia, Há 5 anos que comprei esta casa e nunca tive o acesso á mesma em tão mau estado. A estrada chegou a um ponto em que vizinhos que tinham hipótese começaram a andar em carrinhas 4x4, eu como não tenho essa possibilidade continuei a andar com o meu carro ligeiro. Passadas algumas semanas e várias reclamações lá vieram despejar aqui material de qualquer maneira, sem tapar os buracos todos, sem alisar e mais grave com material inadequado. Nas estradas e caminhos usa-se gravilha e não pedras. Já por várias vezes quando vêm fazer a suposta reparação do caminho, usam muita pedra grande e afiada em vez de gravilha. São várias as reclamações e os emails e nada é feito. Caminho que liga os Escatelares aos olhos bolidos/ santa cruz em Santiago do Cacém

Em curso
G. L.
02/04/2026

Reclamação por adesão não autorizada a serviços adicionais

No momento da alteração de titularidade do contrato de energia, solicitei apenas a mudança para o meu nome. No entanto, foi incluído o serviço adicional “PEC Full”, que não foi devidamente explicado nem expressamente solicitado por mim. Trata-se de um serviço que inclui assistências que não utilizo, inclusive relacionadas a gás, sendo que a minha habitação não possui fornecimento de gás. Já tentei anteriormente o cancelamento por via telefónica e pessoalmente, mas fui informada de que não seria possível devido a alegada fidelização. Nunca utilizei qualquer serviço associado ao PEC Full e não me foi apresentada informação clara e destacada sobre fidelização no momento da contratação. Atualmente já não sou cliente de fornecimento de energia da empresa, mantendo apenas a cobrança mensal do referido serviço no valor de 15,89€. Até à presente data, já foram pagos aproximadamente 397,25€ (25 meses), sem qualquer utilização do serviço. Solicito: • Cancelamento imediato do PEC Full; • Envio de cópia do contrato com prova da minha adesão expressa; • Fundamentação legal da alegada fidelização; • Análise e devolução dos valores pagos indevidamente. Considero que poderá estar em causa prática comercial desleal ou venda associada indevida. Aguardo resposta nos termos legais.

Em curso
V. S.
31/03/2026

Processo de Ligação à Rede e Aumento de Potência

Exmos. Senhores, Desde o dia 04nov2025 estamos a aguardar por uma decisão desta empresa para iniciar o processo de ligação e aumento de potência para dotar uma garagem em condomínio para carregamento de viaturas elétricas. Mantemos o impasse, apresar de todas as reclamações, inscrição no livro de reclamações e outros. Face ao exposto, muito agradecia orientação e/ou aconselhamento para a melhor atitude a tomar, no sentido de forçar a empresa a uma resposta definitiva. Os Condóminos estão a suportar custos desnecessários, para além da nossa preocupação em encontrar soluções "verdes" de consumo. Antecipadamente grato pela vossa colaboração. Cumprimentos, Vítor Marques dos Santos

Em curso
F. A.
31/03/2026

Alteração contratual não solicitada

Exmos. Senhores, Na qualidade de cliente com o número 6011708483, venho, por este meio, questionar o motivo da vossa decisão unilateral de alteração do serviço contratado em 05/01/2026, dado que nunca demonstrei qualquer interesse em alterar os serviços inicialmente contratados. Considerando o exposto, venho reiterar que não aceito qualquer alteração contratual, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Em curso
V. P.
25/03/2026

NÃO TROCARAM O CONTADOR... MAS DIZEM QUE TROCARAM

Em janeiro, mandaram-me uma mensagem a dizer que iriam substituir o contador. A 26 de Janeiro, disseram que o trocaram. Entretanto, em contacto, havia uma fatura parva com 7000 de gastos, quando o meu contador ia em 2000 e tal... telefonei para a EDP comercial, e zeraram essa conta, e disseram que iriam resolver a questão, pois teria havido uma troca de moradas. Fiquei a aguardar resposta, como prometido, e nada. Liguei novamente, fiz nova queixa, e o pessoal agiu como se fosse a primeira vez que ouviram. Nova espera, e a resposta que o contador foi trocado. Eu reparei que não aconteceu, e informei novamente a EDP comercial. A contagem continua a seguir o mesmo número, e não aquele que vem nas faturas. Eu pedi nova revisão, e vocês, com toda a arrogância do mundo, como se eu e a minha esposa fôssemos parvos, mandaram uma mensagem para a EDP comercial a dizer que trocaram, apesar de todas as evidências em contrário... como... O RAIO DO CONTADOR É O MESMO, A CONTAGEM ESTÁ NOS MILHARES, PELO QUE... se calhar, não somos nós, eu e a minha esposa, que estamos malucos. Portanto, peço o agendamento de uma visita, com a minha presença, que é para ver se desta vez percebem onde moro, porque não sei em que raio de morada vocês substituíram o contador... porque, neste momento, estou a pagar energia noutro sítio qualquer, e nem me interessa qual é o sítio. Eu quero é que venham cá testemunhar a vossa incompetência, para ver se perdem essa tendênciazinha de chamar parvos aos outros, quando o erro foi vosso. Como disse, as faturas vêm com um contador zerado a 26 de janeiro, o meu contador está na ordem dos 2000... continua a contar exatamente de forma contínua como se nunca tivesse sido trocado, como, imaginem lá, não foi!!!!!!!!!! Portanto, quero isto resolvido! Entretanto, envio a reclamação à DECO... que erros todos cometem, chamar parvos de forma velada aos outros quando o erro é nosso, isso já é outra coisa, que eu não admito. Quero que venham cá, mas comigo cá, uma visita agendada, com fotos do contador, para prova futura, e, já agora, um pedido de desculpa da empresa... que isto é parvo que dói.

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