Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. G.
07/10/2025

Gestão deficiente de condomínio

Exmos. Senhores, Em março do corrente ano a V/ empresa (que terá subcontratado os serviços da empresa Faaz - Gestão de Condomínios) foi nomeada, por maioria, no decurso da assembleia geral de condóminos, como responsável pela administração do condomínio sito na Rua S. Cristovão de Mafamude, nº 141 - 4430-225 Vila Nova de Gaia. Esta nomeação resultou do descontentamento generalizado da anterior empresa, a "Querido Condomínio", atento o facto de existirem questões urgentes a resolver e aquela pouco ou nada fazer. Tais problemas urgentes, que se prendem com o facto da necessidade premente de substituição total da cobertura do prédio (telhado) - até porque são telhas de fibrocimento com amianto que ali permanecem desde há cerca de 25 anos - e da necessidade urgente de realizar obras na caixa de escadas, já que ali chove, literalmente, em dias de maior pluviosidade foram vos desde logo transmitidos, tendo V. Exas. se comprometido no seu total empenhamento para a sua rápida resolução. Como é do V/ conhecimento, o telhado deste prédio, atenta a sua degradação, permite igualmente infiltrações nos apartamentos do último piso, tendo o meu, sido alvo dessas mesmas infiltrações (com água da chuva a pingar!) no início do corrente ano, nos tetos da cozinha e da sala. Nessa altura, foi necessária muita insistência da minha parte, para fazerem deslocar um técnico ao prédio que acabou por remediar a situação. Como também sabem, em assembleia geral realizada, ficou deliberado que a substituição integral do telhado se faria em setembro do próximo ano de 2026, estipulando-se uma quota especial para o efeito, para um orçamento de 70.000€. Ficou igualmente deliberado nessa mesma assembleia que no decurso do mês de setembro do corrente ano se realizaria a obra definitiva na caixa de escadas - cujo valor rondará os 10.000€ estando este incluído no orçamento geral dos 70.000€ - atenta a sua enorme degradação e o facto de deixar entrar águas pluviais no interior do prédio, como já referi. A par disto, ficou ainda consignado em ata, na assembleia realizada em julho/2025, que iriam proceder a uma vistoria em todo o telhado, de forma a identificar alguns pontos mais danificados e proceder à sua reparação/substituição de telhas, no sentido de acautelar eventuais infiltrações nos apartamentos, durante o próximo inverno. Nessa mesma assembleia, foi ainda referido pelo gestor deste Condomínio, que em setembro, seria de todo expectável estarem na posse da quantia necessária à obra da caixa de escadas (já que pouco faltava) porque as pessoas começaram a regularizar os pagamentos a partir do momento em que a V/ empresa começou a emitir os respetivos recibos (algo que durante meses e meses não o fez!). Ora, como não emitiam os recibos, alguns dos condóminos, legitimamente, não pagavam as quotas. Assim e, apesar das várias insistências/reclamações continuamos, quase em meados de outubro, sem ver realizada a obra na caixa de escadas, não se dignando a V/ empresa a dar resposta a telefonemas e mails e nem a agendar a assembleia geral para escolha da construtora responsável pelas obras e definição da data para a sua execução. E, não tardará, estaremos na época de chuvas. De salientar, que em maio foi realizada uma assembleia geral de condóminos, cuja a ata nunca nos foi remetida, apesar de diversas vezes solicitada. Criteriosamente, vão atendendo apenas as chamadas telefónicas de um ou outro condómino e, quando o fazem, é para dizer que "vamos verificar o que se passa"; "em breve iremos agendar uma data"; mas, o certo é que NADA FAZEM. Agem assim com uma total ausência de zelo, de compromisso e de responsabilidade, sendo inadmissível esta postura. A avaliar pelas inúmeras reclamações que circulam na internet sobre a V/ empresa, decerto que teremos alguma razão no que acabo de expor. Junto à presente reclamação, a ata da última assembleia geral, realizada em julho/2025.

Encerrada
L. R.
07/10/2025

Produto incompatível com o modelo indicado e falta de resolução

Adquiri através do site Fruggo um conjunto de ventoinhas para o portátil Lenovo Y520, produto anunciado como compatível com este modelo. Após receção do artigo, verifiquei que as ventoinhas não são compatíveis com o meu portátil Lenovo Y520-15IKBM, equipado com placa gráfica NVIDIA GTX 1060. Constatei que existem duas versões distintas deste modelo (GTX 1050 e GTX 1060), e que essa diferença não é mencionada em qualquer parte da descrição, imagens ou especificações do produto no site da Fruggo, levando o consumidor a erro no momento da compra. Contactei o apoio ao cliente da Fruggo para solicitar esclarecimentos e a respetiva substituição ou devolução. A resposta obtida limitou-se a afirmar que “no site estão as dimensões”, sem qualquer reconhecimento do erro de informação nem proposta de resolução adequada. Não deveriam vender produtos que informam que são compatíveis com o modelo "geral" se existem especificações adicionais dentro do mesmo.

Resolvida

Vale postal emitido a 3/10/2025 não entregue

Exmos. Senhores Recebo a minha pensão de reforma por vale postal. A Segurança Social emitiu o referido vale a 3 de Outubro. Hoje, 7/10 ainda não me foi entregue. Não é admissível que os CTT retenham os vales por tempo indeterminado o que leva a crer que há uma intenção de lucro.

Resolvida
F. S.
07/10/2025

Não devolução de valor pago para deslocação de técnico

Após contatar esta entidade para a deslocação de um técnico de ar condicionado com o objetivo de orçamentar a instalação de três unidades de ar condicionado na minha casa de férias, fui informado de que o custo seria de 30€. No entanto, caso a distância ultrapassasse 30 km, haveria um acréscimo de 1€/km, como foi o caso, pelo que paguei 63,20€. Fui ainda informado de que, caso adjudicasse a obra, não me seria devolvido o valor pago pelos quilómetros adicionais, mas seria reembolsado dos 30€, o que me pareceu razoável. Após receber o orçamento para a instalação, o qual aceitei, paguei este serviço no valor de 913,58€, além das três unidades de ar condicionado no valor de 784,99€. No documento apresentado para o pagamento da instalação, foram adicionadas duas linhas: um débito de 30€ e, em seguida, um crédito do mesmo valor, o que na prática resulta em zero. Após questionar esta entidade, fui informado de que, afinal, não creditariam os 30€ como inicialmente explicado, mas que não voltariam a cobrar os 30€. Naturalmente, já me estavam a cobrar 913,58€, que incluía a instalação e a deslocação. Após a troca de vários e-mails com esta entidade, ficou evidente a prepotência e arrogância com que não assumem os erros de informação processual fornecida aos clientes.

Resolvida
L. M.
07/10/2025

Divida não reconhecida

PROCESSO 22028445/19 Exmos. Senhores, desde meados do ano 2022 que tenho respondido aos vossos emails alertando de que esta divida não é minha, não a reconheço. Desde 2018 que sou cliente da Nos e sei que nada ficou por liquidar na empresa anterior, não guardei papelada tantos anos e não me parece ter sido a Meo e sim a Vodafone. Pela lei esta divida já prescreveu á muito. Volto a relembrar o que diz a lei:Relembro à INTRUM, que do sucedido já passaram 7 anos, deste modo venho invocar a prescrição de facturas ao abrigo do Nº. 10 da LEI n.º 12/2008 a qual diz que: "O direito ao recebimento do preços do serviços prestados prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação." Passados 7 anos, (e não 6 meses) me informam que tenho um débito agravado por juros de mora. Assim, e uma vez que tal dívida remonta 7 anos atrás, considero a mesma prescrita/caducada conforme o Decreto-Lei n.º 23/96, de 26 de Julho que aqui transcrevo. Artigo 10.º Prescrição e caducidade 1 - O direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação. 2 - Se, por qualquer motivo, incluindo o erro do prestador do serviço, tiver sido paga importância inferior à que corresponde ao consumo efectuado, o direito do prestador ao recebimento da diferença caduca dentro de seis meses após aquele pagamento. 3 - A exigência de pagamento por serviços prestados é comunicada ao utente, por escrito, com uma antecedência mínima de 10 dias úteis relativamente à data-limite fixada para efectuar o pagamento. 4 - O prazo para a propositura da ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses, contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos, sendo que nunca chegou tal ofício às minhas mãos . Face ao exposto, agradeço a confirmação por escrito da anulação da dívida reclamada. Atentamente Luisa

Encerrada

Credencial classe 1

No dia 30 de Agosto desloquei-me à loja Via Verde no Porto para mudar a matrícula do identificador e para fazer alteração para classe 1. A credencial classe 1 como expirou, teria que fazer a renovação via email (uma informação errada, segundo a colega do apoio ao cliente, Sra. Renata Martins, o pedido podia ser feito presencialmente na loja) No próprio dia efetuei o pedido, aguardei uma resposta e só no dia 9 de Setembro é que recebi um email a solicitar o pagamento da renovação do documento, o qual efetuei de imediato No dia 30 de Setembro, liguei com o apoio a cliente para verificar a situação da renovação do documento comprovativo da classe 1, foi-me informado pela Sra Renata Martins, que não tinha resposta/solução para me dar, mas que iria escalar por email o assunto internamente e que poderia demorar mais ou menos 15 dias a obter uma resposta. Não me contentei com essa informação, visto ter já passado quase um mês e pedi para ser contactada por alguém que me desse informações concretas. Fui contactada pelo Sr Nuno Gamboa que me informou que a credencial tinha sido enviada no dia 25 de Setembro, sem uma previsão de chegada à minha morada... Ainda não recebi a credencial. Estou há mais 1 mês aguardar a credencial e desde essa data estou a pagar o dobro de scuts/portgens. Como cliente da Via Verde, transcende-me o facto de não resolverem o meu assunto internamente até à data e sou sempre eu a ligar para obter qualquer informação da vossa parte. Reforço a mensagem para ser ressarcida da diferença do valor e penso que é o mínimo que a vossa empresa pode fazer, perante as minhas deslocações e tempo dedico a este assunto por resolver. Eta reclamação foi colocada à Via Verde a qual me dá como resposta: #No seguimento da reclamação nº 141799225, apresentada no dia 2025-10-06, informamos que a Via Verde presente no ******, apenas está habilitada a responder às questões sobre a Via Verde. Sendo o assunto sobre o envio do cartão credencial classe 1 da competência e responsabilidade da Brisa Concessão Rodoviária S.A. todos os pedidos de esclarecimentos deverão ser endereçados à referida entidade.# Deveriam ter dado esta informação desde o início de todo o processo.

Encerrada
P. M.
07/10/2025

Devolução do valor da compra.

Exmos. Senhores, Comprei um aspirador em julho de 2025 e devolvi o mesmo uma semana depois. Até hoje nada me foi devolvido, o meu dinheiro está a render nas mãos destes * PROIBIDO *, que estão a reter o dinheiro de centenas de pessoas. Basta ver as críticas aqui e são às centenas . Enganam nos com promessas falsas e todos os dias as frases são sempre as mesmas a do agente dedicado. Deve ser "dedicado" a enganar-nos. Como uma empresa destas, tem a coragem de o fazer aos seus clientes?? e as nossas autoridades não podem fazer nada??? Não comprem(...) e divulguem o mais possível pelos vossos contatos. A Dyson é uma fraude e ninguém faz nada... Cumprimentos.

Encerrada
R. M.
07/10/2025

Falta de reembolso e ausência de resposta por parte da AEG/Electrolux

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a marca AEG/Electrolux, devido à falta de reembolso de um eletrodoméstico devolvido e ao péssimo apoio prestado ao cliente. No dia 4 de setembro de 2025, efetuei a compra de um eletrodoméstico e o respetivo pagamento. No mesmo dia, percebi que me enganei na tipologia do equipamento e solicitei o cancelamento da encomenda, tendo seguido todos os procedimentos indicados pela marca: preenchi o formulário de devolução e enviei o comprovativo do meu IBAN para reembolso. Apesar do cancelamento ter sido solicitado cerca de uma hora após a compra, o equipamento foi ainda assim enviado juntamente com o novo eletrodoméstico (o correto) que comprei no mesmo dia. No dia 17 de setembro, o equipamento errado foi recolhido pela transportadora, e no dia 19 de setembro recebi a nota de crédito/fatura. No entanto, até à presente data, não recebi o valor em reembolso. Desde então, tenho tentado, sem sucesso, obter esclarecimentos junto do apoio ao cliente da AEG/Electrolux. Enviei e-mail (nomeadamente no dia 8 de setembro), sem qualquer resposta; Liguei repetidamente para o serviço de apoio, ficando mais de 15 minutos em espera até a chamada ser desligada; Contactei várias vezes o chat de apoio, onde as respostas são sempre evasivas e inconclusivas, como: “Não conseguimos informar sobre o ponto de situação.” “O reembolso será feito em breve.” “Pedimos aos colegas que a contactem com urgência.” (nunca aconteceu). “Neste momento não temos como indicar uma data.” Passado mais de um mês, continuo sem equipamento e sem reembolso, o que considero inadmissível numa marca de referência. Solicito, portanto, a intervenção da DECO para que este caso seja resolvido com urgência e que o valor pago me seja devolvido o mais rapidamente possível. Em anexo envio comprovativos da compra, pedido de cancelamento, recolha e nota de crédito.

Encerrada
A. B.
07/10/2025

Devolução/troca de equipamentos

Exmos. Senhores, responsáveis pela loja iStore do Madeira Shopping, Funchal. No passado dia 20 de setembro de 2025, dirigi-me à loja iStore do Madeira Shopping, funchal, com o intuito de comprar vários equipamentos de marca Apple, Marca à qual tenho me mantido fiel desde 2013, quer a nível computadores, telefones e acessórios. Como pretendia efetuar um upgrade ao meu telemóvel (Iphone15 256GB) o funcionário da loja apresentou-me o Iphone Air de 256GB, explicando-me todas as suas principais caraterísticas. Informou-me, também, que, o mesmo já não funcionava com um cartão físico “Sim”, mas através de um cartão digital, chamado eSim. Algo que me deixou perplexo, pois não sabia (ainda) de tal existência. O funcionário esclareceu-me que, o eSim, era uma nova tecnologia que, futuramente, substituiria, por completo, os cartões físicos. Referiu ainda que, todas as redes móveis a operar em Portugal, já utilizavam esta tecnologia. Eu, com um pouco de receio em comprar um dispositivo de 1.249€ e depois não conseguir configurar o cartão eSim no telemóvel, voltei a questionar se o mesmo funcionava para qualquer rede móvel. A resposta do funcionário foi a seguinte: Se não conseguir configurar traga cá à loja que nós configuramos, desde a transferência dos dados do telemóvel antigo para o novo, assim como, a transferência do cartão físico para o digital. Convencido pelo funcionário da iStore, decidi comprar o telemóvel e ainda investi numa película protetora de ecrã (24,90€) e numa capa protetora do telemóvel (59€). Passado uma semana. No dia 29 de setembro, decidi migrar para o novo telemóvel, transferindo os dados do telefone antigo, assim como, tentei realizar a transferência do cartão físico para o cartão eSim. Os dados do telemóvel antigo, transferiram corretamente para o novo aparelho. Quanto ao cartão eSim, surgiu um erro na conversão/transferência, indicando a necessidade de contactar a minha operadora. Como pensei que poderia ter ocorrido algum erro, tentei novamente a transferência de dados e cartão, entre os dois Iphones. O erro voltou a surgir... Aflito, liguei para a minha operadora (Rede Amigo/Vodafone) e a operadora informou-me que a rede móvel Amigo, não operava com cartões eSim... Perante esta situação, senti-me revoltado, stressado e ENGANADO! No dia 01 de setembro, dirigi-me à loja iStore do Madeira Shopping, onde comprei o telemóvel e os acessórios, para tentar resolver esta situação. O Funcionário que me convenceu a comprar o telemóvel não estava de serviço. Expliquei o sucedido a dois funcionários que lá estavam na loja, e para meu espanto, os mesmos também não faziam ideia, que a tecnologia eSim não funcionava em todas as redes. Pedi-lhes uma solução, para o meu caso, e disseram que não poderiam fazer nada. Só o gerente de loja, poderia responder ou solucionar o meu problema. Então, indicaram que no dia seguinte, 5.ª feira, dia 02 de outubro, o gerente de loja estaria presente, entre as 10:00 e as 19:00. No dia seguinte, compareci na loja, no turno da manhã, e voltei a explicar a situação ao Gerente de loja. O mesmo, de igual modo que os restantes funcionários de loja, demonstrou, também, não ter conhecimento de que poderiam existir redes móveis que não utilizassem o eSim. Logo de seguida, esclareceu-me que, eu como cliente, é que deveria de saber se a minha rede suportava ou não o eSim. Afirmando, categoricamente: “Não é nossa política aceitar devoluções”. Eu, cliente de longa data, Fã incondicional da marca Apple, que não conhecia o eSim, que fui elucidado e, pode-se dizer, convencido, por um funcionário da loja, em comprar um equipamento, garantindo a total compatibilidade com qualquer cartão Sim, mostrando-se disponível para realizar essa transferência de dados e cartão, do telefone antigo para o novo, fiquei completamente desiludido, enganado, aldrabado e roubado pelos funcionários e gerente da loja Istore. Nesse dia (20 de setembro de 2025), fiz uma compra de 3.409,90€ onde se incluía o telemóvel+película+capa no valor total de 1.332,90€. E agora vem-me dizer que a culpa era minha e que não aceitavam devoluções... Sugeri, então uma troca, por outro equipamento, que suportasse cartão físico eSim e de igual valor (pois o que faria com um equipamento e acessórios, se não podia utilizar a minha rede?). O gerente de loja disse-me que iria fazer pelo melhor e que nesse dia à noite não teria resposta para me dar, mas, que no dia seguinte, dia 03 de setembro, ligava-me com uma resposta. Contudo, frisou, não dar certezas de nada. Passou-se a noite do dia 02, o dia 03, o dia 04 e finalmente, no dia 05 de setembro à tarde, ligou-me, e por telefone, deu-me a pior notícia: “como lhe tinha dito, o cliente é que deveria de saber se a sua rede era ou não compatível e não é nossa política receber devoluções”. Caiu-me o chão... Resumidamente, quis devolver um equipamento e acessórios, que me foram vendidos pela iStore, com promessa e garantia de que tudo funcionaria em pleno. A iStore não quis saber, não quis ver o lado do cliente, simplesmente quis arranjar forma de se descartar de responsabilidades! Vender sim! Faturar sim! E o resto? E o lado do cliente? Incrível mesmo! Nunca pensei! Que desilusão! Cumprimentos, Aureliano Barreto.

Resolvida
J. N.
07/10/2025

reembolso passagem aérea

Assunto: pedido de reembolso de passagem efetuada dia 29/04/2025 em substituição da anulada devido ao apagão de 28/04/2025 Efetuei o pedido de reembolso junto da TAP, mas a TAP continua a recusá-lo. Por essa razão peço a ajuda da Deco-proteste. José Novais / Sócio nº 637784 0000014291412 Muito Obrigado. Informações mais detalhadas: Quando efetuei o pedido de reembolso foi da reserva reserva YMZVFZ e não da reserva OOH477 (correspondente ao voo que foi anulado) A aquisição do novo bilhete (reserva YMZVFZ) foi a única solução apresentada pela TAP para que eu pudesse viajar no dia seguinte, por motivos profissionais. Solicitei insistentemente à operadora que me atendeu que fizesse um registo específico desta situação na reserva. Tive o cuidado de efetuar uma nova reserva nas mesmas condições, incluindo o dia de regresso, da viagem original que foi cancelada. Devido a alguma falha ou deficiência no sistema de reservas da TAP, não foi possível alterar a viagem para o dia seguinte, forçando-me a adquirir uma nova passagem. Não foi por minha vontade, mas sim porque o sistema da TAP não permitia outra alternativa !!!. Permaneci ao telefone com o call center da TAP por quase uma hora, realizando várias tentativas sem sucesso, e com a colaboração e até a simpatia da operadora que me assistiu na tentativa de resolver o problema. Solicitei repetidamente que ficasse registado a falha do sistema da TAP e a razão da compra da nova passagem. No dia seguinte, desloquei-me ao aeroporto mais de 3 horas antes do voo para poder confirmar de novo no balcão da TAP que embarcaria noutro voo. No entanto, a fila de espera nesse dia/hora era superior a várias horas por razões óbvias. Tentei novamente na sala TAP/VIP do aeroporto, mas fui informado de que não poderiam ajudar e que o assunto deveria ser tratado por email, o que fiz em SÃO PAULO. Quando cheguei a SÃO PAULO estranhei receber da TAP, sem previa consulta, uma outra alternativa de voo de ida, ao qual respondi prontamente informado que já tinha viajado noutro voo da TAP. Ver anexo. Em Conclusão, a TAP apenas reembolsou, sem eu ter feito qualquer pedido, o valor do voo anulado (no valor de 695,01 EUR) e não o do voo que o substituiu por razões independentes da minha vontade. Não tenho a intenção nem o fiz no meu pedido, tirar vantagem de uma situação anormal (apagão), mas não considero nem justo, nem justificado a TAP ser beneficiada com essa situação anormal, e o seu cliente o prejudicado. Agradecia igualmente a ajuda da DECO para conseguir a gravação do meu telefonema junto call center da TAP no dia 28/04/2025. Chamada efectuada pelo telefone 96 278 41 67 às 21h30 e com a duração de 1 hora 23 min e 5 segundos (uma boa parte dos quais em espera). Já a solicitei à TAP, mas a TAP ignora o pedido. Fico à disposição de precisarem de informação adicional. Muito Obrigado.

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.