Reclamações públicas
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Estafeta rouba encomenda
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao meu pedido efetuado no dia ontem, dia 11 de setembro de 2025, pelas 19h15, no restaurante Frango House, através da aplicação BOLT Food. Após a confirmação do pedido, a aplicação indicava previsão de entrega entre 19h55-20h10. Contudo, pelas 20h00, o tempo foi atualizado para 20h29. Para minha surpresa, às 20h27 recebi uma notificação de que o pedido teria sido entregue às 20h24. O estafeta não tocou à campainha, não ligou nem enviou SMS, ferramentas da aplicação habitualmente utilizadas para alertar a entrega à porta. De imediato tentei contacto telefónico através da aplicação, sem qualquer resposta. Procurei assistência pelo chat da aplicação e fui inicialmente atendido por um BOT e posteriormente por um agente, o Pedro do Suporte BOLT. Após alegada análise, foi-me informado que não seria possível realizar qualquer reembolso, sugerindo apenas que deixasse feedback nos comentários do restaurante. Gostaria de reforçar que o problema não está relacionado com o restaurante, mas sim com a conduta do estafeta; o estafeta é um prestador ao serviço da BOLT, pelo que a responsabilidade da entrega é vossa e fiquei sem o jantar para cinco pessoas, claramente uma situação de prejuízo para o cliente. O mais grave é que não obtive qualquer solução por parte da BOLT, dando a entender que a empresa se recusa da responsabilidade pelas ações dos seus estafetas. Dada a gravidade do sucedido, solicito o reembolso total do pedido. Aguardo uma resposta célere e adequada.
Péssimo Serviço
Fiz uma encomenda de um termoacumulador em Junho de 2025. Chegou a minha casa com defeito, fiz a reclamação e foram buscar o artigo para ser substituido (14/07/2025). Acusaram a receção do artigo e da queixa um mês depois (13/08/2025). Hoje é dia 24/09/2025 e ainda não me conseguiram dar uma resposta de quando é que vão entregar o novo artigo. Inaceitável estar há mais de 2 meses à espera que me substituam um artigo que comprei na loja online e sem qualquer esclarecimento por parte da empresa.
Encomenda não recebida e reembolso pendente
Exmos. Senhores, No dia 12/08/2025 efetuei uma compra através do vosso site no valor de 97.99€, referência da encomenda 855619, com prazo de entrega anunciado de 48/72 horas. A encomenda nunca foi entregue, tendo sido sucessivamente adiada por falta de stock. No dia 03/09/2025, comuniquei formalmente o cancelamento da encomenda e solicitei o reembolso do montante pago, tendo-me sido indicado que o mesmo seria processado no prazo máximo de 14 dias. Até à presente data, já decorreram mais de 3 semanas desde esse pedido e o valor continua por devolver, encontrando-se assim a vossa empresa em incumprimento do disposto no artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, que estabelece o prazo máximo de 14 dias para reembolso. Assim, exijo a devolução imediata do valor pago 97.99€, no mesmo meio de pagamento utilizado na compra. Caso o reembolso não seja efetuado, verei-me obrigada a apresentar queixa junto das autoridades competentes (ASAE/PSP), bem como a registar reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Aguardo a vossa resposta urgente e a regularização desta situação.
Contrato fidelizado
Exmos. Senhores, Após ser contactado por um comercial da EDP que dizia fazer o preço do KW mais barato, não me disse que todos os acessos ás redes eram acrescidos ao preço por KW consumido e ainda me fez uma fidelização por 5 anos, o que eu desconhecia completamente , nem sabia que a energia tinha contratos fidelizados. Acho que fui enganado e quero saber se posso anular este sistema Cumprimentos.
Carro problemático Jeep Avenger
Ex senhores, Começo esta mensagem com muito desagrado para com a Jeep. No passado dia 29 de Julho de 2024 adquiri um Jeep Avenger Híbrido versão Summit , passado uma semana o motor apresenta avaria, chamo a assistência que me manda para a oficina. Na oficina ficou mais de uma semana, pois supostamente o problema era software desatualizado. Passado duas semanas vou levantar o carro, e passados uns dias o problema volta a aparecer, supostamente trocaram o alternador pois tinha defeito. Dia 3 de Setembro de 2024 volto com o carro para a oficina, com o mesmo problema, o carro desliga em andamento e para. Ficou 10 meses na oficina Jeep em Almada sem me resolverem o problema, e com pouco Feedback do que se passava. Em julho vou buscar o carro e disseram que teve um problema com o rádio, o qual foi trocado. Passado 1 semana apresenta o mesmo problema, e volta para a oficina. Ficou mais 1 mês, e desta vez supostamente trocaram um modulo de controlo. Mais uma semana com o carro e parou de novo. Volto com ele para a oficina de novo. Esteve 3 semanas e supostamente este a atualizar software. Passou mais uma semana, e ontem parou de novo, hoje vou com ele para a oficina outra vez. Pois pergunto, sendo um carro comprado novo, zero Kms, e não conseguindo a marca resolver o problema, pois acontece sempre o mesmo, não seria de esperar a troca por um outro carro igual novo? Ou a devolução do dinheiro? Quando confronto a marca com está proposta, claramente que não é opção deles. Sempre que o carro fica em oficina trago carro de substituição, que custa á marca 1500€/mes, nesta altura ficava mais barato trocarem-me o carro, mas o transtorno de andar constantemente no vai vem é enorme. De momento o meu desagrado é enorme, e a confiança que tinha na marca desapareceu completamente.
Reembolso não efetuado - BURLA
No dia 09/07 realizei uma reserva no Hotel Melia Castelo Branco, via Prestigia.com, para a noite de 26/07. No dia 23/07 sou contactado por telefone e por mail, indicando que, por motivos de disponibilidade, a reserva não foi efetuada (no próprio dia efetuei a reserva através de outro fornecedor, para o mesmo Hotel e na mesma data). Nesse mesmo mail indicam que o reembolso seria emitido para o cartão de crédito utilizado no pagamento da reserva. No dia 24/07, em resposta a um mail meu, indicam um prazo de 7/10 dias úteis para realizar o reembolso, justificando o prazo com procedimentos entre instituições financeiras (pessoalmente considero o argumento ridículo). Após diversas trocas de mails, a 08/08, passam a indicar um prazo de 15/20 dias úteis para efetuarem o reembolso. Ao dia de hoje, 24/09, já decorreram MAIS DE 60 dias e o reembolso permanece por realizar. APRESENTAM CONSTANTEMENTE DESCULPAS INVÁLIDAS, TÍPICAS DE BURLA E NÃO PAGAM O QUE DEVEM. Obrigado e cpts, João Valério
Problema de acesso à Wizink
Aderi recentemente ao cartão de crédito Wizink. A adesão foi aprovada e criei os dados de acesso, conseguindo entrar normalmente na aplicação e no portal web. Desde o dia da aprovação, fiquei apenas a aguardar a entrega do cartão. Após duas semanas sem receber o cartão, tentei ligar ao apoio ao cliente e verifiquei que o meu NIF não era reconhecido, impossibilitando o contacto. Desde então, reparei que deixei de conseguir aceder à aplicação e ao portal web, surgindo sempre a mensagem: “Parece que alguma coisa não correu bem. Se tiver alguma dúvida ligue para a linha Wizink.” Enviei e-mail e fiz uma reclamação no Portal da Queixa a 15 de setembro, sem obter qualquer resposta útil. Hoje, 23 de setembro, recebi finalmente o cartão, mas continuo sem acessos nem confirmação do meu estado contratual. Diante esta situação, optei por submeter uma reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e, através da DECO, dar visibilidade a este problema, de forma a alertar outros consumidores e também incentivar a Wizink a atuar na resolução desta situação.
Não cumprimento da Apólice
Apesar das minhas várias reclamações, a Generali continua a insistir na recusa de reembolsar as futuras sessões de Terapia da Fala, limitando-se a repetir a mesma resposta evasiva. A própria seguradora já reconheceu “lapso” e reembolsou algumas sessões passadas, o que comprova que houve incumprimento contratual. Contudo, mantém a recusa relativamente às próximas sessões, obrigando-me a suportar um valor superior ao previsto na apólice, em clara violação do contrato. Relembro que a minha apólice prevê: Terapia da Fala – 16 € por sessão em Rede; Fora da Rede – sem comparticipação. Não existe qualquer referência a “Rede Bem-Estar”. Apesar disso, estou a ser cobrada em 27,50 € por sessão, com base numa distinção que não consta em nenhum ponto do contrato. Esta conduta é grave porque demonstra que a Generali aplica critérios distintos conforme a conveniência: reconhece o erro e comparticipa sessões passadas, mas continua a negar as futuras, transferindo para o consumidor o prejuízo da sua má gestão interna. Tal comportamento configura incumprimento contratual e viola: DL 72/2008 (Regime Jurídico do Contrato de Seguro) – art. 18.º (cumprimento integral da apólice) e art. 24.º (interpretação mais favorável ao consumidor); Lei 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) – art. 6.º (direito a informação clara) e art. 8.º (responsabilidade por informações incorretas, ainda que por lapso). Solicito novamente que a Generali cumpra a apólice integralmente, assegurando a comparticipação de todas as sessões de Terapia da Fala em Rede ao valor contratual de 16 € e reembolsando as diferenças já cobradas. O comportamento atual da seguradora demonstra uma violação reiterada dos direitos do consumidor e quebra de confiança no contrato celebrado.
Equipamento avariado na garantia - Empresa alega que foi rececionado danificado.
Ex.mos Senhores, Serve a presente comunicação para denunciar uma situação, e agradecia orientações de como proceder neste caso concreto, a saber: Foi adquirida uma TV Smart Tv LED 32" L32m8-P2eu Hd Ready Google Tv 2025 - Xiaomi na loja on-line “Aquário” no pretérito dia 16 de dezembro 2024, a qual avariou no mês junho. A descrição da avaria que enviei à TAMET (empresa responsável pela reparação) foi a seguinte: “A TV desligou repentinamente, ficando com ecrã preto sem imagem, mas com o led aceso como estando ligada e não responde a nenhuma ação”. Estando o equipamento ao abrigo de uma garantia, por iniciativa da referida empresa, foi solicitado o envio do equipamento e o mesmo foi embalado de acordo como sugerido pela transportadora (‘Correos Express’-sugeriu utilizar papel bolha), visto que na primeira data agendada para a recolha (20.08), a transportadora não procedeu ao levantamento porque observou que o equipamento não estava devidamente embalado. No dia 28.08 foi realizada a recolha do equipamento, embalado de acordo com a sugestão suprarreferida - razão pela qual o mesmo foi recolhido), e no dia 02.09 recebo a informação da TAMET que o mesmo chegou danificado às suas instalações(?) e que não podia ser reparado em garantia ficando sujeito a um orçamento para reparação. Não consigo avaliar a origem da deterioração do equipamento, mas facilmente se percebe que só poderá ter sido durante o transporte ou já nas instalações da TAMET por razões que desconheço; as fotos que possuo antes do envio comprovam o que afirmo. No dia 17 de setembro recebo email da TAMET contendo o seguinte comentário; “Equipamento devolvido sem reparação. Painel partido. Marca não fornece o mesmo para reparação/orçamento. Cliente terá que adquiri novo equipamento.” Obviamente que não concordo com o teor da comunicação e decisão da TAMET, visto que estava em perfeitas condições quando foi recolhido, não sendo da minha responsabilidade o estado de danificado, e naturalmente não posso ficar prejudicado. Sem outro assunto Atenciosamente Manuel Esteves
Reclamação – Retenção indevida de depósito – Reserva PR25134988
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação referente ao meu aluguer de veículo na vossa sucursal do Aeroporto do Porto: Número de Reserva: PR25134988 Matrícula do veículo: BT-55-UL Período de aluguer: 15/09/2025 – 21/09/2025 No dia 15/09/2025 foi efetuada uma pré-autorização de 1.600,00 € no meu cartão, a título de depósito. Após a devolução do veículo no dia 21/09/2025, em perfeitas condições e com o depósito de combustível cheio, constatei que foi debitado o valor de 135,00 €, registado como “Refueling Charge”. Este débito é indevido, uma vez que: O veículo foi devolvido com o depósito completo, não sendo aplicável qualquer taxa de reabastecimento. Não existiam danos ou encargos adicionais registados no contrato no momento da entrega. O valor de 135,00 € corresponde, de facto, a parte do meu depósito, que deveria ter sido integralmente desbloqueado. Assim, solicito o reembolso imediato dos 135,00 €, bem como a confirmação do levantamento da pré-autorização inicial. Caso a situação não seja resolvida de forma célere, verei-me obrigado a: Iniciar um processo de chargeback junto da minha instituição bancária. Apresentar queixa formal junto da DECO e do Centro Europeu do Consumidor (ECC-Net). Agradeço a vossa resposta por escrito no prazo máximo de 10 dias úteis, com a respetiva prova do estorno efetuado. Em anexo envio cópia do contrato de aluguer e comprovativo do débito no cartão. Com os melhores cumprimentos, Timothy Jevon LIEANDER Email: Jevon@outlook.fr Telefone: 960313959
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