Reclamações públicas

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M. S.
01/01/0001

Declaração para desagregação de reserva de propriedade de veiculo

Comprei em 1999 um veiculo, com credito de Credibanco, feito no concessionário. Paguei-o e em 2006 entreguei-o a um conhecimento vago do meu ex-marido, não tendo ficado com documentos nenhuns da viatura. Nessa altura não existiam centros de abate. Posteriormente, a autoridade tributária obrigou-me a continuar a pagar os impostos de selo anuais desse veiculo. Tendo entretanto descoberto que a Credibanco foi entretanto adquirida pelo Millennium BCP, dirigi-me ao Millennium de Tavira para pedir a declaração acima referida. Fui recebida com simpatia e consideração, mas após umas horas telefonaram-me a dizer que os serviços pedem um pagamento de 80 euros para entregar a referida declaração. Esses 80 euros não correspondem a nenhuma divida da minha parte, mas ao agamento do serviço de declarar que não lhesdevo nada, o que me parece um contra-senso.

Encerrada
P. M.
01/01/0001

uso de cartão de crédito fraudulento, CGD exige pagamento

Bom dia,eu resido nos EUA, o que tem dificultado ainda mais esta situação, mas brevemente, trata-se do seguinte. O meu cartão Ímpar da CGD foi usado de forma fraudulenta durante o mês de Junho, Julho e Agosto. Assim que a situação foi detectada, o cartão foi cancelado, e uma reclamação feita. A falta de meios de controle e segurança relativos ao uso do cartão assustou-me: o cartão foi usado em vários países diferentes para fazer, por vezes, pagamentos em montantes exorbitantes, foi usado em sites duvidosos, e o plafond foi ainda ultrapassado. Ou seja, a CGD não parece ter quaisquer meios de monitorização do dinheiro dos clientes. Como disse, quando a situação foi detectada no mês passado, foi logo uma reclamação. Tenho entretanto estado em contacto com a D. Helena Serras Pereira da minha agência de Abrantes, que se tem prontificado a seguir a situação e ajudar. Só que, apesar de também ela apresentar pedidos sistemáticos de esclarecimento e seguimento da minha situação, nem sequer a ela a CGD tem respondido! Enfim, hoje, recebi na minha morada portuguesa (onde reside a minha mãe) uma primeira carta de incumprimento. Após abordarmos a situação, e após a minha mãe se ter dirigido à agência de Abrantes, a D. Helena telefonou para vários departamentos, até que alguém (isto aconteceu em frente da minha mãe), lhe disse que os atrasos no processamento das reclamações eram normais, e que o normal mesmo era que o cliente pagasse primeiro, a reclamação fosse processada, para então ser ressarcido depois (sendo que nada disto, foi acompanhado com a mínima referência a um horizonte temporal máximo para a resolução da situação). Eu voltei a insistir, e já fiz outra reclamação hoje. No entanto, não tenho qualquer garantia que o meu nome não seja lançado na tal da lista negra do Banco de Portugal. Acho isto incompreensível e inadmissível. Mas acho também de um desplante incrível que a CGD pretenda que eu pague primeiro, reclame depois, e eventualmente que eu seja ressarcida. Mas, também acho inacreditável que o cliente seja responsabilizado pela clara negligência e falta de celeridade (até interna) da CGD na resolução destes assuntos. O que esperar de uma instituição que nem responde à gerente da agência de Abrantes?! PS: como a forma de comunicação da Caixa não é muito clara, ainda me resta perceber se não é a caixa que já me está a dever dinheiro a mim.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

paysafecard com saldo utilizado (fraude)

No passado dia 28/07/2016 efetuei a compra de 10 talões de paysafecard, no valor de 100€ cada. Quando fui a utilizar, 3 dos talões não tinham saldo disponível e segundo indicações já tinham sido utilizados. Estes talões no valor total de 300€, desde que mos entregaram na loja onde comprei, nunca saíram da minha posse nem mostrei a ninguém.Já efetuei a reclamação para a paysafecard, que se alheou do facto e aconselhou-me a efetuar queixa na polícia, que também efetuei.No entanto contínuo lesado pelo produto que comprei, o qual a empresa se deveria responsabilizar perante o consumidor.

Encerrada

comparticipação de ortoteses oculares

A Multicare está a obrigar os seus clientes a adquirir óculos em grupos de óptica. Retirando a liberdade de escolha, ao não permitir o reembolso mediante o envio da factura para os serviços da Multicare.

Encerrada

Segurados da Mutlicare não podem adquirir óculos nas Opticas independentes

No outro dia tivemos uns clientes na Óptica para comprar óculos e lentes oftálmicas, quando ligaram para o seguro da Multicare disseram-lhes que se adquirissem fora das Ópticas que têm acordo com a Multicare, não comparticipariam nada e eles desistiram de comprar na nossa Óptica. Consideramos que esta situação é de uma tremenda injustiça com as Ópticas Independentes que assim não conseguem competir com os grandes grupos e não cumprindo desta forma com a Lei da Concorrência.

Encerrada

credito automovel

Sendo fiadora fiquei com uma divida de um credito.Todas as horas extras trabalhadas sao descontadas para essa divida, sendo eu mae solteira e com 2 filhos a carga. sendo que o valor da divida inicial seria de 5220,23 EUROS... Eu nunca fui notificada para o pagamento dessa divida ate me comecarem a descontar dinheiro passando agora a divida para 8127,04 EUROS isto trata uma divida do ano 2003/04/21.Fizemos tentativas de acordo metendo uma advodaga nao sendo aceite.

Encerrada

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