Reclamações públicas

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J. B.
13/08/2026

: os colaboradores merecem respeito, não vigilância e medo

IKEA: os colaboradores merecem respeito, não vigilância e medo Na IKEA, existem colaboradores que denunciam situações que, a serem confirmadas, são de extrema gravidade: assédio, pressão psicológica, perseguição, discriminação de colaboradores sindicalizados, dificuldades ou impedimentos ao exercício da atividade sindical e vigilância sobre colaboradores. Não estamos a falar de pequenos desacordos entre colaboradores e chefias. Quando alguém sente que está a ser perseguido por exercer os seus direitos, quando existem acusações ou denúncias dirigidas contra colaboradores e quando há a perceção de que os colaboradores estão a ser vigiados, estamos perante questões que merecem ser investigadas com toda a seriedade. É igualmente preocupante quando colaboradores que procuram defender os seus direitos ou os direitos dos seus colegas passam a ser vistos como um problema. O direito à organização sindical não pode ser encarado como uma ameaça. Um colaborador não pode ser prejudicado, pressionado ou perseguido por pertencer a um sindicato, por exercer atividade sindical ou por denunciar aquilo que considera injusto. Também é necessário questionar qualquer prática que possa criar um ambiente de medo entre os colaboradores. Se existem sistemas ou pessoas utilizados para observar comportamentos dos colaboradores, recolher informação sobre eles ou incentivar denúncias contra colegas, é legítimo perguntar qual é a finalidade desses mecanismos e quais são as garantias dadas aos colaboradores. Ikea vigie e ikea vai ao trustpilot., redes sociais ameaçar para retirar o que se fala de verdade sobre o Ikea, que nega . Uma empresa deve procurar resolver os problemas, e não silenciar quem os denuncia. E perante acusações de assédio ou perseguição, a resposta não pode ser simplesmente negar que alguma coisa aconteceu. É preciso ouvir os colaboradores e mudar a direcao e chefias. Não pode existir uma cultura em que a empresa esteja sempre certa e o colaborador esteja sempre errado. Se um colaborador denuncia uma situação, não deve passar automaticamente de denunciante a acusado. Se um colaborador pertence a um sindicato, não deve ser tratado como um problema. Se um colaborador defende um colega, não deve ser perseguido por isso. Se existem problemas dentro da empresa, devem ser enfrentados com transparência, diálogo e respeito pelos direitos de quem trabalha. A IKEA fala frequentemente de valores, respeito e responsabilidade. Esses valores devem aplicar-se também quando um colaborador questiona uma decisão, denuncia uma situação, exerce atividade sindical ou simplesmente diz que alguma coisa está errada. Uma empresa demonstra verdadeiramente o respeito pelos seus colaboradores não quando tudo corre bem, mas quando é confrontada com críticas, denúncias e colaboradores que exigem os seus direitos. A IKEA vai ao trustpilot para apagar as verdades que se falam da empresa, vai ás redes sociais para se pagar tudo, tem pessoas da segurança a vigiar e a acusar colaboradores... Por isso, as denúncias que existem devem ser levadas a serio. Não devem ser desvalorizadas. Não devem ser escondidas.

Em curso
N. E.
13/08/2026

Não resolução do problema

Estou desde abril de 2026 a tentar resolver a aquisição de uma bicicleta elétrica na Marketplace no valor de 688 euros, que chegou com o motor sem funcionar. Ultimamente solicitei o reembolso e a devolução da mesma. Pedi intervenção direta nesse reembolso da Worten, porém nada foi feito, excepto o contacto com o vendedor, que nada faz para resolver o reembolso, apenas repete as mesmas propostas de envio das peças para substituição, solução que rejeitei uma vez que me disse que já me enviou 2 vezes e nunca as recebi.

Em curso
M. P.
13/08/2026

Cozinha incompleta

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente à cozinha que comprei em fevereiro e que, passados cerca de seis meses, continua por concluir. Na primeira montagem, a entrega veio incompleta por falta de material. Posteriormente, tive de pagar novamente uma deslocação para a equipa voltar e montar o que faltava. Mesmo assim, estamos em agosto e a cozinha continua sem estar pronta. Considero esta situação inadmissível, tanto pelo atraso como pelos custos e transtornos que me foram causados. Solicito uma resolução urgente, a conclusão da cozinha sem qualquer custo adicional e o reembolso do valor que tive de pagar pela deslocação adicional. Aguardo uma resposta concreta e uma solução definitiva com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Mara Encomenda 1584016202 Cumprimentos.

Em curso
C. P.
13/08/2026

Vinted apoia fraude de tamanho e exige que o comprador pague os portes de devolução

Efetuei a compra de um biquíni através da plataforma Vinted, correspondente ao N.º de Encomenda VGS0000901172602, à vendedora com o nome de utilizador oliveim1998. O artigo foi anunciado e catalogado como tamanho L (Boxer 42 e Parte de Cima 40).Contudo, após a entrega, verifiquei que o artigo apresenta uma desconformidade grave de tamanho: o boxer mede apenas 32 cm de largura na cintura quando estendido na mesa, o que corresponde universalmente a um tamanho XS ou S de adulto, sendo impossível de usar por quem veste o tamanho L anunciado.Acionei a disputa na aplicação com provas fotográficas da medição. A vendedora recusou o reembolso voluntário, admitiu nas mensagens privadas que omitiu as medidas reais e sugeriu explicitamente que eu ficasse com o prejuízo e revendesse o biquíni defeituoso no meu perfil. Em resposta, o suporte da Vinted decidiu fechar o caso e determinou que, para obter o meu reembolso, sou obrigada a pagar os portes de devolução do artigo (2,35 €).A exigência da Vinted em cobrar portes ao comprador para devolver um artigo manifestamente desconforme ou mal etiquetado viola o Decreto-Lei n.º 84/2021 da legislação de defesa do consumidor em Portugal, que garante a reposição da conformidade sem encargos para o consumidor.Informo que a situação já foi formalmente denunciada à ASAE através do Livro de Reclamações Eletrónico com o N.º ROR00000000045692922 e enviada para o departamento jurídico da empresa. Solicito o apoio da DECO para exigir à Vinted o cumprimento da lei e a emissão do meu Reembolso Total de 8,30 € (valor do artigo, taxas e portes iniciais), sem qualquer encargo de devolução para mim.

Em curso
F. R.
13/08/2026

demora na entrega + dinheiro por receber em falta.

Venho por este meio manifestar o meu profundo descontentamento no tratamento e resolução de problemas, que foram primeiramente e unicamente criados pela própria marca. Em primeiro lugar, permitiram-me fazer compras no valor de 15,98€ de dois itens que já não tinham disponibilidade em stock, dia 26/07 informaram sobre o sucedido e disseram que iam devolver o valor, passaram 14 dias úteis até ao momento não há valor, quando se pede respostas dizem-me constantemente que lamentam, mas que tenho de esperar (como se o erro fosse meu) informam-me ainda para ligar para o meu banco, eu que nem devia ter essa obrigação, faço-o na mesma e o mesmo informa-me que até ao momento não houve qualquer movimento desse valor, contacto novamente o canal que me diz que tenho de aguardar e ainda me diz "informo-te", como se eu tivesse dado confiança para tal. Para além disto, que já é ridículo só por si, ainda demoraram quase 1 mês a enviar e entregar-me os restantes bens, simplesmente não sabiam onde estavam e não permitiam cancelar a encomenda porque "supostamente" já tinha sido processada, mesmo que durante esse processo ninguém fizesse a mínima ideia onde estavam os artigos. Recebi ontem os mesmos, deixei ficar na loja 3 artigos em devolução. Neste momento devem-me a quantia de 15,98€ (há mais de 14 dias) E desde ontem o valor de 21,97€. Os canais de ajuda, são uma absoluta nulidade.

Em curso

Reclamação Formal - Avaria Frigorífico Princess

Exmos. Senhores, Eu, Judite Semedo Soares, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao tratamento dado ao processo de assistência e resolução da avaria de um frigorífico da marca Princess, adquirido na loja Rádio Popular do Centro Comercial Campo Pequeno. Importa esclarecer, desde já, que a compra foi efetuada pela minha filha, Dilza Semedo, em meu nome, uma vez que, na data da compra, eu me encontrava de férias em Cabo Verde. Foi igualmente a minha filha quem recebeu e assinou a entrega do equipamento na minha residência, motivo pelo qual o nome constante no comprovativo de entrega é o dela. Contudo, a titular da compra sou eu, Judite Semedo Soares, conforme consta da fatura, sendo igualmente eu a pessoa diretamente prejudicada por toda esta situação. A cronologia dos factos é a seguinte: * 09 de julho de 2026 – Compra do frigorífico. * 11 de julho de 2026 – Entrega do equipamento na minha residência. * O frigorífico teve apenas 12 dias de utilização efetiva, tendo deixado de funcionar por completo. Perante a avaria, iniciámos imediatamente contactos com a Rádio Popular para que a situação fosse resolvida. Foram efetuadas inúmeras chamadas para o apoio ao cliente, nomeadamente nos dias 24, 26, 27, 28 e 29 de julho, sempre com o mesmo objetivo: obter uma solução para um equipamento praticamente novo que deixou de funcionar poucos dias após a sua entrega. Durante esses contactos fomos sucessivamente informados de que seríamos contactados para agendar a assistência técnica. Contudo, o tempo foi passando sem qualquer resolução. Inclusivamente, numa das várias chamadas efetuadas, uma colaboradora do apoio ao cliente desligou-nos o telefone na cara, sem qualquer explicação, demonstrando uma total falta de respeito por quem apenas procurava exercer os seus direitos enquanto consumidor. Como eu me encontrava temporariamente de férias em Cabo Verde, foi fornecido o contacto da minha filha para facilitar o agendamento da assistência técnica. Ainda assim, o contacto demorou a acontecer. Entretanto, deslocámo-nos também presencialmente à loja da Rádio Popular do Campo Pequeno, onde nos foi novamente garantido que seríamos contactados. Apenas no dia 04 de agosto de 2026, o técnico deslocou-se à minha residência. A avaliação demorou apenas alguns minutos. O técnico concluiu imediatamente que o frigorífico apresentava perda total, informando-nos de que não seria necessário qualquer documento em papel, pois o relatório seria enviado eletronicamente e que, no dia seguinte, bastaria dirigirmo-nos à loja para resolver a situação, através da substituição do equipamento ou da devolução do valor pago. Confiando nessa informação, deslocámo-nos à loja no dia 05 de agosto, conforme indicado pelo próprio técnico. Para nossa surpresa, fomos informados de que não existia qualquer relatório no sistema. Desde essa data, temos regressado sucessivamente à loja, sendo-nos sempre dada exatamente a mesma resposta: que o relatório ainda não foi enviado pelo técnico e que, por esse motivo, “não podem fazer nada”. Entretanto, os dias passam e continuamos exatamente na mesma situação. É absolutamente inadmissível que um consumidor fique dependente, durante tantos dias, de um relatório interno entre a Rádio Popular e a empresa de assistência técnica. O contrato de compra foi celebrado com a Rádio Popular, pelo que não é aceitável que a responsabilidade seja sucessivamente transferida para terceiros, enquanto o cliente permanece sem qualquer solução. Estamos há vários dias sem frigorífico, em pleno verão, depois de termos pago 592,46 € por um equipamento e respetivos serviços, sendo que o frigorífico teve apenas 12 dias de utilização efetiva antes de avariar definitivamente. Importa ainda referir que, aquando da compra, foi adquirido um plano de proteção adicional para o frigorífico, pago na própria Rádio Popular, pelo valor de 30,00 €, conforme consta da fatura. Tal circunstância reforçou a minha legítima expectativa de beneficiar de um serviço de assistência célere e eficaz. Contudo, apesar desse investimento adicional, continuo sem qualquer solução para um equipamento que o próprio técnico classificou como perda total. Um frigorífico não é um bem supérfluo. É um bem essencial para qualquer agregado familiar. A sua ausência provoca prejuízos diários, desperdício de alimentos, transtornos constantes e uma enorme frustração. Sinto uma total falta de consideração e respeito pelo consumidor. Limitam-se a adiar a resolução de um dia para o outro, sem qualquer prazo concreto, sem qualquer alternativa e sem qualquer demonstração de vontade em resolver o problema. Esta situação é inaceitável e profundamente desrespeitosa. Perante tudo o que foi exposto, solicito que esta situação seja finalmente resolvida de forma célere e definitiva, através da substituição do equipamento por um novo ou da devolução integral do valor pago. Hoje, dia 12 de agosto de 2026, voltei a deslocar-me à loja Rádio Popular do Centro Comercial Campo Pequeno e, mais uma vez, fui informada de que continuam sem ter recebido o relatório do técnico. Assim, mais de um mês após a compra do equipamento e vários dias após a intervenção técnica que concluiu tratar-se de um caso de perda total, continuo sem qualquer solução para um problema que não foi causado por mim. Anexos: 1. Fatura de compra. 2. Comprovativo de pagamento. 3. Documento de entrega. 4. Comprovativo do plano de proteção constante da fatura. 5. Outros documentos relevantes. Agradeço a atenção dispensada e fico a aguardar uma rápida resolução para esta situação. Com os melhores cumprimentos, Judite Semedo Soares

Em curso
D. T.
12/08/2026

Pagamento em processamento há 3 semanas

No dia 21 de junho de 2026 efetuei uma compra superior a 400 euros através da plataforma Vinted, tendo o pagamento sido realizado por cartão através do Google Pay. O valor foi imediatamente debitado da minha conta, mas a encomenda ficou bloqueada com a indicação de que a etiqueta de envio estava a ser preparada. As tentativas de contacto com a Vinted tornaram-se exaustivas. Primeiro, demoravam dias a responder, dizendo que estavam a investigar, e agora limitam-se a ignorar as mensagens e os emails. Disponibilizei-me a fornecer todos os documentos que necessitavam e sempre o fiz com a maior brevidade possível. Considero inaceitável que um montante tão elevado, já debitado da minha conta, permaneça indisponível durante este período, que se aproxima das 3 semanas, à data desta reclamação, devido a um problema interno da plataforma. Solicito a resolução urgente da situação e o reembolso integral do valor pago caso a transação não possa ser concluída, bem como esclarecimentos sobre o paradeiro do montante entretanto debitado.

Em curso
F. P.
12/08/2026

Avaria ainda sem solução à vista

Exmos. senhores Adquiri um Citroen C 3 (A Matos Car de Beja) no final de Junho, e até hoje com problemas nos espelhos retrovisores que nem sempre abrem e fecham. A viatura já foi à oficina três vezes, e o problema mantém-se. Voltei a ser contactada pelo concessionário, para deixar novamente o carro na oficina. Mais uma vez, e tal como das anteriores, não fornecem viatura de substituição/cortesia, e não conseguem dar um prazo da imobilização da viatura. Para finalizar, devo informar que cada vez que levo o carro para Beja, gasto € 10 em combustível, o que faz que até à data, já foram € 50.

Em curso
R. C.
12/08/2026

Três encomendas canceladas por falta de stock e anúncio continua disponível na FNAC Marketplace

Efetuei, através da FNAC Marketplace, três encomendas de um iPhone 15 Pro 128 GB Azul Titânio, pelo valor de 495.08 €, vendido pela TechLovers. Duas encomendas foram realizadas no dia 4 e uma no dia 5, tendo as três sido posteriormente canceladas por falta de stock. Após os primeiros cancelamentos, o mesmo anúncio voltou a aparecer disponível na FNAC Marketplace, pelo que efetuei novamente a compra. Esta terceira encomenda voltou a ser cancelada. A TechLovers reconheceu por escrito que o equipamento estava esgotado e que existia uma falha de sincronização entre o seu sistema de stock e a FNAC, fazendo com que o artigo continuasse apresentado como disponível apesar de não existir stock. O vendedor chegou inclusivamente a pedir-me que não efetuasse novas encomendas daquele anúncio. Mais recentemente, voltei a contactar a TechLovers para confirmar a existência de stock e o vendedor respondeu novamente, por escrito, que não dispõe do equipamento. Apesar disso, o artigo continua disponível para compra na FNAC Marketplace. A FNAC foi informada repetidamente desta situação. Contudo, as respostas recebidas limitaram-se essencialmente a explicar o prazo de 48 horas para confirmação/cancelamento e o respetivo reembolso, sem apresentar uma solução concreta para a repetição da situação. Esta situação causou-me perda de tempo e transtornos, incluindo três encomendas e vários contactos para explicar repetidamente o problema. Considero que o simples reembolso não resolve os transtornos causados. Procuro, por isso, uma solução concreta, nomeadamente a disponibilização de um iPhone 15 Pro equivalente pelo preço de 495,08 €, sem custos adicionais, ou uma compensação equivalente. Já apresentei reclamação formal no Livro de Reclamações Eletrónico e também expus a situação no Portal da Queixa, sem que até ao momento tenha sido apresentada uma solução. Solicito a intervenção da DECO na análise desta situação e no sentido de procurar obter uma resposta e solução concreta por parte da FNAC, incluindo relativamente à apresentação de produtos para venda cuja disponibilidade real é contrariada pelo próprio vendedor.

Em curso
S. D.
12/08/2026

Problema com registração de Vintedpro

Reclamação contra a Vinted – Falta de resolução do problema com a conta Vinted Pro Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente a um problema que mantenho com a plataforma Vinted e que, apesar das minhas várias tentativas de contacto com o apoio ao cliente, continua sem qualquer resolução. Estou registada em Portugal como trabalhadora independente e utilizo a Vinted para vender as minhas obras de arte. Para cumprir corretamente as regras aplicáveis às vendas profissionais, pretendo utilizar a modalidade Vinted Pro. No entanto, a Vinted não permite concluir corretamente o processo de transição/registo para Vinted Pro, uma vez que a plataforma não aceita os meus dados fiscais/financeiros portugueses. Já contactei várias vezes o serviço de apoio da Vinted, expliquei a situação e solicitei ajuda para resolver o problema. Apesar disso, até ao momento não recebi uma solução concreta nem uma explicação adequada sobre a razão pela qual os meus dados não são aceites. Considero particularmente preocupante o facto de a plataforma exigir o cumprimento das regras relativas a vendedores profissionais, mas simultaneamente não disponibilizar uma solução funcional para que um vendedor legalmente registado em Portugal possa concluir o processo. Solicito, por isso, a intervenção da DECO PROteste junto da Vinted, para que a empresa: 1. Analise concretamente o meu caso; 2. Explique por que motivo os meus dados fiscais/financeiros portugueses não são aceites; 3. Permita a conclusão do processo de registo/transferência para Vinted Pro, caso estejam cumpridos todos os requisitos; 4. Indique claramente quais os dados ou documentos que eventualmente estejam em falta; 5. Apresente uma solução efetiva e não apenas respostas automáticas do serviço de apoio. Já tentei resolver esta situação diretamente com a Vinted, mas sem sucesso. Considero que não é razoável continuar sem solução quando estou a tentar cumprir corretamente as obrigações aplicáveis à minha atividade profissional. Agradeço a intervenção da DECO PROteste para que esta situação seja finalmente esclarecida e resolvida. Com os melhores cumprimentos, [Nome completo] [Email associado à conta Vinted] [Nome de utilizador Vinted]

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