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Encomenda nao entregue
Fiz uma encomenda online, a qual foi direcionado para ser entregue pela GLS. A.encomenda foi feita dia 11/12, e pela politica de entregas da loja deveria ter sido entregue em 3 dias úteis. Ja se passaram 10 dias e nao tenho qualquer informacao da encomenda nem da transportadora. Tracking da encomenda na gls PNDPT00228274
Aliexpress não reembolsa mesmo após devolução
Fiz uma compra na plataforma AliExpress e, dos vários itens que adquiri, um deles (3 iguais) não funcionavam da forma pretendida. 3 adaptadores de fones, apenas permitiam saída de áudio, mas não entrava, o que invalidava o seu uso principal, para chamadas. Dei inicio ao processo de pedido de reembolso. Apresentei todas as evidências que a plataforma pediu e autorizaram o início do pedido de reembolso. Primeiro enviei somente fotos, depois juntei dois vídeos, ambos com os mesmos fones, mas com o adaptador que uso com o iphone, depois com um dos adaptadores que comprei para Android. Ao contrário do que diz na política de devoluções, não foi providenciado um código ou tag de devolução. Fui aos CTT fazer o envio, pagando extra para obter um código para rastrear. Entretanto, recebi uma atualização dos CTT que dizia que a morada de envio estava incorreta. Entrei em contacto com o vendedor que, até hoje, apesar da garantia de resposta em 1 a 2 dias úteis, não forneceu a confirmação da morada para devolução. Essa morada foi pedida uma vez que essa informação desapareceu do histórico do processo de devolução e reembolso. E agora desapareceu o histórico de reembolso e devolução por completo, isto, apesar de terem enviado email dizendo que, caso náo concorde com a decisão, poderia recorrer. Entretanto, a encomenda foi entregue, segundo os correios, a "persona autorizad", mas a plataforma AliExpress decidiu não reembolsar. Segundo a plataforma, o motivo foi falta de evidências. Questiono tudo isso. Eu enviei inicialmente evidências do problema, enviei o talão dos CTT, enviei a imagem do site dos CTT com o número de rastreio, enviei a comunicação com o vendedor onde peço o endereço correto, enviei o email trocado com os CTT em que pedi o documento que a plataforma solicitou, com um selo da transportadora, mas dizem que faltam evidèncias. Aliás, curiosamente, uma das coisas que me pediram, já depois do envio de devolução, foi uma foto da embalagem. Curioso que não pediram isso antes de devolver, agora querem que tire foto a algo que enviei. No dia 14 de dezembro, recebi um email que confirmava a entrega dos produtos devolvidos. Após esse email, recebi novos emails que negavam o reembolso e diziam que as evidências eram insuficientes. Querem documentos dos CTT, que solicitei, mas recebi somente email de confirmação de entrega. Agora querem um documento com o peso da embalagem. Onde é que isso existe? Tenho um recibo com o número para rastrear e tenho um formulário preenchido com as informações do envio que geraram o recibo, nada disso tem o peso da embalagem. Já enviei e reenviei o email que recebi onde confirmavam que tinham recebido, já enviei o recibo, o formulário e o email dos CTT, mas fica claro que a plataforma AliExpress inventa solicitações de evidências para não devolver o dinheiro. Nota importante: no site dizem que as devoluções são feitas através de uma etiqueta gerada pela própria plataforma. Mas depois dizem para pagar o envio que reembolsam. Tudo falso. Tudo mentira, O vendedor mandou produtos com defeito. Devolvi. Fiquei sem o dinheiro dos produtos. Fiquei sem o dinheiro do envio.
Mau Serviço Prestado
No dia 2 de dezembro de 2025 desloquei-me à loja Opticalia de Penacova para realização de consulta de optometria, previamente agendada online no dia 1 de dezembro de 2025. Após a consulta, fui atendido pela técnica de loja para escolha de armação e lentes oftálmicas. Relativamente às armações, foi-me transmitido que não existia possibilidade de encomenda de outros modelos além dos disponíveis em loja. Posteriormente, a própria técnica admitiu que tal possibilidade existia, demonstrando que a informação inicial era incorreta. No que respeita às lentes, descrevi detalhadamente o meu contexto pessoal e profissional, nomeadamente o facto de exercer funções num restaurante, necessitar de boa visão periférica e conduzir diariamente. Apesar disso, foi-me recomendada a opção de valor mais elevado (lentes pré-progressivas/progressivas), sem que me tivesse sido prestada informação adequada, clara e completa sobre as características técnicas, limitações, impactos na visão periférica, necessidade de adaptação ou possíveis efeitos adversos, nem sobre alternativas mais adequadas ao meu perfil e necessidades visuais. A decisão foi tomada com base na recomendação e orientação técnica prestada pela técnica da loja, sem que me tivesse sido fornecida informação completa e adequada sobre as características, limitações e efeitos do produto, nem sobre alternativas mais adequadas ao meu perfil e necessidades visuais. Assim, a decisão deve ser analisada no contexto do aconselhamento profissional que me foi prestado e da confiança nele depositada. Após o levantamento dos óculos, no dia 5 de dezembro de 2025, constatei dificuldades significativas na visão periférica, prontamente comunicadas à técnica, que se limitou a indicar que se trataria de um processo de habituação, sem fornecer qualquer esclarecimento técnico adicional. Apesar de ter utilizado os óculos conforme indicado, mantiveram-se o desconforto visual, dores de cabeça e dificuldades funcionais. No mesmo dia, solicitei o envio da segunda via da fatura por email, pedido ao qual a técnica respondeu afirmativamente, mas que não foi cumprido. Na terça-feira seguinte voltei à loja e questionei novamente o envio da fatura, tendo-me sido novamente garantido que seria enviada por email, o que até à presente data não ocorreu. Diante da persistência do desconforto e da ausência de melhoria, no dia 9 de dezembro de 2025 voltei à loja e manifestei de forma expressa a minha insatisfação com o produto, bem como a intenção de devolver os óculos e solicitar reembolso. Na ocasião, foi-me comunicado que não poderia avançar de imediato, sendo necessário que a técnica “falasse com o chefe”, referindo ainda que, em cerca de 20 anos de atividade, nunca teria ocorrido situação semelhante. Posteriormente, foi introduzida a exigência de realização de nova consulta de optometria como condição para dar seguimento ao pedido, procedimento que nunca me havia sido previamente informado. Ao longo deste processo, constatei uma atuação reiteradamente pouco transparente, com informação contraditória e resistência injustificada em facultar os procedimentos necessários para a apresentação do pedido de reembolso. Na consulta realizada no dia 20 de dezembro de 2025, a médica clarificou corretamente o funcionamento das lentes progressivas que estava a utilizar, identificando como causa das dificuldades que tive (especialmente na visão periférica e para perto) os efeitos típicos deste tipo de lente. Apesar de eu já saber tratar-se de lentes progressivas, não me foi prestada informação adequada e completa sobre o seu funcionamento, limitações e efeitos, situação que apenas foi devidamente esclarecida nesta consulta, confirmando que aquelas lentes não eram adequadas ao meu uso específico. Apesar disso, a técnica manteve a recusa do pedido de reembolso, insistindo apenas na substituição das lentes e da armação, solução que rejeitei devido à manifesta quebra de confiança no serviço prestado, à falha no dever de informação e à conduta adotada durante todo o atendimento, incluindo a exposição do meu caso concreto perante outros clientes presentes no estabelecimento, que foram abordados pela técnica e utilizados como termo de comparação, numa tentativa de descredibilizar a minha posição enquanto consumidor, em violação dos deveres de profissionalismo e urbanidade. Face ao exposto, considero que se verificam: -Violação do dever de informação previsto na Lei de Defesa do Consumidor; - Falta de conformidade do bem com o fim a que se destina; - Práticas comerciais desleais; - Criação de entraves ilegítimos ao exercício dos direitos do consumidor; - Falta de diligência no cumprimento das obrigações documentais, nomeadamente no fornecimento da segunda via da fatura solicitada. Solicito a intervenção das entidades competentes para apuramento da situação e regularização do processo, incluindo a restituição do valor pago.
Encomenda sem confirmação nem entrega
Exmos.(as) Senhores(as), No dia 30 de novembro, foi efetuada uma compra no site da empresa em questão, no valor de 65,94 €. Apesar do pagamento ter sido debitado de imediato, não foi recebido qualquer email de confirmação da encomenda, nem informação sobre o seu estado, até à presente data. O valor pago nunca foi reembolsado, pelo que se presume a existência de uma fatura associada, a qual também não foi disponibilizada. No dia 8 de dezembro, após vários dias sem qualquer atualização, foi solicitado esclarecimento através do formulário de contacto do site da marca. No entanto, não foi obtida qualquer resposta. Voltei a tentar contactar o apoio ao cliente, contudo continuo sem resposta. Tentei ajuda através da conta de Instagram, que esteve constantemente a publicar conteúdo, incluindo um esclarecimento do atraso do apoio ao cliente, mas também não obtive resposta.
Entrega irregular de veículo
Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar reclamação e solicitar esclarecimentos urgentes relativamente à gestão, guarda e entrega do meu veículo, no âmbito do sinistro/processo n.º 25695627. O veículo deveria ter sido entregue na quarta-feira, dia 17 de dezembro de 2025, data em que faltei ao meu serviço exclusivamente para o receber. Apesar disso, a entrega não foi realizada, sem justificação adequada. Na quinta-feira seguinte, foi-me proposta nova entrega, a qual não pude aceitar por me encontrar a trabalhar. Na manhã de hoje, ao contactar a empresa de reboques SEPRAMA (PROCAR) para tentar receber o veículo, fui informado de que, nos registos internos, constava que o veículo já figurava como entregue, não sendo inicialmente possível indicar: A quem teria sido entregue; Em que data e hora; Nem apresentar qualquer comprovativo formal. Durante essa mesma chamada telefónica (a qual se encontra gravada), após nova verificação, foi-me indicado que, segundo informação constante no sistema, o veículo iria ser entregue num endereço diferente do inicialmente acordado, alegadamente mediante autorização de uma funcionária da seguradora AGEAS SEGUROS, identificada como “Carolina”, para a seguinte morada: Rua Cruz de Lombão, n.º 57, Cervães – Braga Saliento que: O veículo Volkswagen Golf de matrícula 6437SQ não chegou a ser entregue nesse endereço; Essa alegada autorização foi posteriormente contradita por outro colaborador da mesma empresa; Nunca fui contactado pela referida funcionária; Nunca autorizei, verbalmente ou por escrito, qualquer alteração do local de entrega; Nunca autorizei a entrega do veículo em oficina ou local desconhecido. Posteriormente, fui contactado pelo Sr. Francisco, da SEPRAMA, numa chamada telefónica conduzida de forma inadequada, na qual foram prestadas informações contraditórias, negando a existência de qualquer autorização para entrega nesse local e mencionando ainda a possibilidade de imputação de custos de parqueamento, alegadamente pelo facto de o veículo “já lá estar há algum tempo”. Esclareço expressamente que: Qualquer permanência do veículo em local não acordado decorre exclusivamente de decisões tomadas pelas entidades envolvidas; Não aceito nem reconheço qualquer custo adicional, nomeadamente de parqueamento, por não me ser imputável; As contradições entre informações prestadas por diferentes colaboradores revelam grave falha de coordenação, controlo e dever de guarda do bem. Assim, solicito, com carácter urgente e por escrito: Esclarecimento formal sobre a alegada autorização atribuída à funcionária da AGEAS SEGUROS acima identificada; Data, hora, meio e conteúdo dessa alegada autorização; Justificação para o facto de o veículo constar como “entregue” sem comprovativo válido; Confirmação do local exato onde o veículo se encontra atualmente; Fundamentação legal e contratual para qualquer tentativa de cobrança de parqueamento, a qual desde já rejeito. Aguardo resposta escrita no prazo máximo de 5 dias úteis, reservando-me o direito de recorrer às vias formais competentes, nomeadamente Livro de Reclamações e demais meios legais. Com os melhores cumprimentos, Thalyson Campelo 929122467 campelothalyson@gmail.com
Perda de voo de ligação devido a atraso de voo
Exmos senhores, Venho por este meio pedir o vosso auxilio devido a perde de um voo de ligação de madrid para lisboa consequentemente do atraso de voo de punta cana para madrid por parte da companhia aérea iberojet. Fiz a reclamação via email a explicar todo o sucedido inicialmente devido ao atraso do voo de punta cana ao qual me explicaram que uma vez que foi um atraso de 3h45 min não tinha o direito a compensação ( só é dado compensação apartir das 4h..) ao qual não me pronunciei mas após uma pesquisa, temos direito a um reembolso por danos económicos e pessoais devido ao atraso que nos fez perder o voo de madrid para lisboa que se encontrava num bilhete único e por consequência a perde de bilhetes de autocarro até ao destino final. A resposta do apoio ao cliente da companhia negou este reembolso pois diz não ter mais evidências mesmo tendo enviado todas as informações em anexo e ter explicado minuciosamente o acontecimento.
Falha Bateria Telemóvel
Assunto: Reclamação formal e exigência de reembolso – Encomenda PT9633527465 (iPhone 13) Exmos. Senhores da Swappie, Venho por este meio apresentar a minha reclamação formal relativamente à encomenda nº PT9633527465, de um iPhone 13 adquirido no dia 18/09/2025, e exigir o reembolso total dos custos que suportei com a bateria devido à avaria do aparelho fornecido. No fim de semana de 13 e 14 de dezembro, o equipamento começou a desligar-se e ligava‑se automaticamente, comprometendo seriamente a sua utilização. Contactei o vosso apoio no dia 15/12/2025, alertando que precisava do telemóvel como instrumento de trabalho, estando prestes a viajar de avião e fora do País nos dias imediatamente seguintes. A resposta que me foi dada, de enviar o telemóvel para verificação, foi totalmente impraticável, pois tornava impossível o uso do telefone durante toda a viagem. Quando informei que iria mudar a bateria por minha conta junto de outro prestador de serviços, a solução sugerida pelo vosso apoio — pedir um telemóvel emprestado a familiares ou amigos — foi absolutamente inapropriada, pouco profissional e demonstra completa falta de compreensão pela situação. A postura adotada pela Swappie foi de desconsideração total pelo meu problema real, escondendo‑se atrás de cláusulas de garantia gerais, sem qualquer esforço em encontrar uma solução minimamente razoável. Comprei um telemóvel anunciado como em estado “Excelente”, e nem sequer passaram 3 meses até estar sem aparelho. Tenho o direito a que o produto funcione conforme prometido e, na falta disso, a uma compensação adequada. Exijo: O reembolso integral do valor que paguei pela substituição da bateria, uma vez que a avaria provém claramente de um defeito pré‑existente no aparelho; Uma resposta formal e definitiva no prazo máximo de 7 dias úteis; Caso não haja resolução, reservarei o direito de levar o caso aos mecanismos de proteção do consumidor e às instâncias legais competentes. Para facilitar a vossa análise, juntamente com este email segue documentação comprovativa. Com os melhores cumprimentos,
Políticas de devolução e reembolso Burlescas
Bom dia. Comprei um telemóvel na AliExpress de 257€, porém não era o que esperava. Como fui tratar da devolução para o reembolso. Enviei tudo certinho dentro do prazo pelos CTT. Infelizmente o produto foi me devolvido porque não podia ser transportado por via aérea por conter uma bateria de lítio. Pois, ok. Dirigi-me a outra transportadora, a DPD, e procedi ao envio. O vendedor que trabalha em parceria com a AliExpress cujo nome e morada é: Hua ZhangJSW127215257038155 Rontgenstr 4, 63512 Hainburg , Gie, 63512 Depois de ter recebido o comprovativo de recepção do envio do vendedor, pela transportadora tive de contactar , mais de 20 vezes,a Aliexpress e o respectivo vendedor pelo chat e email da AliExpress. E o reembolso foi me sempre negado, ou seja, fiquei sem os 257€ do telemóvel, dos 14€ que gastei do envio pela CTT, dos 19€ que gastei pelo envio através da DPD e ainda sem o telemóvel. Estou tentando ao menos, já que não me querem devolver o dinheiro,que reenviem o telemóvel já que paguei por ele. E estão sempre rejeitando o meu pedido como se fosse a coisa mais normal do mundo roubar quase 300€ a um cliente que, no meu caso, é regular. E fiz tudo como indicado pelas políticas de devolução de devolução do AliExpress e dentro do prazo. Este é o número do meu pedido que não querem resolver. 3063333008976318 Acho muito injusto ter gasto dinheiro, tempo na compra e depois posterior devolução e não haver um mínimo de consideração. Ao menos devolvam-me o telemóvel, já que paguei por ele. Obrigado
Multa Cobrada Indevidamente
Exmos. Senhores, No passado dia 19/12/2025, recebi uma notificação via e-mail referente a um suposto estacionamento indevido de trotinete, tendo verificado que foi debitado diretamente da minha conta bancária o valor de 85€. Venho assim por este meio apresentar reclamação formal contra a cobrança indevida de uma multa no valor total de 85€, debitada diretamente da minha conta bancária pela vossa empresa, sem prévia autorização expressa para o caso específico e sem que me fosse facultado o direito de defesa. Conforme comprovam os anexos (histórico de viagem e fotografia de fim de viagem), estacionei o veículo na Avenida Miguel Torga n.º 4. Ao analisar a fotografia submetida no encerramento da viagem, e aprovada pelo vosso sistema, verifica-se que: - A trotinete foi deixada num local onde já se encontravam outros veículos da mesma marca/frota - A Aplicação Bolt validou o estacionamento: O vosso software exige a aprovação da fotografia para concluir a viagem. Ao permitir o encerramento sem qualquer aviso de "zona proibida" ou "estacionamento incorreto", a Bolt validou a conduta do cliente. Não é admissível que o sistema aprove o estacionamento num momento e penalize o cliente financeiramente no momento seguinte. O auto refere que o veículo foi removido por estar "em cima do passeio". Contudo, a fotografia comprova que o veículo não se encontrava nem em cima do passeio, nem a obstruir a passagem de peões e encontrava-se junto a outros veículos da Bolt, criando uma legítima expectativa de que aquele local era uma zona de estacionamento aceite pela vossa operadora. Fui informado pelo vosso apoio ao cliente que o valor de 85€ corresponde a taxas administrativas/remoção já pagas por vós. Contudo, efetuar este débito automático sem me facultar a notificação original da autoridade (para que eu pudesse, por exemplo, contestar a remoção junto da ANSR/EMEL) e sem me dar direito de defesa prévio, configura uma prática abusiva. Todos os factos descritos têm base legal no Artigo 60.º da Constituição da República Portuguesa, onde é constituído o Direito à qualidade de bens e serviços e à proteção dos interesses económicos dos consumidores; Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) mais especificamente, artigos 4.º e 9.º que remetem para o Direito à informação, proteção dos interesses económicos e prevenção de práticas abusivas; no Código Civil, especificamente artigos 406.º e 762. que remetem para o Princípio da boa fé nas relações contratuais; no Código de Processo Penal, nomeadamente artigo 32.º que remete para o Direito de defesa, aplicável por analogia a sanções e penalidades contratuais. A responsabilidade por falhas na georreferenciação ou validação de estacionamento da App não pode ser imputada ao consumidor final desta forma automática. Face ao exposto, venho requerir: 1. A devolução imediata do valor de 85€, através do mesmo método de pagamento; 2. O envio do comprovativo oficial da autoridade (Auto de Notificação completo) onde conste a infração e o valor pago pela remoção, caso pretendam manter qualquer imputação de responsabilidade; 3. A anulação de quaisquer valores pendentes relativos a coimas associadas a este processo, dada a validação do estacionamento pela vossa App. Aguardo deferimento no prazo de 5 dias úteis, findo o qual recorrerei ao Livro de Reclamações Eletrónico e ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Com os melhores cumprimentos.
Serviço prestado sem autorização, sem nenhum contacto após escritura no livro de reclamações
No dia 21/10/2025, entreguei o veículo na Leimarauto – Oficina apenas para diagnóstico de uma pequena fuga de líquido de refrigeração (cerca de 100 ml por mês), deixando expressamente claro que queria ser contactado antes de qualquer reparação, para me apresentarem o diagnóstico e um orçamento, e só depois eu decidir se autorizava ou não a intervenção. Nesse momento, perguntei também o preço de um eventual polimento de faróis (foi indicado 25 €), mas igualmente deixei claro que isso só seria feito se eu confirmasse depois, quando me ligassem. Nesse dia não recebi qualquer contacto até ao final da tarde. Pelas 18:00, liguei várias vezes para o número público da oficina e tive dificuldades em obter resposta; quando finalmente consegui falar, foi-me dito de forma vaga que o carro ficaria “só para amanhã” e que “em princípio é a bomba de água”, sem explicação técnica, sem orçamento e sem me pedirem autorização para avançar. No dia 22/10/2025, fui contactado a dizer que o carro estava pronto, o que me surpreendeu porque nunca me tinham apresentado orçamento nem pedido consentimento. Ao questionar sobre os faróis, senti confusão na resposta e foi alegado que tinham dado “uma polidela”, mas quando levantei o carro verifiquei que os faróis estavam inalterados (até com poeiras), pelo que não consegui confirmar qualquer trabalho real nesse ponto. Ao levantar a viatura, foi-me apresentada uma fatura de 691,22 €, em papel, com o tempo de mão-de-obra corrigido à mão, o que considero grave e pouco transparente. Além disso, foi-me dito que optaram por substituir um kit completo (distribuição com bomba) em vez de apenas a bomba, por “compensar mais”, mas essa alteração de escopo foi tomada unilateralmente, sem a minha autorização, aumentando de forma significativa o custo e impedindo-me de procurar alternativa/segunda opinião. A origem exata da fuga também não me foi demonstrada com segurança, ficando a justificação técnica pouco clara. Perante o fecho iminente da oficina e a necessidade de reaver a viatura, senti-me pressionado a pagar para poder retirar o carro, apesar de discordar da reparação feita sem autorização e do valor cobrado. No dia 23/10/2025, voltei à oficina para esclarecimentos e pedi documentação e identificação das peças aplicadas (marcas/referências). A informação disponibilizada foi insuficiente: apenas me foi indicada uma referência do fornecedor e, ao contactar o fornecedor, foi-me dito que não podiam dar detalhes porque a fatura estava em nome da oficina. Também tentei resolver a situação por acordo, mas a resposta foi que “não podia fazer nada” além de descontos em futuras mudanças de óleo, o que não é aceitável para mim, até porque perdi confiança e não pretendo voltar à oficina. Assim, considero que existiram várias irregularidades, nomeadamente: execução de reparação sem orçamento e sem autorização prévia, falta de contacto conforme combinado, alterações manuscritas na fatura sem clareza, falta de transparência sobre as peças instaladas e ausência de justificação técnica robusta do diagnóstico, bem como a referência a um serviço (polimento) que não foi efetivamente realizado. Perante isto, apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico em 23/10/2025, solicitando resposta formal e documentação (ordem de serviço/reparação, orçamento discriminado e identificação completa das peças aplicadas). Contudo, a empresa não respondeu no prazo legal, não tendo apresentado qualquer resposta até ao momento. Face à ausência total de resposta, contactei também a ASAE, reportando o incumprimento do prazo de resposta e os factos essenciais (reparação sem autorização, alterações manuais na fatura, falta de identificação de peças e alegação de serviço não realizado). Apesar desse contacto, não obtive qualquer resposta ou retorno.
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