Reclamações públicas

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F. R.
14/05/2026

Falhas sucessivas e veículo em condições perigosas E Falta de Transparência na Cobrança Cross Border

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao aluguer efetuado junto da vossa empresa Sixt, expondo uma situação extremamente grave que envolveu sucessivas falhas no serviço prestado. Inicialmente, tinha uma reserva para um veículo Dacia Jogger a gasolina, com levantamento agendado para as 09h00 no balcão de Almada. No entanto, à chegada, fui informado de que teria de aguardar, tendo o veículo sido entregue apenas por volta das 09h45, alegadamente por se encontrar em limpeza. Após a entrega, verifiquei que o veículo apresentava pneus em estado de desgaste extremo (carecas), o que tornava a sua utilização insegura. A funcionária presente reconheceu prontamente a situação e, de forma profissional, tentou resolver o problema, indicando que deveria deslocar-me ao balcão de Alfragide para levantar outra viatura. Fui então obrigado a deslocar-me até Alfragide, o que representou perda adicional de tempo e transtorno. No entanto, ao chegar, foi-me disponibilizada uma viatura Opel Vivaro a gasóleo, alegadamente a única disponível no momento de classe superior. Esta solução não foi adequada nem equivalente à reserva inicial, tendo resultado em: - Aumento significativo de custos com combustível; - Custos acrescidos em portagens; - Menor conforto e adequação para a viagem planeada, difícil estacionamento em locais como Madrid devido á dimensão da viatura Para agravar a situação, durante a viagem houve fiscalização na fronteira fui inclusive abordado por autoridades aonde chamaram me atenção sobre a condição dos pneus (conforme fotografias já enviadas), o que demonstra claramente a gravidade e negligência na manutenção do veículo. Realizei a viagem sob condições de enorme insegurança, com receio constante, agravado pelo facto de ter chovido durante o percurso, o que poderia ter resultado numa situação de acidente grave. Face ao exposto, considero que houve: - Falha grave na disponibilização do veículo inicialmente reservado á hora combinada; - Entrega de viaturas em condições inseguras; - Prestação de serviço não equivalente ao contratado; - Colocação em risco da segurança dos ocupantes. Assim, venho por este meio exigir: - Ajuste no valor pago pelo aluguer; - Compensação adicional pelos prejuízos, transtornos e risco causado; - Esclarecimento formal sobre os procedimentos de manutenção e controlo de segurança das vossas viaturas. Informo que, caso não obtenha uma resposta satisfatória no prazo máximo de 5 dias úteis, avançarei com reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor e demais vias legais. Aguardo resolução urgente desta situação. Venho por este meio acrescentar a reclamação formal relativamente à cobrança da taxa “Cross-border driving” associada à reserva n.º 9609472537. No momento do levantamento da viatura, informei expressamente a vossa colaboradora de que a viagem incluiria deslocação a Espanha. Essa informação foi comunicada de forma clara e antecipada, sendo do conhecimento da funcionária antes da entrega da viatura. No entanto, em nenhum momento me foi explicado de forma verbal, clara e transparente que seria aplicada uma taxa adicional no valor de 150€ referente ao “Cross-border driving”. Também não me foi apresentado qualquer esclarecimento relativamente ao impacto desse valor no custo final do aluguer, nem me foram dadas alternativas. Considero esta situação uma clara falha no dever de informação e transparência para com o cliente, especialmente tratando-se de um valor elevado e manifestamente desproporcional para uma deslocação Portugal-Espanha durante apenas 4 dias. Caso tivesse sido devidamente informado do valor em causa antes da aceitação do contrato, teria ponderado outras opções de aluguer ou alternativas de transporte, evitando assim custos inesperados. Face ao exposto, solicito: - Reavaliação da cobrança aplicada; - Revisão do valor associado à taxa “Cross-border driving”; - Esclarecimento formal sobre os critérios utilizados para aplicação deste montante; - Resolução célere e adequada da situação apresentada. Informo ainda que, caso não obtenha resposta satisfatória no prazo máximo de 5 dias úteis, avançarei com reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor e demais vias legais aplicáveis. Com os melhores cumprimentos, Contacto: 938 044 699 Reserva n.º 9609472537

Resolvida
T. R.
14/05/2026
Uzo

Devolvi um TV. Stick. Onde está o meu dinheiro?

Estou à espera desde Março do reembolso de um TV Stick novo comprado no dia 24/03/26 num quiosque UZO e que fui devolver no dia seguinte no mesmo lugar onde o comprei, e que se recusaram a reembolsar-me. Teve que ir por remessa livre e deram-me a morada com o código postal errado ( papel com a morada errada que me deram em anexo) a encomenda andou à deriva até voltar para minha casa sem justificação. Tive que falar com os CTT, andar a pesquisar a morada correta e voltar aos Ctt para enviar de novo o TV Stick que e chegou em Abril à UZO Meo. Enviaram-me uma nota de credito dia 22 de Abril e até hoje dinheiro, nem Vê-lo. Cada vez que ligo, dizem-me que está em processamento e nunca sabem a data de reembolso. Resposta é sempre a mesma - está em análise?Mas em análise o quê? o aparelho nunca foi usado nem a caixa aberta. Não têm brio nem seriedade nenhuma. A data que ponho da ocorrência é a data que comprei fui à loja devolver o stick TV o stick e se recusaram a reembolsar-me. (Dia seguinte à compra). Na minha opinião, deveriam ser obrigados por lei a reembolsar onde foi comprado. Tem máquina multibanco, vendem, aceitam o dinheiro mas não o podem devolver como qualquer outra loja? Porquê? Que privilégios têm em relação outras empresas? Obrigam a remessa livre e dão a morada com erros? O cliente tem de se deslocar aos CTT, comprar um envelope, preencher documentos para a remessa livre e ainda por cima com uma morada errada? Têm o aparelho e o meu dinheiro. Quanto tempo tem de passar e não pagarem até ser considerado uma burla?

Encerrada

Projecção de pedra A3 sentido Sul/Norte

Gostava de pedir ajuda para tentar resolver o problema que a data de hoje está a prejudicar-me gravemente pelo agravamento que tenho na renovação dos seguros dos carros e moto. Descrição do Ocorrido: No passado dia 24 de julho de 2025, pelas 18h10, enquanto circulava na Autoestrada A3 – Concessão da Brisa, no sentido Sul/Norte, ao quilómetro 6,4, uma pedra de dimensões consideráveis, que se encontrava na faixa de rodagem, foi projetada por um veículo que circulava à minha frente, colidindo violentamente com a minha viatura. O impacto provocou danos significativos no capô, pára-brisas dianteiro e tejadilho em vidro do veículo. No local foi possível constatar a presença de várias pedras de grande dimensão dispersas na faixa de rodagem, representando uma situação de manifesta perigosidade para a circulação automóvel. Após o sucedido, desloquei-me ao posto da Brigada de Trânsito da GNR, situado a cerca de 1 a 2 quilómetros do local do acidente, onde apresentei a ocorrência. Na sequência da participação, foi enviada uma patrulha da GNR ao local e requisitada a presença de um piquete da Brisa." Depois desta situação activei o seguros de danos próprios para arranjo do capo do carro que ficou danificado. Posteriormente, e após ter sido contactada pela seguradora, a Brisa recusou assumir o pagamento. Perante essa recusa, a companhia de seguros decidiu não dar continuidade ao processo de pedido de indemnização junto da Brisa. Desta forma, fico eu, segurado e sem qualquer culpa no acontecimento, prejudicado, sofrendo ainda um agravamento do seguro automóvel durante os próximos seis anos. Tenho documentos como: – Cópia da troca de emails com a Brisa – Fotografias do local da ocorrência e das pedras na via – Fotografias dos danos provocados na viatura – Cópia do auto da ocorrência elaborado pela GNR Caso me consigam ajudar poderei enviar essa documentação posteriormente.

Em curso
F. C.
14/05/2026

Reembolso não recebido

Venho por este meio manifestar a minha indignação com a plataforma Booking referente e a reserva 5434362779. Ocorreu um desgaste sem precedentes ao chegar ao endereço do apartamento em Sevilla, Espanha em março deste ano, o PIN não estava liberado para abrir a porta e depois de várias tentativas de contato com a Booking que não conseguiu contatar o propietário após 4 horas na rua a espera de uma solução. Sugeriu o cancelamento e reembolso do valor combinado e se dipôs a encontrar outro informando que caso o valor superasse o da reserva cancelada, seria reembolsado. Concordei e foi encontrado ou a 3 km do local, ao chegar o desgaste se repetiu, quase 1 hora de espera para o acesso à acomodação. Em resumo, ao voltar da viagem, entrei novamente em contato com a plataforma para proceder a devolução da diferença, foram várias tentaivas até que um dia alguém se prontificou a resolver passando informações de procedimento, uma ve que poderia utilizar como voucher ou transferência, que foi a minha opção, pediram número de cartão e outras informações, tudo fornecido. Até hoje esse acordo não foi cumprido mesmo retornando aos contatos que simplesmente ignorarm. A partir do ocorrido bani a Booking dos meus contatos e quero tornar público o descaso nessas situações.

Encerrada
H. D.
14/05/2026

Burla

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à cobrança de 89€ efetuada pela eDreams no âmbito da subscrição “Prime”. Foi-me oferecido um período promocional de 15 dias gratuitos, no qual decidi aderir ao serviço. No entanto, fui imediatamente cobrado logo após a adesão, sem que fosse respeitado o período experimental gratuito prometido. Em nenhum momento ficou claro ou devidamente destacado que a cobrança seria realizada de forma imediata, antes do fim dos 15 dias. Além disso, fui posteriormente informado de que esta promoção não seria válida para mim devido ao facto de já ter utilizado um benefício Prime há mais de três anos. Esta condição não foi apresentada de forma clara, transparente e inequívoca no momento da adesão, nem antes da confirmação do serviço. Se essa informação tivesse sido devidamente comunicada, não teria prosseguido com a subscrição. Considero que houve falta de transparência nas condições da oferta, bem como ausência de consentimento verdadeiramente informado, uma vez que não fui corretamente esclarecido nem sobre a cobrança imediata, nem sobre a alegada limitação relacionada com um benefício utilizado há mais de três anos. Desta forma, solicito o reembolso integral e imediato do valor de 89€, bem como a confirmação do cancelamento definitivo da subscrição associada à minha conta, evitando qualquer cobrança futura. Aguardo uma resolução célere desta situação.

Resolvida
F. G.
14/05/2026

Problemas com devolução

Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar a minha insatisfação com o atendimento prestado pela Deporvillage na resolução da minha devolução. Infelizmente, esta é já a segunda experiência negativa que tenho com devoluções junto da vossa empresa. No dia 2 de fevereiro, procedi à devolução de umas sapatilhas através da InPost e, até ao momento, no site da Deporvillage a devolução continua indicada como “em trânsito”. Após muita insistência, no dia 7 de abril obtive a confirmação de que a encomenda havia sido recebida nos armazéns da Deporvillage. No entanto, o estado da devolução no site mantém-se inalterado: “em trânsito”. No e-mail recebido, foi-me informado que o produto encontrava-se no departamento de qualidade e que este processo costuma demorar, pelo menos, 48 a 72 horas. Contudo, já passou mais de um mês e continuo sem qualquer resposta ou resolução. Esta situação tem de ser resolvida com brevidade. Ao consultar o Portal da Queixa, verifica-se que não se trata de um caso isolado, há várias reclamações relacionadas com atrasos ou ausência de reembolso. Estou sem um retorno há mais de 3 meses, esta situação é inadmissível. Devolução R01357474 Cumprimentos. Fernanda

Encerrada
A. C.
14/05/2026

Encomenda não entregue

Exmos. Srs. Não aceito que mudem a morada de entrega sem o meu acordo prévio. Trata-se da encomenda, cujo n. de localização é 61687289785656 e é para ser entregue na morada assinalada. Não tenho de ir a uma parcel shop, primeiro porque não foi esse o serviço contratado. Segundo porque posso não ter meios oara me deslocar e terceiro, posso não estar no pleno uso das minhas faculdades fisicas para carregar encomendas. Se é pedida a entrega ao domicílio, não podem , sem consultar o cliente, deixar a encomenda noutro sítio qualquer. Péssimo serviço. Aliás a empresa é tão má que nem usa o feedback para melhorar o serviço. Sim, porque este tipo de ocorrência é recorrente.

Encerrada
A. C.
14/05/2026

Obrigatoriedade de cedência de numero de telemóvel

Exmos. Senhores, Procurei o vosso site para apresentar uma reclamação, mas não o pude fazer porque não concordo em ceder-vos o meu telemóvel. Aliás, nem sequer sou obrigada a ter esse aparelho. É lamentável que algo, cuja razão de existir é a satisfação do consumidor, vede o acesso à plataforma a quem não pretende ceder contacto de telemóvel. Tenho telefone fixo. Cedi o meu mail. Nada justifica a vossa política de acesso ao Portal.

Encerrada
V. M.
14/05/2026

PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE VIDEOVIGILÂNCIA INEFICIENTE E RECUSA DE REEMBOLSO PROPORCIONAL

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao serviço de videovigilância (câmara exterior) contratado à Prosegur, bem como à posição entretanto assumida pela empresa no que respeita à recusa de qualquer compensação ou devolução com efeitos retroativos pelos valores pagos. Ao longo de um período prolongado de execução contratual, o serviço em causa revelou-se profundamente deficiente e incapaz de cumprir a sua função essencial: garantir vigilância contínua e fiável da área exterior da habitação. Desde a instalação inicial, o equipamento instalado apresentou falhas graves e recorrentes, nomeadamente: - Perdas constantes de ligação; - Ausência frequente de transmissão de imagem; - Instabilidade de rede sem justificação técnica aparente; - Interrupções prolongadas no funcionamento; - Ausência de fiabilidade operacional. Estas falhas não constituíram episódios isolados, mas sim um padrão contínuo de mau funcionamento que se prolongou ao longo de meses, apesar de contactos efetuados e de intervenções técnicas realizadas sem qualquer resolução definitiva do problema. Perante esta situação, tornou-se necessário recorrer a uma solução externa independente, suportando custos adicionais, de forma a garantir a segurança da habitação, uma vez que o serviço contratado à Prosegur se revelou, na prática, inutilizável. Mais recentemente, após sucessivos contactos, a Prosegur aceitou a remoção do serviço de câmara exterior e o respetivo ajuste do valor mensal do contrato. No entanto, a empresa recusou-se a considerar qualquer compensação retroativa relativamente aos valores pagos durante todo o período em que o serviço esteve comprovadamente inoperacional ou severamente degradado. Esta posição é, no mínimo, incompreensível e injusta. Na prática, a Prosegur está a reconhecer a necessidade de cessar um serviço defeituoso, mas simultaneamente recusa qualquer responsabilização financeira pelo período em que esse mesmo serviço falhou de forma sistemática. Ou seja, o cliente suportou integralmente o custo de um serviço que não cumpriu a sua função essencial, sem que exista qualquer proposta de correção ou compensação proporcional ao prejuízo causado. Importa sublinhar que não se trata de um episódio pontual de falha técnica, mas sim de uma incapacidade prolongada e reiterada do sistema em operar dentro dos padrões mínimos de qualidade e fiabilidade expectáveis numa empresa que atua no setor da segurança. Nestes termos, considero que a posição assumida pela Prosegur não reflete os princípios básicos de boa-fé contratual, equilíbrio na relação comercial nem proporcionalidade na prestação e contraprestação do serviço. Face ao exposto, solicito a reavaliação da posição tomada, nomeadamente no que respeita à recusa de qualquer devolução ou compensação retroativa, atendendo ao facto de o serviço ter sido, durante largos períodos, tecnicamente deficiente e funcionalmente ineficaz. Na ausência de uma resposta adequada e proporcional, reservarei o direito de recorrer a outras instâncias de defesa do consumidor e meios legais competentes para salvaguarda dos meus direitos enquanto cliente. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
M. O.
14/05/2026

Reclamação – Parquímetro reteve pagamento

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a um parquímetro da EMEL que reteve o meu dinheiro sem emitir o respetivo talão / comprovativo de estacionamento. O incidente ocorreu no dia 13 de maio, pelas 17h30, no parquímetro localizado na Rua José Pinheiro de Melo. Após introduzir o montante de 2.10 euros, o equipamento não emitiu qualquer ticket nem devolveu o valor pago. Solicito, por favor, a verificação da situação e o reembolso do montante em causa, bem como a confirmação de que o equipamento será verificado para evitar novas ocorrências. Caso seja necessário, poderei fornecer informações adicionais, incluindo fotografias do parquímetro, identificação do equipamento ou comprovativos. Com os melhores cumprimentos, Márcia Oliveira. E-mail: oliveira1988m@gmail.com

Encerrada

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