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Produto que já veio danificado
Reclamação para loja de Auchan Alverca comprei uma TV e quando levaram para casa não ligaram para ver se estava tudo certo,quando eu cheguei do trabalho vi que não ligaram. Depois decidi experimentar mas quando liguei a TV não funcionou liguei para loja todos os dias foi pessoalmente e me deram ordem de reparação voltei para casa a espera e nada. o técnico disse q era para esperar e passou 2 meses tive que levar a TV de volta para loja mas sem solução e sem um reembolso porque disseram que já tinha passado 3 meses
Cancelamento do plano
Bom dia, A empresa supracitada fez entrar um processo contra mim com a empresa Intrum. Estão a cobrar uma dívida de 1 mensalidade, cancelamento do débito direto, 2.ª via do cartão e ainda os custos do processo. Total 120€. Eles justificam que não fiz o cancelamento via e-mail segundo o regulamento deles. O que aconteceu foi o seguinte e já os tinha informado da situação. No final de Novembro fui ao ginásio e entrei sem cartão porque tinha perdido o meu. Já estava em processo de mudança de ginásio para um mais perto da minha casa em conjunto com a minha namorada. Avisaram-me que teria de fazer o cancelamento com 1 mês de antecedência. Pedi então que fizessem o cancelamento na receção do ginásio na qual me informaram que tinha sido feito. Paguei o mês de Dezembro como me era devido e a partir daí continuaram a tentar cobrar. Agora a empresa não reconhece o suposto cancelamento feito pelos seus funcionários e estão até hoje a exigir o pagamento. Eu ainda tentei negociar e aceitei pagar o cancelamento de débito direto e a 2.ª via do cartão de sócio mas estão irredutíveis de forma incompreensível visto que entendo que não tenho culpa absolutamente nenhuma
Powerbank com capacidade inferior à anunciada (10000mAh) – Pedido de reembolso recusado
Exmos. Senhores, Efetuei a compra de uma powerbank na plataforma AliExpress, anunciada com capacidade de 10000mAh. No entanto, o produto não corresponde às características indicadas, uma vez que não consegue carregar completamente um telemóvel com bateria de 5000mAh, demonstrando uma capacidade muito inferior à anunciada. Apresentei reclamação junto do vendedor e da própria plataforma, tendo fornecido provas (fotografias, descrição do anúncio e demonstração de utilização), mas o pedido de reembolso foi recusado. Considero tratar-se de um caso de publicidade enganosa e de produto não conforme com o descrito. Solicito a intervenção para resolução da situação, nomeadamente reembolso do valor pago ou solução adequada. Cumprimentos.
carro imobilizado
Tenho um carro que comprei em segunda mão Opel insignia de Fevereiro de 2021, que neste momento esta parado numa oficina desde o dia 5 de março por falta de uma peça, que é o tubo do adbleu com a referência YQ00851880 sendo a provisão para a peça chegar de 2 de junho. EU estou privado de um bem meu que por lei a empresa devia ter peças disponiveis em tempo normal para a reparação visto que o carro só tem 5 anos e não é o que se está a passar. Com os meus cumprimentos Mário Moutinho
Recusa injustificada de garantia + falta de resposta a contestações
Em Abril de 2026 contratei junto da SNG uma garantia comercial para a minha viatura. Comuniquei uma avaria e solicitei a ativação da garantia. A SNG recusou a cobertura alegando incumprimento do plano de manutenção, concretamente por não ter efetuado revisões anuais (mesmo respeitando os intervalos de quilometragem). Contestei por várias vezes via email, enviando comprovativos das manutenções efetuadas, mas a SNG: Não respondeu aos meus emails de contestação; Não demonstrou qualquer relação causal entre a alegada falta de manutenção e a avaria em causa; Baseia a recusa numa interpretação do contrato (máximo 12 meses entre manutenções), mas não tem fundamentado devidamente a decisão. NOME: Marco Monteiro Cunha Viatura: Peugeot 508 67-ZG-50 Mail: marcomonteirocunha1984@gmail.com
Autocarro 800 sempre a falhar (8h)
O 800 sentido gondomar que passa no campo 24 de agosto pelas 8:03h tornou a falhar. Falha constante, todos os dias.
Processo de garantia
A minha experiência com o suporte PC DIGA está a ser bastante negativa. RMA nº 4100148071 Apesar de se tratar de um processo de garantia, a solução apresentada não foi, de todo, adequada nem proporcional ao problema reportado. O equipamento, hedphones Marshall, encontrava-se funcional, com defeitos apenas em componentes substituíveis, e ainda assim foi dado para abate sem possibilidade de reparação ou devolução. Como cliente, vejo-me agora numa situação em que, mesmo estando dentro do período de garantia, acabo por sair prejudicada, uma vez que o valor atribuído não permite a reposição de um produto equivalente nas atuais condições de mercado. Para além disso, tratando-se de um artigo oferecido no aniversário de 18 anos do meu filho por outra pessoa, todo este processo está a causar um enorme transtorno. Estão a exigir documentação e autorizações do comprador original, obrigando-me a andar atrás de terceiros e a incomodar quem ofereceu o presente, quando a fatura e o artigo sempre estiveram na minha posse. Acresce ainda que, não existindo o mesmo produto para reposição, seria expectável da vossa parte a proposta de um modelo equivalente ou superior. O valor em causa não é assim tão díspar e tal abordagem demonstraria consideração pelo cliente. Ainda assim, mostrei total abertura para negociar e repartir essa diferença, o que foi igualmente recusado. Considero este tipo de tratamento inadmissível e totalmente desajustado à realidade do consumidor, revelando falta de sensibilidade e de foco na resolução eficaz do problema. Esperava uma abordagem mais orientada para o cliente e uma solução justa e equilibrada. Infelizmente, a gestão do processo revelou-se inflexível e pouco satisfatória.
Usar Outlook com o SAPO Mail vai passar a ser pago
Exmos. Senhores, Foi com estupefação e indignação que recebi, em 23/04/2026, um email do SAPO Mail a informar sobre as "Novas Condições de Utilização a 06/05". Os utilizadores do SAPO Mail se quiserem ter acesso via programas de email IMAP/POP (como o Outlook, Thunderbird ou Apps de email iPhone e Android) terão de aderir ao plano Premium, com um custo de 1,99€/mês (1 conta) ou 3,99€/mês (até 5 contas). É perfeitamente legítimo o SAPO Mail cobrar pelos recursos adicionais que esse plano Premium inclui, nomeadamente mais armazenamento, remoção de publicidade e funcionalidades extra. O que não me parece ser legitimo é termos de pagar por algo que sempre nos foi dado como garantido - o acesso via programas de email IMAP/POP (o controlo sobre a forma como usamos os nossos próprios dados). Podemos aceitar que serviços que sempre foram abertos passem a ser fechados por defeito? Parece-me que não! Muitos utilizadores (nos quais eu me incluo) têm uma conta do SAPO Mail para uso doméstico e não precisam de: - 65GB de armazenamento - 10.000 envios por dia - 500 endereços incógnitos - 10.000 contactos - 500 regras de email - 500 bloqueios de endereços Mas precisam sim de acesso via programas de email IMAP/POP para gerir os seus emails da forma mais adequada, utilizando funcionalidades e ferramentas que o Webmail da SAPO não oferece (como, por exemplo, o arquivo de emails em ficheiros de dados). Para muitos utilizadores, que o são há mais de 20 anos (nos quais eu me incluo), a primeira conta de email não foi Gmail nem Outlook, foi "@Sapo.pt". Esses utilizadores são pioneiros e ajudaram o SAPO Mail a crescer de ano para ano - merecem mais respeito e consideração. Pelo exposto, venho apelar ao bom senso e ética profissional de V. Exas, no sentido de reconsiderarem as "Novas Condições de Utilização": - Mantendo o plano base tal e qual como é hoje, ou seja, com acesso via programas de email IMAP/POP. - E reservando o plano Premium (pago) para a oferta de mais espaço de armazenamento e mais funcionalidades. Muito agradecemos a V. Exas que tomem em consideração a revolta que paira na comunidade que, há décadas, sempre confiou no “Sapo verde” para as suas comunicações digitais e que ponderem seriamente a revisão das "Novas Condições de Utilização" nos termos acima descritos. Com os meus melhores cumprimentos, Alberto Cruz Almeida acruz@sapo.pt 915339023
Subscrição serviço prime
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à subscrição eDreams Prime associada à minha conta. Foi efetuada uma cobrança após alegado período experimental, sem que tenha sido prestada informação clara, transparente e destacada relativamente: * À conversão automática em subscrição paga * Ao valor a cobrar * À data concreta da cobrança Considero que esta prática não cumpre os deveres de informação ao consumidor, previstos na legislação aplicável na União Europeia, nomeadamente no que respeita a contratos celebrados à distância. Acresce que, no momento da cobrança, o valor encontrava-se apenas em estado cativo (pré-autorização), tendo eu manifestado de imediato a minha oposição à sua concretização e solicitado o cancelamento. Assim, venho exigir: * O cancelamento imediato da subscrição * A não cobrança ou devolução integral de qualquer valor associado Caso a situação não seja resolvida de forma célere, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, incluindo o Livro de Reclamações Eletrónico e a eventual contestação bancária (chargeback). Solicito confirmação por escrito da resolução desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Tatiana
Reclamação Formal e Pedido de Indemnização – Reserva n.º 374/25
Referência da Reserva: 374/25 Agência de Viagem: Polirumos - Agência de Viagem, Lda. (Ponto de Viagem) Operador (intermediário): Soltour & Tour10 Alojamento: Hotel Riu Touareg Destino: Ilha da Boavista, Cabo Verde Período: 25 de abril de 2026 a 02 de maio de 2026 A agência vendeu um pacote de férias num hotel de 5 estrelas supostamente "plenamente operacional". Reforçou várias vezes que aconselhava o mesmo e que o feedback de clientes em Fevereiro era muito bom. No entanto, encontrámos uma unidade em processo de desmantelamento e encerramento. Desde a chegada a 25/04, os sinais de desleixo eram evidentes: falta de manutenção básica, funcionários desmotivados e a presença de pessoas sem identificação nos corredores, retirando estruturas. No dia 27/04, deparámos-nos com o encerramento de várias áreas de lazer, incluindo o bar da piscina infinita e o restaurante da piscina grande. A marcação obrigatória dos restaurantes não nos foi comunicada pela agência. Ao tentar efetuar a reserva no dia 27/04 para o aniversário de uma das pessoas do grupo, a receção informou que tal seria impossível, pois 29/04 seria o último dia de funcionamento. Investigação autónoma: Vi-me obrigada a pesquisar online e tomei conhecimento de que o encerramento do hotel estava planeado desde julho de 2025. Confirmação da direção: Em 27/04, o Diretor do Hotel confirmou que todos os operadores foram informados em agosto de 2025 sobre este encerramento. O Diretor providenciou a transferência para o hotel Riu Palace Boavista, reconhecendo que fomos enganados. Confirmou ainda que o hotel encerraria a 03/05, com 40% dos quartos fora de serviço, admitindo que a unidade já não cumpria os padrões da cadeia. 2. Condições de insalubridade, insegurança e negligência A experiência de chegada no dia 25/04 foi o oposto do serviço contratado. Falha de logística: Os quartos do grupo ficaram separados porque vários já estavam interditados. Alojamento indigno: O primeiro quarto não possuía porta na casa de banho, violando a privacidade e dignidade básica. Faltava cabeceira na cama, havia parafusos nas paredes e lixo pelo chão. Abandono: A agência respondeu com negligência, transferindo a responsabilidade de troca de quarto para o cliente. Desgaste: Estivemos 4 horas sem quarto e sem assistência. Reforçámos o nosso desagrado pelo estado do hotel, abaixo do contratado. 2.1. Insalubridade e Atentado à Dignidade A higiene era deplorável, com lençóis rotos e marcas biológicas. Havia um cheiro a fossa constante. Registámos infiltrações, ar condicionado com fuga de água e camas sem pernas de suporte, presas com fios. Um dos passageiros foi forçado a dormir no chão. As tomadas elétricas estavam soltas e sem proteção. A agência manteve-se passiva perante a partilha de provas visuais. 2.2. Violação de privacidade e insegurança Intrusão: No dia 26/04, com o aviso de "Não Incomodar" ativo, pessoas entraram no quarto sem autorização. Insegurança: Circulação de pessoas não identificadas, transportando mobiliário, criando um clima de desmantelamento e insegurança. 3. Riscos de saúde e negligência alimentar Medicação pediátrica: O frigorífico avariou a 26/04. O hotel demorou quase 6 horas a agir, sem apresentar alternativa para a cadeia de frio. Alimentação: Para os passageiros com restrições alimentares, foi entregue um papel em branco que a receção nunca transmitiu à cozinha. Exclusão alimentar: O hotel recusou-se a adaptar a alimentação para intolerância à lactose. Houve informações contraditórias sobre alergénios, colocando-me em risco de reação alérgica grave. O buffet estava sujo, com comida requentada e falta de reposição. 4. Ineficácia do serviço de assistência e má-fé Transferência de responsabilidade: A agência exigiu que resolvêssemos o problema diretamente na receção. Descoberta do intermediário: Usaram um intermediário como desculpa para não agir de imediato. Negação: A agência manteve-se passiva perante as fotografias, sendo eu a assumir o papel de gestora de crise. Apropriação da solução: É falso que a transferência tenha partido da agência. A solução foi negociada por mim diretamente com a direção do hotel. Conclusão e Pretensão Perante a gravidade dos factos, o grupo de 9 passageiros exige o pagamento de uma indemnização de 14.071,44 €: Reembolso proporcional (25/04 a 28/04): O custo do pacote foi de 8.000 € por 7 noites (1.142,86 €/dia). Exigimos o reembolso do valor diário dos primeiros 4 dias, em que os serviços foram nulos e perigosos. Valor: 4.571,44 € (1.142,86 € x 4 dias) Indemnização por danos morais (9 passageiros): Danos pelo sofrimento e humilhação (um passageiro a dormir no chão, lençóis com fluidos biológicos, medo de reações alérgicas). Exigimos 1.000 € por passageiro. Valor: 9.000,00 € Compensação por gestão de crise: Pelo tempo transformado em mediação, stress e ansiedade devido à falha da agência. Valor: 500,00 € Informo que a queixa foi estendida às seguintes entidades: Livro de reclamações, Turismo de Portugal e APAVT. O caso foi exposto no Portal da Queixa, DECO Proteste Além dos seguintes processos: Queixa interna ao hotel RIU sobre o encerramento (28/04); Queixa interna formalizada na direção do Hotel Riu Touareg sobre as condições (28/04); Registo oficial no Livro de Reclamações de Cabo Verde (28/04). Aguardo resposta no prazo legal de 15 dias úteis. Nota: Deixo em anexo o detalhe por escrito, e anexos fotográficos da reclamação de forma a garantir total transparência.
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