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Reclamação formal – cobrança obrigatória de serviço apresentado como opcional
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao aluguer de uma viatura da Tangerine Rent-Car, efetuado através da Booking.com, pelo período de 8 dias, com levantamento nas instalações de Prior Velho. No momento do levantamento da viatura, fui informada de que seria obrigatório contratar o dispositivo de portagens/Via Verde, denominado “transponder”, e que não seria possível prosseguir com o aluguer sem a contratação deste serviço adicional. Esta informação causou-me particular estranheza, uma vez que tenho alugado viaturas com frequência e tenho por hábito verificar cuidadosamente as condições das reservas, precisamente para evitar custos inesperados no momento do levantamento. Voltei, por isso, a consultar a documentação da minha reserva. No voucher de compra não existe qualquer indicação de que a contratação do transponder seja obrigatória. Posteriormente, localizei nos Termos e Condições da reserva, fora do voucher, a informação relativa a esta taxa. Contudo, o texto apresentado é absolutamente claro: “Se optar por este extra, o custo do aluguer do transponder é de 2,00 € por dia até ao máximo de 20,00 € por aluguer – impostos incluído.” A expressão “Se optar por este extra” indica inequivocamente uma opção do cliente, e não uma obrigação ou condição indispensável para o levantamento da viatura. Apesar disso, no balcão foi-me comunicado que o serviço era obrigatório e que esta obrigatoriedade estaria prevista nas condições da reserva. Perante o texto acima, considero existir uma evidente contradição entre a informação disponibilizada ao consumidor no momento da contratação e a prática aplicada no balcão. Quero também deixar registado que o colaborador Duarte, que nos atendeu, demonstrou paciência durante toda a situação e explicou repetidamente que estava apenas a cumprir orientações da empresa e que não tinha autorização para entregar a viatura sem a inclusão deste serviço. O episódio que considerei mais grave ocorreu, contudo, com a intervenção de uma pessoa que aparentava exercer funções de chefia. Perante a discussão da situação, esta pessoa dirigiu-se ao colaborador, na nossa presença, questionando por que razão estava a “perder tanto tempo por causa de 20 euros”. Esta afirmação deixou-me particularmente desagradada. A questão nunca foi simplesmente o valor de 20 euros. A questão é o princípio de cobrar ao consumidor, como obrigatório, um serviço que nas próprias condições apresentadas pela empresa é descrito como “extra” e sujeito à opção do cliente. Independentemente de estarmos a falar de 2 €, 20 € ou 200 €, considero que um cliente tem o direito de conhecer antecipadamente o preço efetivo do serviço contratado e de não ser confrontado, no momento do levantamento da viatura, com a imposição de um custo adicional que não foi apresentado como obrigatório no momento da reserva. Acrescento que fiquei com uma impressão positiva relativamente à organização das instalações da Tangerine em Prior Velho. Precisamente por esse motivo, considero ainda mais preocupante que uma situação desta natureza seja tratada por uma pessoa em posição de liderança como se a discussão sobre a transparência de uma cobrança fosse irrelevante apenas porque estão em causa “20 euros”. Assim, solicito formalmente: O esclarecimento, por escrito, sobre se a contratação do transponder é opcional ou obrigatória nos alugueres da Tangerine; Caso seja obrigatória, que me indiquem onde essa obrigatoriedade estava expressamente indicada na documentação e nas condições aplicáveis à minha reserva antes da contratação; Uma explicação sobre a discrepância entre a alegada obrigatoriedade e a informação disponibilizada ao cliente: “Se optar por este extra”; A análise interna da postura adotada pela pessoa que exercia funções de chefia no balcão, nomeadamente do comentário efetuado perante os clientes e o próprio colaborador. Tenho comigo o voucher da reserva, os Termos e Condições apresentados e os respetivos registos/capturas de ecrã, que demonstram a forma como este serviço foi apresentado ao consumidor, e poderei disponibilizá-los como prova. Aguardo uma resposta formal sobre o tema. Com os melhores cumprimentos, Catarina Ramos
R.p desistiu da venda
Fiz uma compra de um artigo de exposição Passados 3 dias recebo email a cancelar a venda pk tinha um risco Eu quando fiz a compra sabia muito bem que era artigo de exposição e era muito provável ter riscos Na altura da compra preço de telemóvel era 500 euros, depois de cancelar minha compra no dia seguinte colocaram mesmo artigo para venda mas com o valor de 750 Liguei para a linha de apoio e dizem que não podem fazer nada
Cobrança indevida de deslocação técnica, equipamento em garantia
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao seguinte: O meu aparelho de ar condicionado da marca BAXI, ainda dentro do período de garantia, deixou de funcionar. Contactei a linha de apoio ao cliente e foi agendada uma visita técnica. No dia 09/09/2026, o técnico deslocou-se à minha residência e verificou que a avaria não se devia a um defeito da própria máquina, mas sim a cabos de ligação que se encontravam derretidos. O técnico procedeu à reparação/substituição desses cabos e, apenas no final da intervenção, me informou de que essa deslocação teria um custo de 65,29€, uma vez que o problema não se localizava na máquina em si. Sublinho que, em nenhum momento do contacto telefónico inicial, fui informada de que a deslocação poderia implicar qualquer custo, nem me foi dada a oportunidade de decidir, com essa informação, se pretendia avançar com a visita nessas condições. Considero esta cobrança indevida, por violação do dever de informação prévia e transparência a que a BAXI está obrigada, nos termos da legislação de defesa do consumidor (designadamente o Decreto-Lei n.º 84/2021 e a Lei de Defesa do Consumidor, Lei n.º 24/96). Face ao exposto, solicito o reembolso do valor de 65,29€ cobrado sem informação prévia.
GESTÃO RUINOSA DE CONDOMÍNIO
Empresa não responde aos contactos solicitados, não apresenta Ctas desde 2024 nem realiza assembleias, as últimas foram em 08/2023 e 07/2024 fora de qualquer prazo razoável, para além de uma péssima gestão do condomínio denunciei uma série de ilegalidades como instalação de um estaleiro em predio habitacional que existe numa garagem, e ainda construção de um barbecue em cimento na varanda de andar intermédio que a todos incomoda e não toma nenhuma previdência, para além de não ter Livro de Reclamações obrigatório. O condomínio que tinha uma série de espaços ajardinados deixou de ter, onde existe relva, no jardim da frente e na Piscina existem imensas peladas com terra, as luzes da escada de 3 pisos estão ininterruptamente acesas há pelo menos 4 meses, cobrou em 2024 últimas contas, 44 € pelo seguro do prédio a cada fração e verificando as Cond Particulares o seguro cobre 19.000 € em caso de sinistro por fração quando pelo mesmo preço fiz seguro pelo valor da fração 100.000 €! Não disponibilizam quaisquer docs do condominio sendo as fracoes detidas na sua maioria por estrangeiros ou casas de férias. Como poderei impedir esta empresa de continuar a "destruir" o condomínio? Obrigado
Avaria nos amortecedores
Reclamação — Mercedes-Benz C350, matrícula 29-RT-05 Assunto: Avaria no sistema de suspensão, recusa de reparação e imputação da responsabilidade ao cliente No dia 12/08/2026, entreguei na Motorpor a minha viatura Mercedes-Benz C350, matrícula 29-RT-05, apresentando no painel uma luz amarela de aviso de avaria relacionada com o sistema de suspensão. A viatura ficou nas instalações da Motorpor para análise/intervenção. No dia 14/08/2026, fui levantar a viatura e a referida luz de aviso encontrava-se apagada, levando-me a concluir que a situação teria sido analisada e resolvida pela oficina. No dia 19/08/2026, levei o veículo à inspeção periódica obrigatória. Durante a inspeção, o inspetor chamou-me a atenção para o facto de os valores de eficiência das suspensões se encontrarem alterados. Foram realizados dois testes, sendo que um deles aprovou e outro reprovou, tendo, contudo, o veículo acabado por ser aprovado na inspeção periódica obrigatória. Perante o alerta dado pelo inspetor relativamente aos valores da suspensão, comuniquei a situação à Motorpor e voltei a entregar a viatura à oficina no dia 26/08/2026, para que a situação fosse novamente analisada. Posteriormente, no dia 31/08/2026, enquanto a viatura se encontrava sob responsabilidade da Motorpor, foi realizada uma inspeção técnica facultativa na DEKRA, às 17h21, com 127.986 km, cujo relatório indicou ausência de deficiências e resultado “Aprovado” e realizaram o percurso até a oficina. A Motorpor informa ainda que, após a minha reclamação, a viatura foi submetida a testes na Mercedes-Benz Carclasse, onde terá passado nos testes de eficiência da suspensão, e posteriormente a outra inspeção IPO, na qual terá igualmente sido aprovada. No dia 03/09/2026, após me ter sido novamente entregue a viatura pela Motorpor, esta apresentava 127.992 km. Percorri aproximadamente 3 km até um centro de inspeções, onde, por minha iniciativa, solicitei uma inspeção técnica facultativa. Nessa inspeção, a viatura foi reprovada por deficiência 5.3.2.7 — diferença da eficiência do amortecimento entre os lados do mesmo eixo superior a 30%, tendo sido identificada uma diferença de 32% nos amortecedores dianteiros, segundo a informação que me foi transmitida. Após essa reprovação, entreguei novamente a viatura à Motorpor. A Motorpor veio posteriormente informar-me de que considera ser “tecnicamente provável” que a viatura tenha sofrido algum dano ou evento entre as inspeções e que a responsabilidade pela reparação será minha, tendo ainda informado que a WTW NSA recusou a cobertura dos amortecedores, alegando que estas peças não estão abrangidas pelo contrato de garantia. Não aceito que a responsabilidade pela avaria seja imputada a mim sem prova técnica objetiva. Considero particularmente relevante toda a sequência dos acontecimentos: 12/08 — veículo entregue à Motorpor já com luz amarela de avaria da suspensão acesa; 14/08 — veículo levantado, com a luz de avaria apagada; 19/08 — inspeção periódica obrigatória, com o inspetor a alertar para valores de suspensão alterados e realização de dois testes, um aprovando e outro reprovando, embora o veículo tenha acabado aprovado; 26/08 — veículo novamente entregue à Motorpor após comunicação da situação; 31/08 — veículo sob responsabilidade da Motorpor e aprovado na inspeção facultativa realizada pela DEKRA; 03/09 — veículo entregue pela Motorpor, percorridos apenas aproximadamente 3 km, e nova inspeção facultativa a detetar deficiência na eficiência dos amortecedores dianteiros. Perante esta cronologia, não considero aceitável que a Motorpor se limite a afirmar que a avaria terá ocorrido durante os aproximadamente 3km que percorri após o levantamento da viatura, sem apresentar qualquer prova de que tenha existido nesse percurso um impacto, acidente, utilização indevida ou qualquer outro acontecimento capaz de provocar a referida avaria. Solicito esclarecimento sobre o facto de a luz de avaria da suspensão já estar acesa quando entreguei o veículo à Motorpor em 12/08/2026, bem como sobre quais as intervenções efetuadas entre 12 e 14 de agosto que terão levado ao desaparecimento dessa luz. Garantia WTW Relativamente à WTW NSA, foi-me comunicado que os amortecedores não se encontram abrangidos pelo contrato de garantia. A eventual exclusão dos amortecedores da garantia comercial WTW não constitui, por si só, prova de que a avaria tenha sido provocada por mim, nem afasta automaticamente qualquer responsabilidade que possa caber à Motorpor enquanto vendedor Pedido final Face ao exposto, solicitei à Motorpor que reaprecie a situação e assuma a reparação da viatura sem custos para mim, caso se confirme que a situação se encontra abrangida pela responsabilidade legal do vendedor. Solicitei ainda que me seja entregue toda a documentação técnica relativa aos testes e diagnósticos efetuados ao veículo. Não aceito assumir o pagamento da reparação com base numa mera probabilidade ou alegação de que a avaria ocorreu durante os 3 km percorridos após a última entrega do veículo, sem que exista prova técnica objetiva dessa afirmação. Concedi à Motorpor até ao dia 12/09/2026 para apresentar uma solução concreta e devidamente fundamentada. Gostaria de saber se, perante estes factos, a Motorpor pode legalmente imputar-me a avaria sem apresentar prova técnica de que fui eu a causá-la, e se tenho fundamento para exigir a reparação sem custos ou, caso a situação não seja resolvida, pedir a resolução do contrato de compra e venda.
Inexistência de prestação de serviço dentro do perído indicado
Tendo em contas os inúmeros contactos a reclamaçãoes feitas no livro de reclamações, eu continuo sem assistência a um problema encontrado num termoacumulador. Passo a discriminar todas as ações realizadas até hoje. - Eu adquiri um cilindro, que após instalação na minha habitação, trabalhou cerca de 3 dias, após os quais, a água quente deixou de sair com a pressão desejada. Entrei em contacto com os serviços Leroy Merlin em 10Ago2026, sendo que foi aberto o ticket 00056274 para o problema apresentado. - Durante essa 1a chamada, foi dito que o assunto seria tratado com alguma prioridade dado ser um tipo de equipamento que não é possivel movimentar facilmente, e porque está dentro da garantia dos 3 anos. - Foi pedido através de um email que enviasse a identificação do equipamento, bem como um video a demonstrar o que se estava a passar, o que prontamente foi respondido para iniciar o processo. - Não tenho em mente os dias passaram, desde o primeiro contacto, quando volto a interrogar os serviços do Leroy Merlin o motivo de tanta demora a agendar a reparação, foi quando me disseram que a loja tinha 11 dias corridos para responder ao ticket criado. - Acho que voltei a ligar antes, mas passados mais de 11 dias corridos, voltei a ligar (em 28Ago2026) para os serviços a informar da situação, pelo que foi criado um novo ticket (2469497) desta vez para a linha de assistências técnicas, no qual foi-me dito que o assunto teria de ser resolvido entre 24 a 48h. Ou seja, eu deveria ser contactado durante esse periodo para agendamento da reparação. - Já voltei a ligar passadas as 48h, pelo que me disseram que estava a ser tratado pelos colegas da loja de Évora - Infelizmente, hoje dia 01Set2028 já passaram mais de 4 dias e até agora não tenho nenhum contacto sobre um assunto que já está para ser resolvido à mais de 21 dias. - dia 03Set2026 informei o Leroy Merlin que tinha aberto uma reclamação no Livro de Reclamações, sendo que no mesmo dias, escreveram email a informar que estão a tentar saber o que se passa, e que o fabricante pediu novas fotos da ligação (algo que acho impressionante) - as fotos foram imediatamente enviadas, mas continuo sem qualquer contacto - até ao dia de hoje 09Set2026 continuo sem qualquer resposta. --- De salientar que a maioria das repostas, informam que "Lamentamos a situação e compreendemos a sua insatisfação. Informamos que o tema foi novamente encaminhado para a loja, para análise e averiguação da situação exposta. Estamos a solicitar o devido acompanhamento por parte da loja, de forma a que a situação possa ser analisada e esclarecida." Como comprovam o print do email em anexo.
Carro alugado com embreagem em péssimo estado tendo avariado 5 minutos depois de sair da empresa
Alugámos o carro da empresa Magic Island e tivemos uma péssima experiência. Ficámos sem o carro nos primeiros 5 minutos de o termos ido buscar e a solução foi deixarmos uma caução de 1500€ por um novo carro, enquanto que o carro que tínhamos anteriormente tinha seguro que cobria todos os danos e não teríamos que deixar caução. A empresa deu nos um carro com a embreagem em péssimo estado, tendo avariado 5/10 minutos depois. O carro avariou numa via rápida, numa curva em cima de uma ponte, estando nós sujeitos a vários acidentes, que íamos causando, e pondo a nossa vida em risco. Não íamos deixar 1500€ de caução por um novo carro quando já tinhamos ficado sem um que não foi por nossa causa. Tivemos que pagar 62€ ao dia a mais por um novo carro e perdemos a totalidade do valor do carro inicial porque diziam que tínhamos que cancelar aquele contrato para fazermos um novo, mesmo que fosse no nome de outra pessoa. 600€ para 6 dias no carro fora a gasolina. Porque irei eu pagar uma coisa que não tive culpa, e ainda ter que alugar um novo carro. Perdi o dinheiro de 2 carros.
Impossibilidade de cessar conta
Boa noite, Venho reportar que deste o 25/08 que entrei em contacto via e-mail para cessar a conta. A resposta foi ir ao jogo responsável ou clicar no link, hoje mais de 10 dias depois, deixo em vídeo o que acontece…. Nada. A Lebull não me deixa cessar a conta. Devido ao vício de jogo, jogo e perco dinheiro todos os dias, pois a Lebull além de não proteger jogadores, adultera os resultados. Está reportado em vídeo que não me deixam excluir a conta. Deveria ter direito a todos os meus depósitos e indemnização por danos psicológicos.
Não assumiu acidente de trabalho
Exmos senhores, tive um acidente de trabalho no dia 15/07/2026, fui ao local que é indicado pela entidade patronal, em caso de acidente de trabalho, fui encaminhada para o ortopedista, que logo me marcou uma ressonância magnética à perna em questão, fui fazer essa ressonância e estive 5 dias pelo seguro, até saír o resultado da mesma. Fui novamente ao ortopedista, que me disse logo que entrei, que não havia motivo para não ir trabalhar, porque as minhas dores na perna, eram derivado à idade e também algo que já existia antes do acidente. Não fiquei muito convencida, porque estava com dores fortes na perna, depois do acidente, mas perguntei se me ia receitar algo para as dores? Logo respondeu que não, uma vez que isto solidificava sem medicação... Como fui trabalhar no dia seguinte, e ao fim de algumas horas, continuava com dores na perna, fui colocando gelo, e assim se foi passando o tempo. No dia seguinte, fui acomoanhar as crianças da escola a um passeio num parque , que haviam combinado, passeei com as crianças algum tempo no parque, mas logo fui me sentando, porque as dores eram cada vez mais fortes na perna. No final do passeio, comuniquei à entidade patronal que iría novamente ao hospital, porque não estava nada bem! Cheguei ao hospital em questão e, não havia qualquer tipo de médico para me atender, então resolvi recorrer a particular para me receitar algo para as dores, até pedir recaída ao seguro Lusítânia! No dia seguinte voltei a ir ao hospital, mas não havia ordem da seguradora, para recaída, dito pela entidade patronal! Como ninguém se disponibilizou para me ajudar, nem entidade patronal, nem seguradora, fui à médica de família entregar a carta que o ortopedista lhe mandou entregar, depois de me dar alta, SEM NEXO... A médica passou a baixa para ficar em repouso absoluto, até a seguradora, dar ordem de tratamento e solução ao problema. Isso nunca aconteceu, estavam em análise, mas não havia ordem para me tratarem depois de ter tantas dores na perna. Logo a entidade patronal, me contactou para dizer quw a seguradora, não assumia a recaída. Continuavam a dizer que não havia motivo para assumirem nada, uma vez que o médico tinha passado o relatório. SEM NEXO! Como ad dores continuavam e cada vez mais fortes, resolvi ir a particular, fazer novos exames, para ver o que se passava com a minha perna, uma vez que estava com dores fortes depois do acidente. Sabia que estava bem até aquilo acontecer, isso levava a crer que me estavam a negar o tratamento que merecia. Logo que fui à consulta de ortopedia, o médico, achou estranho, ter dores fortes na perna e, simplesmente o seguro não valorizar! Então, logo me mandou fazer uma ressonância à perna, que o resultado era: Perna PARTIDA... disse que me podia tratar, mas que devia ir para o seguro, uma vez que se tratava de um acidente de trabalho. Enviei logo o exame para a entidade patronal e seguradora Lusitânia, que respondeu que esse novo exame, não mudava em nada o que tinham dito em situação anterior. O médico também me mandou fazer um raio X, que se percebia o motivo das minhas queixas, uma vez que tinha uma fratura entre o perónio e a tíbia, RECENTE, e não algo já existente. Com tudo isto, pedi para ir à junta médica, para comparar os exames e ver quem tem razão... Estou à espera desde 29/07/2026, dia que pedi , via email para os recursos humanos, e ainda continu-o a aguardar, supostamente até dia 02/10/2026, dia que vou à junta médica, dito ao telefone, pelos recursos humanos... Enquanto tudo isto se está a passar, já comprei uma bota walker para estabilizar a perna, entretanto também estou a fazer fisioterapia. Tudo isto à minha custa, depois de existir um seguro de acidentes de trabalho. Estou à espera da junta médica, para ver o que vão fazer!
Factura
Exmos. Senhores Venho por este meio manifestar uma falha grave quanto a emissão de facturas e suposta alteração de políticas da empresa. Aquando da compra das passagens referentes a esta reserva não foi possível colocar o NIF no recibo, coisa que segundo o centro de perguntas frequentes da companhia aérea seria possível colocar posteriormente, como feito em passagem anterior. Este documento é imprescindível para pedido de reembolso do valor no programa de subsídio social de mobilidade aplicado à região autónoma da Madeira. Quando tentado colocar o NIF posteriormente à viagem conforme indicado no site, não foi possível. Após solicitada ajuda à empresa responderam que não era possível pois as políticas da empresa foram alteradas, informação que em momento algum foi fornecida ou atualizada no site. Recusam se a colocar o NIF na factura ou no recibo comprovativo de pagamento e embarque. Assim sendo exijo que esta situação seja resolvida e retificada de modo a ser possível colocar o NIF. Atentamente Marta Vasconcelos
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