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Cancelamento voo
Boa noite, venho fazer uma reclamação da empresa world2fly Portugal. No dia 08 de Setembro vimos o nosso voo de punta cana para lisboa cancelado, fomos avisados 1h antes da hora da saida do hotel para aeroporto, disseram que entravam em contacto connosco para saber quando seria o proximo voo, ficamos mais uma noite em punta cana, no mesmo hotel, sendo remarcado o voo para o dia 09 de setembro. O aviao não era da world2fly era mais pequeno, sem ecrãs, mais apertado o que com crianças foi bastante complicado fazer 8 horas de voo. Para não falar que tinhamos adquirido os kits com auriculares que de nada nos serviram neste avião. Portanto venho exigir uma indemnização. Aguardo uma resposta.
Cancelamento prime
Exmos senhores, estou a tentar cancelar a minha adesão ao primeiro pois termina em Abril e não me estão a permitir, mandam ligar para um contacto que supostamente atendem em 120 minutos, estou mais de meia hora e nao atendem, no site na aplicação nem.sequer me aparece o k eles dizem para poder cancelar, peço ajuda para cancelar pois isto ja me parece tática deles. Obrigado Paulo Torrão
Viagem organizada ICG-110535 – Incumprimento contratual e pedido de reembolso
Exmos. Senhores, Vimos por este meio solicitar a vossa intervenção e enquadramento jurídico relativamente a uma situação de incumprimento contratual no âmbito de uma viagem organizada contratada junto da agência iCliGo, reserva ICG-110535, com partida a 14 de fevereiro de 2026. Enquadramento factual – A viagem organizada incluía voo Lisboa–Toulouse, transfer Toulouse–Andorra, alojamento e demais serviços associados; – No dia 31 de janeiro de 2026 ocorreu uma derrocada na RN20 (França), que determinou o encerramento da principal via rodoviária entre Toulouse e Andorra; – Apenas no dia 13 de fevereiro de 2026, véspera da partida, fomos informados pela agência de que o transfer contratado não tinha confirmação de operação; – A solução proposta consistia no aluguer de viatura e realização de percurso alternativo com duração aproximada de 6 horas, atravessando zona de montanha com previsíveis condições de neve, sendo que viajávamos com duas crianças menores; – Considerando que tal solução não assegurava condições mínimas de segurança nem equivalência contratual, fomos forçados a adquirir novos voos Lisboa–Barcelona, único itinerário disponível para os quatro passageiros após várias horas de tentativa de reprogramação. Prejuízos suportados – 2.006,84 € – aquisição de novos voos TAP Lisboa–Barcelona; – 41 € – valor correspondente ao desconto aplicado mediante utilização de milhas pessoais (8.100 milhas); Total reclamado: 2.047,84 €. O reembolso dos transfers anulados foi entretanto efetuado, não integrando já o presente pedido. Enquadramento jurídico Nos termos do artigo 25.º, n.º 4 do Decreto-Lei 17/2018, o viajante pode resolver o contrato quando ocorram circunstâncias inevitáveis e excecionais que afetem consideravelmente a execução do transporte para o destino. Por outro lado, o artigo 30.º do mesmo diploma estabelece a responsabilidade do organizador pela correta execução dos serviços incluídos no contrato de viagem organizada, respondendo pelos danos resultantes da sua não execução. Entendemos que: – O transfer constitui elemento essencial do pacote; – A comunicação tardia da impossibilidade do serviço impediu qualquer reprogramação atempada em condições economicamente razoáveis; – Ainda que a derrocada constitua circunstância excecional, a responsabilidade pela gestão atempada da informação e pela apresentação de solução verdadeiramente equivalente recai sobre o organizador; – Os custos adicionais suportados configuram dano emergente diretamente imputável à falha de execução do contrato, existindo nexo causal direto entre a omissão de solução adequada e o prejuízo financeiro sofrido. Situação atual Foi apresentada reclamação formal à agência organizadora, não tendo, até à presente data, sido obtida resposta. Assim, solicitamos: – Enquadramento jurídico da situação; – Indicação dos mecanismos formais de atuação adequados; – Apoio na mediação e defesa dos nossos direitos enquanto consumidores. Todos os documentos comprovativos seguem em anexo, incluindo voucher da viagem organizada, comunicações da agência, fatura TAP e apólices de seguro, para melhor apreciação. De salientar ainda que a agência foi logo contatada por email, para o email geral@icligo.com (facultado pela agente que está a acompanhar o caso), no dia 14 Fevereiro à uma da manhã depois de serem comprados os bilhetes à TAP (não foi possível enviar reclamação antes), e novamente no dia 19 de Fevereiro às 10h30. A presente informação foi também enviada por email para o Turismo de Portugal e para a agência iCliGo (além da DECO). Com os melhores cumprimentos, Roberto Fernandes tel: 965712430 email: robertoprfernandes@gmail.com Carolina Andrade tel: 965586786 email: carolinavcandrade@gmail.com
Devolução do valor de bilhetes não efetuada
À data de hoje ainda não me foi reembolsado o valor de 160 euros, correspondente a 4 bilhetes do espetáculo de Ivan Lins que foi cancelado. O pagamento foi efetuado por MBway. Na mesma data foram adquiridos 2 bilhetes, 80 euros, por uma familiar, também por MBway. A 16 de janeiro comunicaram-me que a devolução seria efetuada no prazo de 15 dias úteis. Passaram entretanto mais 15 dias úteis para além desse prazo. Contactei diversas vezes telefonicamente a empresa tendo falado com um responsável, que com muita simpatia me foi dando diversas desculpas, tendo inclusivamente afirmado que já tinha sido dada ordem de pagamento a 10/2, mas que deveria aguardar pelo menos uma semana, devido ao mesmo ser efetuado a partir de um banco estrangeiro. A 20/2 desdisse esta informação, não conseguindo dar qualquer desculpa / razão cabal, para tanto atraso no reembolso. Parece-nos que nos dias de hoje não será razoável tanta demora em reembolsar um pagamento. Coloco em causa a idoneidade desta empresa, contra a qual registo esta queixa.
Rescisão de Contrato
Venho por este meio comunicar a minha intenção de rescindir o contrato celebrado com a Interpass, com efeitos imediatos, nos termos legalmente aplicáveis. A decisão fundamenta-se na apresentação dos serviços prestados não corresponderem ao que foi apresentado no momento da adesão. Ocultação de informações, bem como te lubridiam, em relação ao vouvher que é gratuito a hospedagem mais você é obrigado a pagar por todos os serviços ali informados. Para além disso, verifiquei que não utilizo os serviços disponibilizados e que quando comparado com alternativas no mercado, os custos associados acabam por ser superiores, não justificando a continuidade do contrato. Assim solicito a confirmação da rescisão do contrato bem como a informação sobre sobre eventuais procedimentos adicionais necessários para a sua conclusão. Solicito ainda que me seja enviado um comprovativo por escrito da cessação do vínculo contratual, Cumprimentos Joice Souza
Rescisao contrato
Venho por este meio comunicar a minha intenção de rescindir o contrato celebrado com a Interpass, com efeitos imediatos, nos termos legalmente aplicáveis. A decisão prende-se com o facto de os serviços prestados não corresponderem ao que foi apresentado no momento da adesão. Para além disso, verifiquei que não utilizo os serviços disponibilizados e que quando comparado com alternativas no mercado, os custos associados acabam por ser superiores, não justificando a continuidade do contrato. Assim solicito a confirmação da rescisão do contrato bem como a informação sobre sobre eventuais procedimentos adicionais necessários para a sua conclusão. Solicito ainda que me seja enviado um comprovativo por escrito da cessação do vínculo contratual, Cumprimentos Barbara Martins
Recusa em cancelamento de contrato
Exmos Srs Na sequência das várias tentativas para cancelar o meu contrato com a Empresa Interpass da qual sou associada desde 2005, venho solicitar que finalmente seja considerada a minha vontade em cancelar o contrato, embora perdendo todas os pagamentos feitos a uma Empresa da qual raramente ou quase nunca usufruí. O contrato foi muito caro. Ficou tudo pago. Durante anos paguei anuidade sem qualquer nexo, porque nada me era comunicado a não ser os pagamentos da anuidade. Com as dificuldades financeiras que tinha era me dificil pagar este extra e em 2023 não consegui pagar. Contudo em 2024 ao falar telefonicamente com uma colaboradora sobre esta situação, foi me sugerido por ela e garantido que assim seria feito, pagar o ano de 2024 e perdoariam a divida de 2023. Ficou ainda garantido que ao liquidar a atual fatura ficaria com o contrato cancelado definitivamente como era a minha vontade. Nada disso aconteceu. Não cancelam o contrato, mesmo após as várias insistencias, claro para continuarem a colocar me em situação de divida ano apos ano. Considero um abuso da parte da Empresa , manter á força um cliente, que mesmo perdendo muito dinheiro ao longo dos anos, quer sair da Empresa. Solicito o imediato cancelamento que existe entre mim e a Interpass, e que parem de me ameaçar. Aguardo resposta urgente Cumprimentos Ana Carvalho
REEMBOLSO DA RESERVA POR MOTIVO DE FORCA MAIOR
Por meio deste documento, solicito a sua intermediação para o reembolso da minha reserva neste alojamento turístico. Enviei à empresa os links com os decretos de alarme do estado português publicados pelo governo, bem como comunicados da proteção civil e da agência meteorológica, com avisos para não viajar para o Porto devido aos riscos das sucessivas tempestades e ao perigo de transbordamento do rio Douro, tudo isto amparado pelos referidos decretos e pela lei de força maior que obrigava ao reembolso total. Tanto o alojamento como a plataforma Booking ignoraram toda esta informação, alegando que se tratava de outras regiões, argumento este que não é válido, pois é o Porto a cidade mencionada nos referidos decretos de alarme e calamidade. Comecei a reclamar no dia 6 de fevereiro e, finalmente, após muitos e-mails e telefonemas, recusaram-se a fazer o reembolso. Peço a sua ajuda, dada a indefesa situação do turista perante estes casos de abuso, quando nem mesmo a lei portuguesa de força maior é respeitada pelos estabelecimentos do país. Obrigada
reembolso de valor de reserva
Exmos. Senhores Efectuei, no dia 19 de fevereiro 2026, online, com cartão bancário, uma reserva na empresa supra mencionada. Surgidos alguns constrangimentos, e ao abrigo do Direito ao Arrependimento, consagrado no Decreto-lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, vi-me obrigado a solicitar o montade debitado pela empresa. Após contactada, esta recusa-se a proceder ao devido reembolso. Nesse sentido, foi exarada a presente reclamação.
Salto não realizado
No dia 22/12/2023 adquiri um voucher para um salto de paraquedas, oferecido como presente, junto da empresa reclamada. O salto foi inicialmente agendado para o dia 09/09/2024, tendo sido cancelado por restrições aéreas, motivo alheio à minha vontade. Posteriormente, o salto foi novamente reagendado para 26/06/2025, sendo mais uma vez cancelado pelo mesmo motivo. Um terceiro reagendamento foi marcado para 15/09/2025, tendo novamente sido cancelado por restrições aéreas. Nessa ocasião, a empresa informou por escrito que a agenda se encontrava temporariamente encerrada para reorganização, prometendo novidades a partir de 30 de setembro para reagendamento em datas mais seguras. Quando tentei proceder a novo reagendamento, constatei que o estabelecimento se encontra encerrado de forma permanente, sem qualquer aviso prévio, contacto alternativo ou proposta de reembolso do valor pago. Neste momento, não existe qualquer forma de contactar a empresa, encontrando-me privada do serviço contratado e do montante pago, apesar de todos os cancelamentos terem sido da responsabilidade exclusiva da empresa. Face ao exposto, considero que existe incumprimento contratual grave, solicitando o reembolso integral e imediato do valor pago, nos termos da legislação de defesa do consumidor. Solicito ainda a intervenção das entidades competentes para averiguar a conduta da empresa e assegurar a reposição dos meus direitos enquanto consumidora.
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