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Falha grave na continuidade de cuidados médicos e atendimento
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à prestação de serviços da Dra. Ana Peixinho e ao atendimento administrativo da unidade hospitalar Lusíadas de Amadora, devido a uma sucessão de falhas que colocaram em risco a saúde da minha esposa. A minha esposa realizou a primeira consulta com a Dra. Ana Peixinho no dia 31 de outubro de 2025. Após três dias, apresentou uma reação alérgica a um antidepressivo prescrito. Ao contactarmos a médica, a instrução recebida foi a suspensão imediata do fármaco, sem a apresentação de qualquer alternativa terapêutica ou plano de desmame, o que nos causou estranheza dada a natureza da medicação. Devido ao reagendamento da consulta para fevereiro de 2026 (por indisponibilidade de agenda da médica), contactámos a Dra. Ana Peixinho por e-mail alertando para o fim do stock da medicação psiquiátrica. Fomos instruídos a solicitar o receituário através dos serviços do hospital, o que fizemos de imediato. Apesar da confirmação da colaboradora D. Carla Catita de que o pedido fora encaminhado, passaram-se 6 dias sem qualquer resposta. É inadmissível que uma paciente em tratamento psiquiátrico seja deixada sem medicação, correndo o risco de uma descontinuação abrupta com consequências clínicas graves. No contacto telefónico realizado ontem com o Hospital Lusíadas, a vossa equipa não soube esclarecer a ausência da médica nem apresentar uma solução viável. A sugestão apresentada foi de "adquirir os medicamentos sem receita para posterior regularização" é não só um desrespeito financeiro (dado o elevado custo dos fármacos sem comparticipação), mas também uma irregularidade procedimental que transfere para o utente o ónus de uma falha organizacional do hospital. É incompreensível que uma profissional com cargos de responsabilidade nesta instituição interrompa o acompanhamento de uma doente sem assegurar a continuidade dos cuidados ou delegar a gestão do receituário a um colega. O valor da consulta (110€) pressupõe um ato médico completo, que inclui o suporte necessário à estabilização da terapêutica. Face ao exposto, informo que: Exijo a emissão imediata das receitas necessárias para a continuidade do tratamento. Esta situação será reportada formalmente à Entidade Reguladora da Saúde (ERS), ao Portal da Queixa e à DECO, dada a falta de profissionalismo e transparência demonstrada. Aguardo uma resposta urgente e a resolução definitiva deste problema ainda hoje. (Passaram cinco dias desde que fiz reclamação e sem qualquer resposta deste unidade hospitalar)
Caução Não Devolvida
Venho por este meio expressar a minha profunda indignação e descontentamento com a situação absolutamente inaceitável que tenho enfrentado relativamente à devolução da caução de 1000€, paga aquando da entrada do meu avô nas urgências, no início de Setembro. Três meses depois, e após inúmeras chamadas, sucessivas escalas internas e várias explicações contraditórias por parte dos vossos serviços, que alegam não compreender por que motivo o reembolso ainda não foi processado, e que já encaminharam o caso para a equipa de faturação/contabilidade, a verdade é que o dinheiro continua por devolver. Hoje, dia 20 de Novembro, a minha avó ainda não recebeu um único euro. Estamos a falar de uma quantia elevada, que faz falta e cuja retenção por tanto tempo é incompreensível e profundamente injusta. Não só demonstra uma falta de organização interna alarmante, como também um total desrespeito pelos utentes, que já se encontram numa posição vulnerável. É revoltante que, apesar de todas as tentativas de obter esclarecimentos e soluções, continuemos completamente às escuras e sem o reembolso que é devido. Esta situação é desgastante, frustrante e sinceramente triste, nunca pensei que um processo tão simples pudesse transformar-se numa autêntica novela burocrática. Exijo uma resolução imediata, com a devolução dos 1000€ sem mais atrasos, bem como uma explicação clara sobre o que realmente aconteceu durante estes 3 meses. O mínimo que espero é profissionalismo, transparência e respeito. Aguardo uma resposta urgente e definitiva.
Teleconsulta não realizada
Exmos. Senhores Drs., Tinha agendado, para dia 10/11/2025 às 09:30h, uma teleconsulta com a Dra. C.F. do Hospital Lusíadas Amadora, ao abrigo do meu seguro RNA Medical. Após aguardar uma hora, fiz a primeira tentativa de contacto telefónico às 10:32h, para um contacto geral (217704040), na qual me informaram que não conseguiam contactar o serviço, mas que a Dra. ainda nem sequer tinha chegado ao hospital. Contactei mais oito vezes, duas para este contacto e seis para o respectivo hospital, nas quais me informaram que a médica já tinha chegado, mas que não conseguiam contactar o serviço via e-mail ou telefone. Eventualmente, fui contactada às 15:42h, para me informarem que tinha ocorrido um laso no sistema e que não se aperceberam do agendamento da minha teleconsulta (apesar de me terem ligado a confirmar a mesma dois dias antes e de eu ter ligado várias vezes ao longo do dia). Reagendaram então para as 08:00h do dia seguinte e eu pedi explicitamente para ser ao abrigo do meu seguro RNA Medical, visto que foi assim que foi agendado inicialmente. Fui assegurada que assim seria. Posteriormente, contactei no sentido de receber algum email a explicar a situação toda, para entregar ao empregador, e enviei até esse pedido via e-mail duas vezes, sem resposta. No dia seguinte, às 08:07h liguei para o hospital novamente para confirmar se a médica já se encontrava no hospital e me ia atender, e fui assegurada de que sim. Todavia, após 35 mn a aguardar, ligaram-me às 08:32h a dizer que a consulta não poderia ser realizada ao abrigo do seguro pois, ao contrário do que dizia no site dos lusíadas, a Dra. não trabalhava com esse seguro. Ao que eu disse que não realizaria a consulta, que não era isso que tinha sido agendado nem publicado no site. Qual o meu espanto quando recebi, no dia 12/11/2025 uma fatura no valor de 110 €, para pagar uma consulta que não se realizou. O Site também já se encontra convenientemente atualizado.
O dinheiro foi pago, mas os serviços não foram prestados
No dia 23/06/2025, celebrei um contrato e efetuei o pagamento no valor de 1.466,25 € pelos seguintes serviços: Suplemento de Componentes Protéticos por Implante Coroa Aparafusada sobre Implante Espigão e Falso Coto (Método Direto) Coroa Provisória Acrílica (Método Direto) Coroa Cerâmica Posteriormente, foi-me colocada uma coroa provisória, que caiu várias vezes. Foi muito difícil marcar uma consulta para a recolocação da coroa provisória, uma vez que ninguém respondia pelos canais de contacto. Apenas após enviar um e-mail à direção da clínica consegui obter uma marcação. Além disso, hoje, 08/11/2025, as minhas coroas ainda não estão prontas. Já decorreram todos os prazos razoáveis. A clínica deveria ter encomendado os componentes necessários para a colocação da coroa sobre o meu implante, mas em meio ano isso não foi feito. Esta situação causa-me grande angústia e preocupação. Tenho também de enfrentar dificuldades no dia a dia, como manter uma dieta restrita para evitar que a coroa provisória caia novamente. O facto de estar tanto tempo sem as coroas definitivas pode ainda provocar deslocamento da arcada dentária. Sofri igualmente danos morais devido a esta situação. Por este motivo, exijo o reembolso integral da quantia paga, no valor de 1.466,25 €.
Fatura com valores indevidos
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, reforçar a minha reclamação junto da empresa Lusíadas SA, relativamente a uma fatura emitida de forma incorreta na sequência de uma consulta realizada no dia 4 de julho de 2024. Conforme comunicado anteriormente junto desta empresa, nesse dia fui informada de que o sistema informático da Multicare estava indisponível, tendo-me sido emitida uma fatura com valor incorreto, sem qualquer aviso prévio sobre o procedimento adotado. Após questionar a Multicare sobre esta situação, a seguradora referiu que o procedimento quando o sistema não está operacional passa pelo operador do prestador do serviço contactar a seguradora via telefone, de forma a aplicar os valores correctos na fatura. Tal não aconteceu e a prestadora do serviço emitiu uma fatura com valores tabela, completamente diferentes dos acordados com a seguradora. Após várias reclamações, a Lusíadas SA continua a insistir que devo pagar a fatura incorreta e posteriormente solicitar reembolso junto da Multicare, o que se revelou falso, uma vez que a seguradora me esclareceu que a fatura deve ser anulada e substituída por outra correta, emitida manualmente pela própria Lusíadas SA. Até hoje, apesar das várias tentativas de resolução, a Lusíadas SA não procedeu à emissão da fatura correta, impedindo-me de regularizar a dívida conforme é meu propósito desde o início. Ressalvo que esta situação tem-me causado um grande transtorno, pois não sou pessoa de ficar a dever e sempre procurei cumprir com as minhas obrigações de pagamento de forma correta e atempada.
Caução Não Devolvida
Sou utente dos Hospitais Lusíadas há mais de 15 anos, sendo habitualmente acompanhado no Hospital Lusíadas Lisboa. Recentemente, tive de realizar sessões de radioterapia no Porto e, ao dirigir-me ao Hospital Lusíadas Porto para levantar a medicação prescrita e aprovada pelo meu seguro, foi-me exigido o pagamento de uma caução no valor de 136€. Esta situação causou-me grande surpresa e desconforto, pois tratava-se de uma medicação já anteriormente autorizada e disponibilizada no Hospital Lusíadas Lisboa. Considero inaceitável que, sendo parte da mesma rede hospitalar e estando a medicação previamente aprovada pela seguradora, me tenha sido exigido o pagamento deste montante, ainda mais tratando-se de um tratamento essencial e urgente. Importa ainda referir que esta situação ocorreu no dia 1 de setembro, e até à presente data não recebi a devolução do referido valor, apesar de me ter sido confirmado pelo Hospital Lusíadas Lisboa que toda a documentação necessária já foi enviada para o devido reembolso. Assim, venho por este meio apresentar reclamação formal e solicitar a imediata devolução da caução de 136€, bem como a clarificação das razões pelas quais tal procedimento foi exigido. Aguardo uma resposta célere e a resolução do assunto.
Protese Dentária Partida/Perdida
Venho por este meio apresentar a minha profunda insatisfação relativamente ao tratamento dado ao meu avô, Cândido Augusto Rodrigues, que deu entrada nas urgências deste hospital no dia 12 de setembro. O meu avô foi internado com as suas próteses dentárias completas, das quais dependia para se alimentar. No entanto, após a sua transferência para o internamento, verificámos que as próteses já não se encontravam com ele. Apenas lhe restava a prótese superior, que ainda por cima estava danificada, e a inferior desapareceu por completo. Perante a nossa estranheza pelo facto de lhe estarem a dar apenas alimentos em forma de papa, questionámos as enfermeiras, que nos informaram de que o utente não tinha trazido as próteses completas. Tal não corresponde à verdade, pois sabemos que o meu avô deu entrada com elas. Tudo indica que as mesmas se perderam durante os cuidados prestados (na higiene ou noutro procedimento). O meu avô tem 84 anos, encontra-se debilitado e depende das próteses para se alimentar de forma digna e saudável. Agora vê-se forçado a ingerir apenas papas, o que agrava não só a sua fragilidade física, mas também o seu bem-estar psicológico e emocional. É doloroso ver um idoso nesta situação, privado de uma necessidade tão básica como comer, devido a um descuido que não foi da sua responsabilidade. Acresce ainda que o meu avô não tem condições de saúde para realizar novas próteses nem capacidade financeira para suportar esse custo, que sabemos ser bastante elevado. Importa referir que as mesmas foram feitas no Hospital Lusíadas Almada, que possui todos os registos e exames necessários. Perante isto, exijo que seja encontrada uma solução imediata, seja através do reembolso integral ou da comparticipação total das novas próteses dentárias. Considero inadmissível que um hospital deixe um idoso de 84 anos nesta situação tão desumana e humilhante. Aguardo uma resposta célere e uma resolução justa.
Faturas cobradas indevidamente
Estimados Senhores, Tentei contactar os serviços financeiros de todas as formas possíveis para tentar resolver um problema iniciado por vós e sem qualquer tipo de sucesso. Infelizmente já é o segundo caso de faturação que tenho convosco e no qual o vosso serviço ao cliente é péssimo, demonstrando a vossa total falta de organização interna. No dia 25/06 desloquei-me às urgências com a minha filha e paguei ao balcão o respectivo ato. No dia 26/06 voltei-me a dirigir às urgências com ela e quando vou ao balcão pagar, informam-me que como se tratava de um episódio de urgência com menos de 24 horas não tinha qualquer custo. Fico surpreendida ao começar a receber várias mensagens, emails, uma carta ao domicílio com um pagamento em falta e um email de uma empresa de cobrança de dívida contratada por vós. Então expliquem-me se: - a pessoa que me atendeu estava mal informada, não existe qualquer regra sobre episódios de urgência com menos de 24 horas e se tenho de pagar a urgência - Não tenho de pagar esta fatura e trata-se de um erro vosso O que peço é que respondem efetivamente qual a vossa política quanto ao pagamento de urgências - com um anexo comprovativo da política do hospital, regularizem esta situação e não demorem mais 2 meses a responder a esta reclamação. Não aceito ainda receber e-mails de empresas de cobrança de dívida, quase como um ultimato, por uma situação causada por vós! Não admito mais situações como estas, se tem um serviço financeiro e um serviço de apoio ao cliente, espera-se que se digne a responder aos clientes.
FATURA COM CONSUMOS ABUSIVOS
Desde 18 julho encontro-me nesta situação... Reclamei uma explicação e o acerto dos valores faturados em duas farturas, tentei presencialmente, telefónicamente e via e-mail que resolvessem o tema, apenas após escrever no Livro de Reclamações, no dia 19 de agosto obtive um clarificação que nada justifica e comprova os vários consumos abusivos cobrados. Existe uma divergência de valores relativamente à fatura e resumo financeiro previamente apresentados a meu pedido (anexo) e à fatura final agora apresentada (anexo) quanto ao valor da Diária/Quarto ainda que no resumo financeiro não se verifique o desconto do Cartão Familiar (SIB) e na fatura se verifique. Dia 11.07.2025 a diária tinha o custo de 180,09 € e agora de 360,00 €, entre os dias 12.07 e 14.07 tinha o custo de 212,84€ e agora 440,00 €. Falamos de uma diferença de 1031,45 € para 2.120,00 € de faturas no total. Cobraram em 6 dias , 104 unidades de LUVAS NITRILO S/PO TAM. M ou S, não têm forma de comprovar este consmo abusivo até pela justificação apresentado por e-mail. SACOS HIGIENICOS MODELO CLASSIC P/ARRASTADEIRAS C/SIST. ABSORVENTE - 2 unidades, a doente nunca utilizou arrastadeira!! CATETER VENOSO PERIFICO C/SIST. SEGURANÇA - Cobradas 4 unidades e apenas foram utilizados 3 cateteres, igualmente abusivo uma vez que utilizaram apenas 3 unidades. OBTURADOR UNIVERSAL - 2 unidades - igualmente abusivo porque nunca utilizaram 1 único obturador na doente. AZITROmicina 500 mg Po sol inj Fr IV – 1 toma diária daria 6 fórmulas, estão faturados no total das duas faturas emitidas 8 fórmulas. Como e não bastasse ainda recebo mensagens que irem para contencioso.... Vergonhoso, uma pessoa querer resolver a questão desde o 1º dia e até agora não só não resolvem como ainda ameaçam com contencioso.
Reclamação de dívida inexistente
Exmos. Senhores, Insistentemente reclamam o pagamento de uma divida que não reconheço. É verdade que marquei uma consulta de ortopedia e é verdade que me apresentei para a ser vista. Não fui atendida em consulta porque não fui atendida na recepção onde esperei mais de meia hora, enquanto todas as recepcionistas menos uma se ausentaram e nem a assistente às consultas se dispôs a ouvir-me. Já expliquei tudo ao telefone, ao serviço contencioso por telefone e em junho também enviei mail. Nem sequer o valor da consulta seria o reclamado. Não fui consultada e creio me no direito de ser eu a reclamar pelo péssimo serviço prestado, quando nem podia andar. Recuso qualquer divida e solicito que deixem de incomodar me a pedir a regularização de algo que não devo.
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