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Mb
Dia 31/10 diz um MB, não foi aceite e o dinheiro sumiu da minha conta, liguei várias vezes, fui na agência e ninguém sabe onde meu dinheiro foi parar, não me devolvem, e j ame disseram que realmente não foi aceite e não sabem pq o dinheiro não voltou. Em fim... Estive na agência o tem dia 10, onde descobrir que meu número de telemóvel, estava anexado a uma empresa de táxi, por algum erro do banco, certamente que meu dinheiro foi pra essa conta e não pra minha, quero saber só senhor Millennium; quando vai devolver meu dinheiro, sou pobre 65€ são quase dois dias de salário de Portugal, não posso perder. Resolvam o erro de VCS, alguém tem que saber onde está meu dinheiro, não dão nem satisfações, não sabem e não viu, não sou palhaça
Não encerramento de Conta
Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 45693218768 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento e não obstante o meu pedido de encerramento da mesma em 03/11/2025, e ligação para a central de atendimento ao cliente no dia 07/11/2025, a conta continua aberta. Ainda fui informado pelo atendimento telefônico que o prazo seria de até 2 MESES, o que contraria a regulamentação vigente. Além disso, mesmo após a minha solicitação de encerramento da conta, foi cobrada a tarifa de manutenção (15,60 euros). E, ainda de acordo com o atendente, isso pode se manter até o encerramento definitivo da conta, mesmo que eu não utiliza nenhum serviço!!! Assim, reitero o meu pedido para que encerrem a conta imediatamente e procedam ao estorno de qualquer comissão indevidamente cobrada neste lapso de tempo. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.
Taxas excessivas e não transparentes
Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente à cobrança de taxas muito elevadas (cerca de 150%) associadas a transações efetuadas com o meu cartão de crédito realizadas em plataformas de jogo de sorte e azar devidamente licenciadas pelo SRIJ. As referidas taxas foram cobradas sobre transações que, aparentemente, o banco considera como adiantamentos de numerário. Contudo, no momento da abertura de conta e celebração do contrato de crédito, não fui devidamente informada — de forma clara, destacada e compreensível — de que as operações associadas a jogos de sorte teriam custos tão desproporcionais, nem que seriam tratadas como adiantamentos imediatos de numerário. Reconheço que o banco poderá ter incluído essa informação em documentos contratuais ou tabelas de comissões, mas de forma pouco acessível e sem o destaque exigido por lei. Nos termos: • Do artigo 7.º e 8.º do Decreto-Lei n.º 133/2009, o mutuante deve prestar informação clara, completa e adequada, de modo que o consumidor compreenda plenamente as condições financeiras do contrato; • Do Aviso do Banco de Portugal n.º 10/2014, que exige transparência e destaque visual nas condições que implicam custos adicionais relevantes; • E do artigo 11.º da Lei n.º 83/2017, que impõe às instituições financeiras o dever de acompanhar e avaliar a adequação das operações dos clientes em matérias sensíveis como o jogo. A omissão de informação clara sobre taxas de 150% constitui violação do dever de transparência e pode configurar prática comercial desleal, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008 (transposição da diretiva das práticas comerciais desleais). Assim, solicito que o banco: 1. Explique, de forma detalhada, a origem e justificação contratual das taxas aplicadas; 2. Comprove que a informação sobre estes encargos foi claramente prestada e destacada no momento da assinatura do contrato; 3. Avalie a possibilidade de reembolso total ou parcial das quantias cobradas, por ausência de transparência informativa; 4. E reporte que medidas o banco adota para garantir a clareza de comunicação ao cliente em operações de Jogo
Conta Suspensa
Exmos Senhores do departamento da MILLENNIUM BCP, eu venho expor as minhas indignações por uma por não ter meios nenhum para reutilização da minha conta MILLENNIUM BCP. A minha conta encontra se suspensa ja meses, eu encontro me em um país aonde as taxas por chamadas rede fixas custam preços altísimos e tambem por não ter uma sucursal do mesmo banco aqui no meu país. Por não ter meios suficientes pra reabertura da minha conta, eu sofre descontos todos os meses através do meus estratos. Entretanto a busca da solução busquei utilizar chamadas fixa, na tentativa de solução de problemas a informação que recebe é que eu tenho que estar em portugal para dirigir me a uma sucursal para que possam analisar o meu casa. Triste por essa situação e por nao ter os meios suficientes para ir em portugal, eu venho solicitar ao Banco MILLENNIUM BCP para analisar o meu caso para uma resolução, porque todos os meses eu sofro descontos e la tenho dinheiro e nao só quero fazer o uso da minha conta. Agradeço pela atenção e aguardo a resposta.
Ameaça de bloqueio de conta bancária pelo Millennium BCP
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra o Millennium BCP, devido à ameaça de bloqueio da minha conta bancária e à recusa injustificada em aceitar o comprovativo de recolha de dados biométricos emitido pela AIMA, documento que comprova a minha situação legal e regular em Portugal. Sou cliente do Millennium BCP desde 2016, sempre cumpri com todas as minhas obrigações e nunca tive qualquer problema com o banco. No entanto, estou atualmente a ser alvo de tratamento desrespeitoso e discriminatório, que me coloca sob forte pressão psicológica e risco financeiro. No dia 16 de outubro de 2025, desloquei-me novamente à AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo), onde expliquei a minha situação e solicitei um documento que pudesse entregar ao banco como prova da minha residência legal. Os funcionários da AIMA informaram-me claramente que o comprovativo de recolha de dados biométricos é suficiente e que os novos comprovativos que o Millennium exige só estão a ser emitidos através do portal para os pedidos de renovação CPLP, o que não se aplica ao meu caso. De seguida, dirigi-me à sucursal do Millennium BCP no Laranjeiro (Almada) para atualizar os meus dados e apresentei o comprovativo da AIMA, explicando a informação oficial que recebi. Ainda assim, o banco recusou-se a aceitar o documento, afirmando que a conta poderá ser bloqueada a qualquer momento, impedindo-me de movimentar qualquer valor. Expliquei que o meu salário e o abono da minha filha menor são depositados nesta conta e perguntei o que deveria fazer em caso de bloqueio. A resposta do banco foi simplesmente que eu deveria dirigir-me à Segurança Social para pedir o cancelamento da conta e que passaria a receber o abono da minha filha em cheque. Quanto ao salário, disseram apenas que “a AIMA teria de arranjar outro comprovativo, porque este não será aceite”. Esta resposta é inaceitável e desumana, pois demonstra total falta de sensibilidade social e de bom senso, especialmente para uma cliente antiga e cumpridora. O Millennium BCP está a punir-me por uma situação que não depende de mim, mas da lentidão da AIMA — uma entidade pública portuguesa. Esta conduta do banco viola vários princípios legais e éticos, nomeadamente: O artigo 6.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), que garante a proteção dos interesses económicos e sociais do consumidor; O artigo 12.º do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (RGICSF), que impõe às instituições bancárias o dever de atuar com diligência, lealdade e respeito pelos interesses legítimos dos clientes; O princípio da proporcionalidade e razoabilidade, exigido pelo Banco de Portugal, que determina que os bancos não devem causar danos excessivos ao consumidor por meras formalidades administrativas; E ainda o princípio da não discriminação previsto na Constituição da República Portuguesa, que impede práticas que coloquem cidadãos estrangeiros em desvantagem injusta. O bloqueio da minha conta implicará consequências graves e imediatas, tais como: Impossibilidade de receber o meu salário e o abono da minha filha; Dificuldade em pagar renda, contas e despesas básicas; Risco de perder o meu emprego por não conseguir comprovar situação financeira estável. Por tudo isto, solicito à DECO: Que intervenha junto do Millennium BCP, exigindo que o banco aceite o comprovativo da AIMA como documento válido até à emissão do título de residência; Que notifique o Banco de Portugal sobre esta prática, que pode configurar abuso e discriminação; Que avalie a violação dos meus direitos enquanto consumidora e residente legal em Portugal; Que me conceda apoio jurídico para evitar o bloqueio da minha conta e garantir o acesso ao meu salário e ao abono da minha filha. Anexo os seguintes documentos: Comprovativo de recolha de dados biométricos emitido pela AIMA; Declaração do banco sobre a necessidade de atualização de dados;
Operação fraudulenta
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar queixa contra o Millennium BCP devido a uma operação fraudulenta ocorrida na minha conta bancária. Já apresentei reclamação formal junto do banco e dei conhecimento do facto ao Banco de Portugal, contudo, até ao momento não foi efetuado o ressarcimento dos valores indevidamente retirados da minha conta nem do plafond do cartão de crédito, ambos usados fraudulentamente. As operações foram autenticadas com os códigos solicitados, porém sob erro induzido por terceiros através de um esquema sofisticado de phishing. Em nenhum momento houve dolo, intenção ou negligência grosseira da minha parte. Nos termos do artigo 104º. Do Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica ( RJSPME) , cabe ao banco demonstrar a existência de negligência grave do cliente, o que não se verifica no presente caso. Verificou-se que os mecanismos de autenticação multicanal e SMS do banco não são suficientemente seguros, revelando vulnerabilidades na sua plataforma de homebanking. Cumpri integralmente as minhas obrigações de comunicar de comunicar de imediato a ocorrência às autoridades competentes, ao banco e ao Banco de Portugal, com o objetivo de mitigar eventuais prejuízos. Face à ausência de restituição até à data, solicito a intervenção da DECO para: - Mediar junto do Millennium BCP a resolução da situação; - Assegurar o ressarcimento integral dos montantes indevidamente retirados da minha conta ( 1000 euros) e do plafond do cartão de crédito ( 1800 euros) . Adicionalmente, solicito que a DECO faça o acompanhamento da presente reclamação, conforme os procedimentos habituais da associação, ciente de que o processo de acompanhamento normalmente decorre durante cerca de dois meses com notificações e tentativas de mediação, para garantir máxima diligência na resolução do conflito. Os documentos comprobatórios para análise para o email deco@deco.pt Agradeço desde já toda a tenção e apoio.
Reembolso de transaçoes fraudulentas nao autorizadas por mim
Exmos. Senhores, O meu nome é Cláudia Salgado Rocha, cliente do Millennium BCP. Venho contestar novamente a recusa de reembolso das transações fraudulentas de 29/07/2025, no valor total de 2.350 €, reiterando que não foram autorizadas por mim. Apesar das sucessivas reclamações formais (incluindo carta enviada pelo meu advogado em 02/09/2025), o banco continua a alegar que houve “autenticação forte” e a imputar-me responsabilidade sem apresentar qualquer prova. Ora: -Alerta do próprio banco: Em 29/07/2025 recebi SMS oficial do Millennium a informar que o cartão tinha sido bloqueado por transações suspeitas. Ou seja, o próprio sistema do banco reconheceu a anomalia e deveria ter prevenido o prejuízo. -Ausência de autorização: Nunca associei o meu cartão ao Google Pay, nem recebi qualquer pedido de validação via App ou SMS relativamente a estas operações. -Prova oficial da Google: Em 16/09/2025 recebi confirmação escrita do Google Support (ID do caso [6-7008000038821]) de que nenhum cartão ou método de pagamento jamais esteve associado à minha conta Google Pay. Isto comprova de forma inequívoca que a adesão foi feita de forma fraudulenta em dispositivo de terceiros, não por mim. -Contradições do banco: O Millennium limita-se a descrever “como funciona em teoria” a adesão ao Google Pay, mas não apresenta qualquer registo técnico ou log que prove que fui eu a efetuar ou autorizar a adesão. A acusação de que “partilhei dados pessoais” é grave, mas não é sustentada em qualquer evidência. -Obrigação legal: Nos termos da Diretiva (UE) 2015/2366 – PSD2 e do DL n.º 91/2018, art. 115.º, o banco deve reembolsar de imediato operações não autorizadas, salvo prova de negligência grave do cliente (art. 114.º). Não existiu qualquer negligência da minha parte: o cartão esteve sempre em minha posse e não partilhei credenciais. Solicito: -A revogação imediata da recusa e a reabertura do processo de análise; -O reembolso integral dos 2.350 €; -A disponibilização formal de registos técnicos que alegadamente comprovam a “autenticação forte”, para contraditório e transparência. Reitero: esta fraude não foi cometida por mim. O Millennium tem a obrigação legal de me proteger e reembolsar. Atentamente, Cláudia Salgado Rocha
Cobrança duplicada e valor abusivo para serviço
Tenho valor fracionado no cartão de crédito onde no dia 22/09 deveria ter sido debitado da minha conta e não foi. No mesmo dia, eram mais de 21h eu fiz então o pagamento pontual do valor total da fração, 38,36€. Deixo claro que o sistema indicou no momento do pagamento que, como estava pagando esse valor, NÃO seria realizado o debito automático referente ao mês vigente e não existia qualquer informação no sistema de que existia cobrança em processo. No dia seguinte minha conta estava negativa por terem efetuado o débito, que não deveriam ter feito, por já estar pago. Pedi para estornarem o valor e disseram ter a cobrança de 15€ para o serviço. Está escrito no próprio aplicativo do banco: "Se fizer um pagamento do valor da dívida de no mínimo 10€, entre a data do fecho e o dia do pagamento, o débito automático não será realizado".
Burla bancária
Exmos. Senhores, Em 30/06/2025 tive todo o meu ordenado do mês transferido da minha conta bancária, sem meu consentimento ou conhecimento. Segui todas orientações do banco, fiz queixa a polícia e até a presente data, não tive nenhum retorno do meu dinheiro. Cumprimentos.
Financiamento
Exmos Senhores venho por este meio informar o que passou comigo no Millennium pois eu tive um crédito aprovado faltando só .arcar a escritura mas há ultima hora o banco me informou que as áreas não coincidem então eu foi tratar de tudo o mais rápido possível e quando ao fim de duas semanas ja com as áreas correctas foi-me dito que o processo tinha de ser novamente apreciado e a qual venho de ser informado que agora o pracer não foi favorável Qual eu gostaria de saber se eu tenho direito a reclmar o valor das despesas que foi retirado da minha conta
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